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Admitir erros pode ser o melhor trunfo para o sucesso

Admitir erros pode ser o melhor trunfo para o sucesso

O que nos faz tomar decisões corretas e assim obter sucesso profissional? Por ser um tema recorrente, há respostas para todos os gostos, indo da “capacidade analítica” ao “domínio de possíveis variáveis”. Mas um estudo da Duke University sugere - sem descartar estas hablidades – que o principal método do sucesso seria adotar a “humildade intelectual” (pouco citada, aliás, em listas clássicas). Basicamente, é a postura de admitir possíveis erros e evitar atitudes defensivas ao se deparar com argumentos e fatos que questionem sua opinião.

Os autores constataram que aqueles sem a humildade intelectual cometem muito mais erros do que os portadores dessa qualidade. Em um experimento, os participantes deveriam avaliar opiniões favoráveis e contrárias sobre crenças religiosas, política e outros temas. Em seguida, testou-se sua capacidade de admitir estarem errados e como isso afetou a habilidade de avaliar pessoas com posições contrárias.

Resultado: participantes que demonstraram menor humildade intelectual fizeram as piores avaliações, exibindo dificuldade em distinguir fatos de meras especulações ditas propositalmente no experimento, além de revelar pouca flexibilidade de raciocínio.

Já os participantes com maior humildade, ao contrário, aceitavam melhor pessoas que mudaram de posições políticas (um dos temas do experimento), sem considerá-las “vira-casacas” como fizeram os arrogantes. O estudo então conclui: a rapidez de aprendizado depende da capacidade de admitir erros.

(Fonte: Época Negócios)  Ler notícia completa

5 Dicas para empreender no YouTube

5 Dicas para empreender no YouTube


O YouTube está em alta. E mais do que uma ferramenta de entretenimento, ele pode ser um ótimo canal para empreender. É comum vermos Youtubers com milhões de seguidores lucrando como se fossem jogadores de futebol. Mas qual é o segredo para o sucesso? Para você que deseja ter visibilidade na internet, listamos cinco dicas para empreender no Youtube.

Conheça a plataforma
Antes de mais nada, entenda como funciona o Youtube e as suas principais ferramentas. Para você aproveitar o máximo o seu canal é preciso saber todas as funcionalidades e a melhor forma de usá-las.

Aprenda sobre marketing digital e monte uma estratégia para o seu canal, entender o seu público, é fundamental para se ter sucesso. O próprio YouTube conta com uma Escola de Criadores de Conteúdo, na qual é você pode entender tudo o que precisa para dar os primeiros passos em seu canal.

Busque referências
Após definir o assunto sobre o qual você irá tratar em seus vídeos, procure referências. É muito provável que outras pessoas já tenham abordado o seu tema, então procure entender como elas trabalham e principalmente, como ganham dinheiro.
Não estamos falando para você copiar os outros canais, mas apenas inspirar-se. Para ter sucesso, é preciso ter identidade e criatividade, e isso dependerá apenas de você. Por isso, ouse e arrisque-se.

Como ganhar dinheiro?
Existem algumas formas de ganhar dinheiro com o Youtube, a mais conhecida é por meio de anúncio. Mas também é possível ganhar por view. A cada mil visualizações do seu vídeo, você pode ganhar em média US$0,60 a US$5 dólares. Por isso, é preciso um trabalho árduo para lucrar apenas com os vídeos.

Então, a forma mais comum de se lucrar é fazendo parceria com grandes marcas. Desta forma, o seu canal vira um meio de divulgação como a televisão, por exemplo, só que muito mais barato e vantajoso para o anunciante, pois é possível falar com um público de nicho, o que não acontece nos grandes meios de comunicação.

Tema e público-alvo
Digamos que esse seja o ponto principal para quem deseja empreender em qualquer meio. É importante que antes de gravar os vídeos, você defina com quem quer se comunicar e quais serão os assuntos abordados, mas que seja aberto a novas possibilidades.

Por exemplo, você é um artesão e decide fazer um vídeo usando tecidos e outro com madeira. São materiais completamentes diferentes, mas com essa diferença você pode sentir qual é a preferência do seu público. Se o vídeo com tecidos teve mais visualizações que o de madeira, você saberá que esse é o tema preferido de quem te acompanha, então invista nele. Mas cuidado para não ficar monotemático, variedade é fundamental para o sucesso de um canal.

Público como cliente
Sim, como em um estabelecimento ou uma empresa, aqueles que te seguem são seus clientes, eles consomem o seu conteúdo e merecem respeito e atenção. Por isso, tenha periodicidade nas publicações, converse com eles, aceite críticas e nunca prometa algo que não possa cumprir. Afinal, você depende da audiência deles para ganhar dinheiro.

(Fonte: DNA do Empreendedor)  Ler notícia completa

11 Maneiras de escrever bem e melhor

11 Maneiras de escrever bem e melhor

Todos somos escritores agora. Se você escreve livros, posts, e-mails, tweets ou mensagens de texto, você é um escritor. Não importa seu meio preferido, aqui seguem algumas dicas para ajudá-lo a escrever bem.

Trate mensagens de texto como prosa Antes de enviar, leia seu texto: veja a ortografia, conteúdo, pontuação. Pergunte-se: O que estou tentando comunicar? O que eu estou tentando expressar? Seja mais cuidadoso com sua escrita casual e, automaticamente, você se tornará mais cuidados em outros meios. Palavras são ferramentas para escrever bem Expanda seu vocabulário para tornar sua escrita mais precisa. Não há necessidade de usar uma palavra de dez reais quando uma palavra de dez centavos basta, mas ter mais ferramentas à disposição permitirá a você que selecione a ferramenta mais apropriada ao trabalho. Porque, às vezes, você precisa de um machado, às vezes você precisa de um bisturi. Então escolha uma palavra nova todos os dias e use -a, pelo menos, 21 vezes em suas conversas com os outros. As palavras mais úteis vão ficar e seu vocabulário vai expandir com o tempo. Faça isso diariamente Se quiser melhorar sua escrita, escreva diariamente – torne isso um hábito diário. Escrever é um músculo: se não usar, vai perder. Uma das melhores maneiras para garantir uma escrita consistente é começar um blog. Pontuação. 

É. Ritmo Para adicionar variedade, velocidade e cadência à sua escrita, brinque com diferentes pontuações: pontos, vírgulas, travessões, dois pontos, ponto e vírgula. Frases curtas comunicam tensão. Parágrafos longos, por outro lado, ajudam a estabelecer um ritmo franco e apressado – um sentimento de que o ritmo está aumentando à medida que as palavras correm pela página. Evite pigarros Blogs, livros e mídias sociais estão poluídos com introduções, digressões solipsistas e bobeiras desnecessárias. Abandone a tolice e esclareça seus pontos. Quando em dúvida, apague seus primeiros dois parágrafos e veja se a escrita melhora. 
Não desperdice o tempo do leitor Nosso tempo e atenção são dois dos recursos mais preciosos. É egoísmo forçar o leitor a gastar quinze minutos lendo algo que você poderia e deveria ter comunicado em 90 segundos. 

Se quiser ganhar a confiança dos seus leitores, não desperdice o tempo deles. 30% composição, 70% edição Para cada hora que você gasta escrevendo, gaste três horas editando, moldando seu trabalho em algo mais conciso, mais poderoso – mais bonito. 

Escrever bem é, verdadeiramente, reescrever. Urgência narrativa Cada sentença deve servir a um propósito: sua primeira sentença deve fazer o leitor querer ler a segunda. A segunda sentença deve impulsionar o leitor para a terceira. Assim por diante até o fim. Se uma sentença não avançar a narrativa – se ela não tornar a escrita mais urgente – então ela deve ser cortada, não importando quão sábia ou preciosa ela for. Evite usar muitos advérbios Um sinal certo da escrita amadora é o uso excessivo de advérbios, especialmente advérbios de intensidade. Uma mulher em uma história não é incrivelmente bonita – ela é linda; o céu não é muito azul – é índigo. Encontre as palavras certas e evite usar advérbios como muletas. Siga as regras e, então, deixe de segui-las Aprenda as regras de como escrever bem para que possa quebrá-las eficazmente.

(Fonte: Trampos)  Ler notícia completa

Você sabe a diferença entre “pedir para” e “pedir que”?

Você sabe a diferença entre “pedir para” e “pedir que”?

Estampa o noticiário: “O provável candidato e líder do partido pediu para que aprovassem logo sua candidatura oficial.”

De acordo com a normal gramatical, a construção PEDIR PARA só deve ser empregada quando houver o sentido de “pedir permissão”, “pedir autorização”, “pedir licença”. Vejamos algumas construções adequadas:

“O funcionário pediu para sair mais cedo.”
(há claramente o sentido de pedir permissão)

“Sousa, o mais dedicado, pedir para participar do Conselho Presidencial.”
(mais uma vez, o sentido de permissão)

No entanto, ao se pedir que alguém faça algo, não deve ser utilizada a preposição PARA. Basta haver o uso de “pedir que”:

“O palestrante pediu que o público lesse em voz alta.”

“O presidente Temer pede que o Congresso aprove logo as reformas.”

“O provável candidato e líder do partido pediu que aprovassem logo sua candidatura oficial.”

Note que, nas três últimas orações acima, não há o sentido de “pedir permissão”, mas sim de “determinação”.

Além disso, vale o registro de duas construções muito distintas: “pedir a” e “pedir para”.

O sentido de “pedir a” é solicitar que alguém atenda ao que foi pedido. Para exemplificar:

“O governo pediu apoio aos empresários.”
(pediu que os empresários dessem apoio a ele, ao governo)

Já o sentido de “pedir para”, com a clássica preposição da ideia de finalidade, tem o sentido de pedir algo em favor de alguém. Para exemplificar:
“O governo pediu apoio para os empresários.”
(pediu que alguém apoiasse os empresários, apoio em favor deles)

(Fonte: Exame)  Ler notícia completa

Esta dúvida deixa estudantes de português de cabelo em pé

Esta dúvida deixa estudantes de português de cabelo em pé

Em “E não se diga que Mário Quintana haja sido insensível às legítimas exigências da poética contemporânea…”,  a expressão “às legítimas exigências da poética contemporânea” desempenha a função de:
a) objeto direto
b) sujeito
c) adjunto adnominal
d) complemento nominal
e) objeto indireto

Quem estuda análise sintática sabe que o objeto direto, o objeto indireto e o agente da passiva complementam verbos. No entanto, há um complemento dos nomes e do advérbio, muito semelhante ao objeto indireto, já que também depende do auxílio da preposição, chamado de complemento nominal.

Claudio Henriques, em uma das minhas obras favoritas sobre Sintaxe, exemplifica:

“Temos ódio aos nazistas.”

“Odiamos os nazistas.”

Em “ódio aos nazistas“, percebe-se o complemento nominal, já que “ódio”, um substantivo, é complementado.

 No entanto, em “Odiamos os nazistas.”, percebe-se o objeto direto:  complemento verbal, sem a presença da preposição.

Ratifiquemos essas funções sintáticas com dois novos exemplos:

“Sua opinião é favorável ao povo.”

“Sua opinião favorece o povo.”

 Em “favorável ao povo”, há um complemento do adjetivo “favorável”, ou seja, complemento nominal.

 Já em “favorece o povo”, o complemento é do verbo “favorecer”, sem o auxílio da preposição:  objeto direto.

Diante disso, só podemos dizer que o termo destacado (na questão inicial deste texto) é um complemento nominal, opção da letra d. É a expressão “às legítimas exigências da poética contemporânea” preposicionada e com a função de completar o adjetivo “insensível”.

(Fonte: Exame) 
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Instagram: 4 dicas de boas legendas para elevar o engajamento

Instagram: 4 dicas de boas legendas para elevar o engajamento

Você sabe o quanto uma legenda para Instagram pode contribuir para o engajamento de seus seguidores? A rede social chegou timidamente em 2010, mas já atingiu a marca de 700 milhões de usuários ativos. No correr desses anos, as legendas passaram a ter um papel significativo.

É claro que com tanto sucesso, as marcas e organizações começaram a olhar a ferramenta com mais atenção e a perceber que a plataforma poderia ser utilizada como um meio poderoso de divulgação dos seus produtos e serviços.

Por causa disso, os profissionais da área de marketing ficaram incumbidos de estarem sempre atentos às novidades e formas de usar o Instagram da melhor maneira, para esse fim.

O problema é que quando pensamos no Instagram, logo vem aquela ideia de que é a rede social perfeita para quem quer comunicar-se somente através de imagens, certo? E não é bem assim!

Por ser um app focado na estética de fotografias, muita gente acaba dando uma importância secundária para o texto e o pobre coitado acaba não recebendo a atenção que merece.

Para ter resultados positivos, é necessário que se tenha o famoso engajamento dos usuários e, para que isso ocorra, é preciso que se dê uma atenção especial também aos textos.

Por isso, o Rafael Kiso, fundador da mLabs e especialista em marketing digital, separou algumas dicas simples, mas muito valiosas. Elas vão ajudar na hora de fazer as legendas no Instagram e, consequentemente, ajudarão a aumentar o engajamento também, é claro!

Entenda o que é engajamento
Apesar de ser um tema bem comum em tempos de marketing de digital, muita gente não entende exatamente o que quer dizer e sua real importância.

O engajamento é, basicamente, o envolvimento e interação do usuário com a marca. E não vá imaginando que o engajamento é medido apenas pelo número de seguidores da conta no Instagram.

É muito mais do que isso! As curtidas, comentários e compartilhamentos das publicações também são uma forma de engajamento do internauta. E pasmem: são até mais importantes do que o número de pessoas que seguem o perfil de uma marca.
Essa interação precisa daquele usuário que não apenas visualizou o conteúdo, mas também se interessou e está participando de alguma forma, sobre o que foi publicado pela empresa.

É o engajamento que viraliza os conteúdos, fazendo com que uma marca ganhe espaço. É através dele que são disseminadas opiniões de quem já experimentou um produto ou serviço, atraindo mais clientes.

A questão é, como criar engajamento? E é aí que vem a importância do conteúdo. Um conteúdo de qualidade envolve assuntos instigantes e interessantes, com informações úteis e uma linguagem próxima ao seu público.

E, convenhamos, não dá para falar tudo o que queremos com simples imagens, por mais bonitas e atrativas que elas sejam.

Entende a importância do texto nos posts do Instagram? Ele vem como um ingrediente essencial para atrair, informar e complementar o que uma imagem quer passar.

Conseguiu entender o que é engajamento e a sua importância? Agora resta saber como esses textos devem ser feitos, não é mesmo?

Para isso, nos próximos tópicos o Rafael Kiso, fundador da mLabs e especialista em marketing digital, separou dicas que darão um norte, na busca pelas legendas perfeitas do Instagram.

– Não vá com sede ao pote
Para começar, você deve saber que, para facilitar a leitura de quem vai ler sua postagem, você deve restringir sua legenda a uma média de 138 caracteres.

Depois disso, o Instagram insere o botão de “ler mais” e é aí que você perde boas oportunidades de contar sua história.

Essa é a hora de usar sua habilidade de resumir um assunto de maneira interessante e gostosa de ler. Caso não dê para resumir tanto, tente ao menos fazer com que o início da sua legenda seja cativante, de maneira que o cliente seja atraído para ler o restante.

– Use a legenda a seu favor
Uma foto fala muito, mas, sem um contexto, ela fica aberta a interpretações que, muitas vezes, não são as que você procura na hora de produzir conteúdo para um cliente, por exemplo.

Use a legenda a seu favor: insira a imagem em um ambiente, conte o que ela representa e ajude o seu seguidor a absorver aquele recado da maneira que sua marca precisa ou quer.

Instagram é o lugar para fazer bons negócios, sim!
Eles não são só bonitinhos, não. Emojis já fazem parte da comunicação entre as pessoas e se expressar através deles se tornou muito natural.

A dica é usá-los com moderação e sempre pensando na mensagem que vão passar. Observe se aquele emoji realmente condiz com o perfil do público e se também é de fácil entendimento.

Abusar de combinações ou usar símbolos pouco claros pode segmentar sua publicação a um número pequeno de usuários. Se essa for a sua estratégia para o cliente, tudo bem.

– Esteja atento à formatação
Leve sua legenda para um outro patamar, mostrando cuidado com a formatação. Esse detalhe faz diferença na hora da leitura dinâmica e garante que o usuário leia a mensagem até o fim.
A melhor maneira de fazer isso, já que digitar e editar textos no smartphone é horrível, é usar uma ferramenta de gerenciamento de redes sociais.

(Fonte: Administradores)

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Dicas para seguir a sua agenda de trabalho à risca

Dicas para seguir a sua agenda de trabalho à risca

Um dos segredos para conseguir cumprir todas as tarefas do dia à risca, é ter uma agenda de trabalho organizada. É comum que durante o dia surjam alguns imprevistos, reuniões que demoram demais e conversas de corredores que vão além de um simples “oi, tudo bem”, são nessas pequenas eventualidades que você percebe a sua produtividade diminuindo o ritmo. Mas como organizar a agenda de trabalho de uma forma que você consiga encaixar todos os seus compromissos e momentos de ócio, sem que haja perda de produtividade? Para te ajudar nesta tarefa, listamos algumas dicas para pôr em prática hoje mesmo.

Tenha uma agenda
Sim, estamos falando de organização de agenda, mas poucas pessoas de fato possuem uma. Seja física ou digital, é importante que você tenha um espaço para anotar todas as suas tarefas e compromissos. Assim, você consegue enxergar quanto tempo ocupado ou livre você tem no seu dia e assim, aceitar, ou não, novos compromissos. Muitas vezes, por não ter uma agenda, profissionais atropelam os afazeres e não concluem todos como o esperado.

Use o calendário
Divida as suas tarefas por dia e não por to-do. Se você tiver as tarefas que devem ser realizadas em um prazo de uma semana, separe quantas devem ser feitas por dia e estabeleça um tempo médio para a conclusão durante o seu período de trabalho. Desta forma, você conseguirá realizar todas as suas tarefas de maneira organizada, sem estresse e dentro do prazo.

Reserve um tempo para reuniões
O objetivo de ter uma agenda de trabalho organizada é aumentar a produtividade. Reuniões não programadas podem implicar no seu rendimento, interromper uma tarefa para entrar em uma reunião por exemplo. Por isso, se você necessita ter reuniões periódicas, reserve um dia da semana ou um período do dia para agendá-las.

Tenha um período de ócio
Organizar uma agenda não significa encher todo o seu tempo com tarefas. Ter um período de ócio é importante para você relaxar e seguir para as próximas funções. Aproveite o tempo de ócio para levantar, dar uma volta pelo escritório, tomar uma água ou um café, conversar com algum colega. Assim, você estará com a cabeça mais arejada e pronta para novos afazeres.

Tenha a agenda como sua aliada
De nada adianta você encher a sua agenda de tarefas e ficar ansioso por cumpri-las dentro de um prazo apertado. Ao organizar sua rotina, você tem que pensar que esta será uma forma de ajuda e não mais um estresse. Por isso, comece a organizar a sua agenda da maneira que melhor lhe convier. Não existe uma fórmula da agenda perfeita, existe aquela que é boa para você e se adequa ao seu dia a dia. Então, se o seu método não estiver lhe agradando, mude até encontrar um que vá de encontro com seus objetivos.

(Fonte: DNA do Empreendedor) 
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Qual é o erro na frase: “foi procedida a análise dos exames”?

Qual é o erro na frase: “foi procedida a análise dos exames”?

“Foi procedida a análise dos exames.”
No estudo das vozes, há uma regra importante: apenas os verbos transitivos diretos admitirão a voz passiva. Usemos uma construção simples, tendo sujeito-verbo transitivo direto-complemento na voz ativa:
“O médico analisou toda a situação.”

Como tal verbo não exige preposição, é possível construirmos a voz passiva analítica:

“Toda a situação foi analisada pelo médico.”

Em contrapartida, os verbos transitivos indiretos não admitem voz passiva. Uma dica importante: conheça a regência verbal para que não sejam construídas expressões inadequadas.

Sobre o enunciado inicial com o “proceder”, percebe-se o sentido de “dar início”, “realizar”. No registro regencial de nossa Língua, proceder exige a preposição (tem transitividade indireta):

“O árbitro procedeu ao início da partida.”
“O juiz procedeu à leitura do processo.”

Um caminho possível a essas duas últimas construções é a indeterminação do sujeito (com o “-se”), sem o abandono da preposição:

“Procedeu-se ao início da partida.”
“Procedeu-se à leitura do processo.”

Em suma: “Procedeu-se à análise dos exames”. A lógica gramatical – a qualquer um desses indiretos – é indeterminar o sujeito e respeitar a função do objeto indireto (como complemento da ideia, e não de agente).

(Fonte: Exame)
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Pronomes: 4 regras práticas

Pronomes: 4 regras práticas

O assunto colocação pronominal provoca muita divergência entre os usuários lusitanos e os nacionais, pois o uso daqui já não se faz mais como o de lá. A teoria sobre o tema pode ser vista ou como uma epopeia ou como um haicai, mas ao usuário só cabe uma preocupação: evitar os erros universais.

Os pronomes são os átonos me, te, se, o, a, os, as, lhe, lhes, nos, vos. Eles sempre estão vinculados a um verbo e, de acordo com a posição, recebem a seguinte classificação:

Próclise (antes do verbo): A pessoa não se feriu.
Ênclise (depois do verbo): A pessoa feriu-se.
Mesóclise (no meio do verbo): A pessoa ferir-se-á.

1  Não iniciar período com pronome átono
Quando o verbo está abrindo um período, os pronomes átonos não podem ser colocados antes do verbo. Com isso, a próclise é proibida, será feito uso da mesóclise ou da ênclise.

Exemplos: Diga-me toda a verdade. Recomenda-se cautela. Pedir-se-á silêncio.

2  Respeitar as palavras atrativas
Há palavras e expressões que exigem que o pronome seja colocado antes do verbo. Nasce, assim, o uso obrigatório da próclise graças às palavras atrativas (confira a lista de palavras atrativas ao final do texto).

Exemplos: Não se faz isso. Aqui se canta, lá se chora. Sei que se alcançará o resultado desejado.

3  Não colocar pronomes átonos após o particípio
O correto é analisar cada situação para observar o lugar adequado, mas nunca após o particípio.

Exemplos: Tínhamos nos referido ao caso certo. Havia-me pedido algo impossível. Tinham se queixado ao guarda.

4  Não colocar pronomes átonos após verbos conjugados no futuro do indicativo
A depender do caso, caberá a mesóclise ou a próclise, mas nunca após o futuro do indicativo.

Exemplos: Não se queixará novamente disso. Ver-se-á o valor novamente. Sabemos que se reverterá a situação.

Detalhe
Na língua portuguesa, a palavra “se” pode ser conjunção ou pronome átono e há situações em que ambos podem muito corretamente aparecer na mesma construção, cada um exercendo seu papel.

Exemplos: Ele não sabia se se queixava comigo ou com você. Tudo ficará melhor se se dispuserem a ajudar. A mulher não conseguiu pensar se se mantinha calada ou gritava.

Lista das palavras atrativas
a) palavras com sentido negativo: não, nunca, jamais, ninguém, nada, nenhum, nem, etc. Exemplo: Nunca se meta em confusões.

b) advérbios (sem vírgula): aqui, ali, só, também, bem, mal, hoje, amanhã, ontem, já, nunca, jamais, apenas, tão, talvez, etc. Exemplo: Ontem a vi na aula. Com a vírgula, cessa a atração: Ontem, vi-a na aula. Aqui, trabalha-se muito.

c) pronomes indefinidos: todo, tudo, alguém, ninguém, algum, etc. Exemplo: Tudo se tornou esclarecido para nós.

d) pronomes ou advérbios interrogativos (o uso destas palavras no início da oração interrogativa atrai o pronome para antes do verbo): O que ? Quem ? Por que ? Quando ? Onde ? Como ? Quanto ? Exemplo: Quem a vestiu assim?

e) pronomes relativos: que, o qual, quem, cujo, onde, quanto, quando, como. Exemplo: Havia duas ideias que se tornaram importantes.

f) conjunções subordinativas: que, uma vez que, já que, embora, ainda que, desde que, posto que, caso, contanto que, conforme, quando, depois que, sempre que, para que, a fim de que, à proporção que, à medida que, etc. Exemplo: Já era tarde quando se notou o problema.

g) em + gerúndio: deve-se usar o pronome entre “em” e o gerúndio. Exemplo: Em se tratando de corrupção, o Brasil tem experiência.

(Fonte: Exame)  Ler notícia completa

Como escrever sem erros ortográficos

Como escrever sem erros ortográficos

O que é a ortografia? A ortografia é um "conjunto de regras que regulam a escrita de uma língua". E escrever corretamente diz muito sobre a pessoa que escreve, pois se cometer falhas e erros ortográficos, a imagem que causará não será necessariamente boa. Embora não exista uma fórmula mágica para escrever sem erros, existem algumas técnicas e recomendações que podem ajudar a melhorar a escrita. Não importa a idade que tem nem qual o idioma em que escreve, em umComo.com.br damos-lhe alguns conselhos sobre como escrever sem erros ortográficos.
Instruções:

1- Um dos principais conselhos que costumam ser recomendados para aprender a escrever sem cometer erros ortográficos é ler. Devemos fomentar a leitura desde a infância e ler tudo aquilo que nos aparece à frente, mas também deve tomar atenção e fixar o que lê. Para além do conteúdo do texto, deverá prestar atenção à forma como se escrevem as palavras para assim memorizar de forma inconsciente milhares de palavras.

2-Por outro lado, se quer escrever corretamente, deverá aprender de cabeça algumas regras ortográficas e gramaticais. Por exemplo, no caso do português, deverá conhecer quais são as regras de acentuação para saber quando colocar o acento para a direita ou para a esquerda, ou conhecer os casos em que se escrevem com "S", "C" ou "Ç", etc.

3- Outra boa maneira de praticar para não cometer tantas falhas na ortografia são os ditados. Peça ajuda a um familiar ou amigo para que lhe dite em voz alta um texto, que deverá ir escrevendo e posteriormente corrigir para ver onde falhou. Também é uma boa técnica, copiar várias vezes aquelas palavras que escreveu mal, como na escola, para tentar recordá-las da próxima vez.

4- Quando escreve no processador de texto do seu computador ou até no navegador, é recomendável que tenha instalado um corretor ortográfico que marcará aquelas palavras que estão mal escritas. Deve ter em conta que o corretor omite muitos erros ortográficos, e que não pode pensar que tem um fiabilidade total e que vai ser a solução para o seu problema.

5-Também deverá procurar no dicionário todas aquelas palavras que não saiba como escrever ou que o deixam na dúvida. O dicionário Priberam da Língua Portuguesa, para além da sua edição em papel, tem uma versão online que lhe permite consultar através da internet todas as palavras que pretender. Além disso, neste website pode ainda consultar as diferenças entre o português do Brasil e o português de Portugal, através da ferramenta Flip online. Deve ter isso em conta, apesar do acordo ortográfico entre os países lusófonos, ainda existem diferenças significativas na escrita dos vários países e principalmente nas expressões mais informais.

6-No caso de não ter à mão um dicionário nem internet, como pode ser o caso de um exame, use sinônimos se não souber como se escreve a palavra certa. Não arrisque cometer um erro, pense um pouco e encontrará outra palavra que tenha o mesmo significado e que não tenha dúvidas de como a escrever.

7-Hoje em dia, um dos principais motivos de cometer falhas na ortografia é o relaxamento no momento da escrita, por exemplo as mensagens de texto que se enviam através dos celulares (SMS) ou nos chats da internet. Embora possa utilizar abreviaturas para escrever mais rápido, é recomendável que siga as regras ortográficas também nestes casos.

8-Se seguir todos estes conselhos, chegará a um ponto que poderá entreter-se à procura de falhas de ortografia nos jornais, na televisão, em textos de outras pessoas... e inclusive poderá corrigi-las. Isso será um bom sinal, uma vez que demonstrará que melhorou os seus conhecimentos e começará a ser capaz de escrever sem cometer erros ortográficos.

(Fonte: Educação)
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5 Dicas para empreender no YouTube

5 Dicas para empreender no YouTube

O YouTube está em alta. E mais do que uma ferramenta de entretenimento, ele pode ser um ótimo canal para empreender. É comum vermos Youtubers com milhões de seguidores lucrando como se fossem jogadores de futebol. Mas qual é o segredo para o sucesso? Para você que deseja ter visibilidade na internet, listamos cinco dicas para empreender no Youtube.

Conheça a plataforma
Antes de mais nada, entenda como funciona o Youtube e as suas principais ferramentas. Para você aproveitar o máximo o seu canal é preciso saber todas as funcionalidades e a melhor forma de usá-las.

Aprenda sobre marketing digital e monte uma estratégia para o seu canal, entender o seu público, é fundamental para se ter sucesso. O próprio YouTube conta com uma Escola de Criadores de Conteúdo, na qual é você pode entender tudo o que precisa para dar os primeiros passos em seu canal.

Busque referências
Após definir o assunto sobre o qual você irá tratar em seus vídeos, procure referências. É muito provável que outras pessoas já tenham abordado o seu tema, então procure entender como elas trabalham e principalmente, como ganham dinheiro.
Não estamos falando para você copiar os outros canais, mas apenas inspirar-se. Para ter sucesso, é preciso ter identidade e criatividade, e isso dependerá apenas de você. Por isso, ouse e arrisque-se.

Como ganhar dinheiro?
Existem algumas formas de ganhar dinheiro com o Youtube, a mais conhecida é por meio de anúncio. Mas também é possível ganhar por view. A cada mil visualizações do seu vídeo, você pode ganhar em média US$0,60 a US$5 dólares. Por isso, é preciso um trabalho árduo para lucrar apenas com os vídeos.

Então, a forma mais comum de se lucrar é fazendo parceria com grandes marcas. Desta forma, o seu canal vira um meio de divulgação como a televisão, por exemplo, só que muito mais barato e vantajoso para o anunciante, pois é possível falar com um público de nicho, o que não acontece nos grandes meios de comunicação.

Tema e público-alvo
Digamos que esse seja o ponto principal para quem deseja empreender em qualquer meio. É importante que antes de gravar os vídeos, você defina com quem quer se comunicar e quais serão os assuntos abordados, mas que seja aberto a novas possibilidades.

Por exemplo, você é um artesão e decide fazer um vídeo usando tecidos e outro com madeira. São materiais completamente diferentes, mas com essa diferença você pode sentir qual é a preferência do seu público. Se o vídeo com tecidos teve mais visualizações que o de madeira, você saberá que esse é o tema preferido de quem te acompanha, então invista nele. Mas cuidado para não ficar monotemático, variedade é fundamental para o sucesso de um canal.

Público como cliente
Sim, como em um estabelecimento ou uma empresa, aqueles que te seguem são seus clientes, eles consomem o seu conteúdo e merecem respeito e atenção. Por isso, tenha periodicidade nas publicações, converse com eles, aceite críticas e nunca prometa algo que não possa cumprir. Afinal, você depende da audiência deles para ganhar dinheiro.

(Fonte: DNA do Empreendedor)  
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Tábua ou táboa? Tire essa e outras dúvidas de ortografia

Tábua ou táboa? Tire essa e outras dúvidas de ortografia

Atire a primeira pedra quem nunca teve dúvida ortográfica. É “tábua” ou “táboa”? É “tabuada” ou “taboada”?

Tábua provém do latim tabula e equivale a uma peça de madeira, quadro, lousa, em que foram impressas as primeiras leis da humanidade. Dessa forma latina, surgiram “tabuada” e “tabuleta”, com o uso lógico da letra “u”.

De tabula, surgiu a forma francesa tablette: um produto alimentar ou medicamento solidificado, que se apresenta sob a forma de placa, geralmente retangular. Com o aportuguesamento, registra-se o paroxítono “tablete”.

Já a forma inglesa tablet (diminutiva de table e originária também de tabula) aplica-se a uma espécie de computador fino e pequeno semelhante à lousa em que os romanos escreviam com estilo. Aqui no Brasil, inúmeras expressões da Informática são herdadas do Inglês, como é o caso de “mouse”, “download”, “upload”, “link”, “hyperlink”, “touch screen” e “tablet”.

Uma curiosidade: quando se faz um “download”, com a origem em down(line) – linha abaixo – e load – ato de carregar -, usamos a forma verbal portuguesa “baixar”.

Dezenas dessas estrangeiras já estão tanto no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa quanto nos principais dicionários, como as famosas “on-line” e “off-line”. Aqui fica um lembrete:  em acordo ao padrão, devem sim fazer o uso de hífen.

Sobre a hifenização em termos ingleses, estranha-me a falta de lógica nos registros oficiais: por que “on-line”, “off-line”,  “off-the-records”, “off-off-Broadway (versão radical do teatro off-Broadway) hifenizados, mas “offset” e “offside” sem o tal sinalzinho?

A verdade é que – nem mesmo diante dos termos portugueses – o hífen assume um caminho lógico. É uma pena, pois isso dificulta a vida de qualquer escritor, estudante, pesquisador, usuário, admirador do nosso idioma.

(Fonte: Exame)  Ler notícia completa

7 erros de português que você nem sabia que estava cometendo

7 erros de português que você nem sabia que estava cometendo

Mesmo para os melhores redatores, a língua portuguesa continua apresentando armadilhas e acarretando deslizes. As inúmeras regras e exceções da nossa gramática não são simples, e por isso a mensagem que o profissional pretende passar ao seu leitor pode acabar prejudicada.

Para melhorar cada vez mais o seu desempenho, chegou a hora de aprender com alguns dos erros de português mais comuns entre os redatores profissionais. Que tal conhecê-los, aprofundar os seus conhecimentos e se destacar ainda mais no mercado?

7 erros de português que os redatores continuam cometendo

Vírgula depois do “e”: quando usar?

Provavelmente você já sabe que a vírgula não deve ser empregada antes da conjunção “e”. Isso acontece porque, comumente, o “e” funciona como conjunção aditiva.

Apesar da regra, em algumas situações é necessário usar a vírgula, sim. Quando a conjunção aditiva trabalha em função de orações de sujeitos diferentes, caso o redator não use a pontuação correta, a leitura pode acabar prejudicada.

Correto: Carlos escreveu três textos, e Patrícia, quatro.

Incorreto: Ele escreveu sobre marketing e os textos sobre tecnologia foram escritos por ela.

Como você pode perceber, a ausência da vírgula causa ambiguidade. Para compreender o real sentido da frase, o leitor terá que lê-la até o final. Por isso, a forma correta seria: “Ele escreveu sobre marketing, e os textos sobre tecnologia foram escritos por ela.”

“Onde” ou “em que”/”no qual”?

Já existe uma grande confusão na hora de usar a palavra “onde” e “aonde”. Mas para além disso, muitas pessoas utilizam o termo “onde” de forma errada em outras situações.

O pronome “onde” indica espaço. Se a frase não tiver a intenção de apontar um lugar, prefira fazer uso de pronomes relativos e algumas variações, como “em que” ou “no qual”.

Correto:  Os novos métodos de aprendizado dos redatores, em que as plataformas virtuais são usadas, têm se mostrado bastante úteis.

Incorreto:  Os novos métodos de aprendizado dos redatores, onde as plataformas virtuais são usadas, têm se mostrado bastante úteis.

E agora, “este” ou “esse”?

Mais uma fonte de confusão entre os redatores é o uso correto dos termos “este” e “esse”. O que acontece é que raramente na linguagem falava utilizamos a palavra “este” e, por isso, muitas vezes, o seu uso acaba sendo interpretado como formal.

A verdade é que a palavra “este”, ao estar relacionada a um substantivo, sucede algo.

Correto: Este é um dos livros indicados para redatores: “Oficina de Escritores”.

Incorreto: Esse é um dos livros indicados para redatores: “Oficina de Escritores”.

Já o termo “esse” deve ser empregado para indicar algo já dito ao leitor.

Correto: Por acaso você já se inscreveu no Meu Redator? Esse site ajuda novos redatores e redatores já profissionais!

Incorreto: Por acaso você já se inscreveu no Meu Redator? Este site ajuda novos redatores e redatores já profissionais!

Há também a possibilidade de empregar a palavra “este” em outro caso. Quando não está acompanhado de um substantivo, o termo “este” se torna oposto de “aquele”. Assim, “este” fica relacionado a algo que está próximo, e “aquele” ao que está distante.

Exemplo: Stephen Koch e A. Alvarez são bons autores. Este escreveu “A voz do escritor”, enquanto aquele é o autor de “Oficina de escritores”.

“Tu” e “você” no mesmo texto? Nem pensar!

Ainda é comum encontrar textos na web que misturam os pronomes “tu” e você”. Porém, é necessário escolher sempre uma única forma de falar com o seu leitor.

Caso a comunicação tenha sido iniciada com “você”, mantenha-a ao longo de todo o texto, evitando expressões como “te” e “teu”.

Correto: Quer se tornar um redator web? Confira o texto que preparamos para você aprofundar seus conhecimentos!

Incorreto: Quer se tornar um redator web? Confira o texto que preparamos e aprofunde teus conhecimentos!

Lembre-se de duplicar o termo “seja”

Em uma conjunção coordenativa alternativa, a palavra “seja” não deve ser empregada sozinha ou junto de outra conjunção. Dessa forma, quando for utilizado no sentido de exemplificar algo, o termo deve ser automaticamente duplicado.

Correto: Seja escrevendo para blogs, seja para redes sociais, é fundamental manter a mesma qualidade nos textos.

Incorreto: Seja escrevendo para blogs ou redes sociais, é fundamental manter a mesma qualidade nos textos.

“Mesmo” não deve ser usado como pronome pessoal

Muitas pessoas acabam utilizando a palavra “mesmo” como pronome pessoal. Porém, o termo só deve ser empregado como adjetivo, pronome demonstrativo ou subtantivo. Isso significa que “mesmo” nunca deve substituir o sujeito em uma oração.

Correto: Fernando não conseguiu entregar os textos no prazo. Ele concluirá o trabalho até amanhã.

Incorreto: Fernando não conseguiu entregar os textos no prazo. O mesmo concluirá o trabalho até amanhã.

Regências que podem dar dor de cabeça

Alguns verbos exigem preposições específicas, o que geralmente causa confusão na hora da escrita. Também há os que não precisam do uso de preposição, ou ainda aqueles que recebem acentuação diferente. Confira dois casos:

Verbo “ter”

Quando conjugado na terceira pessoa do plural, o verbo “ter” recebe acento circunflexo. Acontece o mesmo com o verbo “vir”.

Correto: “Eles têm diversos textos publicados” ou “Eles vêm mais tarde”.

Incorreto: “Eles tem diversos textos publicados” ou “Eles vem mais tarde”.

Verbo “influenciar”

É bastante comum que redatores empreguem preposição depois do verbo. Você precisa saber, no entanto, que o verbo “influenciar” é transitivo direto e dispensa o uso de preposições.

Correto: O que você lê influencia seus textos.

Incorreto: O que você lê influencia nos seus textos.

Por conta das inúmeras variações da língua portuguesa, faça sempre consultas em livros e na internet para tirar dúvidas. Manter-se atualizado, investir tempo em leitura e praticar a escrita são pequenas atitudes diárias que podem ser a chave na hora de entregar o conteúdo perfeito ao cliente.

(Fonte: Meu Redator) 
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Os 7 erros que você não pode cometer de jeito nenhuma ao falar em público

Os 7 erros que você não pode cometer de jeito nenhuma ao falar em público

Veja os 7 erros que você deve evitar, se quiser falar bem em público

1) Não dominar o assunto com profundidade
algumas pessoas acham que, lendo meia dúzia de páginas sobre determinado assunto é fazendo algumas anotações, já estão prontas para enfrentar uma plateia. É evidente que agindo assim o orador se sentirá despreparado, inseguro e desconfortável. Quase sempre correrá o risco de ter de complementar com informações criadas ali diante do público.

Quem fala em público precisa ter um estoque extra de matéria. Deve saber muito mais do que irá utilizar. Assim, se sentirá seguro e confiante. Se tiver de se apresentar por 30 minutos, será importante que esteja preparado para falar durante uma hora. Esse conhecimento adicional dará a ele mais tranquilidade.

2) Não levar em conta que os grupos são diferentes
Cada plateia tem suas características e aspirações peculiares. O orador pode saber com antecedência qual o perfil predominante das pessoas que irão ouvi-lo. Até nem é muito difícil obter essas informações sobre público. Basta avaliar os motivos que levaram os ouvintes àquele evento. O responsável pela organização do encontro poderá esclarecer essa questão.

Muitos oradores, entretanto, comentem o erro primário de não avaliar de maneira criteriosa o tipo de plateia que terá pela frente. falam como se todas as pessoas fossem iguais e buscassem os mesmo objetivos. Quem não levar em conta as características dos ouvintes e que tipo de mensagem desejam receber pode ser malsucedido.

3) Não adequar o conteúdo ao tipo de público
O mesmo assunto pode ser abordado de diversas maneiras. se um filatelista, por exemplo, falar para um grupo de investidores, sua abordagem deveria naturalmente ser dirigida para as vantagens do sele como investimento. Se, por outro lado, falar para um grupo de jovens estudantes, talvez fosse mais conveniente desenvolver o assunto como sendo um hobby que possibilita o intercâmbio entre jovens do mundo todo.

Vejo muitos oradores se apresentando sem contextualizar o tema ao perfil dos ouvintes. Não consideram a predominância da faixa etária, do nível intelectual. do conhecimento que tenham sobre o tema. Essa falta de adequação pode fazer com que os ouvintes deixem de se interessar pelo tema já nos primeiros instantes.

4) Não usar volume de voz apropriado ao ambiente
Ao chegar ao local onde fará a apresentação, o orador deve observar todos os aspectos que influenciarão o resultado da sua exposição. Rapidamente poderá avaliar a acústica da sala, a distância que ficará do último ouvinte, se vai ou não usar microfone. A partir desses fatores é que vai determinar o volume ideal da voz.

Já vi oradores gritando em ambientes pequenos e outros quase sussurrando em grandes auditórios sem microfone. Se os ouvintes tiverem dificuldade para ouvir, ou se sentirem agredidos por um volume muito alto, desproporcional ao ambiente, poderão criar resistências  e se desinteressar pela apresentação.

5)Não se valer de vocabulário adequado
Se o orador tiver de falar para especialistas em que determinado tema, poderá se valer de um vocabulário técnico, com termos específicos daquela atividade. Essa atitude facilitará a compreensão do público e até projetará uma imagem profissional positiva. Portanto, o vocabulário deverá sempre ser escolhido de acordo com a característica predominante da plateia.

Erra o orador que não leva em conta esses aspectos. Alguns falam diante de pessoas leigas como se estivessem se comunicando com seus pares de profissão. sem entender o que está sendo transmitido, o público deixa de prestar atenção. A atitude contrária também é negativa, pois, se diante de especialistas o vocabulário for muito primário, pode dar a impressão de que o orador não pertence àquela atividade.

6) Não pronunciar as palavras de maneira compreensível
Se o orador pronunciar bem as palavras, facilitará a compreensão dos ouvintes e projetará a imagem de alguém bem preparado, com boa formação, conquistando assim, naturalmente,. mais credibilidade. É importante,. entretanto, que a pronúncia não seja forçada para que não pareça artificial.

Se, ao contrário, o orador pronunciar mal as palavras, a mensagem talvez não seja bem compreendida. Quando ouvintes necessitam fazer esforço pata entender, a tendência é que se desinteressem pela a apresentação. leituras em voz alta, gravadas até com o próprio celular, ajudam a tomar consciência de como as palavras são pronunciadas e aprimoram a articulação dos sons.

7) Não falar com postura correta ou gestos harmoniosos
A postura elegante, sem afetação, projeta imagem segura e confiante. Assim como gestos moderados destacam as informações relevantes, complementam a mensagem e ajuda, a esclarecer o sentindo do que está sendo comunicado.

O orador que se apresenta de maneira desleixada, ou com os braços imóveis quase o tempo todo, deixam de usar a expressão corporal, que é um dos recursos mais importante na comunicação.

Cuidado especial deve ser observado com o semblante, que precisa ser expressivo e coerente com a mensagem transmitida.
Superdicas da semana

Superdicas da semana
-Evite falar com erros e defeitos que prejudiacam suas apresentaçõões
-Corrija a dicção defeituosa com exercícios de leitura em voz alta
-Observe sempre a postura para que sua imagem seja bem projetada
-Cuidado para não gesticular demais nem de menos.

(Fonte: Uol) 






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Casos em que não se usa o artigo

Casos em que não se usa o artigo

O texto intitulado “Uso do artigo”  nos fez reconhecer, entre outros pormenores, acerca da riqueza dos muitos aspectos específicos que se encontram envoltos nas ocorrências linguísticas que demarcam esse precioso idioma, caracterizado pela língua portuguesa. Ainda que um tanto complexas, em se tratando de alguns casos, não nos resta alternativa alguma senão compreendê-las e, consequentemente, colocá-las em prática toda vez que as situações comunicativas assim o exigir.  

Partindo de tal pressuposto, entre essa carga complexa de particularidades, uma delas - aqui representando o assunto central de nossa discussão - pende para algumas situações que se traduzem pelo não uso do artigo, ou seja, de modo taxativo, indicam-nos as situações em que assim devemos proceder, ou seja, aquelas em que essa classe gramatical não é bem-vinda. Dessa forma, tornemo-nos conscientes de tais casos:

# Após o pronome “cujo” e eventuais variações (eventuais no sentido das flexões):

Esse é o aluno cujo pai esteve aqui ontem.

# Em se tratando da palavra “casa”, uma vez representando o próprio domicílio de quem pratica a enunciação, ou seja, de quem fala e/ou escreve:

Somente hoje ficarei em casa, pois amanhã terei um compromisso.

# Antes de pronomes de tratamento, exceto nos casos referentes a senhor(a), senhorita e madame:

Durante a reunião houve bastante elogios sobre Vossa Excelência.

# Antes da palavra “terra”, uma vez empregada em oposição a bordo:

Ainda se fazia noite quando os tripulantes desembarcaram em terra para aplaudir o último espetáculo da noite.

(Fonte: Educação Bol)
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Como evitar erros de português no trabalho

Como evitar erros de português no trabalho

Tudo ia bem na negociação com um novo cliente. Até você responder um e-mail, informando que ele poderia pagar em “menas” parcelas, se assim desejasse. Foi de doer!

Você estava cheio de boas intenções, nem sabia que tal palavra não existia, mas acabou passando uma imagem pouco profissional. Seu cliente se sentiu inseguro, desconfiado e encerrou a conversa ali mesmo.

Esse é um exemplo hipotético, mas nada improvável. Pior ainda se o tal cliente sequer o alertasse, pois aí você iria perder uma venda sem saber no que errou. Mas será exagero da parte dele? Afinal, outros talvez não se importassem e, assim, a sua falha passaria em branco.

Na verdade, pouca diferença faz. Não dá para transferir a sua responsabilidade em uma situação como essa. O melhor mesmo é não dar chance para o azar. Ao usar corretamente a língua portuguesa no trabalho, especialmente na comunicação escrita, você afasta esse tipo de risco. E como veremos a seguir, não há como evitar erros sem se preparar para isso.

Como evitar erros de português na empresa
Na situação que usamos como exemplo, o problema envolveu a empresa e seu cliente. Mas não é apenas durante uma venda que é necessário fugir dos erros mais comuns de ortografia. Conforme o caso, até na comunicação interna esse é um tipo de falha que compromete o gestor. Afinal, que tipo de líder é esse que comete erros básicos ao se dirigir à equipe?

Por essas e por outras, aprender como evitar erros e fugir dos equívocos mais comuns é a melhor opção. E para seguir por esse caminho, as dicas a seguir podem ajudá-lo bastante.

Simplifique
A língua portuguesa é reconhecidamente uma das mais difíceis do mundo. E não poderia ser diferente com um idioma que possui mais de 500 mil palavras. Mas não adianta usar esse argumento ao apresentar uma proposta comercial mal redigida e perder um cliente. Que tal simplificar?

Erros costumam ocorrer pelo excesso de confiança. Na escrita, isso muitas vezes significa a tentativa de “enfeitar” o discurso com palavras bonitas. Tenha em mente que um vocabulário refinado raramente se aplica bem a uma negociação, onde a objetividade e transparência são elementos mais valorizados.

Além disso, sempre que você for além daquilo que domina, os erros se tornam mais próximos. O português costuma ser imperdoável nessas horas.

Quer um exemplo? Achar “bonita” a expressão “não obstante” e utilizá-la acreditando que substitui “como se não bastasse”, algo como “não obstante tantas vantagens, ainda vamos conceder um desconto”. É um erro bastante grave, pois significa “mas”, “porém”, “contudo”, “todavia”.

Cuidado ao conjugar
Muitos dos erros mais comuns de ortografia estão relacionados a falhas na conjugação de verbos. Um bom exemplo é a confusão com os tempos verbais. Isso, inclusive, pode passar uma ideia que diferente da que você gostaria.

Veja a seguinte frase aplicada a uma negociação: “Vocês assinaram um compromisso conosco e nós vamos retribuir”. Não há nada errado com ela, exceto por ter usado “assinaram” e não “assinarão”. O cliente em questão não assinou nada ainda, e talvez agora nem assine mais.

No mínimo, vai parecer que você copiou a frase de uma mensagem enviada a outra empresa. E isso afeta a tal exclusividade, o atendimento personalizado que você “vendeu” a ele. Um erro tão bobo, mas de consequências sérias.

O mesmo se aplica a confusões entre “pediram e pedirão”, “solicitaram e solicitarão”, “escreveram e escreverão”, “tiraram e tirarão”, etc. Nesses exemplos, a primeira palavra está conjugada no pretérito perfeito, enquanto a segunda no futuro do indicativo. Ou seja, tal erro “apenas” muda algo que foi feito para algo que ainda será realizado, e vice-versa.

Pratique a leitura
Não é por acaso que dizem que é lendo que você escreve melhor. Afinal, através da leitura é que se constrói o vocabulário, criando uma espécie de memória visual com as palavras.

O correto é supérfluo ou supérfulo? Retificar ou ratificar? Mas ou mais? Seção, sessão ou cessão? Segmento ou seguimento? “Comprimento ou cumprimento? Exceção ou excessão? Todas as respostas você obtém conforme constrói uma autoridade sobre o português pela leitura.

Assim, quando escrever uma palavra que pareça estranha aos olhos, esse será o alerta para confirmar em um dicionário online se está correta, ou optar por outra no mesmo sentido.

Aliás, a capacidade de variação de palavras, usando sinônimos em vez de repetir o mesmo termo várias vezes em uma frase, é outro ganho que surge a partir da leitura. Isso pode não fazer de você um intelectual, mas certamente irá passar uma imagem bem mais profissional.

Resolva alguns dos erros mais comuns de ortografia
Agora que já falamos sobre como evitar erros e da importância de escrever corretamente, vale citar alguns dos erros mais comuns de ortografia. Fique atento, pois muitos deles podem se converter facilmente em prejuízos para a sua empresa.

A ver ou haver: a primeira é uma expressão que indica relação; a segunda é um verbo. Ou seja, não haveria porque se confundir, já que uma palavra nada tem a ver com a outra.

Mau ou mal: a primeira é o contrário de bom; a segunda é o contrário de bem. Ou seja, você talvez seja tido como um mau gestor se escrever muito mal.

Mas ou mais: a primeira é sempre no sentido de “porém”; a segunda adiciona intensidade. Ou seja, você precisa ler mais, mas vá com calma.

Maiores ou mais informações: você mede as informações por seu tamanho? Então, nunca use maiores.

A ou há: a primeira indica futuro; a segunda, passado. Ou seja, você tem a empresa há dois anos e planeja vendê-la daqui a cinco meses.

A prazo ou à prazo: nunca use crase antes de uma palavra masculina. Ou seja, você pode vender à vista ou a prazo.

Vai a Curitiba ou à Curitiba: vai a, volta da, crase há; vai de, volta de, crase pra quê? Essa é uma regrinha básica e fácil. Se você volta de Curitiba, de Porto Alegre ou de Manaus, esqueça a crase. Mas se volta da França, ou da Itália, a coisa muda de figura.

Acerca de ou a cerca de: a primeira é o mesmo que “sobre” ou “a respeito de”; a segunda indica distância. Ou seja, acerca da localização da sua empresa, pode informar que fica a cerca de 100 metros da praça central.

Perca ou perda: a primeira é verbo; a segunda é substantivo. Ou seja, caso você perca a calma, terá que arcar com a perda do cliente.

Despercebido ou desapercebido: a primeira indica distração; a segunda, significa desprevenido. Ou seja, passou despercebido que o cliente estava desapercebido de recursos para fechar negócio.

Atenção redobrada ao português
Você viu neste artigo que tem como evitar erros de português sendo mais atento ao escrever. Leve as lições que aprendeu hoje para o seu dia a dia. Previna situações constrangedoras no trato com sua equipe e seus clientes. Dessa forma, você passa uma imagem mais profissional e deixa de perder negócios por situações como essa.

(Fonte: Jornal Contábil)

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Marketing digital em assessorias de imprensa

Marketing digital em assessorias de imprensa

 As assessorias de imprensa estão, atualmente, presentes em peso no mercado. É difícil encontrar uma empresa que não se preocupe com a imagem perante os diversos públicos. Entretanto, com o crescimento da área, é visível que nem todos os assessores realizam os mesmos trabalhos. A verdade é que nem todos buscam os mesmos resultados.

A realidade é que existe uma variação cada vez maior de trabalhos e objetivos entre as assessorias. Com o objetivo de avaliar de que maneira as assessorias de imprensa utilizam os recursos disponíveis para seus clientes, assim como mapear as atividades de comunicação que foram recentemente incorporadas pelo mercado, realizamos uma pesquisa com centenas de profissionais da área. Analisamos os resultados e chegamos à algumas conclusões importantes.

A pesquisa
Esta pesquisa resultou em dados interessantes e alguns até surpreendentes. As informações podem ser utilizadas para otimizar os resultados da comunicação de profissionais da área. Através delas é possível entender melhor as necessidades e possibilidades do mercado e conhecer o que falta nas assessorias – e onde investir tempo e estudo. Em outras palavras, é possível saber o que os concorrentes ainda não oferecem.

Conforme a análise e o cruzamento dos dados coletados, identificamos que o marketing digital vem sendo, gradativamente, incorporado pelas assessorias de imprensa. Muitas práticas e atividades já estão voltadas para o ambiente online e para a geração de resultados mais expressivos para o negócio.

Ainda assim, o marketing digital não deve ser entendido, exclusivamente, como uma estratégia para fortalecimento de marca. Sua empregabilidade pode contribuir com vendas e aquisição de clientes. Entender sua relevância, sob essa perspectiva, ajuda a empregar muito mais valor ao trabalho realizado pelas assessorias.

Vale pontuar que algumas das principais vertentes do digital, as quais se aplicam perfeitamente aos objetivos estratégicos do trabalho com a imprensa, ainda são pouco praticadas. SEO é provavelmente o melhor exemplo. A prática ainda é pouco frequente entre os assessores, mesmo que o ranqueamento seja fundamental para o resultado positivo dos esforços de marketing.

Como complemento, menos da metade das assessorias trabalha o marketing de conteúdo ou o inbound marketing. Vídeos também são pouco utilizados. Isso reflete algumas oportunidades para melhoria, levando em conta que os vídeos são considerados, por diversas instituições relevantes, como a grande aposta do marketing nos próximos anos. A criação de conteúdo é fundamental durante todo o processo.

(Blog. Comunique-se)

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Qual destes é o seu estilo de aprendizagem? É bom saber

Qual destes é o seu estilo de aprendizagem? É bom saber

Em 2020, um terço das competências que hoje consideramos essenciais será substituída por outras. Essa notícia, um pouco assustadora, foi divulgada em um relatório feito pela consultoria global Manpower Group com 18 000 empresas de 43 países e com dados do Fórum Econômico Mundial, cujo objetivo era mapear os grandes desafios das companhias no curto prazo.

Para os entrevistados, os avanços tecnológicos tendem a ser cada vez mais rápidos e significativos, mudando todos os dias o perfil das profissões e as demandas de mercado. O resultado dessa tendência é que, para lidar com um cenário tão complexo, algo será essencial: a capacidade de aprender.

Essa parece ser uma das únicas certezas num mundo de incertezas. A habilidade é o que vai ajudar os profissionais a assimilar, continuamente, as novas necessidades que surgirão numa velocidade espetacular nos próximos anos.

Por isso, ela é considerada uma metacompetência, ou seja, uma aptidão que ajuda em todas as outras que você quer desenvolver.

“Para manter a empregabilidade, o profissional precisará ter um olhar holístico em relação às suas capacidades”, diz Márcia Almstrom, diretora de recursos humanos da Manpower Group no Brasil, em São Paulo.

A consultoria Manpower Group desenvolveu nove perfis de aprendizagem. Confira-os abaixo:

REALIZADOR
Prático, você geralmente confia em sua própria experiência e bom senso para resolver os problemas. Prefere aprender coisas novas somente quando há um propósito claro. Esse estilo de aprendizagem o torna confiável e com embasamento, mas é importante tentar explorar novos territórios em alguns momentos — você poderá descobrir interesses e talento em áreas ainda desconhecidas.

ESTUDIOSO
Intelectualmente interessado, busca constantemente adquirir novos conhecimentos, não importa a praticidade. Provavelmente, você se interessa por uma ampla gama de assuntos e é atraído por hobbies culturais. só tome cuidado para não negligenciar suas habilidades práticas ao explorar apenas conteúdos e conceitos que são mais fascinantes para você.

PENSADOR
Você é orientado a adquirir novas competências, que sejam práticas. Na maior parte do tempo, norteia seu aprendizado para temas e assuntos específicos, embora alguns assuntos favoritos possam ser considerados, independentemente de sua utilidade. Explore ao máximo as áreas de maior interesse e considere a hipótese de expandi-las para ampliar ainda mais seus horizontes.

ORIGINAL
Tem propensão a questionar o padrão estabelecido, com uma postura determinada e original. interessa-se por novas tendências, mas somente se puder desenvolvê-las e melhorá-las. Seu estilo de aprendizagem tem chance de torná-lo um pioneiro, mas considere a importância da contribuição coletiva e do trabalho em equipe como fonte de novos conhecimentos.

INOVADOR
Diante de novas ideias e tendências, você costuma observar primeiro como os outros estão lidando com aquele novo contexto antes de adotar a novidade. Isso faz com que você só a considere viável quando a eficácia é validada. Esse estilo explora as mudanças e as tendências, mas de forma cautelosa. para ter mais agilidade, procure adotar uma postura proativa.

TRADICIONAL
Usualmente, você segue os padrões correntes, valoriza a interação com o grupo, considera irrelevantes novas tendências e prefere uma abordagem direta e prática ao trabalhar com outras pessoas. Isso favorece o trabalho em equipe, mas não tenha receio em ousar de vez em quando — arriscar pode diferenciá-lo dos demais e ajudá-lo a se destacar.

AUDACIOSO
adora novas experiências e conhecer pessoas. Seu perfil adapta-se a situações incomuns e entedia-se rapidamente com coisas previsíveis. Para você, planos são limitantes — você prefere arregaçar as mangas e descobrir na prática como as coisas funcionam. Procure avaliar o cenário antes de agir, identificando no grupo perfis mais cautelosos do que o seu.

EXPLORADOR
Conhecer pessoas e experimentar coisas novas fazem parte de seu perfil — mas não o tempo todo. Embora você fique entediado com a rotina, um local de trabalho desestruturado pode deixá-lo frustrado. Diante de novas experiências seu otimismo é moderado, e esse equilíbrio lhe é favorável. Seu desafio é não se acomodar ao conhecido e rotineiro e ampliar as oportunidades de aprendizagem.

PLANEJADOR
Você se sente mais à vontade com seus conhecidos, com ambientes familiares e gosta de planejar tudo com antecedência. “Em time que está ganhando não se mexe” resume seu modo de viver. É uma estratégia sólida, embora possa limitar suas oportunidades. Abra sua mente ao inesperado para ampliar as oportunidades de aprendizagem.

(Fonte: Exame)  Ler notícia completa

Feed de Exploração: saiba como usar o novo recurso do Facebook

Feed de Exploração: saiba como usar o novo recurso do Facebook

O Facebook lançou um novo recurso para seus 2 bilhões de usuários. Chamado "Feed de exploração", a funcionalidade foi criada pela rede social para ajudar os usuários a descobrirem outros tipos de conteúdo no Facebook, indo além do que aparece na linha do tempo principal – que mostra publicações de amigos e páginas que o usuário já segue. Por enquanto, a função está disponível apenas para dispositivos móveis, mas deve chegar em breve à rede social também em sua versão para computadores.

O recurso pode ser acessado no menu do Facebook nos smartphones– é o ícone dos "três risquinhos". No iOS, o ícone está no canto inferior direito; no Android, no canto superior direito. "Publicações mais relevantes para você, de todo o Facebook", diz a descrição do Feed de Exploração.

Com o novo recurso, o usuário pode encontrar reportagens, vídeos e fotos que estão em alta na rede social. Cada usuário terá uma ordem diferente e posts específicos no Feed de Exploração, uma vez que a linha do tempo é construída a partir de um algoritmo que já mede o tipo de conteúdo preferido daquele usuário, e também a de seus amigos.

Um vídeo popular entre os amigos do usuário, por exemplo, tem boas chances de aparecer no Feed de Exploração, assim como a página de um determinado serviço semelhante àqueles que o usuário já curte.

 O Facebook afirma que o Feed de Exploração ainda está em fase de testes – foi o que disse um porta-voz da empresa ao site de tecnologia norte-americano TechCrunch. "Ouvimos dos usuários que eles querem um jeito simples de explorar conteúdo com o qual ainda não estão conectados", disse o porta-voz. Segundo o TechCrunch, a seção deve ganhar mais funcionalidades em breve.

(Fonte: Link Estadão)


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10 erros de português que acabam com a sua credibilidade

10 erros de português que acabam com a sua credibilidade

A forma como escrevemos tem um impacto fundamental na nossa credibilidade.

Receber um email ou um orçamento com erros leva-nos a questionar, mesmo que inconscientemente, a competência de quem está do outro lado. No caso das empresas, quando há erros no site ou nos posts partilhados nas redes sociais, é a credibilidade da empresa que está em causa.

Na minha rotina de trabalho a ler e escrever há erros que vejo quase todos os dias. Listei-os para que não o apanhem a si também. Tome nota.

1. Há / à
A confusão entre o há com “h”, presente do verbo haver, e o à, sem “h”, que é a contração da preposição “a” com o artigo definido no feminino singular “a”, atrapalha muita gente. Uma dica que pode ajudar: se for possível substituir a expressão pelo verbo”existir” (sinónimo de haver) ou a frase implicar tempo, devemos usar “há”.
Exemplos: Há várias opções de cor. A empresa funciona há dez anos.

2. Ir de encontro / ir ao encontro de
Vejo muitas vezes este erro em propostas para clientes e emails que se pretendem mais formais, momentos em que não convém mesmo escrever com erros. Mas qual é o problema? Quando escrevemos “ir de encontro” para indicar que estamos em sintonia com a outra parte, estamos na verdade a dizer o contrário. A expressão correta a usar é “ir ao encontro de”.
Exemplo: Esperamos que esta proposta vá de encontro aos seus objetivos (estamos a dizer: seja oposta). Esperamos que esta proposta vá ao encontro dos seus objetivos (forma correta).

3. Há dois anos atrás / Na minha opinião pessoal
Estas redundâncias não são propriamente erros, mas a bem da simplicidade não há necessidade deste reforço. Basta escrever “Há dois anos” ou “Na minha opinião”. Afinal, todas as opiniões são pessoais. As frases ficam mais simples, mais curtas e são entendidas mais facilmente.

4. “Ciclo” vicioso
Esta é mais uma daquelas expressões que se usa em relatórios e documentos quando se quer impressionar. O problema é que a expressão “ciclo vicioso” está errada. A forma correta é “círculo vicioso”.

5. Tivesse / estivesse
A confusão entre o “tivesse” e “estivesse” está no chat do Facebook quando falamos com os nossos amigos, mas infelizmente está também nos posts que muitas marcas fazem na mesma rede. As duas formas estão corretas, mas enquanto “tivesse” deriva do verbo ter, “estivesse” é uma conjugação do verbo estar.
Exemplo: Se eu tivesse mais tempo e estivesse em Lisboa gostaria de sair convosco.

6. “Gratuítamente” /gratuitamente
Os advérbios de modo terminados em “mente” não levam acento. E não há exceções. Portanto, obrigatoriamente, gratuitamente, rapidamente, acentuadamente, facilmente, felizmente, etc. nunca são acentuados. Fácil.

7. ás / às
É comum sermos informados que o melhor horário para a reunião é das 14h “ás” 15h00 ou vermos num site de um restaurante que está aberto das 19h00 “ás” 23h00. “Ás” com acento agudo está relacionado com o universo do jogo (ás de espadas, p. ex.) ou pode ser usado para designar alguém que é muito bom em determinada atividade. Quando nos referimos a espaço ou tempo o acento deve ser grave (às).
Exemplo: Temos reunião das 14h00 às 15h00. Portanto, em horários o acento é sempre grave.

8. “Contatos” / Contactos
Quando visito um site português que tem o item de menu de contactos sem “c” fico logo nervosa. Em Portugal, apesar do acordo ortográfico, contactos mantém o “c”, dado que pronunciamos essa consoante.
9. “Fãn”

Este erro tornou-se muito comum com as redes sociais. As páginas têm fãs e eu posso ser fã de alguém ou de alguma coisa. As palavras fãn e fãns não existem. “Fan” e “fans” (sem acento) são palavras em inglês.

10. Fala-se / Falasse

Mais um erro que povoa os chats nas redes sociais, mas infelizmente salta para sites, emails e posts de marcas. Fala-se é uma forma do presente do indicativo e refere-se a uma ação real. Falasse é uma forma do imperfeito do conjuntivo e designa uma ação provável.

(Fonte: Observatório da língua Portuguesa)

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Para fazer networking de forma profissional, seja autêntico

Para fazer networking de forma profissional, seja autêntico

Em cargo de executivo em qualquer degrau da carreira, você conhecerá gente, muitas gente. Pode ser em congressos, eventos ou situações sociais mas, independente do contexto, você terá que falar sobre quem você é, o que você faz e por que os outros devem lhe dar atenção.

Como qualquer profissional de negócios que se preze, você está condicionado a formar uma rede de relacionamentos. Mas você está preparado para isso?

De acordo com Craig Wortmann, professor clínico de inovação e empreendedorismo na Kellogg School e autor do livro What’s Your Story?, convencer possíveis colegas de que você seria um grande colaborador e um parceiro confiável significa ser autêntico.

Com base em mais de 20 anos de experiência em vendas e empreendedorismo, Wortmann oferece dicas sobre como transformar qualquer situação profissional em uma oportunidade simplesmente por estar preparado para conversas em redes de relacionamentos.

Prepare o trailer do seu filme

A primeira pergunta que muitas pessoas fazem ao se conhecerem é: “Qual é a sua profissão?”  Embora a maioria de nós tenha respondido a esta pergunta um milhão de vezes, necessariamente não levamos em conta o valioso recurso de narração que a pergunta oferece.

“É a pergunta mais comum que é feita na sua vida, ponto final”, diz Wortmann. No entanto, muitas pessoas nunca dedicam um tempo para elaborar a resposta a esta pergunta fundamental. Uma resposta clara, concisa e convincente ajuda as pessoas a se conectarem a você e às suas motivações. “Por que não aproveitar a oportunidade para dizer algo interessante?”

Em vez de simplesmente dizer sua profissão — “Sou contador” — adote um pequeno slogan ou sequência narrativa. Quando Wortmann lançou sua mais nova empresa, seu trailer de filme se transformou em “Eu administro uma empresa chamada Sales Engine.

Ajudamos empresas a construir e ajustar seu motor de vendas”. Em duas frases, ele conseguiu dar o nome da empresa, seu cargo e o objetivo do negócio.

Este “trailer de filme sobre você mesmo”, como Wortmann o chama, é uma ferramenta útil para discussões iniciais com potenciais clientes ou investidores.

É útil também ajustar seu trailer para contextos diferentes. Se você for consultor educacional, pode ter uma versão social, porque às vezes você não quer dar uma de vendedor, e uma versão com um pouco mais de detalhe para o networking em congressos sobre educação.

“Na verdade, não se trata da extensão da sua resposta, mas sim do contexto. Por exemplo, o Superintendente das Escolas Públicas de Detroit terá um nível diferente de compreensão e interesse em determinados detalhes”.

Conte a história certa, no momento certo, pelos motivos certos

Wortmann identifica quatro tipos de histórias que todos os líderes empresariais devem ter em mãos: histórias de sucesso

histórias de fracassos, histórias engraçadas e histórias célebres. Essas histórias precisam ser claras, diz ele, e, quando contadas no momento certo, podem demonstrar seu caráter, revelar sua habilidade como líder ou demonstrar sua motivação.

“A narração é uma disciplina que captura as histórias, destila-as para torná-las boas para os negócios e, depois, conta-as no momento certo”, diz Wortmann.

Escolher a melhor história para uma determinada situação, no entanto, é menos intuitivo do que parece. Se estiver em uma entrevista com um cliente em potencial, você pode contar uma história de fracasso ao invés de uma de sucesso. “Ao fazer isso, você demonstra que é humilde, que gosta de aprender e que é bom trabalhar com você”.

Por outro lado, as histórias de sucesso podem ser úteis após ter conseguido um cliente, mas enquanto ainda estiver conquistando a sua confiança.

Conforme se aproxima do cliente, o senso de confiança dele pode ser reforçado se você compartilhar como você ajudou outro cliente a passar pelo mesmo processo.

Outras histórias têm outros propósitos. Wortmann conhece um CEO que conta uma história de “fracasso engraçado” para reforçar a importância de se fazer boas perguntas.

O CEO relata como ele passou um verão inteiro cultivando uma oportunidade gigante, única na vida, por meio de um contato em uma empresa global de bens de consumo.

Em seu décimo quarto telefonema, ele começou a ficar impaciente.  Quando finalmente perguntou ao seu contato quando a empresa assinaria o contrato, ela o informou que era apenas estagiária.

“Ela o agradeceu por tudo o que tinha aprendido naquele verão”, diz Wortmann. “Ele descobriu que não se tratava de um prospecto. Era uma estudante universitária. Mas ele nunca perguntou a ela qual era o seu cargo”.

“Engrene” no networking de forma mais eficaz

“Em qualquer oportunidade de networking, é provável que cinco pessoas que você conheça possam ajudá-lo a construir seu negócio”, diz Wortmann.

“É sua tarefa procurá-los, dar respostas disciplinadas e seguir em frente se eles não puderem ajudá-lo a atingir seus objetivos”.

Entrar e sair das conversas de forma eficaz e eficiente requer prática e planejamento. Wortmann sugere imaginar qualquer conversa como tendo quatro marchas para frente e uma marcha à ré.

Na primeira marcha, faça uma conversa rápida enquanto se prepara para reverter o curso. Isso pode ser feito mencionando que o evento é ótimo e que há muitas pessoas que você está ansioso por conhecer. Esta breve menção cria uma “porta de saída” para sua conversa.

Na segunda marcha, troque informações sobre o que você faz  – este é o momento perfeito para mostrar o trailer do seu filme.

Passando para a terceira marcha, você dá um pouco mais de informações sobre o seu trabalho, mas tenha cuidado para não cair na armadilha comum de falar demais só porque está familiarizado com o assunto. Lembre-se: menos é mais.

A quarta marcha é onde você vai mais fundo para determinar se a pessoa com quem conversa é um bom encaixe para o seu negócio, uma pessoa que pode ajudá-lo ou uma pessoa que você pode ajudar. Pergunte o que ela pensa sobre algumas das suas preocupações centrais.

Suas respostas podem mostrar como você poderia se beneficiar do trabalho em conjunto.

Em qualquer um desses pontos, se achar que a pessoa com quem está falando é perfeitamente gentil, mas não se adequa ao seu negócio, dê marcha à ré, lembrando delicadamente que você está aqui para ver muitas pessoas — a marcha à ré que você deu anteriormente — agradecendo, apertando a mão e seguindo em frente.

“As pessoas hesitam em fazer isso porque faz com que se sintam grosseiras, transacionais ou duras”, diz Wortmann. “Eu sugiro que é exatamente o oposto. Isso poupa o tempo de todos”.

Faça perguntas inesperadas

Há muito a aprender ao fazer perguntas que as pessoas não esperam, perguntas que “atingem a alma de alguém”, como Wortmann diz.

Se estiver bem preparado, suas perguntas podem levar as pessoas a refletir, analisar e compartilhar seus verdadeiros sentimentos.

Elabore perguntas visando os problemas e soluções que possam surgir no futuro. Por exemplo, perguntar quais seriam as três grandes mudanças que alguém faria neste ano, se pudessem, tem o potencial de mostrar a você a dimensão da visão desta pessoa.

“Essas perguntas devem partir da sua curiosidade natural”, diz Wortmann. “Eu deveria me importar autenticamente com o modo pelo qual um empresário bem-sucedido responderia a perguntas como ‘O que aconteceria se sua empresa fracassasse? Como se sentiria em relação a isso? O que você diria aos funcionários?'”

Por um lado, isso ajuda a ter algumas coisas em mente ao fazer essas perguntas importantes. Por outro, você precisa conquistar o direito de averiguar. Uma pergunta que pode fazer sentido depois de quinze minutos de conversa — “Como você quer que seja sua vida?” — pode parecer assustadora depois de apenas dez segundos.

Outra sugestão? Faça uma prévia de perguntas difíceis com um aviso no seguinte sentido: “Permita-me fazer uma pergunta mais abrangente…” ou “Isso pode ser meio fora da linha do assunto, mas…”.  Elas indicam às pessoas que uma grande pergunta está por vir, suavizando o impacto.

Por fim, lembre-se de que algumas de suas perguntas podem acabar em nada. Afinal, nem todos esperam ser desafiados por alguém que acabaram de conhecer. Mas tudo bem, diz Wortmann.

(Fonte: Exame) 
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5 maneiras das marcas interagirem nas redes sociais

5 maneiras das marcas interagirem nas redes sociais


Listamos abaixo cinco possibilidades de interação criadas pelas mídias sociais que ajudam a aproximar as marcas de seus clientes:

1 - Perfil social da marca
Estar presente nas mídias sociais é ser visto, ser encontrado e ser lembrado. Para tanto, é preciso manter um perfil próprio, que dê um rosto à pessoa. O mesmo raciocínio se aplica para as marcas. “Ter um perfil permite que a marca construa um relacionamento com os seus clientes, por meio do conteúdo, respostas e estímulo à conversa”, afirma Ana Maria Bicca, social media coordinator da Cadastra, agência de marketing digital full service. Segundo ela, é na mídia social que a marca participa do cotidiano dos seus seguidores, além de contar com a vantagem de ter o feedback direto do seu público para redefinir estratégias.

Mas atenção: perfil não atualizado é perfil esquecido. “Não basta estar ali, é preciso ser ativo, produzir conteúdo e interagir com o público. O conteúdo é importante para contextualizar os valores, identidade e posicionamento da marca”, conclui.

2 - Parceria com influenciadores
A relação com influenciadores digitais abre uma nova frente no universo de estratégias de marketing na mídia social.  Com ela, as marcas se comunicam com seu público-alvo por meio de ações junto a personalidades que detêm a atenção e a credibilidade de sua audiência.

“As pessoas frequentam as mídias sociais para navegar em universos que façam sentido para suas vidas, buscando conteúdos que agreguem profissionalmente e também para o dia-a-dia delas. Nesse ambiente, os influenciadores são aqueles que criam conteúdo relevante e acessível. A vantagem para uma marca usar um influenciador na sua comunicação é estar inserida dentro desse conteúdo relevante”, afirma Gian Barbera, que é sócio da iFruit, agência pioneira do ramo de digital influencers.

Barbera conta que, frente à demanda de grandes marcas por parcerias em mídias sociais, a iFruit decidiu fechar seu próprio casting interno de influenciadores para oferecer para o mercado.

3 - Análise de comportamento
As mídias sociais também são um verdadeiro banco de dados a céu aberto. Além das informações fornecidas para a criação de um perfil, os usuários deixam rastros por meio de postagens, curtidas, compartilhamentos e outras interações que permitem analisar seus hábitos de consumo e programar ações de marketing personalizadas. "O crescimento de aplicações Big Data abre caminho para o desenvolvimento de soluções cada vez mais inteligentes e efetivas para se aproximar do consumidor", afirma Bruno Gianelli, sócio-diretor da Betalabs, empresa especializada em plataforma de gestão para o comércio eletrônico.

Exemplo disso são as notificações de push por navegador ou aplicativo. Essa tendência tem se consolidado diante de um número crescente de sites e apps que disponibilizam o envio de notícias ou novidades sobre produtos para toda sua base de usuários, de acordo com o especialista.

4 - Posts patrocinados
Uma estratégia de marketing fundamental para uma marca atingir seu público, e, mais que isso, atrair nova clientela, são os posts patrocinados nas mídias sociais. “O conteúdo patrocinado é fundamental para a marca alcançar um público específico para seu segmento. Através de campanhas patrocinadas, conseguimos definir o raio de alcance da divulgação, além de faixa etária, sexo, dentre outros filtros finos para geração de novas ações”, diz Thiago Regis, diretor de novos negócios da agência de marketing digital Pílula Criativa.

Ele reforça que, no caso de empresas de pequeno e médio porte, é estratégico investir em publiposts, conteúdos compartilhados em outros perfis e campanhas patrocinadas.

5 - Relacionamento e Customer Experience
Além de ser um espaço para produção e divulgação de conteúdo, a mídia social também é um canal ideal de relacionamento com o cliente. Pelo conceito de Customer Experience, não basta apenas vender um bom produto para agradar o consumidor, mas oferecer uma experiência que vá além da venda para que ele se lembre da marca e siga se relacionando com ela. De acordo com a Mutant, empresa brasileira com foco em Customer Experience, para se comunicar com o cliente, a marca precisa conhecer o seus hábitos e suas necessidades, além de acompanhá-lo fora do ambiente de compras.

As redes sociais criam essa oportunidade de contato que amplia a experiência do usuário. Esse relacionamento impacta no nível de satisfação do cliente, gerando engajamento e fidelidade com a marca.

(Fonte: Adnews/Adaptado) 
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Como a má comunicação pode afetar a produtividade de sua equipe

Como a má comunicação pode afetar a produtividade de sua equipe

Dominar o conhecimento de uma área da empresa, ter um bom histórico de resultados e o trabalho reconhecido pelos pares não é suficiente para ser um bom profissional. Somado às habilidades técnicas, ser um excelente comunicador é essencial para trabalhar em equipe.

Tanto a comunicação verbal quanto a não verbal são capazes de aumentar ou diminuir a credibilidade de quem fala. Sua postura e suas técnicas vocais podem demonstrar confiança ou insegurança sobre determinado assunto.

Listamos alguns sinais que podem indicar se a comunicação da equipe está sendo efetiva ou não. Fique atento:

Problemas de convivência
Como os profissionais passam boa parte de seu dia no trabalho, sentir-se confortável nesse ambiente é essencial para que haja motivação para sair de casa. Porém, não é sempre que temos a sorte de dividir o espaço com pessoas com o mesmo tipo comunicativo que o nosso. Há quem fale mais e quem fale menos, os que falam alto e os que falam baixo. Estas diferenças podem trazer problemas de convivência e intrigas e têm impacto direto no resultado final. Uma equipe em que os funcionários não têm um bom relacionamento tende a ser improdutiva. Afinal, a comunicação corporativa é essencial para que os profissionais encontrem e solucionem dificuldades juntos.

Projetos precisam ser refeitos frequentemente
Suponha que um profissional tenha sido o representante da equipe em uma reunião com os gestores sobre um novo projeto. Ele acabou perdendo alguns dados e não entendendo a solicitação completamente. No decorrer do trabalho, passou algumas informações imprecisas aos seus pares, que desviaram completamente da rota. Como resultado, todo o job precisou ser refeito. A equipe provavelmente estará desgastada e estressada na hora de refazer o trabalho. Com isso, a produtividade tende a ser reduzida.

Aqui, mais uma vez, entra a importância da boa comunicação entre os profissionais da equipe. Os membros do time dependem uns dos outros para conseguir alcançar os objetivos.

O desempenho dos profissionais é sempre o mesmo
Quando não são apontadas falhas ou qualidades a serem desenvolvidas pelos profissionais – pelo gestor ou, até mesmo, pelos pares –, é fácil imaginar que o trabalho entregue está de acordo com as expectativas. A tendência é que ele não evolua e continue cometendo os mesmos erros. Por isso, é importante que as reuniões de feedback – ou até mesmo conversas no dia a dia – sejam baseadas em técnicas estruturadas. Na hora de falar, o ideal é que o gestor apresente quais são as qualidades do profissional e quais os pontos nos quais ele deixa a desejar (falamos mais sobre essa técnica para feedback em nosso curso Comunicação Interpessoal corporativa). É essencial, também, que queixas e dúvidas sejam atentamente escutadas. Dessa forma, fica mais fácil perceber quais são as dificuldades do funcionário e por que, algumas vezes, o seu desempenho não é dos melhores. Juntos, gestor e colaborador conseguem chegar a acordos sobre como tornar o trabalho mais produtivo.

Pouca comunicação entre o gestor e a equipe
“Como depois vou ter de refazer, vou fazer de qualquer jeito.” Quando há má comunicação entre gestores e equipes, esse pensamento tende a aparecer. Muitas vezes, a agenda lotada e a quantidade de preocupações na mente do gestor fazem com que ele fale apressada e impacientemente sobre novas demandas. Ou, então, o medo de passar vergonha ou de ser repreendido pode fazer com que o profissional não tire dúvidas com seu chefe. A consequência é que o líder pode ficar sabendo que um projeto não estava fluindo como deveria apenas quando o problema já estiver consolidado. Para evitar estas situações, é importante que sejam alinhadas expectativas desde o início e que os profissionais se sintam à vontade para sanar possíveis dúvidas. Conhecer o perfil comunicativo da equipe também pode ajudar a estabelecer o melhor canal de comunicação com cada um e evitar que eles não se pronunciem. Por exemplo, alguns profissionais precisam de informações mais detalhadas, como dados e gráficos, para compreender um assunto.

(Fonte: Administradores/Adaptado)
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“Decidiu por deixar”: está certo o uso da preposição “por”?

“Decidiu por deixar”: está certo o uso da preposição “por”?

Há pouco, li um trecho de um documento oficial que me deixou curioso. Está correto o uso da preposição “por” abaixo?

“…DECIDIU POR DEIXAR O HOLERITE A SETE CHAVES.”

Decidir provém de “decidere”. Essa forma latina remete a “cortar”, “separar cortando”, “despedaçar a golpes”.

No dicionário regencial de Luft e no Houaiss, encontram-se diversas regências. Vejamos as principais:

Com o sentido de determinar, deliberar, resolver, o verbo pode ser transitivo direto ou transitivo indireto (com o uso de “de” ou “sobre”):

“Decidir uma questão, um fato.”

“Só os pais devem decidir sobre as questões entre filhos.”

“O presidente decidirá do aumento dos funcionários.”

Com o sentido de dar decisão, emitir juízo ou opinião, sentenciar, o verbo também pode ser transitivo direto ou transitivo indireto (com o uso de “de”, “em”, “entre”):

“Decidir um pleito.”

“Cada povo decidirá da forma por que há-de se defender.” (Rui: Freire)

“É um ignorante, e quer decidir no que não entende.”

“É preciso decidir entre os dois candidatos.”

Exigindo as preposições “a” ou “por” , encontra-se o verbo decidir pronominal (decidir-se), com o sentido de dar preferência, optar:

“O sindicato decidiu-se pela continuação da greve.”

“Decidi-me a largar a cidade grande.”

Portanto o correto é :”…decidiu-se por deixar o holerite a sete chaves.”

VOCÊ SABIA?
Holerite vem do nome do estatístico norte-americano Hermann Hollerith, que inventou as máquinas computadorizadas com cartões perfurados.

Holerite equivale a contracheque: documento relativo a rendimentos e descontos dos assalariados.

(Fonte: Exame)  Ler notícia completa

WhatsApp é 'veículo de comunicação' preferido da Geração Y

WhatsApp é 'veículo de comunicação' preferido da Geração Y

Uma pesquisa encomendada pelo PayPal à MindMiners e divulgada no Anuário Brasileiro da Comunicação Corporativa deste ano, mostra como a geração Millenial, também conhecida como Geração Y, consome informação nos dias de hoje. Fazem parte desta geração os nascidos entre o começo dos anos 80 e final dos anos 90 e represente, hoje, cerca de 20% da população mundial. 

Só no Brasil são aproximadamente 58,7 milhões de pessoa entre os 18 e 34 anos, segundo o IBGE.

Confira os principais dados sobre como essa geração consome informação nos dias de hoje:

Mais usado: O WhatsApp lidera quando o assunto é "veículos de comunicação mais usados" pelos Millennials: 91,7%. Já o Facebook e o YouTube foram citados por 86,7% dos entrevistados; e o Google (para fazer pesquisas), por 85%. Do outro lado da balança, jornais impressos foram citados por apenas 15,7%; e revistas impressas, por 16%.

Fonte de informação: Da lista inicialmente oferecida pela MindMiners, o veículo mais usado como fonte de informação é o Google (66,3%), seguido por Facebook (55%) e pela TV (51,3%). Do outro lado da balança, jornais impressos foram citados por somente 9,7% e revistas impressas, por 7,7%.

Entretenimento: Já o veículo mais usado como fonte de entretenimento pelos Millennials é o YouTube (81,7%), seguido por Facebook (71%), WhatsApp (66%), serviços de transmissão online (54%) e Instagram (54%) e TV (52%) . Do outro lado da balança ficaram jornais e revistas online e/ou impressos (com, no máximo, 6,7% de citações).

Conhecimento e aprendizado: O veículo mais usado como fonte de conhecimento/aprendizado é o Google (para fazer pesquisas), com 75,7% das respostas, seguido por YouTube (71,3%), TV (31,3%) e Facebook (26%). Do outro lado da balança, o Twitter registrou 5% das citações, seguido por jornais e revistas impressos (7,3% e 8,7%, respectivamente) e pelo rádio (8,7%).

Os mais populares: Quando questionados sobre o uso de cada um dos veículos da lista inicial, os Millennials responderam o seguinte: Facebook (88% acessam todos os dias); Google (para pesquisas, com 80%); Instagram (77%); YouTube (61%); Snapchat (52,8%); e jornais online (47,9%). Do outro lado da balança, os jornais impressos são lidos diariamente por 23,4% dos entrevistados.

Horas de acesso: Quantas horas por dia a Geração Y passa no Facebook? 35% dos pesquisados disseram acessar o site 3 horas ou mais por dia; 14%, entre 2 e 3 horas; 21%, entre 1 e 2 horas; e 30%, até 1 hora. Os números do YouTube neste quesito também são interessantes: 21% dos pesquisados disseram acessar o site 3 horas ou mais por dia; 15%, entre 2 e 3 horas; 31%, entre 1 e 2 horas; e 33%, até 1 hora.

Confiança: No que diz respeito à confiabilidade dos meios de comunicação, só 3% dos entrevistados confiam muito no Facebook; 5% confiam muito no Instagram; 22% confiam muito no Google (quando fazem pesquisas); 4% confiam muito no Twitter; 14% confiam muito em jornais impressos ou online; 8% confiam muito em revistas online ou impressas; 15% confiam muito em rádios; e 9% confiam muito no YouTube.

Compartilhamento:  Questionados sobre se compartilham notícias em suas redes sociais, uma surpresa: 50% disseram compartilhar; e 50% garantiram não compartilhar. E mais: 95% juram que verificam a veracidade das notícias antes de compartilhá-las.

Conferência da dados: 80,3% dizem consultar outras fontes de informação para checar a veracidade da notícia que pretende compartilhar nas redes sociais; 66,2% "pedem ajuda" ao Google e demais buscadores; e 19,7% consultam amigos e parentes.
Compartilhamento de notícias: Em quais redes os Millennials costumam compartilhar notícias? Facebook (86,7%), Twitter (15,3%) e Instagram (10%) são as líderes. Entre os temas que mais chamam a atenção dos pesquisados, destaque para política, tecnologia, notícias de forma geral, saúde, esportes, música, cinema e economia.

Sem assinatura: 88,4% dos entrevistados que disseram acessar jornal como fonte de informação não têm assinatura de nenhum jornal online. E 87% disseram não usar assinatura de outras pessoas para acessar jornais online. Já 82% dos entrevistados que informaram acessar revistas como fonte de informação não têm assinatura de nenhuma revista online. E 84% garantiram não usar assinatura de outras pessoas para acessar revistas online.

Nada de publicidade: Se o pesquisado se incomoda com publicidade em formato de vídeo? 53% dizem se incomodar.

Destes, 52% pulam os vídeos de publicidade; 35% o fazem dependendo da marca ou do produto; e somente 1% dos entrevistados nunca pulam.

Texto inteiro: De maneira geral, 38% dos Millennials garantem que, ao clicar no link de uma matéria, fazem questão de ler o texto inteiro; e 5,7% confessam que só leem o título e o primeiro parágrafo. Outros 56% dizem que o nível de leitura depende da matéria.

Os temas mais lidos: Os temas campeões de leitura, segundo a MindMiners, são: variedades/entretenimento (52,7%); saúde (47,3%); mundo (46,3%); e ciência (37,1%). Os temas que geram menor índice de leitura completa são fashion (15,2%); sustentabilidade (16,6%); e turismo (18,4%).

Só título e primeiro parágrafo: Já os temas campeões de leitura do título e do primeiro parágrafo são: política (39,5%); economia (38,4%); saúde (29,7%); variedades/entretenimento (29,2%); e ciência (28,6%).

(Fonte: O Tempo)
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9 dicas simples de comunicação no ambiente de trabalho

9 dicas simples de comunicação no ambiente de trabalho

Falamos muito da comunicação no ambiente corporativo como um todo. Vamos falar agora de algumas dicas para você melhorar a comunicação com seus colegas, gestores, superiores ou equipe.

Como se comunicar no local de trabalho:
Lembre-se: não é o que você diz que importa, mas o que o outro “ouve”
Isto é, o que ele entende. Tende buscar um feedback sobre o que o outro entendeu, com uma pergunta de fechamento que resuma sua mensagem.

Escolha o canal correto
Será que um e-mail é a melhor maneira de discutir determinado assunto? Já pensou em usar menos o e-mail e, às vezes, falar pessoalmente com as pessoas? Se achar necessário “documentar” o que foi acordado, envie um e-mail começando com estas palavras: “Conforme nossa conversa de hoje, decidimos que…”.

Uma imagem vale mais que mil palavras
Muitas pessoas confiam excessivamente no poder de persuasão de seu discurso. Sempre que tiver que fazer uma apresentação para um grupo, use um editor do tipo Power Point e não se restrinja a textos, use imagens que ilustrem suas boas ideias.

Não fale desnecessariamente
Muitas pessoas acham que tem que se destacar em reuniões falando algo, qualquer coisa que seja, e acabam pagando aquele mico…  Se o quer for dizer não vai acrescentar nada, fique calado. Só as boas ideias destacam realmente as pessoas.

Não se cale desnecessariamente
Da mesma forma, se acha que vai acrescentar algo relevante à discussão, exponha suas ideias com clareza e assertividade.

Para cada perfil, um tipo de discurso
Conforme for conhecendo melhor os membros de sua equipe, colegas e superior, perceba que tipo de discurso os convence melhor. Existem pessoas que precisam ver imagens, outras necessitam de dados comprovados e gráficos, há aqueles que se encantam e emocionam. Ajuste suas mensagens: fale “aquilo” que os outros querem ouvir.

Nunca interrompa quem está falando
Ouça atentamente e aproveite para entender melhor as opiniões do outro. Se não concorda com o que ele fala, espere terminar e inicie sua resposta de maneira quase neutra, algo como: “Compreendo seu ponto de vista, mas acredito que neste caso….”. Não parta para o confronto direto, seja diplomático.

Pratique a escuta ativa
Observe atentamente o que o outro fala, seus gestos, expressões faciais e entrelinhas. Muitas vezes ouvimos, mas não compreendemos claramente a mensagem.

Evite reuniões intermináveis
Quem organiza a reunião deve definir claramente o tema, quem vai participar e, principalmente, quando começa e termina. Geralmente reuniões com mais de uma hora não levam a nada.

(Fonte: Agendor) 


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A expressão “logo menos” faz sentido em português?

A expressão “logo menos” faz sentido em português?

Nesta semana, recebi, por uma das minhas mídias sociais, a seguinte dúvida: “Qual é a lógica no uso da expressão LOGO MENOS, cada vez mais comum por parte de apresentadores de TV?”

LOGO, como advérbio, significa imediatamente, sem tardança: “Cumpre ir logo chamar o médico.”

Na Língua Portuguesa falada no Brasil, a locução “logo mais” indica “mais tarde”, “daqui a alguns minutos”, “daqui a pouco”, “em tempo imediatamente seguinte a outro”, “numa série”, “após”.

Vale um lembrete: “daqui a”, para indicar tempo ou distância”, nunca deve ser utilizado com o verbo haver “há”. É sempre com a preposição A, em função da relação futurística: “Daqui a pouco, estaremos em nossa escola.”, “Daqui até à praia, vai-se a pé.”

Com o passar do tempo, surgiram diversas locuções (conjunto de palavras) em união a LOGO:

“Até logo mais”: sinônimo de “até logo”, cumprimento de despedida que se usa quando se espera rever proximamente o interlocutor; até mais tarde; até breve.

“Desde logo”: desde aquele momento; logo, portanto.
“Logo que”: no momento em que; assim que; mal. Cita o Aurélio, a esse uso, um trecho machadiano, com as Crônicas de Lélio: “Ontem, logo que tive a notícia da crise ministerial, recolhi-me a casa para esperar os acontecimentos.”

“Logo, logo”: com a maior urgência; imediatamente; já, já.
“Para logo”: sem demora, de pronto.

“Tão logo”: mal, apenas; logo que: “Acendia, tão logo anoitecia, todas as lamparinas da casa.”

Portanto, “logo mais” tem relação lógica com “daqui a mais algum tempo”, sendo incoerente a troca do “mais” por “menos”, em “logo menos”. Se o fato ocorrerá “daqui a mais alguns minutos”, haverá “mais”, e não “menos” tempo. Como afirmou Sérgio Rodrigues, em artigo sobre o mesmo tema: “‘logo menos’, analisados friamente seus termos, não faz sentido algum.”

(Fonte: Exame)


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Dicas para uma boa comunicação

Dicas para uma boa comunicação

Confira o passo a passo para conseguir uma boa comunicação em sua vida. No ambiente profissional é fundamental fazer uma boa exposição das suas ideias.

Uma boa comunicação abre portas e facilita as relações. Isso é fundamental para sua carreira e para a sua imagem profissional. Muitas pessoas, no entanto, não sabem se comunicar corretamente. Confira a seguir 5 passos que são fundamentais para uma comunicação mais efetiva:

1 - Adote a atitude correta. Não queira só falar. Escute o que o outro fala.
 
2 - Mantenha o foco da conversa. Trate unicamente do tema em questão.
 
3 - Ouça o que o outro fala com verdadeira atenção. Essa é a parte mais importante da comunicação. Escute para entender. Não interrompa quem fala. Caso você não entenda o que o outro diz, pergunte.

4 -Fale de forma clara e objetiva. Elimine as más palavras, o sarcasmo e a falta de respeito que deturpam a mensagem e deixa a outra pessoa na defensiva. Fale sempre de maneira respeitosa.
 
5 -Aceite as críticas. Não se coloque na defensiva. Mesmo que não seja fácil escutar o que os outros dizem é importante que você entenda o que pensa ou sente a outra pessoa. Somente assim você poderá verdadeiramente resolver o problema.

6 - Aceite as diferenças. Às vezes é preciso aceitar o que cada pessoa vê. Se não for possível chegar a um acordo, ao menos é possível chegar a um entendimento mútuo e respeitoso.
 
7 - Mesmo que você não tenha chegado a um acordo, termine a conversa em um bom tom. Agradeça a outra pessoa pelo tempo dedicado. Atitude como essa é a base para uma boa relação.

(Fonte: Universia)


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7 dicas imperdíveis para uma comunicação de sucesso

7 dicas imperdíveis para uma comunicação de sucesso

Você já teve a sensação de ter uma ótima ideia na cabeça e um projeto nas mãos e ao mesmo tempo um bloqueio mental e verbal para expor isso às pessoas chaves? Ou ainda, já esteve em meio a uma “DR” (abreviação moderna para “discutir a relação”) e preferiu se calar por intuir que a outra parte não seria capaz de te entender? E não para por aí.

O pior de tudo é quando você não tem opção e quase a vida toda está em jogo em um determinado momento e o seu resultado dependerá do que será dito verbalmente ou exposto de forma não verbal em um projeto, ou uma abordagem ou mesmo em milésimos de segundos que você será apresentado a uma pessoa decisiva para o seu sucesso. Terrível, eu sei.

Muitas pessoas me perguntam qual o segredo. Qual o segredo para se atingir o sucesso, o respeito, aquela reputação incrível ou ainda ser desejado em todas as rodas ou consultado para os grandes assuntos, qual o segredo? Qual o segredo para sair ileso de uma crise que começou com uma calúnia? Ou ainda como algumas companhias ou mesmo pessoas, em meio a uma situação de crise total, ainda se saem tão bem que ficam melhores do que quando entraram? Vale dizer que algumas até se tornam financeiramente bem-sucedidas, tamanha é a capacidade de aproveitar seus breves 15 minutos. Sorte? Acaso? Destino?

Treinamento. Sim, treino. Como todo bom militar, esportista ou artista, o grande momento chega após anos de preparo. Bem, agora você deve estar se questionando e dizendo a si mesmo que tal empresa ou tal pessoa teve mesmo sorte com a mídia e assim ela se fez. Será? O quanto realmente você sabe sobre essa pessoa ou empresa para ter tanta certeza? Sobre os hábitos desse personagem e os anos de obstinação em relação a algum desejo ou vontade, quanto você sabe?

A pergunta que persiste então é: como não ser refém disso tudo ou de você mesmo? E mais, até que ponto é possível controlar ações, reações e resultados? Como aproveitar tudo o que você tem em mente e potencializar as grandes ideias expondo-as de maneira clara, segura, cativante, entusiástica a ponto de quando você chega ao fim é como se ouvisse aplausos – o que pode mesmo acontecer literalmente.

#1 ENXERGUE A OPORTUNIDADE
Apegar-se ao verbo e achar que tudo que você precisa é uma chance de falar pode ser uma aposta fraca. Apenas 7% do que você comunica está no campo verbal. O restante, os 93% que você comunica divide-se em 38% gestos e 55% entonação – mas isto meu amigo, se você estiver in person e nem sempre você estará. O que nos chama ainda mais para ação, para ficarmos espertos em identificar o que é que fala sobre nós e como fala?
Bem, ao invés de entender tudo isso como um problema, a sacada é entender a oportunidade que reside aí e enxergarmos o quão democrática a Comunicação pode ser com todos nós. Além de onipresente ela não leva em conta raça, cor, credo ou tipos de personalidades, pois dá a chance de todos nós nos expressarmos e bem - se estivermos ligados no que está acontecendo. Cores, gestos, texturas e palavras. Tudo comunica. A comunicação está por toda parte e em tudo que fazemos. Ela é inerente ao ser humano. Falando ou não. Nossa roupa, acessórios, nosso corpo... É impossível não se comunicar. Mesmo em sua ausência, seus traços de comportamento falam também sobre você.

#2 CONSTRUA RELACIONAMENTOS DURADOUROS
Relacionamento é sem dúvida a palavra da vez. Ela é uma das top 5 entre as palavras mais acessadas nos anos recentes nas buscas na internet. Dos planos de negócios mais rebuscados aos mais simples, chegando às campanhas publicitárias, o termo em questão busca aproveitar todas as facilidades do mundo moderno e suas possibilidades quanto aos produtos e serviços de toda natureza para a construção ou manutenção dos relacionamentos. Bem, utilizando a metáfora de um jardim, sendo as pessoas as sementes, as várias possibilidades que as plataformas inclusive digitais nos oferecem, não passam de instrumentos para a jardinagem e nada, absolutamente nada acontece se não houver o cultivo, o lidar com a terra, a consideração do tempo que determinadas mudas levam para florescerem e o cuidado do jardineiro para que as mudas não estraguem, não fiquem demais expostas à luz ou encharcadas a cada regada. Há muitas variáveis para o jardim dar certo e não são as ferramentas, mesmo as mais modernas, que darão conta do seu sucesso – na verdade algumas podem até mesmo estragar o jardim. Delegar o sucesso do jardim à aquisição das ferramentas, portanto é furada. Da mesma forma, achar que mais de mil amigos em alguma rede social é sinônimo de relacionamento de qualidade pode ser um grande engano e você talvez esteja sendo iludido com a quantidade de conexões e não a qualidade delas. Quer ver só? Na última semana, quantas ligações, mensagens ou e-mails você fez mostrando real interesse em alguém denotando sua estima por essa pessoa ou o quanto você torce para que as coisas encontrarem um caminho ideal para ela? Talvez seja uma boa ideia adicionar à sua semana pelo menos dois contatos desse nível e ao final do ano você terá feito excelentes conexões, abrirá portas para si mesmo e para essas pessoas que muitas vezes podem ser conectadas a outras pela sua simples iniciativa e, lá na frente, você pode ser beneficiado por alguém que queira lhe retribuir isto.

#3 MANTENHA SEUS DEDOS SOB CONTROLE
Se você tem mais de 30 anos, provavelmente foi ao menos uma vez na vida advertido por um adulto a manter sua boca fechada, ou ouviu aquele provérbiozinho popular “o peixe morre pela boca”. Pois bem, o mundo mudou e o peixe continua morrendo pela boca, mas há impérios sendo estraçalhados pelos dedos. Talvez você não saiba mais 80% das crises nas organizações nascem internamente e, portanto, nós, que fazemos as organizações somos os responsáveis por dar vez e voz a uma informação ou inflamação que poderia ser contida se não fosse o envio daquele famigerado e-mail, se não fosse copiar a mensagem de alguém e enviar a outra pessoa ou mais simples ainda, se não respondesse instantaneamente àquela mensagem de aplicativos como whatsApp que poderia contar com mais reflexão e calma da sua parte. Isso sem falar das fotos, imagens e tudo mais que pode acontecer com essa rapidez voraz na troca de mensagens diárias. O interessante é que tanto nas organizações quanto em nossa vida pessoal e familiar, a lógica é a mesma. Você pode começar uma guerra ou termina-la com o simples mexer dos seus dedos em um dos seus letais devices - por mais óbvio que isso possa te parecer! E aí eu te pergunto, quantas vezes durante a semana ou durante o mês você faz exercícios de respiração ao iniciar o dia? Quantas vezes você já leu sobre seus mais instintivos impulsos emocionais e como pode controla-los? Definitivamente não será em meio a uma situação extrema a melhor hora para você respirar e treinar o controle emocional e nesse momento seus dedos pensarão por você, sua mente decidirá o que fazer e, provavelmente, lá na frente ou pouco à frente caberá a você se lamentar, administrar e tentar superar a crise ou no mínimo o arrependimento de ser porta-voz da desgraça com a mensagem ou a informação que deveria ser evitada ou pelo menos refletida.

#4 ESTEJA PRONTO E PREPARADO
Por mais determinação, garra e vontade que tenhamos para fazer nossos projetos decolarem, não basta estar pronto – você precisa estar preparado! A sua clareza, sua verdade e toda a inteligência que coloca em sua vida e em seu trabalho dependem basicamente de como você explicita seus raciocínios sobre algo, especialmente se for um projeto que você está defendendo para alguém ou para um grupo de pessoas. Você não quer e nem vai cair no erro de ficar desacreditado ou de falar coisas as quais não fez uma análise mais profunda, não testou e tão pouco mediu a eficácia. E é sempre possível medir, criar ambientes de testes, gerar dados que comprovem aquilo que você está defendendo ou até mesmo te mostrem outra direção. O grande barato é verificar o quanto as pessoas estão dispostas a serem ouvidas sobre algo. Você pode colher feedbacks, criar uma pequena pesquisa sobre o assunto para então endereça-lo melhor ao invés de bater no peito e colocar à mesa a sua verdade, até porque segundo Platão ela sequer existe. Então vale a pena estar pronto e preparado para aquilo que você fala, defende, cria, desenvolve e oferece.

#5 SEJA RELEVANTE COM VOCÊ E COM OUTROS
Quando eu ainda era executiva nas organizações pelas quais eu passei, costumeiramente eu dizia para meus funcionários quando indagada sobre algo que eu precisava avaliar melhor: “...bem, eu vou me reunir comigo mesma e voltaremos a falar sobre isso.” Sim, eu faço reuniões comigo mesma até hoje. São momentos incríveis onde encaro o assunto e trato-o. Nessas oportunidades eu defino comigo mesma o tempo que dedicarei aquilo, a pauta e o objetivo que quero alcançar no tempo que dedicarei ao assunto. Registro minhas ideias e a provável solução a qual cheguei. Dessa forma procuro garantir que fui atenciosa e relevante comigo mesma e com assuntos que eu preciso cuidar pessoalmente. Já reparou como uma grande quantidade de pessoas não resolve seus assuntos ou não conclui o que deve ser concluído? Sinceramente, ainda vejo pessoas que lutam com a caixa de e-mails. Se você luta com sua caixa de e-mails precisa definitivamente criar métodos para prezar pelo seu dia e um tempo regular consigo mesmo pode ajudar. E se o assunto for reunião, já estamos nesse tema, desnecessário dizer quantas reuniões desprezíveis há nesse mundo e aí chegaremos a grandiosa questão e também palavra do momento, a tal PRODUTIVIDADE. Bem, olha que legal: a produtividade, queridinha da vez, em muito depende da Comunicação também. O dia em que as pessoas souberem definir a relevância das reuniões, presenciais ou não, em grupos de mensagem instantânea ou outros formatos, aí estaremos próximos de atingi-la. Nesse ponto eu gosto de lembrar os americanos. Eles começam a reunião na hora que deve começar e não sentem a necessidade de comentar sobre o tempo, o trânsito, a crise ou sobre algum assunto do momento, pois sabem que o que está em jogo ali é o tempo e como eles bem dizem: “time is money, baby”. Para resumir este item, assuntos sem respostas ou sem fechamento, desrespeitam ao tempo, seu e de outras pessoas e a improdutividade que isso gera além de causar uma grande bad impression sobre você, certamente o afasta ainda mais de fazer com que “o mundo te entenda e que seus projetos aconteçam”.

#6 ORGANIZE-SE
Nós já sabemos que o jogo da alta performance e da conquista de grandes objetivos exige mais de cada um de nós. Por isso eu quero que você pare um instante a leitura aqui e reflita nos caras mais bem-sucedidos da história, antiga ou moderna. Vou ainda te desafiar a encontrar um único exemplo de um desses caras que acordava ou acorda sem ter seu dia planejado ou que ainda acorde tardão. Os nomes mais brilhantes em todas as áreas do conhecimento têm por hábito cuidar muito bem da parte da manhã, e fazem isso acordando cedo, muito cedo. O exercício físico está mais do que comprovado como fundamental para a liberação de hormônios responsáveis pelo bem-estar que garantem sinapses coerentes ao longo do dia e acredite, você precisará dessa boa condição para respirar, refletir e controlar impulsos emocionais, estabelecer melhor fluxo sanguíneo para as decisões mais difíceis e em todas essas atividades você será demandado a se comunicar seja na escrita, verbalmente, orientando pessoas, conduzindo processos e em tantas outras atividades. Eu sei que é penoso se lembrar do que vou dizer agora, mas viver a vida em estado automático pode nos colocar em situações de risco e arriscar a vida de outros, como a fatalidade de esquecer um filho no banco de trás do carro com consequências irreparáveis. Bem, tão importante quanto o exercício físico é definitivamente resolver sua relação com a comida. Estar ligado no que você come é como abastecer seu carro com o combustível correto e de boa qualidade para o desempenho do motor. Simples assim. E o que isso tem a ver com a sua comunicação? Tudo. Novamente a questão neural onde todas as conexões são recebidas e processadas precisam ter o combustível correto para acontecerem de forma inteligente, criativa, clara e em muitos casos positivamente surpreendente. Procure não se basear aqui em exemplos de outras pessoas, pois na questão de alimentação sabemos que existe muita especificidade, mas identificar alimentos que fazem com que você se mantenha mais presente, focado e alerta pode fazer muita diferença nos seus resultados. Atingir um estado mental, espiritual e físico em que tudo colabora com você e com seus objetivos é extremamente possível e há muitas pessoas que já usufruem dessa condição. Alguns estudos nessa área se desenvolveram e pessoas que atuam em alta performance, que realizam suas atividades sem se quer perceberem que o dia se passou e o fazem com grande prazer são identificadas em estado de “flow”.

#7 DEFINA SUA VERDADE E VIVA-A
Construir sua imagem, trabalhar no desenvolvimento de sua reputação e ser uma marca de si mesmo exige sua total observância aos valores que escolheu viver. Identifique quais são esses valores, escreva-os e, de alguma forma, deixe-os claro em sua personalidade, perfil e atividades. Acima de tudo e uma das coisas que mais recomendo é apreciar e ter a VERDADE em tudo que você é e faz. Assim, caso chegue o momento em que você seja questionado por algo, sua reputação falará mais alto e você poderá contar com a força da sua imagem para se defender. Certamente você terá mais espaço, mais abertura e contará com mais compreensão.

(Fonte: Catraca Livre)


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Aprenda a se comunicar com habilidade e clareza

Aprenda a se comunicar com habilidade e clareza

Saber se comunicar com clareza e habilidade sempre fez de pessoas grandes líderes. Gostamos, nos motivamos e ficamos entusiasmados quando ouvimos um belo discurso e, dentro de uma empresa não é apenas uma questão de motivação e entusiasmo e sim uma necessidade para que as atividades sempre cumpridas de maneira correta.

Quanto melhor a comunicação dentro de uma empresa, melhor será a sinergia entre as áreas, trazendo agilidade nos processos, assertividade nas decisões e melhor desempenho de toda a equipe.
Segundo a coleção desenvolvimento profissional número 10, Você S/A, da editora Sextante, algumas das técnicas que podemos utilizar para melhorar nossa comunicação são:

• Estabeleça uma ligação com as pessoas: muitos querem se sentir no comando e controle e acabam pecando na comunicação por falta de capacitação e habilidade no trato com outras pessoas. Os erros mais comuns são rotular as pessoas, não demonstrarem segurança e assim não passarem confiança e não cultivar o espírito de cooperação entre as pessoas da equipe/organização.

• Entenda a percepção dos outros: Para se comunicar, devemos levar em consideração como as outras pessoas recebem nossas mensagens. Para ajudar como o receptor perceberá nossa mensagem, devemos considerar alguns fatores como postura, princípios, cultura, educação, estado emocional, experiência etc. Uma vez que consigamos entender quais fatores estão diretamente ligados ao nosso receptor, podemos direcionar nossa mensagem de forma mais eficiente e assim tornar a comunicação mais eficaz.

• Escolha as palavras com cuidado: muitos são aqueles que gostam de dizer o que pensam e não se preocupar com o poder de cada palavra. O segredo não está no que se vai dizer, mas como se vai dizer, transmitindo uma mensagem direta, com clareza e cortesia. Lembre-se, a maneira pela qual você se comunica com seu funcionário, é a maneira pela qual ele se comunicará com seu cliente.

• Controle sua voz: para cada situação, devemos modular nossa voz para que a comunicação seja mais eficiente. Falar rápido pode passar a sensação de nervosismo ou pressa, se falar muito devagar, as pessoas podem achar que você está pronunciando cada palavra com cuidado por se achar superior etc. Use um tom moderado adaptando-o às situações, altere a velocidade, o volume e o tom de forma apropriada e seja dinâmico.

• Compreenda as diferenças: Cada pessoa possui características que definem sua maneira de comunicar. Uns são mais calmos, falam tranquilamente e de maneira respeitosa, outros são mais agressivos e não se preocupam com as palavras que dirão. Estes dois tipos de comunicadores podem ter as mesmas intenções ao transmitirem e receberem a mesma mensagem. Saber compreender as diferenças e direcionar a mensagem da maneira correta, será o diferencial para que a comunicação seja clara e objetiva.

• Dê instruções precisas: se você está em uma posição de liderança, quando um colaborador não executar de maneira correta uma ordem que foi passada por você, acredite, a culpa é sua. Pois quando somos líderes, temos a obrigações de orientar e, fazer isso de maneira precisa. À princípio todos os colaboradores querem atender às suas orientações, executando de maneira correta e com excelência. Quando este não conseguir cumprir uma orientação da maneira esperada, antes de criticar ou punir, verifique se sua orientação foi precisa e clara.

• Corrija e elogie: um bom líder proporciona feedback – corretivo e positivo. Quando o feedback for corretivo, foque apenas no comportamento ou ato que levou a essa correção, jamais foque na pessoa. Procure sempre fazer isso em particular para evitar constrangimentos e quando se tratar algo mais grave, procure ter uma testemunha junto. Quando o feedback for positivo, for um elogio, desde que seja sincero, fazer na presença de outros pode ser muito positivo, tanto para quem recebeu quanto para a equipe. Quem recebe o elogio se sente motivado e se compromete ainda mais com a causa ao mesmo tempo em que a equipe se sente confortável com sua liderança e busca se comprometer para que seja também reconhecida.

(Fonte: Administradores)

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5 razões para manter o hábito de escrever

5 razões para manter o hábito de escrever

Quando abrimos um caderno e começamos a rascunhar um monte de palavras soltas, o que queremos fazer? Registrar um pensamento, anotar uma ideia, adicionar um lembrete de uma tarefa por vir? Seja lá qual for o motivo, despejar aquilo que está na cabeça pode ser uma ótima maneira de compreender a evolução do seu aprendizado e até as soluções para situações difíceis.

Para a escritora norte-americana Flannery O’Connor, escrever é uma maneira de descobrir quem somos. E a opinião não é só dela. Virginia Woolf e Anais Nin, também escritoras, afirmavam que o hábito de manter diários era uma maneira de estimular a criatividade e, claro, deixar de lado aquelas ideias bobas que só incomodam os pensamentos.

para seguir os ensinamentos do autor Ray Bradbury – que criava listas de coisas novas que aprendeu e que precisava aprender, cenários que visualizou e ideias que surgiram – seguem abaixo cinco dicas para usar a escrita em favor do aprendizado, da evolução e da criatividade:

1 . Escrever desocupa os espaços da sua mente
David Allen, escritor, consultor e criador do Getting Things Done – um modelo de gerenciamento do próprio tempo –, diz, em uma de suas palestras no TED, que nossa mente é feita para o processamento, não para o armazenamento. Esse armazenamento de informações, ideias e planos, pode ser melhor organizado se passarmos a escrever listas de coisas a fazer em um bloco de papel.

Essa ideia vem da noção de que nossa atenção é um recurso finito, que se esgota no decorrer do dia. Então, se você passa o dia pensando naquilo que precisa fazer em seguida – em vez de se preocupar em como começar a fazer essa atividade – você está importunando seus neurotransmissores com informações que só vão gerar cansaço.

2 . Escrever permite fazer um banco do seu conhecimento
Pessoas produtivas tiram melhores notas. Se alguém está despejando o conhecimento que sabe para você, escrever o que está sendo dito permite comprometer a sua atenção para o próximo pensamento. Você está produzindo enquanto escuta o conhecimento.

Além disso, se você tomar notas e mais notas sobre coisas impressionantes que ouviu dizer ou que leu, será capaz de acumular um banco incrível de conhecimento.

3. Escrever ajuda a observar seu próprio crescimento
Manter uma lista com suas atividades realizadas ajuda a perceber sua própria evolução. Teresa Ambile, diretora de pesquisa da Harvard Business School, descobriu, em algum de seus estudos, que as pessoas que se sentem mais engajadas, produtivas e com maios senso de significado em seu trabalho, quando registram até as mais simples realizações de seus dias.

É o que ela chama de Princípio do Progresso: quanto mais você aluno ou trabalhador está consciente do seu progresso, mais se sentirá envolvido para continuar buscando o crescimento.

4. Escrever ajuda a compreender seus próprios obstáculos
Uma pesquisa do psicólogo James Pennebaker, da Universidade do Texas, constatou que, ao escrever sobre as dificuldades que temos passado, nossos pensamentos se organizam mais facilmente para encontrar soluções e até mesmo significado para algumas experiências traumáticas.

Segundo o pesquisador, isso é fundamental já que, uma vez que você encontra um grande significado em suas dificuldades, mais resistente você estará diante deles. E o mesmo vale para os desafios no trabalho ou em um pesquisa, por exemplo. Nem sempre as pessoas mais felizes são aquelas que têm os trabalhos mais fáceis, mas sim aquelas que conseguem encontrar razões para continuar a executá-lo.

5. Escrever te torna mais sábio
Manter um diário permite entender mais sobre a vida como um todo, suas emoções, as atividades que você faz mais rapidamente, em quais tarefas se desenvolve mais rapidamente, como aprende mais rápido.

Prova disso está no hábito de duas das mais importantes escritoras do século 20, Virginia Woolf e Anais Nin, que mantinham suas histórias de vida atualizadas no papel. Para ambas, o hábito de manter um diário com suas ideias, perturbações, novas atividades e novos ensinamentos era uma maneira de evoluir, ser mais criativa e, é claro, deixar de lado as ideias que não acrescentam nada em sua arte.

(Fonte: Porvir) 
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Como cuidar da reputação online de sua empresa

Como cuidar da reputação online de sua empresa


Estar na internet é quase que obrigatório nos dias de hoje. Seja para a divulgação do negócio ou relacionamento com os clientes, ter um site e redes sociais é cada vez mais importante para os empreendedores. Mas, com a ansiedade de estar online, algumas questões podem passar despercebidas, como cuidar da reputação online.

Foi-se o tempo em que as pessoas apenas confiavam nas recomendações de boca a boca. Hoje em dia, é muito comum buscar na internet referências sobre empresas e serviços. Existem até sites especializados nos quais é possível fazer reclamações e registrar suas impressões sobre determinadas empresas e serviços.

Como na internet as notícias se espalham rápido e estão expostas a um enorme número de pessoas, é importante tomar alguns cuidados. Por isso, listamos algumas dicas para você manter a reputação online da sua empresa.

Conquiste comentários positivos
Nos sites é possível ter uma sessão de comentários, assim como nas redes sociais. Por isso, conquiste seus clientes para que eles façam reviews positivas sobre a sua empresa ou serviço, deem notas altas e etc. A maioria das pessoas buscam referências antes de se entregar a uma nova marca.

Monitore as redes sociais
Se a sua empresa possui alguma rede social, monitore-a. É importantíssimo que você saiba tudo o que está sendo dito sobre o seu negócio e responda as dúvidas e críticas dos seus clientes, caso contrário, um pequeno problema mal solucionado pode arruinar a reputação da sua empresa. Por isso, seja profissional com as críticas, esclareça dúvidas e solucione problemas da forma mais profissional possível.

Exponha-se o necessário
Na ânsia de “dominar” a internet, muitos empreendedores abrem contas em todas as redes sociais possíveis pensando que esta é a melhor forma de conquistar novos clientes. Mas será mesmo necessário? Muitas vezes ter um site e uma página no Facebook com atualizações periódicas e bom conteúdo já é o suficiente. Evite criar muitas contas que depois ficarão esquecidas, na hora que um cliente procurar sua empresa pelos buscadores e achar uma rede social desatualizada, pegará mal.

Crie alertas do Google
No Google existe uma função chamada Alertas. Com ela, você pode monitorar tudo o que é falado sobre a sua empresa ou algum assunto específico. Você só precisa informar uma palavra-chave que deseja monitorar para receber emails periódicos sobre tudo o que está sendo falado sobre a sua empresa.

(Fonte: DNA do Empreendedor) 


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5 passos para o marketing de influência no Instagram

5 passos para o marketing de influência no Instagram

Com mais de 600 milhões de usuários, a comunidade do Instagram conta com muitos criadores de conteúdo. Por esse e outros motivos, se tornou uma plataforma de referência quando se fala em marketing visual. Um dos últimos algoritmos lançados organiza o feed de notícias por postagens baseadas em engajamento invés de ordem cronológica. O que significa que os anúncios e o marketing de influência se tornaram ainda mais importantes na rede.

Assim, as marcas podem (e vão) fortalecer relacionamento com influenciadores digitais para desenvolver sua criatividade. Dedicados a uma audiência engajada para construir sua imagem de maneira autêntica e orgânica. Funciona mais ou menos como quando um amigo recomenda um destino de viagem para as férias. Você aceita a sugestão por confiar em seu julgamento.

Um dos mais excitantes aspectos do marketing de influência no Instagram é a incrível mistura de pessoas representadas. O que abrange diversos nichos de todas as partes do mundo. Personal trainers usam a rede para divulgar seu estilo e metodologia, designers de interiores usam para exibir seu portfólio, fotógrafos usam para catalogar suas viagens e até mesmo chefs usam para publicar suas receitas.

Mesmo que esses influenciadores tenham mais seguidores que as celebridades da mídia ainda assim serão vistos de forma diferente. Isso acontece porque o público mantém relacionamento de mais proximidade com eles. Se eles se comprometem a colaborar com uma marca essa opinião não será apenas genuína como levada à sério por seus seguidores.

Encontrar um influenciador e concordar colaborar com ele pode ser um exercício que consome um tempo difícil de mensurar. Para melhores resultados, esse processo de 5 passos pode ajudar se guiar.

1. Faça a lição de casa
Temos muito a tirar de aprendizado sobre o que outras marcas já fizeram em marketing de influência. Descubra o que funcionou para eles, inspire-se com diferentes tipos de conteúdo que postaram e repare em quais conteúdos conquistam o maior engajamento. Você também pode se informar sobre o que seus concorrentes estão fazendo, assim como outras marcas que oferecem uma demografia semelhante.

Por último mas não menos importante, também temos o blog Instagram for Business. Nele você encontra dados sobre estudos de casos e novas ferramentas e recursos. É um bom lugar parasaber como as marcas conseguem obter o máximo do Instagram.

2. Desenvolva com clareza o briefing
Sua campanha será mais bem sucedida se permitir a liberdade criativa do influenciador. Ele sabe que sua audiência vai realmente gostar. Assim como é importante alinhar os objetivos a serem atingidos. A liberdade criativa é uma chave para o sucesso do marketing de influência no Instagram. Confie neles para criar uma campanha autêntica e com potencial de engajamento.

3. Escolha influenciadores relevantes
Uma vez que se tem uma ideia clara do que se quer atingir, o próximo passo é encontrar influenciadores relevantes. Esse ponto é crucial porque, se algo sair errado, pode ser bem caro e por isso vale a pena investir mais tempo para fazer a decisão certa. Existem influenciadores para praticamente todos os mercados.

Seja moda, lifestyle, viagem, fitness, você encontrará mais que algumas boas opções. Uma das muitas maneiras de encontrar pessoas é pesquisando por hashtags e encontrar posts que tenham tido bom engajamento (muitos likes e comentários). Você também pode encontrar influenciadores nos perfis de outras marcas. Pesquise posts onde existam tags com outras pessoas como criadores desse conteúdo.

4. Entrar em acordo sobre a estrutura de colaboração
Uma vez que encontrou os influenciadores com quem quer trabalhar, você precisará combinar com eles e entrar em acordo com uma estrutura de colaboração. Existem cinco aspectos-chave que você precisará negociar:

Prazos: seja decidido sobre o deadline e destacar que é incontestável que seja cumprido.

Outputs: seja claro com o que você quer que seja produzido. Por exemplo, duas peças de um mesmo conteúdo, uma para ser publicada na conta do influenciador com uma menção à marca e outra que você irá utilizar a seu critério.

Uso de conteúdo: deixe que eles saibam quais direitos de uso do conteúdo você quer. O influenciador irá sempre reter a propriedade de criador, mas normalmente é possível pedir direitos por em torno de dois anos de uso total do conteúdo.

Pagamento: Os influenciadores a nível de celebridade podem pedir uma taxa por seus serviços. Mas é possível negociar também através de experiências de valor que seu produto ou serviço possa oferecer, algumas vezes até mesmo entender a vaidade, motivações e aspirações do influenciador pode representar um ganho de confiança que eleve o relacionamento e o torne um defensor de sua marca. Quando estiver negociando um valor, tenha em mente que serão múltiplos serviços envolvidos: criação de conteúdo, direitos de uso e acesso à uma audiência.

Hashtag Patrocinada: Regulamentos sobre hashtags patrocinadas variam por região e estão em constante modificação. A sugestão é por segurança sempre utilizar #patrocinado, #ad, #spon ou hashtags semelhantes que evidenciem ao público que se trata de um conteúdo relacionado à marca, o que não faz nenhuma diferença para o desempenho ou resposta à postagem.

5. Maximize o valor do conteúdo
Ganhe valor adicional sobre o conteúdo no Instagram fazendo reposts e adaptações em outros canais. Aqui vão três exemplos:

Publicar na página de produto/serviço: Insira as postagens do influenciador na página onde as pessoas irão saber mais sobre seu produto, como parte de um overview. Embedar o conteúdo do Instagram pode aumentar em 23% a taxa de conversão e até 40% de tempo na página.

Publique como Facebook Ads: É importante manter seus anúncios atualizados com novos conteúdos. Esse papel pode ser suprido pelas postagens do influenciador, que pode aumentar as conversões na página de destino em 19%.

Publique nas mídias sociais: Onde sua marca estiver presente, não deixe que mostrar aquilo que estão fazendo e o conteúdo incrível que tem sido criado junto ao influenciador. As páginas mais ativas nas redes sociais podem ter até 80% de criações originadas de influenciadores e até usuários defensores de marca. E não se esqueça, sempre tenha certeza da permissão de uso de imagem de outras pessoas.

(Fonte: Comunique-se) 
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Seis orientações para aumentar o network em espaços compartilhados

Seis orientações para aumentar o network em espaços compartilhados

Um network bem-feito é um rápido caminho para o crescimento e alguns passos se mostram diferenciados hoje em dia, sendo muito importante buscar não só possíveis clientes, mas também parceiros que atuem em áreas próximas ou complementares.

Isso faz com que os escritórios compartilhados sejam um grande diferencial para as empresas que buscam aprimorar suas redes de relacionamentos, pois, quem aprende a utilizar o espaço para possibilitar uma troca com os parceiros, invariavelmente, conseguem um crescimento mais rápido, principalmente em função de troca de indicações seguras.

Assim, veja algumas dicas para aprimorar o relacionamento e gerar mais negócios:
Busque aparecer adequadamente - quem não é visto não é lembrado, assim, mesmo que seja uma pessoa introspectiva, busque estar em locais onde haja bastante pessoas que possam gerar negócios e passe a lutar contra a timidez e divulgar suas ideias;

Não crie inimigos – muitos profissionais possuem uma postura negativista, criticando qualquer serviço que não seja o dele, isso não pega bem, sem contar que se o comentário chegar a pessoa alvo, poderá causar indisposição e inimizades. Você só tem a perder;

Busque agregar – é papel de um profissional ser agregador, tanto de conteúdo, quanto de pessoas. Assim, busque constantemente atualização sobre temas pertinentes e busque criar uma corrente de profissionais de áreas análogas para indicação, o que fará com que seja respeitado pelo grupo;

Cada um no seu quadrado – evite oferecer serviços para áreas que não são a sua especialidade, pois, cada um tem um ramo de atuação, que deve ser respeitado, o que gera muito mais respeito e troca de indicações;

Seja precavido - Esteja sempre munido de cartão de visita e/ou apresentações de sua empresa, pois nunca se sabe quando surgirá uma possibilidade de negócios ou uma pessoa que poderá se interessar pelos seus serviços no futuro;

Não exagere – Existe uma linha muito tênue entre ser uma pessoa de network e ser o chato, assim, se policie, veja se não está sendo muito invasivo. Lembrando que muitas vezes o simpático, pode estar forçando a amizade.

(Fonte: Administradores)





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10 passos para se falar bem em público

10 passos para se falar bem em público

Falar é a maneira mais simples de transmitir informação de um HD (o cérebro de uma pessoa) para outro (o cérebro de outra pessoa).

Nunca se inventou uma maneira mais fácil de passar conhecimento adiante. Mas, para que essa comunicação seja bem-sucedida, é bom que quem esteja falando domine alguns princípios.

É a arte de falar bem. Ela envolve um bom conteúdo, um orador treinado, uma bela dose de emoção e bastante coragem. Afinal, para muita gente, só a ideia de abrir a boca já é aterrorizante.

Em 2013, a empresa britânica OnePoll divulgou os resultados de uma pesquisa feita com 2 mil voluntários, que perguntava quais eram as situações que mais lhes causavam temor.

Falar em público só ficou atrás do medo de perder entes queridos, e ganhou do medo de ser enterrado vivo, de cobras, de fogo e até do medo do fim do mundo.

Há milênios, os seres humanos têm se debruçado sobre as melhores maneiras de encarar o grande desafio que é abrir a boca na frente de outras pessoas.

Na Antiguidade, os pensadores chamavam isso de retórica – e gastaram bibliotecas inteiras estudando suas técnicas.

No século 20, foram inventados os livros de autoajuda: um dos mais importantes foi o de Dale Carnegie, Como Falar em Público e Influenciar Pessoas no Mundo dos Negócios (ele também foi o autor de Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas).

No século 21, é a vez da ciência entrar no assunto: tom de voz, palavras por minuto, expressão corporal – tudo isso ajuda a superar o medo e passa uma boa mensagem. Nas próximas páginas, olhamos para esses séculos de conhecimentos e compilamos as melhores dicas para você se tornar um orador de boca cheia.

1. Tenha algo a dizer.
A primeira dica é também a mais óbvia. Saber o que dizer é escapar de obstáculos no meio do caminho. O primeiro deles é o ego inflado.

Só conte detalhes da sua vida se eles forem indispensáveis à mensagem que você quer passar. Vamos supor que você teve uma infância pobre, mas que, depois de muita luta, tornou-se o presidente de uma grande empresa – e você quer falar sobre a importância do trabalho duro.

Nesse caso, sua história pessoal até é um bom exemplo. Mas mencionar detalhes dispensáveis, tipo o itinerário do ônibus que você tinha que pegar para chegar ao trabalho em 1995, vai resultar num ouvinte aborrecido. O segundo obstáculo é mais difícil de transpor: a falta de foco.

Aí o jeito é ser o mais específico possível. Bole uma fala sobre um assunto singular – e inesperado. Falar sobre “trabalho duro”, por exemplo, pode ser interessante.

Mas mais interessante seria falar sobre “como o trabalho duro transformou um menino pobre em milionário”.

E superinteressante (turuntss) mesmo seria contar “por que o trabalho duro às vezes não é suficiente para vencer na vida”.

Quanto mais detalhada e inovadora a sua proposta, mais chance de você saber o que dizer. E já leva à próxima dica…

2. Faça um resumo.
Todo ano, algumas das pessoas mais criativas do mundo se reúnem no TED, uma grande conferência global de palestras.

Tem escritor, tem rockstar, tem inventor, tem ativista, tem CEO, tem comediante. O que não tem é apresentação chata.

Pode conferir: as melhores estão no YouTube e no próprio site do TED, e já foram vistas mais de 1 bilhão de vezes.

As TED talks, como são chamadas as palestras, têm outra coisa em comum: são todas curtas, raramente ultrapassam os 20 minutos.

O que pouca gente sabe é que, quanto menor for o seu tempo de palco, mais longa vai ser a sua preparação.

É que resumir consiste em deixar coisas de fora. Para isso, tente resumir a sua ideia em, no máximo, 15 palavras – e coloque-a no papel.

Mude os termos, mexa na estrutura da frase, pense em sinônimos que expressem melhor a sua teoria. Encontre profundidade e emoção.

Esse exercício é importante para garantir que a sua fala não vá para uma direção inesperada. O resumo vai servir de farol para toda a sua apresentação: se você não conseguir enfiar todos os assuntos importantes em 15 palavras, talvez seja sinal de que o discurso tem assunto demais.

Corte. Caso contrário, você terá que passar por eles de forma muito rápida, superficial – e de maneira que o público não vai se envolver.

3. Manipule.
“Senhoras e senhores da turma de 98: Usem filtro solar”. Lembra desse discurso? Quando viralizou nos e-mails no fim dos anos 1990, foi atribuído a um professor prestes a morrer de câncer de pele, que falava aos seus alunos sobre o sentido da vida.

O texto é da jornalista Mary Schmich, e ficou famoso no Brasil na voz de Pedro Bial. Na verdade, não era um discurso – foi publicado originalmente num jornal.

Mas fez um sucesso estrondoso. Tudo graças a alguns ingredientes essenciais, como uma narrativa simétrica (ele começa e termina falando sobre filtro solar), o fator surpresa e a conexão emocional.

Se você quiser apenas uma dica para as suas palestras, anote esta: mire no sistema límbico.

Essa é aquela parte do cérebro que controla nossas emoções (pense no lugar onde ficam os personagens do filme Divertidamente).

Compartilhar memórias relevantes, que tenham apelo emocional e com as quais seja fácil se identificar, faz com que a plateia embarque no que você disser.

Histórias de superação, de amor e de morte são imbatíveis nesse quesito – mas atenção: o ideal é que as emoções sejam reais. O público consegue farejar de longe quando o palestrante está apelando.

4. Improviso x decoreba.
No dia 28 de agosto de 1963, nos degraus do Memorial Lincoln, em Washington, Martin Luther King disse que tinha um sonho – e mudou a história dos negros nos EUA. Mas as palavras mais famosas de um dos discursos mais marcantes da história quase ficaram de fora.

O momento era tenso. O movimento negro queria fazer pressão para que o presidente John F. Kennedy assinasse uma lei que garantisse a igualdade racial no país, mas o discurso de King tinha de ser pensado com cuidado para não pisar no calo de ninguém.

Ele começou seguindo à risca as palavras escritas por uma equipe de assessores, numa cadência até monótona.

Mas, lá pelo décimo minuto, a cantora Mahalia Jackson, que já tinha ouvido outros discursos mais inspirados de Luther King, pediu para que ele falasse do sonho.

Ele ouviu. E improvisou. No ano seguinte, a lei foi assinada e Martin Luther King ganhou o Nobel da Paz. Tudo graças ao jogo de cintura.

Uma das decisões mais difíceis que você vai tomar ao bolar a sua fala é: melhor decorar o texto ou melhor deixar espaço para o improviso?

A vantagem do roteiro é que você terá controle sobre o tema e o tempo. Se essa for sua decisão, você vai ter de memorizar cada palavra – e então repetir as frases até que elas não pareçam decoradas. Acredite, isso é difícil.

O seu roteiro deverá ser em linguagem coloquial, próxima da fala.

Se não houver cuidado nessa parte, você vai parecer num jogral. E ninguém suporta isso. Já em reuniões de trabalho ou apresentações para clientes, por exemplo, o improviso é mais comum.

Aí o importante é decorar a mensagem que você quer passar. Prepare-se para o pior. E se der um branco? E se você esquecer algum detalhe? E se o tempo acabar?

5. O começo e o fim.
O começo de uma palestra é a hora de agarrar o seu público pela nuca. Procure no YouTube a palestra da comediante Maysoon Zayid no TED.

Ela tem um tipo de paralisia cerebral que faz com que o seu corpo trema o tempo todo. A apresentação começa assim: “Eu não estou bêbada – mas o médico que fez o meu parto estava”.

Pronto: com uma piada que carrega uma grande carga dramática, você está fisgado. Drama, aliás, é uma bela maneira de começar, principalmente se a sua fala vai propor soluções para esse problema, ou discuti-lo de uma maneira leve, como Zayid fez.

Se você tem uma informação surpreendente, jogue-a para os primeiros segundos. Vai mostrar uma foto? Diga, antes de revelar, que aquela imagem mudou a sua vida.

Em questão de segundos, você terá a atenção da plateia toda. O cérebro humano adora experimentar uma novidade. Uma surpresa boa é o equivalente a uma injeção de dopamina, o neurotransmissor do prazer.

Um elemento inesperado também deixa as pessoas em alerta, graças à liberação de noradrenalina, ligada ao estado de vigília.

Um início de palestra que, ao mesmo tempo, surpreenda e anuncie surpresas maiores ainda por vir é praticamente infalível.

O final da palestra é igualmente importante – e difícil. “É o momento de maior emoção. Se o orador não fizer uma boa leitura da plateia, pode usar emoção demais ou de menos e até comprometer o discurso”, diz o professor de expressão verbal Reinaldo Polito.

O objetivo da sua fala era expor um problema? Sugira uma solução prática, prometa fazer a sua parte, convide a plateia a fazer o mesmo.

Se você citou uma história curiosa lá no início, volte a ela no fim. O importante é garantir que a audiência saia sem a sensação de que ficou faltando alguma coisa.

6. Ensaie, ensaie, ensaie.
Se você optar pela decoreba, vai ter de se acostumar com a repetição. Foi assim que você guardou aquele hit grudento do Carnaval passado, e é assim que a sua fala vai ganhar vida.

É durante a repetição que você vai adicionar frases, mudar palavras e ganhar familiaridade com seu próprio texto. Em seguida, convide amigos ou membros da família para ensaiar.

Faça perguntas específicas para obter um feedback eficiente. Eis alguns exemplos infalíveis:

“Deu para entender o que eu disse? Alguma parte ficou confusa? Fiz algum movimento estranho com as mãos? Em algum momento pareceu que eu estava recitando um texto decorado? Usei alguma palavra que não soou bem? Gaguejei? Minha voz deu sono? O que você mudaria no meu discurso?”

Ouça as opiniões dos críticos, incorpore mudanças e repita o processo. E fique de olho no relógio.

Se você tem meia hora para falar, é ideal que se planeje para terminar em 28 minutos.

7. Jogo de corpo.
Agora que o roteiro da sua fala está na ponta da língua, é hora de afiar a linguagem corporal. A segunda palestra mais popular da história do TED, com quase 50 milhões de visualizações, é sobre power posing (algo como “poses do poder”).

Durante 20 minutos, a psicóloga Amy Cuddy mostra as maravilhas de uma expressão corporal clara, assertiva e positiva.

Para ela, aparecer no palco como a Mulher Maravilha, com o queixo erguido e as mãos na cintura, causa mais do que um efeito psicológico na plateia: altera o cérebro do palestrante.

A ideia do power posing é a seguinte: quando uma pessoa adota uma postura de “poder”, com o peito aberto, nariz empinado e braços à mostra, ela acredita na própria capacidade.

Assim, seu corpo é inundado com doses de testosterona, o hormônio associado à dominância e à assertividade. Em contrapartida, caem os níveis de cortisol, o hormônio do stress.

Essa mudança química faz com que o sujeito fique mais disposto a se arriscar. Ou seja, além de parecer um super-herói aos olhos do público, a pessoa também se sente um.

A teoria não é infalível. Em 2015, uma pesquisa feita com um número maior de voluntários e metodologia diferente não identificou indícios suficientes para dizer que fazer pose altera os hormônios do corpo.

No entanto, os efeitos na plateia são perceptíveis. Afinal, é muito mais fácil se engajar na fala de uma pessoa com boa presença de palco e que não se esconde do público.

A postura não é a sua única arma corporal. O rosto também é capaz de muito. Não deixe de fazer contato visual com a plateia – seres humanos são programados para detectar os menores movimentos nos músculos ao redor dos olhos e estamos o tempo todo tentando interpretar as expressões alheias. Faça isso com as pessoas que estiverem mais próximas.

Elas farão o mesmo. Olhar nos olhos faz com que dois cérebros comecem a entrar em sintonia, inconscientemente. Isso funciona especialmente bem em apresentações de trabalho ou ambientes menores.

Culpa dos neurônios-espelho (os mesmos que fazem com que a gente sinta vergonha alheia, por exemplo). Se um olhar firme estiver acompanhado de um sorriso, você já estará a meio caminho andado para o sucesso.

8. Fique tranquilo. (Ou não).
Em 1998, os tabloides exploraram até a última gota o caso extraconjugal que o então presidente dos EUA, Bill Clinton, teve com a estagiária da Casa Branca Monica Lewinsky.

O escândalo abalou o governo de Clinton, mas certamente pesou mais para o lado da moça, que foi publicamente humilhada numa época em que a internet começava a se popularizar.

Dezessete anos depois, Monica Lewinsky resolveu contar a sua versão dos fatos. Diante de uma plateia ansiosa, no TED de 2015, falou sobre sua experiência traumática com o cyberbullying.

Para alguém que desenvolveu pavor da opinião pública, não era um trauma fácil de enfrentar no palco.

No dia de seu discurso, Lewinsky se preparou com uma rotina de relaxamento: exercícios de voz, mantras, uma curta caminhada para liberar adrenalina e até uma sessão relâmpago de meditação.

Mesmo assim, não dá para dizer que ela estava calma. Pelo contrário: ela disse que estava sentindo “relâmpagos de medo”.

Deu para ver. Ao longo dos 20 minutos de seu discurso, a moça mostrou alguma insegurança e deu umas travadas.

É compreensível. Quando você está diante de uma situação ameaçadora ou desafiadora, a amígdala (área do cérebro responsável por respostas automáticas e instintivas) libera adrenalina, dilata os vasos sanguíneos e deixa você em estado de alerta.

Aí o neocórtex cerebral (o departamento que cuida das decisões racionais) entra em ação e tenta convencer o seu corpo de que vai ficar tudo bem.

No caso das pessoas muito tímidas, essa autoajuda do neocórtex não funciona tão bem, e a luzinha de alerta continua acesa. A adrenalina seca a boca e faz gaguejar.

Se você for desse tipo, vale fazer o que Lewinsky tentou: respirar fundo para oxigenar o cérebro, beber água (mas não muito a ponto de encher a bexiga) e evitar comidas pesadas.

Mas também tem outro jeito de encarar o desafio. A psicóloga americana Alison Wood Brooks, da Harvard Business School, descobriu que tentar manter a calma nem sempre é o melhor caminho para, bem, manter a calma.

Numa série de estudos, ela analisou o estado mental de 450 voluntários antes de performances públicas (como fazer discursos ou cantar no karaokê) em duas situações: quando eles tentavam se acalmar ou quando abraçavam a ansiedade e a excitação do momento.

As pessoas que repetiam para si mesmas frases como “estou empolgada” mostraram uma tendência a encarar a situação como uma oportunidade, não como uma ameaça.

E se saíram melhor que as que tentaram se acalmar. Para a cientista, é tudo uma questão de coerência.

Encontre o ritual que deixe você mais confortável e se, mesmo assim, o nervosismo não passar, pense que você pode usá-lo a seu favor.

9. Dite o ritmo.
Em média, as 3 mil palavras escritas neste texto até agora levam 15 minutos para ser lidas, já que conseguimos ler mais ou menos 200 termos por minuto.

Uma boa apresentação é mais lenta: varia entre 130 e 170 palavras por minuto. O discurso “Eu tenho um sonho”, de Martin Luther King, tem por volta de 100 palavras/minuto.

No contexto em que ele foi dito, fazia sentido. Não dá para acelerar demais quando você fala para 200 mil pessoas. Mas, se seu público é menor, o importante é variar.

Você pode diminuir o ritmo ao se aproximar de um tema espinhoso, como quando Monica Lewinsky falou sobre os momentos mais dolorosos de sua vida.

Explicar um conceito complicado também exige calma. Dê espaços longos entre as palavras e permita que seu público absorva o que você acabou de dizer. Mas está liberado acelerar o ritmo para construir um clímax ou contar uma piada, por exemplo.

10. Hora do show.
Em 2015, pesquisadores canadenses entrevistaram 2 mil voluntários e monitoraram seus cérebros para tentar descobrir o limiar de atenção médio de um ser humano.

Ou seja, por quanto tempo uma pessoa se concentra sem se distrair. O resultado? Bem menos tempo do que você levou para ler este parágrafo até agora: 8 segundos. É o que você vai ter para agarrar a atenção do seu público.

Pintou uma tremedeira no início da fala? Tente uma piadinha inofensiva sobre como você está nervoso. Ao longo de anos na curadoria do TED, Chris Anderson descobriu que a audiência costuma sentir empatia pelas pessoas que admitem o próprio nervosismo.

“Seus ouvintes vão torcer ainda mais pelo seu sucesso”, diz. Depois, encontre entre a plateia aqueles três ou quatro que parecem mais interessados. Em vez de fixar o olhar num ponto do horizonte, olhe diretamente para esses seus novos amigos.

A sensação será que você está tendo uma conversa franca com todo mundo.

(Fonte: Exame)
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Facebook vai reduzir alcance de manchetes sensacionalistas

Facebook vai reduzir alcance de manchetes sensacionalistas

O Facebook anunciou um novo recurso para evitar a propagação de notícias com manchetes sensacionalistas. Uma série de atualizações do feed de notícias da rede social pretende reduzir o alcance de matérias que exageram nas informações destacadas em suas chamadas. Por enquanto, a novidade só está disponível em inglês, mas a companhia espera expandir para outros idiomas em breve.

A empresa já havia feito um esforço na mesma direção em 2016, quando outra atualização reduzia o alcance de páginas e fontes que publicavam consistentemente notícias com essas características. A diferença, segundo o Facebook, é que agora serão levados em conta postagens individuais na análise, o que pode tornar o mecanismo mais preciso.

Outra mudança é que a equipe de engenheiros da rede social também vai dividir seus esforços para identificar duas categorias distintas de manchetes sensacionalistas. Então, a análise vai separar títulos que retém informações (você não vai acreditar no que essa garota viu quando olhou embaixo do sofá) dos que exageram fatos (WOW! Chá de gengibre é o segredo para viver para sempre. Você PRECISA ver isso!).

Por causa da atualização de 2016, o Facebook aprendeu que analisar separadamente os tipos de estratégia usadas para atrair clique é mais eficiente do que tentar fazer tudo simultaneamente. Com isso, uma equipe da rede social analisou centenas de milhares de manchetes e as dividiu entre as que ocultavam informação e as que exageravam. Foram identificadas frases que são comumente utilizadas em títulos sensacionalistas. Com esse critério, o Facebook pretende reduzir esse tipo de chamada do feed de notícias, mais ou menos como os filtros anti-spam funcionam nos serviços de e-mail.

Impacto. O Facebook também alerta que a maior parte das páginas não verá mudanças na distribuição de suas publicações no Feed de Notícias depois da atualização. No entanto, aquelas que usam o recurso sensacionalista devem esperar um alcance mais baixo. A empresa também informa que se uma página deixar de postar manchetes sensacionalistas, o alcance de suas publicações voltará ao normal.

(Fonte: Link Estadão)  Ler notícia completa

Os 5 principais desafios para gerenciar uma crise

Os 5 principais desafios para gerenciar uma crise

Carne Fraca, Acrônimo, Dragão ou Calicute. Não importa o nome da operação. Na era da Lava-Jato, muito mais que em qualquer outra época na história desse país, as crises corporativas acontecem quando menos se espera e poucas empresas estão realmente preparadas para enfrentá-las. A consultora Ana Flavia Bello Rodrigues, líder sênior de marketing e comunicação e diretora da IMCR Com, empresa especializada em Gerenciamento de Crise, lista aqui os cinco principais desafios dessa gestão.

1)    Dificuldade em diferenciar os possíveis incidentes e prever quais vão ou não se tornar uma crise. A maior parte das crises surge por negligência a riscos potenciais e sinais de alerta anteriores, mas a maioria dos incidentes nunca se tornará uma crise.

2)    Falta de manual padrão para ser aplicado em qualquer caso. Crises são complexas de administrar. Cada situação gera uma reflexão específica e soluções customizadas.

3)    Agilidade e cautela para responder à crise. As respostas à crise precisam ser muito rápidas, mas há que se ter cuidado com a precipitação para não ter que voltar atrás depois de melhor apuradas as informações.

4)    Transparência com pudor. Há sempre um dilema nas respostas ao consumidor e para a imprensa, entre ser transparente e não expor a empresa, ao mesmo tempo.

5)    Coragem e liderança. Poucos CEO´s ou líderes estão realmente engajados no processo de gerenciamento de crise e estão disponíveis e preparados para colaborar e se expor diante de uma crise real.

(Fonte: Comunique-se)
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Comunicação, no fim, é estabelecer pontes

Comunicação, no fim, é estabelecer pontes

Do latim “communicare”, o termo comunicação abrange múltiplos significados. Um dos mais relevantes talvez seja “compartilhar”, verbo bitransitivo que resume a máxima “tornar algo comum”. Comunicação pressupõe interação, contato, troca.

Se a natureza do ato é o diálogo, por que, entre parte dos especialistas da área, existe tanto monólogo?
Por que a arrogância, o pedantismo, a soberba e a presunção, como verdadeiras epidemias, têm “contaminado” mais e mais jornalistas, RPs, publicitários e uma gama extensa de profissionais que atuam nas diversas especialidades da comunicação social?

Nem estagiários estão escapando.
Outro dia, no contato a um grande veículo, pensei estar falando com a própria Miranda Priestly, a chefe megera de “O Diabo Veste Prada” (2006), vivida pela todo-poderosa Meryl Streep. “Você é a nova coordenadora de conteúdo?”, perguntei. “Estagiária. Por quê?”, devolveu rispidamente a moça, que nem se deu ao trabalho de ouvir a informação exclusiva que eu iria passar. O editor atencioso do veículo concorrente, que se deu ao trabalho de escutar, acabou publicando a notícia com exclusividade. C’est la vie…

Escutar. Parece que esse é o ponto:
“Acho que nunca escutamos tão pouco. E talvez por isso nunca fomos tão solitários. Quando faço palestras sobre reportagem, os estudantes de jornalismo costumam perguntar o que devem fazer para se tornarem bons repórteres. Minha resposta é sempre a mesma: escutem. Acredito que mais importante do que saber perguntar é saber escutar a resposta. Não apenas para ser um bom jornalista, mas para ser uma boa pessoa. Escutar é mais do que ouvir. Como repórter e como gente esforço-me para ser uma boa ‘escutadeira’”, ensina a brilhante jornalista Eliane Brum no igualmente brilhante artigo “Por que as pessoas falam tanto?”.

“É a escuta que nos leva ao mundo. E é a escuta que nos leva ao outro. Quando não escutamos, nos tornamos solitários, mesmo que estejamos no meio de uma festa, falando sem parar para um monte de gente. Condenamo-nos não à solidão necessária para elaborar a vida, mas à solidão que massacra, por que não faz conexão com nada. Não escutamos nem somos escutados. Somos planetas fechados em si mesmos. Suspeito que essa é uma época de tantos solitários em grande parte pela dificuldade de escutar”, completa Brum.

Uma pessoa presunçosa tem poucas chances de evoluir, justamente porque imagina que não precisa mais aprender. É um comportamento nocivo, que tolhe o desenvolvimento, pessoal e profissional. Na comunicação, então, é nefasto. “A arrogância dos jornalistas trava o crescimento. Comparado a outros setores, esse é um dos mais arrogantes”, afirma a psicóloga especializada em comportamento organizacional Betânia Tanure, ex-diretora da Fundação Dom Cabral, conselheira de empresas e colunista do Valor Econômico.

“A cultura das empresas de comunicação no Brasil ainda é muito hierarquizada. Existe o ‘manda quem pode, obedece quem tem juízo’. Num momento de mudanças profundas [como o enfrentado atualmente pelo setor], é preciso ousar, arriscar e errar, necessariamente. Aqui entra, também, a questão da arrogância, pois se você erra num sistema autoritário, acaba por não alimentar o seu processo de inovação. Aqui está um grande desafio a ser enfrentado”, destaca.

Saber escutar, reconhecer o próprio erro e ter humildade para aprender, além de digno, é fundamental para as relações.

(Fonte: Comunique-se)  Ler notícia completa

10 dicas e truques essenciais para tirar o máximo do WhatsApp

10 dicas e truques essenciais para tirar o máximo do WhatsApp

O aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp tem mais de 1,2 bilhão de usuários em todo mundo e só uma parcela deles conhece todos os recursos do serviço. Conheça, a seguir, a seleção das melhores dicas para usar o WhatsApp.

USE FONTES DIFERENTES NA SUA CONVERSA
Você pode usar fontes em negrito e itálico e também riscar as suas mensagens. Para usar o negrito, coloque o conteúdo com três acentos graves, assim: '''conversa'''. Já para o itálico, use asteriscos: *conteúdo*. Se você quiser riscar o que digitou, é só colocar o conteúdo entre dois ~, assim: ~conversa~

COMO ARQUIVAR CONVERSAS

Para esconder um contato esporádico ou não mandar um conteúdo por engano, é possível arquivar a mensagem. Para isso, abra a página inicial pressione o contato. Irá aparecer um ícone com o símbolo de um arquivo. Clique nele que a mensagem estará armazenada. Para acessá-la novamente, é só ir no final de suas conversas que aparecerá o item “Conversas arquivadas”

MUDE O SEU STATUS

O WhatsApp também permite que o usuário compartilhe fotos, vídeos e GIFs animados que desaparecem após 24 horas para os contatos salvos na agenda. Para fazer um novo post, vá até a tela de Status e toque no ícone verde. Você também pode alterar a privacidade dos itens que compartilhou, para escolher quem pode vê-los. Para isso clique em Status, depois em Menu e, então, em Privacidade do status.

MUDE O NÚMERO DE TELEFONE
Mudar o número de telefone permite migrar os dados da sua conta, seus grupos e suas configurações para um novo aparelho. Vá em Configurações, depois Conta e, por fim, Mudar o número. Insira o seu número antigo no campo superior. Depois, coloque o novo número no campo inferior e toque em Concluído, no topo da tela. O aplicativo vai verificar o seu número de telefone por SMS.

NOTIFICAÇÕES MAIS DISCRETAS
Abra as configurações de seu WhatsApp, acesse as opções de notificação e desative o botão “Mostrar Pré-visualização”. O Android também possui uma opção parecida de visualização parcial na tela de bloqueio do aparelho. No entanto, para ser desativada, devem ser desativadas todas as notificações. Você também pode buscar nas configurações do sistema Android a opção Ocultar conteúdo das notificações.

MODO INVISÍVEL
Para impedir outros usuários de saber a hora em que você entrou no WhatsApp pela última vez, percorra o seguinte caminho. Acesse Configurações, depois Conta, Privacidade e, então, Visto por último. Aqui aparecem três opções: “Todos”, “Meus Contatos” e “Ninguém”. Selecione a opção que mais se encaixa à sua preferência. Foto: Matheus Dias/Estadão

SERÁ QUE ELE LEU?
Acesse as configurações de seu aplicativo e depois entre em Conta, depois em Privacidade e em Confirmações de Leitura. Ao desabilitar a função, outros usuários não serão notificados de que as mensagens foram lidas, mas você também não poderá ver a confirmação de leitura de suas mensagens enviadas.

LIBERE ESPAÇO NO SMARTPHONE
É possível também desativar o armazenamento automático de mídia no aparelho. No iOS, é preciso acessar Ajustes e depois Ajustes de Conversa. Desligue o botão Salvar Mídia Recebida. No Android, entre em Configurações, depois em Conversas e em Uso de dados. Será possível escolher qual a rede utilizada para os downloads (Wi-Fi ou dados) e quais tipos de mídia devem ou não ser baixadas na seção Download Automático. Nessa opção, selecione também quais mídias podem ser baixadas em roaming e reduza o volume de dados das chamadas.

RECUPERE CONVERSAS APAGADAS

Acesse os backups com aplicativos que gerenciam arquivos no próprio smartphone ou no computador. Basta acessar WhatsApp, depois Databases e arquivos iniciativos em “msgstore-...”. Para mudar a periodicidade de armazenamento de backups de suas conversas, acesse o menu de Configurações, depois Conversas e Backup de Conversas.

WHATSAPP NO MAC E WINDOWS
Além da versão para a conversas pelo navegador, o Whatsapp também desenvolveu um aplicativo para computadores com sistema Mac ou Windows. Você pode instalar o recurso em seu computador no endereço (https://www.whatsapp.com/download/). Para funcionar, o app do serviço também deve estar instalado em seu celular.

(Fonte: Link Estadão)  Ler notícia completa

Saiba como deixar sua caixa de entrada mais organizada

Saiba como deixar sua caixa de entrada mais organizada

Todos os dias recebemos e-mails constantemente, dos mais diversos possíveis. Quem utiliza o correio eletrônico pessoal e corporativo recebe um número maior de mensagens para organizar. O Gmail oferece grande espaço para armazenamento, possibilitando que você acumule de maneira desmedida muitos e-mails em sua caixa de entrada. O que dificulta um pouco na hora de identificar o que é mais importante. Dessa maneira, se torna um pouco trabalhoso organizar os mais variados assuntos.

Pensando nisso, o Gmail desenvolveu muitas ferramentas que te auxiliam na hora de organizar sua caixa de entrada. Confira.

Marcadores
São ideias para quem costuma receber mensagens de diversos grupos como, trabalho, família, amigos, entre outros. Os marcadores são uma maneira muito prática de organizar e classificar os grupos pertencente dos e-mails que chegam. Por exemplo, você pode atribuir a mensagem que seu amigo te enviou ao marcador “Amigos”. Para definir o rótulo, basta acionar o botão Marcadores e escolher um nome para categorizar os grupos que você deseja designar os e-mails.

Faça uso dos filtros
Os filtros complementam os marcadores, disponibilizando categorias de mensagens que serão exibidas como guias de sua caixa de entrada. Ative esta função por meio do comando Configurações>Configurar caixa de entrada. Após, defina quais filtros deverão classificar as mensagens que você recebe. As mensagens que não são discriminadas serão exibidas normalmente na caixa “Principal”, categoria padrão do Gmail.

Marcador alternativo
Os marcadores por rótulos não são a única opção disponível para classificar os e-mails que você recebe na caixa de entrada. O Gmail disponibiliza de modo mais simples, estrelas coloridas como forma de marcação. Ao acessar o campo Configurações>Estrelas, você encontrará 12 opções de estrelas coloridas para identificar os seus e-mails e marcá-los de medo alternativo.

Arquivar
É provável que em alguns momentos a sua caixa de entrada esteja cheia de e-mails não lidos. Caso você queira esvaziar sua caixa de entrada e lê-los em outro momento, o Gmail oferece o recurso para o arquivamento desses e-mails.

Selecione o botão “Arquivar” no alto da página e a conversa sairá da caixa de entrada. Ao selecionar a função “Todas as Mensagens”, você localizará todos as mensagens novamente.

Várias caixas de entrada
Outra maneira de organizar seu correio eletrônico é criando várias caixas de entrada. Esse recurso é mais complexo mas extremamente útil para quem deseja organizar de forma mais minuciosa.

Acione “configurações”, selecione “labs”, procure por “várias caixas de entrada” e habilite a função. Essa atribuição permite que você subdivida sua caixa de entrada, atribuindo os e-mails que recebe, de acordo com o critério determinado.

(Fonte: DNA do Empreendedor) 
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Marketing digital: erros comuns

Marketing digital: erros comuns

Desenvolver estratégias de marketing digital para sua empresa tornou-se praticamente uma ação obrigatória. No entanto, alguns empreendedores pecam por abandonar ações que, muitas vezes, poderiam trazer mais rentabilidade ao negócio. Confira abaixo algumas destas ações que consistem nos principais erros em marketing digital.

Não manter o site atualizado
Criar um site com conteúdo relevante para seu público-alvo, conquistar leitores e depois de um tempo não atualiza-lo, pode colocar tudo a perder. O mesmo quesito para atualização vale para mudanças de layout: deixar o site sempre com o mesmo template não traz novidades a seus seguidores. Uma dica é usar as soluções do Presença Web da Embratel para deixar seu site sempre renovado.

Esquecer das estratégias de SEO
Além disso, não criar uma versão responsiva, ou seja, que possa ser acessada de múltiplos dispositivos, ou mesmo não trabalhar estratégias de SEO (Search Engine Optimization), também podem impactar a qualidade e autoridade deste canal.

Deixar de lado o Google Analytics
Não aproveitar o que o Google Analytics pode fazer por seu negócio é deixar de lado uma ferramenta muito útil para levantamento e conhecimento sobre seu público. Afinal, a ferramenta monitora os dados de tráfego, verifica a audiência (inclusive por geolocalização) e ainda ajuda nas conversões de usuários.

Não se preocupar com os e-mails marketing enviados
E-mails marketing quando não são bem executados, muito dificilmente, não são jogados pelo próprio receptor, na caixa de spam. O conteúdo direcionado ao público que o recebe, tem que ser estratégico, estimular a visita ao site e a compra de produtos e serviços. Cuidado também com a frequência que estes e-mails são enviados. Faça pesquisas e escute seus leitores para acertar o ponto de envio.

Oferecer conteúdo somente sobre sua empresa
Exagerar no conteúdo que só fale sobre sua empresa, os serviços que ela presta ou mesmo os produtos que oferece, não tem relevância e o público esquece ou se desinteressa. Procure conteúdos relevantes para inovar e trabalhe assuntos que tenham a ver com o que oferece.

Mídias sociais no limbo
Abrir perfis de seu empreendimento nas redes sociais e não atualizá-los com periodicidade adequada, coloca em risco o relacionamento com os seguidores. E mais: quando não atualizadas com conteúdo relevante, podem dar a impressão de ser páginas abandonadas.
Se os clientes usarem as redes sociais de sua empresa para reclamações ou elogios, nunca deixe de responder adequadamente. A Internet é rápida e apenas um comentário pode viralizar de forma negativa.

Mantenha o marketing digital em dia
É importante considerar que o marketing digital não funciona da noite para o dia. Cada ação do conjunto de estratégias aplicadas tem seu tempo certo. Ter pressa para obter resultados positivos é um erro recorrente de quem começa a aplicá-las na empresa.
Não tenha medo de recomeçar, caso seja necessário. Além disso, aja com calma e planejamento das ações e mantenha todo este conjunto em dia. Os resultados serão recompensadores.

(Fonte: DNA do Empreendedor)
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Escrever bem em 7 passos

Escrever bem em 7 passos

Guarde estas dicas num “estojo de primeiros-socorros linguísticos” e nunca se esqueça: Escrever bem é uma tarefa difícil, mas possível!

1. PLANIFIQUE O SEU TEXTO
Grande parte do sucesso de um texto está, sem dúvida, na sua planificação. Tal como um arquiteto não começa nenhuma obra sem a projetar primeiro, assim devemos proceder quando temos de escrever um texto, seja uma carta de apresentação, um e-mail profissional ou um artigo científico.

Quais são, então, os passos a dar para se construir um bom texto?

1 - Definir o tipo de texto que se vai escrever e os seus objetivos em função do destinatário.

2 - Fazer uma lista (ou esquema) das ideias ou tópicos, sem qualquer preocupação de ordem.

3 - Organizar esses tópicos, selecionando os relevantes e eliminando os supérfluos.

4 - Estruturar o texto em três partes: introdução, desenvolvimento e conclusão e incluir em cada uma destas partes os tópicos selecionados.

Se deseja escrever bem, fazer um plano é, seguramente, o mapa orientador do caminho da escrita.

2. ESCOLHA AS PALAVRAS CERTEIRAS E EFICAZES
As palavras são a matéria-prima da comunicação, por isso, devemos escolhê-las criteriosamente em função do nosso interlocutor. Escrevemos para quem nos lê e, por isso, devemos colocar o interesse do leitor acima de tudo.

Para que qualquer texto seja eficaz e cumpra o seu objetivo, as palavras não devem ser difíceis e desconhecidas, uma vez que dificultam a compreensão da mensagem e desmotivam quem o lê. Por exemplo, para quê usar a palavra inviabilização se pode optar por impedimento? Ou porquê escolher o verbo agudizar se o verbo piorar é muito mais simples? Evite o uso exibicionista de palavras demasiado eruditas e complicadas e opte sempre por palavras simples, comuns e reconhecidas instantaneamente pelo leitor.

Escolher as palavras certeiras e eficazes é garantia do sucesso do seu texto.

3. SEJA CLARO, BREVE E OBJETIVO
Escrever bem é também, e sobretudo, ser capaz de captar a atenção de quem o lê. Textos longos e demasiado palavrosos são a desculpa perfeita para o leitor desistir da leitura, por isso, se quer prendê-lo do princípio ao fim, então seja claro, breve e objetivo!

A clareza é, sem dúvida, uma qualidade central de uma comunicação escrita eficaz! Quem lê quer compreender de imediato o que lê; quer evitar voltar atrás vezes sem conta; quer ler com prazer e sem esforço. Frases demasiado longas dificultam o processamento da mensagem, por isso, use frases curtas, na ordem direta (sujeito, predicado, complementos), para serem facilmente entendidas logo na primeira leitura.

Intercalações intermináveis, frases dentro de outras frases são um terreno pantanoso que nenhum leitor quer percorrer. Ele até poderá saber onde está o sujeito, mas ficará seguramente a percorrer um interminável labirinto até encontrar o predicado!

Facilite a vida ao seu leitor. Ele ficar-lhe-á muito agradecido!

4. ARTICULE BEM O SEU TEXTO
Outra qualidade central de um texto é a sua coesão. Para que o seu texto seja uma unidade coesa e não um conjunto de frases soltas e “descosidas”, devemos recorrer a palavras que assegurem a articulação lógica entre as frases e os parágrafos. Essa articulação é conferida pelos articuladores discursivos, que são palavras que têm por função encadear as ideias de um texto, dando-lhe um fio condutor. Vejamos alguns dos mais frequentes:

Para expressar opinião: “a meu ver, do meu ponto de vista, considero que...”; para dar ênfase: “efetivamente, com efeito, na verdade…”; para fazer uma chamada de atenção: “considere-se, atente-se, observe-se...”; para mostrar oposição: “embora, no entanto, porém, contudo, todavia…”. E para concluir: “em suma, concluindo, finalmente...”.

Estes são alguns dos conectores que permitem um encadeamento lógico entre as frases e os parágrafos, facilitando a compreensão do texto ao seu leitor.

5. PONTUE BEM O SEU TEXTO
Outro mecanismo que assegura a coesão textual é a pontuação. A pontuação é o tempero do texto, mas mal usada pode ser um autêntico dissabor. Quando o leitor tropeça num sem-número de vírgulas, parênteses e travessões, acaba por perder o fio condutor da leitura.

E vírgulas a menos podem também ser um grande problema: podem alterar de forma drástica o sentido de uma frase. Se não colocarmos vírgulas na frase “O marido da Ana que trabalha no Porto chega hoje”, ficamos a pensar que a Ana tem mais do que um marido! E atenção à regra proibida mais importante: nunca separe por vírgula o sujeito do predicado, nem o verbo dos seus complementos! Nunca!

Memorize este princípio: os elementos centrais da comunicação nunca se separam por vírgula. E a máxima “less is more” funciona muito bem quando falamos de pontuação.

6. CAUSE IMPACTO COM O SEU TEXTO
Um texto pode estar irrepreensivelmente bem escrito, respeitando todas as regras ortográficas, sintáticas, de pontuação e ainda assim não causar qualquer impacto no leitor.

Qualquer tipo de texto tem uma intenção: um texto didático ensina; uma notícia informa; um romance emociona, etc., etc. Para que cada um destes objetivos seja alcançado, o texto deve conter marcas estilísticas que toquem e inspirem o leitor e, em certos casos, o levem a realizar uma determinada ação.

A língua dispõe de vários mecanismos que contribuem para o embelezamento e impacto de um texto. Objetivo? Tão-somente embelezar e valorizar!

Um dos recursos estilísticos mais eficazes na comunicação é a metáfora, que tem como propósito atribuir um sentido figurado às palavras. Eis um exemplo elucidativo:

Sentido literal: Escrever bem é uma tarefa muito difícil hoje em dia.

Sentido metafórico: Escrever bem é, hoje em dia, uma autêntica prova de esforço.

Mecanismos estilísticos como este são, sem dúvida, a maquilhagem do texto, que se quer bela, mas muito suave! Adornar o texto de forma equilibrada é, portanto, o sexto passo para o seu sucesso.

7. ELIMINE OS ERROS QUE MANCHAM O SEU TEXTO (E A SUA IMAGEM!)
Escrever sem erros ortográficos ou gramaticais é um dos maiores desafios para quem escreve. Palavras mal escritas podem ser um autêntico atropelo à comunicação: podem causar equívocos, ambiguidades e trazer alguns dissabores. Se, por exemplo, escrever “Pedi ao banco o meu extrato descriminado”, em vez de “discriminado”, o que estará a dizer é que o extrato foi absolvido de um crime, pois descriminar é o oposto de incriminar! Nódoas linguísticas como “à pouco, à anos atrás, tu faltas-te à reunião, trás o guarda-chuva, eles vêm TV, ele interviu, houveram pessoas, aderência à greve, ir de encontro às expectativas, perca de tempo” são não só um embaraço a uma comunicação eficaz, como podem comprometer o seu sucesso profissional, arruinar a sua imagem e fazê-lo perder, em poucos segundos, a sua reputação e credibilidade.

(Fonte: Visão)
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Em comunicação corporativa, visibilidade não rima com vaidade

Em comunicação corporativa, visibilidade não rima com vaidade

“Vaidade das vaidades, tudo é vaidade”, advertiu o sábio Rei Salomão no livro bíblico de Eclesiastes. O “conselho” do monarca, notável pela sabedoria, pela prosperidade e por uma grande fortuna, segundo a Bíblia, serve como um mantra a que costumo recorrer em momentos desafiadores. Explico: como especialista na área de comunicação corporativa, o meu trabalho é gerir informações relevantes e conectar instituições dos mais variados portes aos seus públicos estratégicos de interesse. Parte substancial do ofício consiste em lidar com pessoas de diversos perfis: algumas com o claro entendimento da comunicação como aliada estratégica para o alcance de objetivos de curto, médio e longo prazos; outras, nem tanto.

Como profissional do ramo há mais de dez anos, tem sido comum me deparar com um traço bem particular dos seres humanos; um aspecto, aliás, muito em voga nesses tempos de exposição exacerbada: o narcisismo. Volta e meia, me relaciono no meio corporativo com indivíduos tomados por um desejo incontido por reconhecimento, que confundem visibilidade institucional estratégica com vaidade pessoal egocêntrica. São pessoas que, de tempos em tempos, perguntam quando irão se tornar capa da Forbes – sendo que figurar na Forbes, no âmbito da estratégia de visibilidade das instituições que representam, não possui o menor sentido.

A vaidade é um aspecto indissociável da condição humana; parte do quê nos torna quem somos. Ela integra o imenso repertório cognitivo-cultural do Homo sapiens e, com certeza, possui uma razão evolutiva. Na esfera corporativa, porém, deve ser administrada com extrema cautela, porque tende a minar as relações. O ambiente de negócios sempre foi marcado pela competição implacável, pela retração de custos, foco na produtividade e, claro, pela conquista de resultados. Onze em cada dez players, de qualquer setor, se digladiam por isto. Mas somente alguns, de fato, tiveram ou estão tendo êxito em seus propósitos. São exatamente aqueles que têm foco, conseguem se planejar e lidam de modo profissional com a própria visibilidade.

As estratégias de comunicação da empresa devem estar voltadas ao propósito do presente e do futuro da instituição, de modo que todas as energias estejam canalizadas para a geração de valor. Egocentrismos, nesse meio-campo, só atrapalham. A assessoria de comunicação corporativa precisa ser uma aliada da promoção institucional; não estar a serviço do ego e da vaidade de indivíduos que, devido a uma profunda insegurança pessoal, tendem a monopolizar o diálogo – que se torna um monólogo, fazendo deles mesmos (e não da missão da empresa) o centro das atenções. Para esses, pouco importa a performance da empresa, desde aparecem em colunas sociais, concedam entrevistas e tenham as suas imagens propagadas aos quatro ventos.

“Chamar a atenção é querer trazer para si os olhos do maior número possível de pessoas. Desejar ser visto e ouvido é algo inerente ao ser humano, comportamento que pode ser observado desde a infância. Esse tipo de pessoa presta muito mais atenção em si mesma do que em qualquer outro ser humano. É comum tenderem a buscar um reconhecimento, sem terem muito a oferecer em troca”, explica em reportagem do UOL o psiquiatra Eduardo Adnet.

Na “fogueira das vaidades” corporativas, vale também registrar que, volta e meia, felizmente me deparo com pessoas que não se envaidecem da posição que ocupam. Muito pelo contrário: costumam conceder aos subordinados a plena liberdade para agirem sem receio, contribuindo para um excelente clima organizacional. Para elas, a expressão “vaidade das vaidades, tudo é vaidade” não faz o menor sentido.

(Fonte: Comunique-se)


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Check-list para evitar erros ao contratar uma Assessoria de Comunicação

Check-list para evitar erros ao contratar uma Assessoria de Comunicação

São sete dicas simples – mas que com certeza darão foco e minimizarão a possibilidade de erros, prejuízo e conflitos na escolha e contratação de uma Assessoria de Imprensa. Elas valem para negócios de quaisquer portes, mas ganham especial relevo no caso de Startups e PMEs, que contam com budgets menores e que, muitas vezes, só têm essa bala de marketing para acertar seus alvos.

1. Conheça
Uma assessoria de imprensa é feita por pessoas. Em agências com perfil de atendimento personalizado (como Allameda.com) você falará diretamente com os donos e, nas big players, sua conversa será com um vendedor ou similar. Em ambos os casos, converse o mais longamente possível com a pessoa que vai atender e gerenciar sua conta na agência e, se possível, também com os sócios da assessoria. Se essas pessoas não conseguirem estabelecer uma relação de empatia com você e com a maneira como você pensa e sente seu negócio, provavelmente a relação não vai funcionar.

2. Acredite no seu Feeling
Se há alguém “estranho” na gestão da agência ou no time designado para atender sua empresa, preste atenção a sua impressão. Histórias mal contadas, gente dissimulada ou promessas demais adoçadas por sorrisos sedutores podem, sim, ser sinal de que há algo errado. Mas as vezes não há nada tão flagrante – e ainda assim acreditar nas próprias sensações, por mais “sem sentido” que pareçam, normalmente é uma boa maneira de evitar situações potencialmente danosas. A psicologia já provou de todas as formas que “sensações inexplicáveis” muitas vezes têm base em percepções inconscientes corretas de perigo potencial.

3. Fale com os Clientes
Escolha um ou dois clientes da Assessoria, de perfis bem diversos (um pequeno e um muito grande, por exemplo), e troque um telefonema com eles. Converse sobre os resultados, erros e acertos da agência. Sinta nas respostas se o atendimento que é dado é aquele que você quer. Mas vá por fone mesmo: no email, a tendência é receber uma resposta formal sem nada interessante.

4. Veja a Real
Dê um Google, usando expressões chave pertinentes, em marcas de alguns dos clientes da agência. Opte por limitar a pesquisa aos últimos 2 ou 3 meses e veja onde e como os temas estão sendo publicados. Confira antes se a empresa em questão é ainda cliente da agência (as vezes eles mudam de assessoria mas permanecem na lista da agência). Veja se o perfil de veículo de mídia é condizente com seus desejos. E confronte a agência caso algo não soe bom para você. Uma boa assessoria sempre vai mostrar o que está ocorrendo.

5. Confira a Rotatividade
Se você quer uma relação de longa duração com uma agência, tendo certeza de que ela vai se embeber da cultura da sua empresa e vestir sua camisa, uma boa ideia é ver a rotatividade dos clientes da assessoria. Se o tempo médio de atendimento a um cliente é de um ano, por exemplo, talvez não seja o perfil de assessoria que você quer. Na mesma direção, cheque o tipo de ação criativa que a agência costuma fazer para os clientes caso seu desejo seja ter uma assessoria menos “conformada” ou burocrática.

6. Espie as Entrelinhas
Com certeza você vai ler detidamente o contrato antes de assiná-lo. Mas uma dica para evitar desgastes é, antes mesmo do contrato, questionar detidamente o que está e o que não está incluído no fee (os honorários mensais) da agência. Algumas incluem o clipping de notícias, outras não. Algumas cobram cada locomoção de funcionário, outras nada. Há as que criam pautas e oportunidades a partir do que compreendem da sua empresa e há as que esperam que tudo chegue pronto. Algumas limitam o número de ações de divulgação por mês e, ainda, outras definem de formas diversas o que seria uma “ação de divulgação”. Qualquer desses itens pode ser tornar uma camisa de força. Não deixe nada na entrelinha. O que é claramente definido hoje se torna um bom seguro de tranquilidade para o futuro.

7. Confie
Se você passou por todos os passos do processo de escolha e por fim optou por uma agência, confie nela. Muitas vezes o cliente fica tentado a colocar o dedo de maneira forte no trabalho da agência, e sem querer acaba transformando boas ideias em péssimos projetos. O pessoal de uma boa agência sabe bem o que faz – e mesmo que por vezes algo pareça meio tortuoso, se há afinidade da assessoria com sua empresa provavelmente é o melhor caminho para o melhor retorno.

(Fonte: Comunique-se)
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6 estratégias para ter um perfil impecável no LinkedIn

6 estratégias para ter um perfil impecável no LinkedIn

O LinkedIn acaba de alcançar a marca de 500 milhões de usuários no mundo todo. Mas, desse quase meio bilhão de pessoas, grande parte não dedica tempo nem atenção suficientes para explorar as inúmeras possibilidades de uso da rede social.

Azar o deles: segundo números oficiais da empresa, o site conta com mais de 10 milhões de vagas anunciadas, além de informações sobre mais de 9 milhões de empregadores. Em média, cada nova conexão de um usuário do LinkedIn representa 400 novas pessoas para quem ele pode ser apresentado.

Embora o currículo esteja longe de “morrer”, grande parte dos recrutadores conhece e procura candidatos por meio do LinkedIn. Isso para não falar na importância da rede para manter o networking aquecido, permanecer atualizado sobre sua profissão e fortalecer seu marketing pessoal.

Como, então, aproveitar essas oportunidades plenamente? Fernanda Brunsizian, gerente de comunicação do LinkedIn, responde com 6 dicas atualizadas com dados recentes da rede social, que você verá a seguir:

1. Tenha uma boa foto de perfil
Segundo informações oficiais da empresa, ter uma imagem no seu avatar aumenta em 9 vezes as solicitações de conexão na rede. É uma forma de ser reconhecido e humanizar a sua presença no site.

A foto não precisa ser perfeita; basta que mostre o seu rosto com clareza e, de preferência, tenha sido tirada em um ambiente profissional. Que fique claro: não vale publicar uma foto tirada no último churrasco em família, por exemplo.

2. Forneça dados para ser encontrado nas buscas
Recrutadores procuram candidatos no LinkedIn por meio de palavras-chave. Se você quer aparecer nessas pesquisas, tenha um perfil detalhado. Incluir as instituições em que você estudou, por exemplo, pode impulsionar em até 17 vezes a quantidade de mensagens enviadas por headhunters.

Informar a sua localização geográfica também é essencial: o dado aumenta em 23 vezes a probabilidade de o seu perfil ser encontrado no site.

3. Decida o que cada pessoa pode ver no seu perfil
Você sabia que pode escolher quais informações deseja tornar públicas no LinkedIn? Segundo Fernanda Brunsizian, gerente de comunicação da empresa, pode ser aconselhável não compartilhar com sua rede todas as atualizações do seu perfil.

“Em alguns casos, o usuário faz pequenas correções no resumo ou no detalhamento das experiências profissionais”, diz ela. “A rede de conexões nem sempre precisa ficar sabendo dessas alterações, já que não houve mudança significativa”.

Em tempo: se há uma atualização relevante na sua carreira, como um novo cargo, prêmio ou diploma, é recomendável que você habilite a opção para que as suas conexões sejam notificadas.

4. Capriche na seção “resumo”
Assim como ocorre no currículo, o resumo do seu perfil no site é a primeira parte que atrai os olhos do recrutador. Fale sobre suas habilidades, experiências e interesses. A dica da gerente do LinkedIn é fazer um texto de dois ou três parágrafos com bastante objetividade e atenção à norma culta do português.

Também é interessante incluir palavras-chave da sua área de atuação e elaborar um discurso suficientemente interessante para estimular o prosseguimento da leitura. Evite resumos longos (uma contradição em termos) ou muito genéricos.

5. Não tenha um perfil apenas em português
Você tem contatos profissionais fora do Brasil? Trabalha ou pretende trabalhar numa multinacional? Quer estudar no exterior? Se sim, é interessante ter um perfil em outro idioma para ser mais facilmente encontrado. Confira um tutorial do LinkedIn para fazer isso.

Mas cuidado: é importante verificar cuidadosamente a gramática, ortografia e estilo do seu perfil traduzido. “Um texto mal cuidado dá a impressão de desleixo com a carreira também”, diz a gerente do LinkedIn. Veja dicas de uma professora de inglês para montar o seu perfil sem “escorregar” no idioma.

6. Vá além do seu perfil
Caprichar no conteúdo do seu perfil ajuda muito, mas não é suficiente para aproveitar todo o potencial da plataforma. Segundo Brunsizian, também é importante compartilhar artigos, seguir canais e participar de grupos de discussão para se manter atualizado e bem integrado ao mercado.

Outra atividade bastante recomendada é publicar artigos de sua autoria no site. “Quando escreve um texto interessante e útil para a sua comunidade profissional, você ganha visibilidade e cria uma marca”, afirma Rodrigo Brancatelli, editor sênior da rede social. Descubra como publicar seus textos no LinkedIn e ganhar seguidores.

(Fonte: Exame)
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Snapchat faz parceria para exibir programas de TV no Stories

Snapchat faz parceria para exibir programas de TV no Stories

Segundo informações do B9, o Snapchat realmente está firmando parcerias com canais de TV para exibição de produtos em vídeo e áudio dentro da função Stories.

Segundo o Wall Street Journal, a Snapchat Inc. está elaborando conteúdo exclusivo com as emissoras NBCUniversal, ESPN, ABC, Turner e NFL. Os programas teriam duração entre três e cinco minutos, nada além disso.

Não é de hoje que o Snapchat vem trabalhando para criar conteúdo específico para a plataforma, visando abocanhar uma parte do mercado que está aderindo a integração de produtos entre TV e smartphones. Ainda segundo o Wall Street Journal, a empresa planeja elaborar conteúdo exclusivo e não apenas trechos editados de programas já exibidos.

(Fonte: Administradores)
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Você nunca mais vai errar o uso do hífen com esta dica

Você nunca mais vai errar o uso do hífen com esta dica

Com a vigência obrigatória do Novo Acordo Ortográfico, é preciso estar atento ao uso do hífen. O que estabelecem as novas regras?

Nas formações com prefixos dissílabos (ANTE, ANTI, ARQUI, AUTO, CIRCUM, CONTRA, ENTRE, EXTRA, HIPER, INFRA, INTER, INTRA, SEMI, SOBRE, SUB, SUPER, SUPRA, ULTRA…) e falsos prefixos (AERO, FOTO, MACRO, MAXI, MEGA, MICRO, MINI, PROTO, PSEUDO, RETRO, TELE…) , só se usa hífen se a última letra do prefixo for idêntica à primeira da palavra, ou se a palavra iniciar-se por H. Confira a lista abaixo:

auto-hipnose, auto-observação; contra-almirante, contra-ataque; extra-hepático; infra-assinado, infra-hepático; intra-abdominal, intra-hepático; neo-hamburguês; proto-história, proto-orgânico; semi-inconsciência, semi-interno; supra-anal, supra-hepático; ultra-aquecido, ultra-hiperbólico.

Lembre-se disto: para prefixos dissílabos e AERO, só haverá hífen com “letras idênticas ou H”. Caso assim não seja, não haverá hífen nem espaço:

autoadesivo, autoanálise, autobiografia, autoconfiança, autocontrole, autocrítica; contrabaixo, contracheque; extraconjugal, extraoficial; infraestrutura, infravermelho; intracelular, intravenoso; protocolar, protofonia; pseudoartista, pseudoparalisia; semiaberto, semifinal, seminovo, semiúmido; supracitado, suprapartidário; ultracansado, ultraelevado, ultravírus.

No entanto, com tais prefixos, se a palavra principal iniciar-se por R ou S, estas letras dobram-se (e não haverá uso de hífen):

autorretrato, autossuficiente; contrassenso, contrarreforma; infrarrenal, infrassom; pseudorrainha, pseudorrepresentação, pseudossábio; semisselvagem; ultrarromântico, ultrassensível; ultrassom.

Quando o prefixo for monossilábico, caro leitor, procure sempre fazer uma consulta no VOLP (Vocabulário Ortográfico da Academia Brasileira de Letras) ou em um bom dicionário. Com o prefixo SUB, por exemplo, só haverá hífen se a palavra seguinte começar por “B, H ou R”:

sub-base, sub-humano, sub-raça, sub-reitor

subaquático, subchefe, subdiretor, subemprego, submundo, suboficial, subprefeito etc.

Em suma, com os prefixos dissílabos, é possível ter uma visão ortográfica mais padronizada.

(Fonte: Exame)
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5 diretrizes para um bom relacionamento com clientes

5 diretrizes para um bom relacionamento com clientes

Há alguns anos, tive a oportunidade de fazer parte de um comitê em uma associação de classe, que teve por objetivo redigir um guia de melhores práticas sobre relacionamento com clientes. Este material foi desenvolvido principalmente para ser apresentado para a SENACON – Secretaria Nacional do Consumidor, um órgão vinculado ao Ministério da Justiça.

Além de mim e do Leonardo Barci, este comitê também contou com a participação de consultores e profissionais de grandes empresas e diversos segmentos.  Um dos nossos maiores desafios foi redigir de forma pragmática uma definição técnica e jurídica para o significado de relacionamento com clientes. Após muitos debates, chegamos no seguinte conceito:

Relacionamento com Clientes significa todo e qualquer tipo de interação contratual, humanizada, mesmo no momento da oferta, realizada sempre de maneira verdadeira e ética, para  captar, integrar, fidelizar e oferecer assistência ao consumidor final, com objetivo de manutenção e perenidade da escolha e poder de compra.

 Mas depois deste texto pronto, sentimos que precisávamos também de alguma visão mais prática como forma de tangibilizar melhor o seu significado, inclusive para os próprios membros do comitê pois, caso contrário, de nada serviria.

E assim, chegamos a 5 palavras-chave que entendo que podem e devem ser as Diretrizes de Relacionamento com Clientes de qualquer empresa, não importa o segmento e o modelo de atuação. Além disso, estas diretrizes devem ser uma escolha consciente da empresa, mesmo que o seu cliente pense ou aja de maneira diferente, mesmo porque, por mais que possa parecer estranho, entendo que uma empresa também pode decidir se quer um determinado cliente ou não.

VERDADEIRO
Ser transparente e sincero. Não deve realizar promessas que não serão cumpridas, levando o cliente a percepções equivocadas ou ilusões. Não deve reduzir problemas ou falhas pensando em “proteger” marcas, mas sim assumir erros e corrigi-los de maneira eficiente.

ÍNTEGRO
Deve ter uma conduta reta, ética e respeitosa no contato com o cliente em todos os momentos e canais.

EQUILÍBRIO
Deve respeitar todos os tipos e “níveis” de clientes da mesma forma, sem fazer prevalecer poderes econômicos ou causar dependências sobre os clientes em todos os ciclos da relação.

SUSTENTÁVEL
Deve buscar uma relação duradoura com as pessoas, fazendo do lucro uma consequência natural e de longo prazo e não uma meta apenas numérica de curto prazo.

HUMANIZADO
A humanização precisa estar entre os valores da empresa e do cliente, para que seja possível aplicar empatia, compaixão, tolerância e emoção, muitas vezes acima dos processos, para a solução de problemas ou solicitações dos clientes.

(Fonte: Exame)  Ler notícia completa

WhatsApp empresarial: por que ter?

WhatsApp empresarial: por que ter?

O Whatsapp, aplicativo de mensagens instantâneas, tornou-se tão popular que possuir um contato na aplicação faz parte do cotidiano brasileiro. Embora ele não seja o único aplicativo de mensagens instantâneas, o Whatsapp possui mais usuários do que seus concorrentes, como o Telegram e o Viber.

Considerando o alto índice de adesão dos usuários, não demorou para que surgissem estratégias de marketing envolvendo o aplicativo. Com uma mudança nas políticas de privacidade, em 2016, após ter sido comprado pelo Facebook, o Whatsapp ofereceu a sua versão corporativa, através da qual, empresas deveriam pagar para falar com seus clientes. Saiba por que ter um Whatsapp empresarial e o que esperar dele.

Alto alcance
Após ter sido adquirido pelo Facebook, o Whatsapp, já emergente, alcançou a marca de mais de 1 bilhão de usuários ainda em 2016. Isso explica outro dado presente no estudo. A Conectividade das empresas brasileiras, realizado pela Embratel, apontando que cerca de 55% das empresas começam a adotar o aplicativo como parte da comunicação funcional nos negócios.

Possuir um Whatsapp empresarial amplia suas possibilidades de contato e, consequentemente, suas possibilidades de novas conversões. Ainda mais se considerarmos que há usuários que usam apenas o Whatsapp como meio de comunicação, devida a sua facilidade e gratuidade no acesso à informação.

Com as contas do Facebook e Whatsapp atreladas, é possível descobrir perfis associados àqueles dos quais já possui contato, assim como sugerir amigos e direcionar anúncios baseados nas informações cruzadas entre o aplicativo e o perfil da rede social.

Isso garante um alto alcance do público, numeroso e habituado a checar as novas mensagens, entregues rapidamente em tempo real, aferindo uma maior assertividade na comunicação.

Dinamismo e versatilidade
Por se tratar de um aplicativo de mensagens instantâneas, a velocidade da troca de informação no aplicativo é expressiva, com entrega e recebimento de mensagens asseguradas. O cliente poderá enviar e receber mensagens enquanto se desloca, uma vez que o atendimento pode ser realizado através de seu smartphone.
Isso faz do aplicativo um ótimo meio de comunicação para com seu cliente, que possuirá um atendimento remoto e rápido, possibilitando que o cliente se sinta satisfeito com a marca.
Deve-se considerar também que o aplicativo possui versão desktop, o que ajuda a organizar e acelerar o atendimento que pode ser realizado através do aplicativo.

Mais do que um SAC, as mensagens enviadas pelo Whatsapp empresarial podem abarcar assuntos como relatório de entrega de pedidos, status de vôos, recibos de compras, etc. Isso causa no usuário a sensação de ser lembrado e adiciona ao serviço um caráter informativo e preventivo, bem vistos pelo seu cliente.

Segurança
As mensagens trocadas entre seus clientes e seus negócios são criptografadas. Isso quer dizer que as únicas partes que podem acessar essas conversas são o remetente e destinatários dessas mensagens. Do contrário, caso alguém tente se apossar dessas informações, as mensagens passarão de códigos compreensíveis.

Baixo investimento
O Whatsapp deixou de gerar receita ao barrar as propagandas e anúncios no aplicativo e ao abrir mão do valor mínimo de $1 por ano. Hoje, para o aplicativo cujo download é gratuito, basta que o usuário possua acesso à internet para que todas as informações enviadas a ele sejam acessíveis.
Isso garante uma maior adesão por parte dos clientes, mas também representa uma ampla plataforma de atendimento de longo alcance e de baixo investimento para seus negócios. Assim, enviar códigos promocionais, chamadas e emails marketing podem aumentar expressivamente o número de leads e conversões de sua marca, sem a necessidade de investimentos maiores.

Multimídia

O Whatsapp não se limita a troca de mensagens de textos e ainda oferece a possibilidade de troca de arquivos multimídia como gif, áudios, vídeos e imagens. Isso auxilia na elaboração de estratégias de marketing e conteúdo, uma vez que uma campanha pode facilmente ser disseminada – ou viralizada – pelo alcance do aplicativo.

Lembre-se de não tratar o envio dessas mensagens como o envio de um spam. Para isso, certifique-se de que seu cliente tenha dado a prévia orientação para esse tipo de comunicação.
Mais do que isso, não exagere: seja pontual e objetivo em suas mensagens. Não é a quantidade de mensagens enviadas, mas sim sua qualidade que trarão um melhor feedback para o atendimento de sua empresa.

(Fonte: Dna do Empreendedor)  Ler notícia completa

Ler, entender, questionar… conteúdo vai mudar sua carreira!

Ler, entender, questionar… conteúdo vai mudar sua carreira!

Desde muito pequenos ouvimos de nossos pais a importância da leitura em nossas vidas e eles estão mais do que certos. Antigamente os livros eram os “amigos” mais próximos, mas uma das facilidades da internet foi espalhar conteúdo por aí, seja por redes sociais, portais, vídeos, tutoriais e outros mil formatos, existe conteúdo para todos os perfis de pessoas. Mas será que todo este conteúdo pode te ajudar profissionalmente?  Sim! Pode te ajudar e muito.

Para sermos bem claros, vamos lá, de que forma conteúdo pode ajudar você em sua vida profissional. Veja, na sequência.

Saiba fazer
Um dos modelos de conteúdo que mais faz sucesso na internet é o “Saiba Fazer”, no campo profissional os mais conhecidos são: Como fazer um currículo, Como ir bem em uma entrevista, Como ter autoconhecimento. Não há uma pergunta que você tenha que a internet, por meio de conteúdo, não possa te responder de maneira rápida e prática. Vai em uma entrevista? Leia um texto sobre técnicas que vão te ajudar, melhore o seu currículo com dicas de especialistas. Acredite, o conteúdo vai te salvar!

Direto ao ponto
Uma das características mais fascinantes do conteúdo é que ele pode ser distribuído e nichado para todo e qualquer tipo de público. Se você é um engenheiro, pode ter certeza que vai encontrar conteúdo específico para você, mas se for um administrador, jornalista, da área de saúde, ou jurídica… não importa, sempre terá um conteúdo direcionado para você e que pode lhe transformar em um profissional bem melhor.

Reciclagem sempre
Fez um curso cinco anos atrás e sente que as informações se perderam ou mudaram? Não tenha mais este problema, conteúdo em diversos formatos podem te ajudar a reciclar seus conhecimentos em todo e qualquer assunto. O mais legal é que você pode conhecer assuntos novos, desenvolver novas capacidades, buscar novos caminhos, a internet por si só apenas distribui, mas o seu melhor amigo em tempos digitais é o CONTEÚDO!

(Fonte: Na Labuta)
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“A primeira vez que” ou “A primeira vez em que”, qual é o certo?

“A primeira vez que” ou “A primeira vez em que”, qual é o certo?

“Não é a primeira vez em que apreendem, uma vez que o povo aprende.” – estampa a criativa frase de protesto.

A expressão temporal “a primeira vez que”, de acordo com a língua-padrão, não deve ter a preposição “em”: “É a primeira vez que discutimos o assunto.”, “A primeira vez que eles escreveram foi hoje.”

Segue o mesmo raciocínio “todas as vezes que”, sem a presença da preposição “em”:  “Todas as vezes que alguém protestar, haverá uma opinião contrária.”

Em Lições de Português pela Análise Sintática, argumenta Bechara: “Tem-se estendido sem razão nem tradição no idioma o emprego ’em que’ em construções onde só deve figurar o ‘que’, como ‘todas as vezes em que’. Prefira-se ‘todas as vezes que’ ou ’em todas as vezes em que’ (ou simplesmente ‘que’).

Estendem-se, a tal norma, temporalidades semelhantes, de acordo também com Domingos Paschoal Cegalla: “Da mesma forma se dirá:  Foi a segunda vez que (e não em que) o criminoso fugiu da prisão. É o terceiro ano consecutivo que (preferível a em que) o instituto deixa de prestar contas.”

Intitulo criativo o jogo de palavras com “apreende” e “aprende”, já que ambas as formas provêm do latim apprehendere, que significa agarrar, apoderar-se de, compreender, entender.

Apesar da mesma derivação, as duas formas tomaram rumos linguísticos distintos:  apreender tem o sentido de fazer apreensão; aprender tem o sentido de adquirir conhecimento, aptidão ou experiência. Vejamos:

“O fiscal apreendeu a mercadoria ilegal, uma vez que aprendeu a lei.”

Da síncope com apreender, fenômeno linguístico responsável pela supressão de fonema(s) no interior da palavra, surgiu o verbo aprender. Por isso, a natural confusão entre os usuários de nossa Língua, no momento da pronúncia ou no momento da escrita.

Dedicando-se à Gramática e à sua história, o aprendizado é rodeado de lógica e valor. Como você, caro leitor, não me canso de aprender.

(Fonte: Exame)
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Você tem inteligência emocional se exibir estas 4 habilidades

Você tem inteligência emocional se exibir estas 4 habilidades

Um mal-entendido comum quando se fala em inteligência emocional é reduzir o significado dessa competência à facilidade para relacionamentos interpessoais. Como se bastasse ser sociável, sensível às necessidades alheias e capaz de acalmar os ânimos quando todos os demais estão nervosos.

A inteligência emocional vai muito além disso, explicam Daniel Goleman, autor de inúmeros best-sellers sobre o tema, e Richard Boyatzis, professor de psicologia da Case Western Reserve University, em artigo para o site da Harvard Business Review.

Não basta ser simpático, calmo e gentil: é preciso ter autoconhecimento, capacidade de dar feedbacks difíceis, facilidade para mediar conflitos e otimismo na hora de enfrentar adversidades, entre muitas outras características.

Ao cabo de 30 anos de estudos sobre o assunto, os especialistas chegaram a um resumo com 4 habilidades essenciais que compõem esse tipo de inteligência. “Ter uma combinação balanceada dessas capacidades específicas faz com que um líder esteja preparado para grandes desafios”, escrevem eles. São estas, descritas também no site oficial de Goleman:

1. Consciência de si mesmo
Descreve a capacidade de conhecer suas próprias emoções. Faça o teste: tente escrever numa folha de papel, com a maior quantidade possível de detalhes, o que você sentiu em um momento difícil da sua carreira. Quanto mais específicas, ricas e precisas forem as suas palavras, maior o seu autoconhecimento provavelmente é. Compreender as suas emoções mais íntimas é fundamental para usá-las ao seu favor. Ter consciência de si mesmo também significa saber quais são os seus limites e ter autoconfiança sobre os seus pontos fortes.

2. Gestão de si mesmo
Aqui estão presentes quatro habilidades: autocontrole emocional, capacidade de adaptação, orientação para os resultados e otimismo. Essas capacidades são essenciais para não se desesperar diante de situações adversas e manter o foco no trabalho, com a convicção de que tudo acabará bem. Quem tem essas competência não reage por impulso e consegue lidar mais facilmente com a mudança.

3. Consciência social
Ser dotado desta competência significa ter consciência organizacional, isto é, a aptidão de ler o estado emocional de um grupo e suas relações de poder. Outro componente deste pilar é a empatia, que descreve a capacidade de compreender os sentimentos e perspectivas das outras pessoas e colocar-se no lugar delas. Tudo isso ajuda a prever situações de conflito e se antecipar aos seus efeitos.

4. Gestão de relacionamentos
Aqui, estão incluídas as seguintes capacidades: influência, mentoria, administração de conflitos, trabalho em equipe e liderança inspiradora. Em resumo, descreve a capacidade de induzir atitudes desejáveis em outras pessoas. Pessoas com facilidade para gerir relacionamentos sabem como desenvolver seus liderados, dar feedbacks negativos, criar grupos de trabalho motivados, vencer negociações e dissolver mal-entendidos.

Descritos os pilares da inteligência emocional, fica clara a enorme distância desse conceito para a mera “simpatia”, afirmam Goleman e Boyatzis.

Imagine, por exemplo, que você tem um subordinado com uma personalidade ácida e quase agressiva.

O que um chefe simpático faria? Provavelmente conversaria com ele sempre “com jeito” e tentaria evitar conflitos a qualquer custo. Não haveria situações desconfortáveis, mas o problema continuaria latente.

Já um gestor com inteligência emocional usaria suas habilidades de autocontrole para conversar com esse funcionário sem deixar o nervosismo atrapalhar. Além disso, empregaria sua capacidade de influência e persuasão para dar um feedback negativo sobre sua postura e convencê-lo a mudar.

Você não precisa ter todas essas aptidões plenamente desenvolvidas para ser um bom líder: basta ter um pouco de cada uma, de forma equilibrada, dizem Goleman e Boyatzis.

Uma leitura atenta dos 4 pilares da inteligência emocional ajudará você a identificar quais são as suas lacunas e trabalhar para preenchê-las. Os especialistas também recomendam avaliações do tipo “360 graus”, que combinam as suas percepções sobre si mesmo com o olhar dos seus chefes, colegas e subordinados.

O olhar externo é extremamente útil para ter um quadro mais exato do seu nível de inteligência emocional, até mesmo para o pilar “Consciência de si mesmo” —  afinal, como você poderia ser autoconsciente de que não é autoconsciente?

“Busque uma dimensão das suas forças e fraquezas pedindo comentários de pessoas que trabalham com você”, recomendam Goleman e Boyatzis. “Quanto mais gente responder, mais preciso será o retrato final”.

(Fonte: Exame)

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5 dicas para você usar melhor o LinkedIn

5 dicas para você usar melhor o LinkedIn

Não é segredo que a principal função das redes sociais é conectar as pessoas. Para quem está buscando estreitar relações profissionais e criar mais conexões nessa área, o melhor lugar para fazer isso é o LinkedIn. Mas, antes de sair por aí adicionando todo mundo na sua rede social, é preciso saber se comportar na plataforma.

O Olhar Digital preparou abaixo uma lista com cinco dicas que vão te ajudar a usar e se comportar de maneira adequada na rede social especializada em relações profissionais. Confira!
Selecione suas postagens
Apesar de ser uma rede social e incentivar os usuários a compartilharem conteúdo com seu círculo de contatos, nem tudo deve ser compartilhado na rede social. Deixe as fotos de suas refeições para o Instagram, as declarações de amor para o Facebook e as hashtags para o Twitter. Foque em posts que tenham a ver com o seu trabalho ou com a sua área profissional.

Poucos amigos, muitos contatos
Ao criar uma conta no LinkedIn, é provável que o site te indique diversas pessoas que você conhece para que você possa adicioná-las na rede social. Prefira adicionar apenas pessoas com quem você tem, teve ou almeja ter alguma relação profissional. Isso ajudará você a manter seu perfil mais organizado e seu feed com mais postagens que possam lhe interessar.

Currículo digital
Tenha em mente que o seu LinkedIn também é o seu currículo. Diversas empresas buscam pelos perfis digitais dos candidatos que desejam contratar e há uma grande quantidade de recrutadores navegando na plataforma. Preencha suas informações de forma séria, escolha uma foto com cuidado e revise tudo o que digitar para encontrar erros de digitação.

Faça bom uso dos recursos
Assim como qualquer rede social, o LinkedIn também tem seus recursos próprios e que merecem atenção. Recomende ex-colegas por atribuições que eles dominam e, se quiser, peça para que pessoas com quem você trabalhou anteriormente façam recomendações no seu perfil. É importante que você seja honesto em suas avaliações.

Busque por vagas
É sabido que no Brasil o LinkedIn ainda não é uma rede social de grande alcance e está longe de ser a principal porta de entrada para o mercado de trabalho. Mesmo assim, vale a pena buscar por vagas de emprego na rede social. Mas, antes de se cadastrar em alguma vaga, certifique-se de que o seu perfil está atualizado.

(Fonte: Olhar Digital)


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10 dicas para aprimorar sua campanha de email

10 dicas para aprimorar sua campanha de email

O email é uma ferramenta utilizada por todas as empresas que adotam estratégias de marketing digital. Sendo bastante comum e uma tática de anos, ele ainda apresenta bons resultados. Basta aplicar da forma correta, com linguagem e periodicidade ideais para seu público.

O blog Marketing de Conteúdo, reuniu 79 estatísticas de email essenciais para uma boa campanha. Escolhemos, entre todas, as 10 dicas para produzir e entender melhor os resultados de uma campanha de email que podem ajudar em sua estratégia e turbinar seus resultados. Vamos lá!

10 dicas para melhorar sua estratégia por email
São dados extremamente relevantes que servem para guiar a forma como você utiliza o email como ferramenta de sua estratégia.

1. 35% dos destinatários abrem um email levando em conta somente o assunto
Outro dado deste estudo da Convince&Convert mostra que 69% dos destinatários marcam um email como spam pelo mesmo critério.

2. Emails com assuntos personalizados possuem 26% maior probabilidade de serem abertos
Segundo dados da CampaignMonitor, utilizar o nome da pessoa no assunto do email é uma boa estratégia para aumentar a taxa de abertura.

3. 6 da manhã é o horário que possui maior taxa de cliques e abertura
Um estudo da HubSpot confirmou as teorias de que as pessoas lêem seus emails assim que acordam.

4. Você tem de 3 a 4 segundos para chamar a atenção do seu destinatário a ponto de ele abrir e clicar no seu email
Como afirma a Litmus, o tempo é muito curto para garantir conversões. Seja criativo e persuasivo.

5. “Clique aqui” é o call-to-action que possui maior taxa de cliques
A HubSpot confirmou em seu estudo que é necessário ser muito didático para gerar mais cliques.

6. Emails com botões de compartilhamento em redes sociais aumentam a taxa de cliques em 158%
Segundo a Nonprofit Hub, quanto mais botões, mais chances de cliques.

7. 88% dos usuários preferem receber emails em HTML, e apenas 12% preferem emails que contém texto simples
O destinatários de emails responderam à pesquisa da HubSpot afirmando sua preferência.

8. 65% preferem emails que contém imagem, enquanto 35% preferem que o email possua apenas texto
Outra pesquisa da Hubspot garantiu bons insights para suas campanhas.

 9. 81% dos consumidores online que recebem emails baseados em hábitos de compra anteriores possuem maior probabilidade de realizar outras compras no futuro
O estudo da eMarketer mostrou que segmentações em envios de campanha e automações de marketing por linha de conteúdos e produtos são mais eficazes.

 10. Seus contatos mais recentes são os que possuem maior probabilidade de interagir com seus emails
A HubSpot utiliza este recurso em sua ferramenta e garante usuários interagindo com os conteúdos da marca.

(Fonte: Comunique-se)  Ler notícia completa

Qual o erro mais comum ao usar a palavra mesmo?

Qual o erro mais comum ao usar a palavra mesmo?

É impressionante como muita gente costuma usar a palavra “mesmo” com função pronominal. Nos voos, por exemplo:

“Verifique se está levando consigo todos os seus objetos, pois os mesmos podem ter se deslocado durante a viagem.”

Opa! Usar “os mesmos” assim não! Aliás, Napoleão Mendes de Almeida, em seu Dicionário de Questões Vernáculas, expõe:
Erro muito frequente é o emprego do demonstrativo mesmo com função pronominal em construções como estas: “…nova ortografia, visto que os trabalhos serão corrigidos pela mesma.”

Como fazer então? Usando palavras que funcionam como pronomes. Em uma sugestiva construção: “…nova ortografia, visto por ESTA deverem os trabalhos ser corrigidos.”

Um outro caminho está no uso dos pronomes do caso reto, tipicamente os responsáveis pela conjugação verbal e pelo sujeito: “Verifique se está levando consigo todos os seus objetos, pois ELES podem ter se deslocado durante a viagem.”
A palavra MESMO é essencialmente classificada como adjetivo; significa de igual identidade, exatamente igual a outro: “Aquelas aeromoças usam o mesmo uniforme até hoje.”

Pode, também, o termo indicar a reflexividade: “…vestindo-se a si mesmo.”

Em concursos públicos, por exemplo, é muito comum a aparição de MESMO como conjunção concessiva, sinônimo de “ainda que”, “embora”: “Mesmo triste, continuou o trabalho.”

Por fim, há também a classificação adverbial: “o salário do trabalhador comprovou mesmo a inflação.”

Então, quando você encontrar a famosa placa dos elevadores, piche mentalmente o devido pronome e verifique se ele se encontra, mesmo, naquele andar.

(Fonte: Exame)  Ler notícia completa

Cuidados que não podem faltar com a linguagem nas redes

Cuidados que não podem faltar com a linguagem nas redes

Linguagem, substantivo feminino, em um dos seus sentidos, é a forma de expressão própria de um indivíduo, grupo, classe. No mundo corporativo, é fundamental que haja estratégia, planejamento, quanto ao fino trato na forma de expressão.

Fino trato, distante de eventuais preconceitos, refere-se à capacidade de o indivíduo respeitar seus interlocutores e conscientizar-se de padrões – seja por meio da palavra escrita, seja por meio da palavra falada. Quem assim age chega além; passa a ter confiança de gestores; é respeitado perante clientes e colaboradores.

Sobre isso, um bom exercício para a relação “imagem profissional” e “palavra” está no uso das mídias sociais. Pessoas de destaque procuram planejar semanalmente (ou mesmo diariamente) suas “postagens”, pensando em maneiras elegantes de “como a sua ação profissional” pode colaborar com empresa, clientes, leitores e possíveis contratantes.

Vamos, aqui, supor um líder (ou aspirante a líder) da Área Financeira:

À segunda-feira, um texto com um esclarecimento sobre o atual cenário econômico, com uma ilustração chamativa;

À terça-feira, uma elucidação sobre um “slide” utilizado em alguma apresentação sua;

À quarta-feira, um vídeo (no ambiente de trabalho) sobre, por exemplo, a importância do investimento em determinados campos do mercado financeiro;

À quinta-feira, dia do famoso “TBT” das mídias sociais, uma crônica sobre sua trajetória na Universidade, seus amigos, seus livros favoritos.
À sexta-feira, redija sobre um bom livro lido. Lembre-se de que seus seguidores admiram muito gente que lê.

Aos fins de semana, cuidado com o excesso de vida pessoal, já que o olhar alheio é sempre muito crítico. Em outras palavras, um deslize pode trazer imensurável prejuízo a seu negócio, a sua biografia.

No entanto, para que haja sucesso na divulgação de tal trabalho, a revisão do texto e a maneira como a palavra é tratada são fundamentais. É possível um líder que conjugue mal determinados verbos, que faça questão de formas prolixas como “Venho por meio desta”, que não se atenha aos sinais de pontuação e aos aspectos de concordância? Certamente trágico!

(Fonte: Exame)  Ler notícia completa

Cinco passos para se tornar um influenciador digital de sucesso

Cinco passos para se tornar um influenciador digital de sucesso

Whindersson Nunes, Luba, Rayza Nicácio, Kéfera. Os maiores influenciadores digitais do Brasil têm uma coisa em comum: criam e monetizam seus próprios conhecimentos e experiências. Os influenciadores são vistos como líderes, especialistas e parceiros eficazes para espalhar a mensagem e gerar negócios. Mas como chegar a esse status? Quais são os passos para se tornar um influenciador? Onde divulgar os vídeos e infoprodutos? Separamos cinco dicas para ajudar os influenciadores a atrair, engajar e monetizar a cada longa da audiência. 

Confira:
Defina sua persona
É preciso saber exatamente com quem deseja falar para criar ações mais adequadas. Dessa forma, o retorno se mantém sempre positivo. Por isso, invista na criação de uma personagem que represente o seu interesse. Dê um nome a persona e coloque essa personalidade sempre a vista para que nos momentos de planejar as ações ela seja sempre o centro da estratégia.
 
Crie conteúdo de qualidade
Procure algo que você entenda, que goste e te faça feliz. Isso pode parecer clichê, mas é verdade. Busque compreender as principais dores da sua persona, as dúvidas frequentes e produza conteúdo. Além de ser diferente de tudo que o público já viu, é importante que o conteúdo seja entregue no momento ideal.
 
Utilize um canal eficiente
Um dos segredos para se tornar um influenciador de sucesso está no canal que irá divulgar seus vídeos e materiais. Se você já é um infoprodutor e quer ainda mais recursos para compartilhar seus conhecimentos com as pessoas certas, uma dica é a Eduzz, pois facilita esse processo oferecendo diversas ferramentas para atingir ainda mais sua audiência, ampliando sua presença no mundo digital.
 
Mensure suas ações
Para se transformar em um influenciador digital de sucesso é necessário medir frequentemente os resultados obtidos. Afinal, qualquer ação pode ser mensurada em tempo real e isso é importante não só para constatar o retorno sobre o investimento, mas também para criar ações mais efetivas. Possuir ferramentas que auxiliam esse processo é fundamental para agilizar seu tempo e ter maior profundidade nas métricas.
 
Invista em você
Se antes era preciso de uma editora para publicar um livro didático ou uma produtora profissional para gravar um curso, hoje qualquer pessoa, é só querer, pode criar e vender infoprodutos pela Internet, como e-books, videoaulas, webinars e podcasts. Se você está entrando nesse mundo digital, quer entender, conhecer estratégias e ficar mais preparado, uma dica é buscar treinamentos e cursos.

(Fonte: Proxxima)
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SEO para profissionais de comunicação: a escolha da palavra-chave

SEO para profissionais de comunicação: a escolha da palavra-chave

Search Engine Optimization (SEO) é uma forma extremamente eficiente de trazer mais pessoas para o seu site ou publicação. Como mostraremos em detalhes no nosso Webinar, SEO é um conjunto de ações que faz com que a sua página seja encontrada com mais facilidade pelos leitores. Isso acontece pois ela fica melhor ranqueada na Google e em outros mecanismos de pesquisa. O assunto é de extrema importância na hora de trabalhar a comunicação de uma empresa ou negócio.

Se você trabalha com assessoria de imprensa e, consequentemente, faz releases, SEO também é importante. Atualmente, é comum que jornalistas divulguem os releases recebidos na íntegra, sem mexer no texto. Sendo assim, quando você prepara o release já levando em consideração a utilização de técnicas de SEO, as publicações se tornam mais populares nas buscas e o release se torna mais efetivo.

Uma das principais etapas de SEO é a escolha e utilização da palavra-chave. Para que uma página seja encontrada com mais facilidade em buscas, é importante que seja determinada uma palavra-chave e que ela se repita diversas vezes ao longo do texto – não em excesso porque a página pode ser penalizada pelo Google, mas em uma quantidade suficiente para que se torne relevante em buscas online.

A Escolha da Palavra-Chave para SEO
O primeiro passo é a escolha adequada da palavra-chave. Essa etapa é crucial e deve ser feita com cuidado. É importante que a palavra-chave escolhida seja coerente com o tema, mas também é importante levar em conta a frequência com que ela é buscada pelas pessoas. Uma palavra-chave coerente, mas que não é relevante para o público, não é eficiente.

Existem diversas opções de ferramentas para analisar a frequência com que palavras são buscadas, facilitando a decisão da mesma. O próprio Google possui duas ferramentas ótimas: Google Trends e Google Adwords. Através dessas ferramentas você pode descobrir quantas vezes cada palavra é buscada. A partir disso, se torna mais fácil decidir qual será mais eficiente para você.

(Fonte: Comunique-se)  Ler notícia completa

Sabe mesmo usar a crase? Teste com esta questão de português

Sabe mesmo usar a crase? Teste com esta questão de português

Traz o seguinte enunciado a questão abaixo:

Assinale a opção que completa, corretamente, as lacunas da frase.

“Nesta oportunidade, _________ volto _____ referir-me ________ problemas já expostos _____ Vossa Senhoria ________ alguns dias.”

a) a toa – à – àqueles – a – há.
b) à toa – a – àqueles – a – há.
c) à toa – a – aqueles – à – a.
d) à toa – à – àqueles – a – a.
e) à-toa – a – aqueles – à – há.

Crase, como se sabe, provém do grego krâsis e significa mistura, fusão de duas vogais em uma só. A quem se prepara para processos seletivos, alguns lembretes gramaticais são sempre válidos.

À toa é algo feito sem esforço, sem tanta importância. Como representa uma locução adverbial feminina, o uso do acento grave é obrigatório. Todas as expressões adverbiais femininas, iniciadas por “a” ou “as” (indicando a forma como foi executado o fato, a ideia), devem ser acentuadas. Por isso, em “Estar à vontade.”, “Ficar à disposição.”, “Às vezes, descansa.”, “Sair à francesa.”, ocorre o grave.

No trecho “volto a referir-me”, não há ocorrência de crase. O citado “a” é apenas prepositivo; a forma verbal “referir-me” não é antecedida por artigo definido feminino no singular.

O acento grave, indicador da crase, também pode ocorrer nos demonstrativos “aquele”, “aquela”, “aquilo”. Para isso, basta que o regente exija a preposição “a”. Em termos mais simples: “Referir-se”, verbo pronominal, exige “a”.

Leve esta dica ao seu dia a dia de estudos: antes dos tratamentos oficiais não ocorre crase. São eles: Vossa Excelência, Vossa Senhoria, Vossa Magnificência, Vossa Reverência.
Ao fazer a leitura do período, na questão proposta, é fundamental observar os termos “já expostos”, indicando a ideia pretérita. Assim sendo, o último espaço deve ser preenchido com “há”, do verbo haver: “há alguns dias”.

Caso fosse futurística, haveria uso da preposição “a”, como em “Daqui a alguns dias, o inverno chegará.” Portanto, a resposta correta é a letra b.

(Fonte: Exame)  Ler notícia completa

5 passos para o marketing de influência no Instagram

5 passos para o marketing de influência no Instagram

Com mais de 600 milhões de usuários, a comunidade do Instagram conta com muitos criadores de conteúdo. Por esse e outros motivos, se tornou uma plataforma de referência quando se fala em marketing visual. Um dos últimos algoritmos lançados organiza o feed de notícias por postagens baseadas em engajamento invés de ordem cronológica. O que significa que os anúncios e o marketing de influência se tornaram ainda mais importantes na rede.

Assim, as marcas podem (e vão) fortalecer relacionamento com influenciadores digitais para desenvolver sua criatividade. Dedicados a uma audiência engajada para construir sua imagem de maneira autêntica e orgânica. Funciona mais ou menos como quando um amigo recomenda um destino de viagem para as férias. Você aceita a sugestão por confiar em seu julgamento.

Um dos mais excitantes aspectos do marketing de influência no Instagram é a incrível mistura de pessoas representadas. O que abrange diversos nichos de todas as partes do mundo. Personal trainers usam a rede para divulgar seu estilo e metodologia, designers de interiores usam para exibir seu portfólio, fotógrafos usam para catalogar suas viagens e até mesmo chefs usam para publicar suas receitas.

Mesmo que esses influenciadores tenham mais seguidores que as celebridades da mídia ainda assim serão vistos de forma diferente. Isso acontece porque o público mantém relacionamento de mais proximidade com eles. Se eles se comprometem a colaborar com uma marca essa opinião não será apenas genuína como levada à sério por seus seguidores.

Encontrar um influenciador e concordar colaborar com ele pode ser um exercício que consome um tempo difícil de mensurar. Para melhores resultados, esse processo de 5 passos pode ajudar se guiar.

1. Faça a lição de casa
Temos muito a tirar de aprendizado sobre o que outras marcas já fizeram em marketing de influência. Descubra o que funcionou para eles, inspire-se com diferentes tipos de conteúdo que postaram e repare em quais conteúdos conquistam o maior engajamento. Você também pode se informar sobre o que seus concorrentes estão fazendo, assim como outras marcas que oferecem uma demografia semelhante.

Por último mas não menos importante, também temos o blog Instagram for Business. Nele você encontra dados sobre estudos de casos e novas ferramentas e recursos. É um bom lugar parasaber como as marcas conseguem obter o máximo do Instagram.

2. Desenvolva com clareza o briefing
Sua campanha será mais bem sucedida se permitir a liberdade criativa do influenciador. Ele sabe que sua audiência vai realmente gostar. Assim como é importante alinhar os objetivos a serem atingidos. A liberdade criativa é uma chave para o sucesso do marketing de influência no Instagram. Confie neles para criar uma campanha autêntica e com potencial de engajamento.

3. Escolha influenciadores relevantes
Uma vez que se tem uma ideia clara do que se quer atingir, o próximo passo é encontrar influenciadores relevantes. Esse ponto é crucial porque, se algo sair errado, pode ser bem caro e por isso vale a pena investir mais tempo para fazer a decisão certa. Existem influenciadores para praticamente todos os mercados.

Seja moda, lifestyle, viagem, fitness, você encontrará mais que algumas boas opções. Uma das muitas maneiras de encontrar pessoas é pesquisando por hashtags e encontrar posts que tenham tido bom engajamento (muitos likes e comentários). Você também pode encontrar influenciadores nos perfis de outras marcas. Pesquise posts onde existam tags com outras pessoas como criadores desse conteúdo.

4. Entrar em acordo sobre a estrutura de colaboração
Uma vez que encontrou os influenciadores com quem quer trabalhar, você precisará combinar com eles e entrar em acordo com uma estrutura de colaboração. Existem cinco aspectos-chave que você precisará negociar:

Prazos: seja decidido sobre o deadline e destacar que é incontestável que seja cumprido.

Outputs: seja claro com o que você quer que seja produzido. Por exemplo, duas peças de um mesmo conteúdo, uma para ser publicada na conta do influenciador com uma menção à marca e outra que você irá utilizar a seu critério.

Uso de conteúdo: deixe que eles saibam quais direitos de uso do conteúdo você quer. O influenciador irá sempre reter a propriedade de criador, mas normalmente é possível pedir direitos por em torno de dois anos de uso total do conteúdo.

Pagamento: Os influenciadores a nível de celebridade podem pedir uma taxa por seus serviços. Mas é possível negociar também através de experiências de valor que seu produto ou serviço possa oferecer, algumas vezes até mesmo entender a vaidade, motivações e aspirações do influenciador pode representar um ganho de confiança que eleve o relacionamento e o torne um defensor de sua marca. Quando estiver negociando um valor, tenha em mente que serão múltiplos serviços envolvidos: criação de conteúdo, direitos de uso e acesso à uma audiência.

Hashtag Patrocinada: Regulamentos sobre hashtags patrocinadas variam por região e estão em constante modificação. A sugestão é por segurança sempre utilizar #patrocinado, #ad, #spon ou hashtags semelhantes que evidenciem ao público que se trata de um conteúdo relacionado à marca, o que não faz nenhuma diferença para o desempenho ou resposta à postagem.

5. Maximize o valor do conteúdo
Ganhe valor adicional sobre o conteúdo no Instagram fazendo reposts e adaptações em outros canais. Aqui vão três exemplos:

Publicar na página de produto/serviço: Insira as postagens do influenciador na página onde as pessoas irão saber mais sobre seu produto, como parte de um overview. Embedar o conteúdo do Instagram pode aumentar em 23% a taxa de conversão e até 40% de tempo na página.

Publique como Facebook Ads: É importante manter seus anúncios atualizados com novos conteúdos. Esse papel pode ser suprido pelas postagens do influenciador, que pode aumentar as conversões na página de destino em 19%.

Publique nas mídias sociais: Onde sua marca estiver presente, não deixe que mostrar aquilo que estão fazendo e o conteúdo incrível que tem sido criado junto ao influenciador. As páginas mais ativas nas redes sociais podem ter até 80% de criações originadas de influenciadores e até usuários defensores de marca. E não se esqueça, sempre tenha certeza da permissão de uso de imagem de outras pessoas.

(Fonte: Comunique-se)  Ler notícia completa

4 truques para escrever mais rápido (e melhor)

4 truques para escrever mais rápido (e melhor)

Na hora de escrever a redação de um concurso público ou textos profissionais como e-mails e relatórios, é preciso fazer uma escolha difícil: ou você desperdiça horas tentando encontrar as palavras certas, ou produz velozmente um emaranhado de ideias cheio de ambiguidades, repetições e até erros de português.

Escrever é, por essência, demorado — mas a pressa do mundo moderno exige a capacidade de se comunicar com agilidade, e sem mal-entendidos.

A boa notícia é que conciliar rapidez e qualidade na escrita não é impossível, garante Rosângela Cremaschi, professora de comunicação da FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado) e consultora empresarial na RC7.

“Existem várias técnicas para otimizar o tempo que você gasta com a redação, sem comprometer a clareza, a correção e a precisão do resultado final”, diz a professora.

O segredo está em tomar certas providências no planejamento e na execução do texto. Confira a seguir 4 truques sugeridos por especialistas no tema:

1. Escreva menos
A dica parece óbvia, e é: quanto mais curto for o seu texto, menos tempo você gastará para produzi-lo. O problema é que ser econômico não é tão simples quanto parece, diz Diogo Arrais, professor de língua portuguesa e autor gramatical pela Editora Saraiva.

“Escrever textos pequenos é uma arte, que só pode ser desenvolvida com o treino”, explica ele, que aprimorou sua própria capacidade de concisão com a ajuda do Twitter, rede social em que as atualizações não podem ter mais do que 140 caracteres. Tem empresa? veja com a Mandaê perfis brasileiros noTwitter que vão mudar sua empresa Patrocinado

A vantagem de ser sucinto não é apenas gastar menos tempo, mas também produzir textos com maior probabilidade de serem lidos. Aí vai uma sugestão de exercício: experimente pegar um texto já produzido e reduzir o número de linhas pela metade, sem adulterar o sentido original. Ironicamente, você gastará boas horas nesse treino, mas economizará muito tempo no futuro.

2. Antes de começar, faça um “esqueleto”
Planejamento também ajuda a redigir mais rapidamente. Rosângela Cremaschi, professora de comunicação da FAAP, orienta que se faça uma pequena lista de tópicos com as principais ideias que você precisa abordar. Organize esses pontos numa ordem lógica, que passe por introdução, desenvolvimento e resolução.

Com esse esqueleto em mãos, fica fácil ir simplesmente “recheando” cada item com um ou mais parágrafos. O tempo que você perde elaborando esse roteiro acabará sendo recuperado em dobro na hora da execução.

Segundo Arrais, também vale incluir nessa lista as referências ou citações que você precisa apresentar no seu texto. No caso de uma redação de concurso público, por exemplo, pode-se compilar leis, conceitos e autores considerados essenciais para o tema proposto pela banca.

3. Tenha um plano
Nunca comece a escrever sem antes ter certeza absoluta sobre o que deseja dizer. De acordo com os professores ouvidos por EXAME.com, um dos fatores que mais atrasam o trabalho de um redator é estar inseguro sobre suas próprias teses e, por esse motivo, mudar constantemente de direção argumentativa.

O ideal é estudar, pesquisar e buscar o máximo possível de informações sobre o assunto antes de se lançar à folha em branco. Isso também vale para as redações de concursos públicos: você ganhará agilidade se já tiver familiaridade com os temas normalmente cobrados naquele tipo de exame.

Cremaschi diz que o foco deve estar na comunicação, e não tanto no estilo do texto. Concentre-se em passar seu recado, mesmo que para isso precise abdicar de construções elaboradas ou frases de efeito. Preocupe-se apenas em caprichar na introdução e no fechamento, as duas pontas “nobres” de um texto.

4. Use palavras simples
Seja num concurso público, seja na rotina corporativa, ninguém precisa redigir como um autor de literatura. A melhor opção é optar por um vocabulário preciso e simples. Palavras complicadas só servem para confundir o leitor e deixar o processo de escrita mais lento.

Outra dica é sempre escrever as orações na ordem direta, com sujeito (“O relatório”, por exemplo), verbo (“contém”) e complemento (“dados atualizados”). Essa estrutura organiza o seu raciocínio e permite concatenar ideias mais facilmente.

Ironicamente, textos fáceis de ler são os mais difíceis de redigir. “Todo mundo diz que pessoas que escrevem bem têm o hábito da leitura, mas isso não é bastante”, diz Cremaschi. “É preciso aproveitar cada pequena oportunidade, cada mensagem de celular, cada bilhetinho, para se exercitar”.

(Fonte: Exame)

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3 formas de gerar conteúdo relevante utilizando pesquisas de mercado

3 formas de gerar conteúdo relevante utilizando pesquisas de mercado

Cada vez mais as marcas estão aderindo às estratégias de marketing de conteúdo para alavancar suas vendas. A fórmula parece simples: gerar conteúdo relevante para atrair o seu público-alvo e converter em vendas. Mas, em um mundo em que somos bombardeados por informações constantemente, como fazer para que seu conteúdo se destaque?

Existem diferentes técnicas e estratégias para gerar conteúdo relevante. Mas hoje eu quero mostrar 3 formas de gerar conteúdo de qualidade utilizando a pesquisa de mercado:

1.  Dados exclusivos para sua audiência

Conteúdos que trazem dados estatísticos costumam chamar a atenção e tem alta capacidade de viralizar. Os números ajudam a dar peso e dimensão para uma informação.

Por exemplo, qual título chamaria mais a sua atenção: “muitas pessoas utilizam email” ou “92% das empresas utilizam o email como principal ferramenta de comunicação”? Veja como o número torna o título mais relevante e atrativo.

Mais interessante ainda é gerar os próprios dados que são relevantes para a sua audiência. Você terá em mãos um conteúdo totalmente exclusivo e atraente. São inúmeras opções de pesquisa que você pode fazer. Se trabalha na área de comunicação, faça uma pesquisa para avaliar diferentes veículos e canais. Se é da área de saúde, pode fazer uma pesquisa para descobrir os hábitos e as formas que as pessoas cuidam da própria saúde.

Você pode estar se perguntando: mas fazer uma pesquisa de mercado não é caro e demorado? Estes são apenas alguns dos mitos sobre pesquisa de mercado que você precisa esquecer imediatamente.

Com as ferramentas de pesquisa de mercado online, qualquer pessoa pode fazer sua pesquisa sozinho e obter resultados em poucos dias. Além disso, a pesquisa de mercado pode ser feita com custos extremamente acessíveis ou até mesmo de graça.

Após fazer a sua pesquisa de mercado, seja criativo na hora de divulgar os resultados. Além de textos, você pode criar infográficos, vídeos, imagens, webinars e diferentes formatos com os dados obtidos. Com uma mesma pesquisa, você pode criar diferentes materiais e tipos de conteúdo relevante.

2.  A pesquisa de mercado já é um conteúdo relevante
Ao disponibilizar o link de uma pesquisa de mercado em redes sociais, blogs, newsletter ou site, você já está divulgando um conteúdo. Ao pedir para que seus clientes ou seguidores participem de uma pesquisa, você está oferecendo engajamento e interação com seu público.

Pode ser apenas uma pesquisa curta, em formato de enquete, ou uma pesquisa maior, com diferentes questões sobre assuntos variados. O importante é que o link da pesquisa venha associado a uma mensagem que estimule a participação.

Algumas sugestões: compartilhe o link de uma pesquisa sobre um assunto polêmico ou atrativo e informe que, após a realização da pesquisa, você fornecerá gratuitamente um infográfico com os resultados da pesquisa. Você pode também oferecer um cupom de desconto ou uma degustação do seu produto para todos que participarem da pesquisa.

Outra opção é incluir uma dose de humor no texto que acompanha o link da pesquisa.

3. Utilize a pesquisa de mercado para avaliar o seu conteúdo
Se você produz conteúdo, certamente já aconteceu com você: dedicou horas em um conteúdo que parecia ser um sucesso, mas, ao ser compartilhado nas redes sociais, foi um fiasco. O inverso também é comum: faz um post de qualquer jeito só para cumprir o cronograma, e virou um case de sucesso.

Antes de mais nada, para que sua estratégia de conteúdo tenha sucesso, é preciso ter certeza de quem são os seus leitores ou seguidores. Além de conhecer seus dados demográficos, é importante também conhecer os seus hábitos, preferências e interesses. A pesquisa de Buyer Persona, nesse caso, pode ser muito interessante.

Além disso, utilize as pesquisas para avaliar o seu conteúdo e perguntar para o seu público que tipo de materiais eles gostariam de receber. Você pode obter insights valiosos e descobrir o que sua audiência realmente considera um conteúdo relevante.

(Fonte: Comunique-se/Adaptado)  Ler notícia completa

Este verbo é vítima de muitos erros de concordância em português

Este verbo é vítima de muitos erros de concordância em português

Você faz a correta concordância ao usar o verbo caber? Confira erros frequentes, segundo professor de português.

CABER, do latim capere, é alvo de inúmeros desvios de concordância,  principalmente quando há a inversão:

“Cabe muitas análises neste processo da Lava-Jato.”

“Diante do resultado, não cabe reclamações ao time paulistano.”

Nos dois exemplos acima, o verbo deveria estar no plural, concordando com o sujeito:

“Cabem muitas análises neste processo da Lava-Jato.”

“Diante do resultado, não cabem reclamações ao time paulistano.”

Apesar disso, o verbo ficaria no singular se o sujeito da oração fosse uma oração. O gramático Domingos Paschoal Cegalla sugere dois exemplos:

“Se a decisão do juiz foi justa, não cabe fazer reclamações.”

“Investigar essas irregularidades cabe ao poder público.”

Herberto Sales, em Rio dos Morcegos, redige assim:

“Se Cesaltino preferia não falar sobre seus parentes, haveria de ter para isso os seus motivos, que nos cabia discutir nem saber quais eram.”

Caber é classificado como verbo irregular, justamente por apresentar alterações no seu radical. Vejamo-lo em dois tempos:

 Presente do indicativo: caibo, cabes, cabe, cabemos, cabeis, cabem.

 Pretérito perfeito do indicativo: coube, coubeste, coube, coubemos, coubestes, couberam.

Ademais, de acordo com a língua-padrão, não há imperativo para o citado verbo.

(Fonte: Exame)

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LinkedIn ganha bate-papo parecido com Facebook e estimula mensagens

LinkedIn ganha bate-papo parecido com Facebook e estimula mensagens

O LinkedIn anunciou na última quinta-feira (13) uma atualização na ferramenta de chat da rede social para facilitar o contato entre todos os usuários. De acordo com o blog oficial da plataforma, profissionais que usam a versão desktop poderão iniciar um bate-papo com seus contatos de quase qualquer ponto do site. Para o LinkedIn, isso pode potencializar a busca por uma vagas.

LinkedIn muda versão desktop e ganha novo visual na Web; veja
Na prática, com a mudança, o usuário pode iniciar uma conversa diretamente na página de perfil do contato e, assim, não perder o contexto da conversa caso o assunto seja um curso ou item do currículo analisado. Da mesma forma, também é possível começar o bate-papo diretamente do feed.

Novas mensagens para todos os perfis
O LinkedIn também anunciou que as páginas de “Empregos e Empresa” ganharam sugestões de pessoas para as quais você pode enviar mensagens. Desta forma, ao visualizar uma vaga de trabalho, a rede social vai apresentar uma lista de profissionais conhecidos que trabalham no local, para o usuário iniciar um chat instantaneamente. Ambas as novidades já estão disponíveis e podem ser usadas por todos, mesmo os que não possuem a versão Premium (ou seja, e versão paga do LinkedIn).

Além disso, quem estiver usando o app de bate-papo no celular, poderá ainda responder rapidamente com algumas respostas programadas, como “Obrigado” por exemplo. Para enviá-las, basta tocar em um botão.
Como compartilhar posts da empresa no LinkedIn pessoal? Troque dicas no Fórum do TechTudo.

Visualmente falando, a ferramenta de bate-papo do Linkedin é bem similar a do Facebook, no Facebook Messenger. Ao acessar a rede social por um navegador desktop, todas as mensagens e a lista dos últimos chats ficam minimizados no canto inferior direito, com a mesma aparência e dinâmica de uso.

Vale ressaltar que a ferramenta de chat já está disponível desde a mudança visual da versão web lançada em janeiro de 2017. O novo visual, no entanto, está chegando aos poucos a todos os usuários.

(Fonte: Tech Tudo)


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Como ter um networking eficiente se você detesta “fazer social”?

Como ter um networking eficiente se você detesta “fazer social”?

Você acha difícil puxar conversa com estranhos? Detesta manter diálogos superficiais com (semi)desconhecidos? Tem preguiça de participar de happy hours, churrascos e outros eventos sociais com colegas de profissão?

Se esse é o seu caso, aí vai uma má notícia: “fazer social” faz, sim, toda a diferença para construir uma carreira de sucesso.

Você sempre precisará dos outros para escalar posições hierárquicas, conseguir um novo emprego, fazer política na empresa ou simplesmente para ter uma rotina mais divertida no trabalho.

Para ter um bom networking, principalmente, será inevitável enfrentar situações sociais dos mais variados tipos — do “coffee break” de um mega evento corporativo à roda de conversa no bar mais perto do seu escritório.

Nessa seara, os introvertidos realmente saem perdendo. “Profissionais mais expansivos e sociáveis têm muito mais facilidade para vender o próprio peixe, conhecer pessoas novas e manter sua rede de contatos ativa”, diz Emerson Dias, coach e consultor de carreira.

Dito isso, é importante lembrar que a quantidade de contatos importa menos do que a qualidade. E fazer networking não é apenas trocar sorrisos, falar sobre amenidades e contar piadas numa rodinha. Trata-se de um relacionamento de longo prazo, que exige seriedade, profundidade e dedicação.

Segundo Maurício Cardoso, um dos fundadores do Clube do Networking, facilidade para “fazer social” é importante, mas não basta. Afinal, os envolvidos na relação têm um objetivo a longo prazo: ajudar-se mutuamente em termos profissionais.

“Você não pode ser só ‘simpático’, precisa ser capaz de prestar atenção no outro, ter disponibilidade para ajudá-lo sem pedir nada em troca e falar com franqueza sobre aquilo de que precisa e aquilo que pode oferecer”, explica ele.

Uma saída para os mais introvertidos é enxergar o networking como um esporte, isto é, uma atividade com objetivos bem definidos que exige prática para o aperfeiçoamento. Vale uma analogia bem brasileira: enquanto fazer networking é jogar futebol, “fazer social” é correr atrás da bola — um esforço cansativo, porém necessário para o jogo.

A boa notícia é que mesmo o sedentário pode descobrir que adora fazer gols. Quando você reconhece o propósito e a recompensa de fazer contatos profissionais, a atividade pode se revelar extremamente estimulante.

Que tal começar agora? A seguir, especialistas no assunto dão 5 dicas que facilitam a vida dos introvertidos quando o assunto é networking. Confira:

1. Escolha modelos de interação confortáveis para você
Cardoso explica que muitos profissionais que não gostam de “fazer social” simplesmente não apreciam eventos tradicionais, como festas e churrascos. Mas esses não são os únicos modelos de convívio existentes. “Imagine um introvertido que ideia happy hour, mas adora esporte”, diz o especialista. “Em vez de ir ao bar no fim do expediente, ele pode convidar colegas do escritório para uma partida de futebol, por exemplo, e assim desenvolver relacionamentos”. Sem pânico: Sobrou para você organizar uma festa na empresa? Vem que a Xerpa te ajuda! Patrocinado

O autoconhecimento é fundamental para descobrir as suas preferências, e também para identificar os seus “gatilhos” de irritação em situações sociais. O que causa mais incômodo e por quê? O que é capaz de aliviar esse mal-estar? Reflexões como essas ajudarão você a saber que tipos de interação funcionam melhor para o seu perfil.

2. Esteja sempre adiantado
Vai a um evento profissional? A dica dos especialistas para os introvertidos é chegar o mais cedo possível. “Se aparecer tarde, todo mundo já vai estar interagindo e será mais difícil entrar nas rodinhas”, afirma Dias. “Se chegar com antecedência, ainda haverá poucos presentes e será mais fácil se aproximar deles”.

Para puxar assunto com essas pessoas, a melhor alternativa é falar sobre assuntos que você conhece bem. Isso, aliás, também vale para a hora de escolher os eventos que você irá frequentar: opte sempre por aqueles que tratam de assuntos que você já domina. Assim, você se sentirá mais seguro para expor suas opiniões e terá menos dificuldade para encontrar o que dizer.

3. Tenha um extrovertido como aliado
Contar com intermediários facilita muito a vida de quem tem dificuldade para iniciar contatos. De preferência, diz Cardoso, é interessante buscar um parceiro com perfil expansivo, que facilite as primeiras interações entre você e os demais em uma festa ou evento.

Além de trazer mais segurança no contato com o grupo, o amigo ao seu lado pode fazer a ponte entre você e um contato interessante. O recurso das apresentações é necessário até para os próprios extrovertidos, e é um dos pilares do networking.

4. Tenha boas perguntas na manga
Uma regra geral do networking que os introvertidos têm mais facilidade para executar do que os extrovertidos é a seguinte: fale menos e ouça mais. A capacidade de escutar atentamente o que o outro está dizendo é fundamental para conquistar sua confiança e simpatia.

Ter ouvidos disponíveis é uma competência ainda mais útil se você também é capaz de pontuar a conversa com boas perguntas. “Tenha meia dúzia de perguntas ‘de bolso’ que quebram o gelo com desconhecidos”, orienta Dias. “Você pode repeti-las sempre que conhecer uma pessoa nova”.

5. Não finja ser extrovertido
A última dica é ser fiel à sua própria natureza: você não precisa (e nem deve) simular um comportamento que não é seu. Além de não funcionar, tentar parecer sociável pode gerar uma sensação de artificialidade e até gerar desconfiança.

“Vá aos poucos, faça movimentos suaves de aproximação, respeite os seus próprios limites e sempre mantenha a empatia”, diz Cardoso. No jogo do networking, autenticidade vale muito mais pontos do que uma centena de sorrisos falsos.

(Fonte: Exame)
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Facebook começa a exibir notificações em janelas

Facebook começa a exibir notificações em janelas

O Facebook está colocando em prática um novo recurso para facilitar o gerenciamento de notificações recebidas na rede social. A ideia é que uma janela — ao estilo pop-up — abra sobre o feed de notícias do usuário quando receber um comentário em alguma postagem ou quando for marcado em alguma publicação na rede social. Com isso, a pessoa não precisa sair do seu feed de notícias para ler mais sobre a notificação.

Com o nome de "Sua Publicação", a janela é exclusiva para o site na versão desktop e similar às conversar feitas por meio do Messenger.

Ela é ativada quando alguém faz alguma postagem marcando o usuário ou quando alguém comenta uma publicação recente em seu perfil. O usuário escolhe se irá interagir com a publicação ou se prefere fechar a janela para ver a notificações em outro momento — para isso, só é preciso fechar ou minimizar o pop-up, como qualquer outra janela em seu computador.

O novo recurso de janelas está chegando aos poucos para os usuários e o Facebook, até o momento, a empresa não informou quando todos os usuários terão a funcionalidade.

(Fonte: Link Estadão)  Ler notícia completa

Netflix supera YouTube em estudo sobre popularidade de serviços de streaming

Netflix supera YouTube em estudo sobre popularidade de serviços de streaming

Quando se pensa em streaming de vídeo, duas empresas vêm à mente em primeiro lugar: YouTube e Netflix. Um estudo divulgado nesta semana pela Comscore revela que a plataforma de filmes e séries sob demanda já superou o site de vídeos do Google em pelo menos alguns aspectos.

O estudo leva em conta a quantidade de residências com acesso à internet e que usam algum serviço de streaming somente nos EUA. Em dezembro de 2016, esse número chegou a 49 milhões, dos quais 75% acessaram a Netflix pelo menos uma vez no mês.

Em segundo lugar aparece o YouTube, visitado em 53% dos lares com acesso à web. Em termos de relevância, a Netflix também lidera: de acordo com o estudo, os usuários do serviço chegam a passar, em média, 28 horas por mês consumindo os filmes e séries do catálogo.

(Fonte: Olhar Digital)


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Pronomes: 4 regras práticas

Pronomes: 4 regras práticas

O assunto colocação pronominal provoca muita divergência entre os usuários lusitanos e os nacionais, pois o uso daqui já não se faz mais como o de lá. A teoria sobre o tema pode ser vista ou como uma epopeia ou como um haicai, mas ao usuário só cabe uma preocupação: evitar os erros universais.

Os pronomes são os átonos me, te, se, o, a, os, as, lhe, lhes, nos, vos. Eles sempre estão vinculados a um verbo e, de acordo com a posição, recebem a seguinte classificação:

Próclise (antes do verbo): A pessoa não se feriu.
Ênclise (depois do verbo): A pessoa feriu-se.
Mesóclise (no meio do verbo): A pessoa ferir-se-á.

1  Não iniciar período com pronome átono
Quando o verbo está abrindo um período, os pronomes átonos não podem ser colocados antes do verbo. Com isso, a próclise é proibida, será feito uso da mesóclise ou da ênclise.

Exemplos: Diga-me toda a verdade. Recomenda-se cautela. Pedir-se-á silêncio.

2  Respeitar as palavras atrativas
Há palavras e expressões que exigem que o pronome seja colocado antes do verbo. Nasce, assim, o uso obrigatório da próclise graças às palavras atrativas (confira a lista de palavras atrativas ao final do texto).

Exemplos: Não se faz isso. Aqui se canta, lá se chora. Sei que se alcançará o resultado desejado.

3  Não colocar pronomes átonos após o particípio
O correto é analisar cada situação para observar o lugar adequado, mas nunca após o particípio.

Exemplos: Tínhamos nos referido ao caso certo. Havia-me pedido algo impossível. Tinham se queixado ao guarda.

4  Não colocar pronomes átonos após verbos conjugados no futuro do indicativo
A depender do caso, caberá a mesóclise ou a próclise, mas nunca após o futuro do indicativo.

Exemplos: Não se queixará novamente disso. Ver-se-á o valor novamente. Sabemos que se reverterá a situação.

Detalhe
Na língua portuguesa, a palavra “se” pode ser conjunção ou pronome átono e há situações em que ambos podem muito corretamente aparecer na mesma construção, cada um exercendo seu papel.

Exemplos: Ele não sabia se se queixava comigo ou com você. Tudo ficará melhor se se dispuserem a ajudar. A mulher não conseguiu pensar se se mantinha calada ou gritava.

Lista das palavras atrativas
a) palavras com sentido negativo: não, nunca, jamais, ninguém, nada, nenhum, nem, etc. Exemplo: Nunca se meta em confusões.

b) advérbios (sem vírgula): aqui, ali, só, também, bem, mal, hoje, amanhã, ontem, já, nunca, jamais, apenas, tão, talvez, etc. Exemplo: Ontem a vi na aula. Com a vírgula, cessa a atração: Ontem, vi-a na aula. Aqui, trabalha-se muito.

c) pronomes indefinidos: todo, tudo, alguém, ninguém, algum, etc. Exemplo: Tudo se tornou esclarecido para nós.

d) pronomes ou advérbios interrogativos (o uso destas palavras no início da oração interrogativa atrai o pronome para antes do verbo): O que ? Quem ? Por que ? Quando ? Onde ? Como ? Quanto ? Exemplo: Quem a vestiu assim?

e) pronomes relativos: que, o qual, quem, cujo, onde, quanto, quando, como. Exemplo: Havia duas ideias que se tornaram importantes.

f) conjunções subordinativas: que, uma vez que, já que, embora, ainda que, desde que, posto que, caso, contanto que, conforme, quando, depois que, sempre que, para que, a fim de que, à proporção que, à medida que, etc. Exemplo: Já era tarde quando se notou o problema.

g) em + gerúndio: deve-se usar o pronome entre “em” e o gerúndio. Exemplo: Em se tratando de corrupção, o Brasil tem experiência.

(Fonte: Exame) 


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Expressão corporal e seus benefícios

Expressão corporal e seus benefícios

O corpo fala e a forma como você se movimenta pode ser muito significativa, principalmente no ambiente de trabalho. A expressão corporal é definida como forma de comunicação não-verbal e a manifestação dos sentimentos por meio de gestos.

A expressão corporal foi a primeira forma de comunicação humana e até hoje continua sendo muito predominante. Especialistas afirmam que 93% de toda comunicação humana é não-verbal.
Kinésica é o nome que se dá para a ciência que estuda a linguagem corporal, de acordo com as situações vivenciadas. O primeiro estudo sobre expressão corporal foi realizado por Charles Darwin, naturalista britânico que publicou o livro “A expressão das emoções em homens e animais”.

Darwin atestava que os mamíferos manifestavam suas emoções por meio da expressão corporal e que homens e animais de diferentes raças e idade apresentavam a mesma feição em relação às emoções.

O que suas expressões transparecem
A maneira como você se comporta e a forma como seu corpo se movimenta pode transmitir muitas informações. O comportamento do nosso corpo é capaz de revelar o que realmente queremos dizer diante de uma conversa, mesmo sem falarmos. As principais manifestações do corpo são reveladas por meio da postura, gestos, expressão facial e tom de voz.

Valorize sua postura
Ter uma boa postura, além de ajudar sua saúde, transmite confiança para as pessoas ao seu redor e para você mesmo.
Manter a postura ereta auxilia na respiração e no sistema cardiopulmonar. Além disso, uma respiração correta oxigena o cérebro, proporcionando alívio no sistema nervoso, assegurando um aumento de produtividade e concentração.
Evite sentar em posições de inclinação: elas indicam falta de interesse, desleixo e até mesmo desmotivação.

Preste atenção nos gestos
Quando conversamos com alguém, não é só o discurso que importa; os nossos gestos também são responsáveis pelo que queremos articular.
Socialmente, alguns povos e grupos empregam gestos como característica, pois alguns gestos possuem significados diferentes em determinadas culturas.

Confira abaixo o que significam alguns gestos e expressões faciais:

Posicionamento de pernas, mãos e braços
Quem gesticula demais e balança muito as pernas durante uma conversa, pode transmitir inquietação. Mas nem sempre significa algum aspecto negativo. Por exemplo: mãos com as palmas viradas para cima demonstram confiança. A pessoa que fala ou escuta transparece abertura para ouvir opiniões.
Estalar os dedos insinua ansiedade ou hostilidade. Manter os dedos cruzados também sugere aspectos negativos pois aponta resistência. Ao contrário das mãos, pernas cruzadas expressam postura firme e confiante.
Braços cruzados demonstram uma posição defensiva. Por isso, busque sempre manter os braços soltos diante de uma conversa pois transmite interesse e receptividade.

Cotovelos e mãos apoiados na mesa ou no rosto
Expressam aborrecimento, tédio e desinteresse. Não é esse tipo de imagem que você gostaria de transmitir em seu ambiente de trabalho, não é mesmo? Portanto, fique atento a esses gestos por mais involuntários que eles sejam.

Desviar o olhar
Por mais que algumas pessoas tentem disfarçar, o olhar costuma demonstrar muito mais emoção do que as palavras. Desviar o olhar diante de uma situação, pode indicar que o que você está dizendo é mentira, ou diante de um elogio demonstra que você está desconfortável.
Sempre que possível, mantenha um olhar sereno que transmita positividade e confiança.

Comprimir os lábios
Comprimir os lábios significa que você está nervoso ou apreensivo. Em um contexto profissional, esse tipo de expressão não transmite muita credibilidade, pois pode insinuar que você é um profissional temeroso.

Esses são só alguns itens da linguagem não-verbal. Há muitas outras maneiras de expressão corporal que variam de acordo com a vivência do indivíduo. Uma vez que você aprende a aplicar essas expressões no contexto correto, suas ações podem ganhar mais credibilidade no ambiente de trabalho.

(Fonte: DNA do Empreendedor) 
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7 dicas de ouro para sua empresa viralizar nas redes sociais

7 dicas de ouro para sua empresa viralizar nas redes sociais

O sonho de toda agência de marketing digital e dos profissionais da área é criar uma campanha que viralize nas redes sociais. Mas há fórmula para isso? E a campanha da sua empresa, pode viralizar?

Não há regras à prova de falhas, mas estudando as principais campanhas podemos chegar a algumas orientações para aumentar as chances de que mais pessoas compartilhem e tornem a sua ideia um sucesso nas redes sociais. Confira as 7 dicas que selecionamos para você:

1) A primeira orientação é apostar em vídeos curtos e que se diferenciem dos que já estão sendo feitos pela concorrência. Conteúdos divertidos e curiosos sempre levam vantagem. E não esqueça de disponibilizar esse material em formatos fáceis de serem compartilhados.

2) Outros tipos de arquivos, como quizz, jogos, infográficos, posts e artigos, por exemplo, também podem viralizar.

3) Invista no uso de gatilhos mentais para trabalhar o seu conteúdo. Um título chamativo pode aumentar muito a conversão, assim como uma grande promessa de entrega.

4) Conteúdo relevante, imagens, listas e números podem aumentar muito a visibilidade.

5) Um cuidado importante é ter todos os conteúdos, e inclusive o seu site, otimizados de acordo com as regras do SEO, pois isso ajuda no rankeamento e na conversão.

6) Outra sugestão é promover esses vídeos nas principais redes sociais e nas páginas que atinjam o público-alvo da sua marca.

7) E, por último, descubra influenciadores que falem sobre o seu tema, e faça relacionamento com eles, para aumentar as chances de que compartilhem com os seus grupos, atingindo mais pessoas.

(Fonte: Exame)


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5 dicas para dobrar rapidamente o sucesso do marketing do seu Instagram

5 dicas para dobrar rapidamente o sucesso do marketing do seu Instagram

Uma foto vale mais do que mil palavras. Ou assim dizem...

Se isto é verdade, porque é que tantos profissionais lutam para crescer sua marca no Instagram enquanto suas contas de Twitter e Facebook decolam? Afinal, uma foto tem que, pelo menos, valer mais para sua audiência do que 140 caracteres, certo?

É verdade que marketing visual e Instagram, em particular, parece ser o futuro da mídia social. Contudo, muitos empreendedores não têm conhecimento sobre como e onde começar seu caminho na dominação do Instagram. Felizmente, com as dicas e truques que eu vou esboçar neste artigo, você pode facilmente dobrar o sucesso do seu Instagram em um muito curto espaço de tempo.

1. Pesquise seu mercado
Pode parecer descaradamente óbvio. Como receber uma bofetada com um peixe congelado, mas antes de alguém reclamar, deixe me fazer uma pergunta. Você já fez isso? Você sabe, muitas pessoas pensam que elas conhecem sua audiência. Muitas delas estão erradas. Mesmo se você tiver feito pesquisas de mercado extensivas em outras plataformas de mídia social, não significa que você saiba o que sua audiência do Instagram está procurando.

Reserve um tempo para fazer uma pesquisa de mercado séria. Descubra quais contas sua audiência está seguindo. Procure quais hashtags ela está usando. Examine a concorrência associada com hashtags populares em seu nicho. Mergulhe profundamente no seu mercado até você entender os hábitos deles melhor do que você entende os seus.

2. Crie um conteúdo consistente
O próximo passo para melhorar o sucesso do marketing do seu Instagram é selecionar um tema central para seus posts e cumpri-lo. Este ponto é predominantemente para empresas que usam Instagram, não contas pessoais para impulsionar sua marca.

Poste fotos que são congruentes com seu tema principal. Evite postagens que não estão 100% na linha com sua empresa e valores. Selecione uma paleta de cores que é similar com o website da sua empresa e use para todas as suas fotos. Também, tenha certeza que você está usando o mesmo filtro com todas as suas fotos. Isso vai ajudar os seus posts tornarem-se instantaneamente reconhecidos por sua audiência.

3. Peça para sua audiência ligar a notificação de postagem
Nunca dói pedir. Ainda mais, você acharia a coisa mais dolorosa do mundo. Quando eu digo para as marcas pedirem seus clientes qualquer coisa, elas tendem a enlouquecer e pensar que isso vai afastar os consumidores. De fato, o oposto é verdade. Pedir aos usuários para retweetar seu post no Twitter resultou em uma taxa de retweet 4 vezes mais alta (comparado com apenas “esperar” que eles fariam algo por conta própria).

Agora, eu sei que Instagram e Twitter são plataformas completamente diferentes. Contudo, os mesmos princípios psicológicos se aplicam para ambos. Ocasionalmente poste figuras que instruam seus usuários a ligar a notificações de posts para sua conta. Use texto negrito, colorido e atraente com uma seta gigante apontando para o botão de configuração. Isso vai resultar em um aumento no engajamento de post e vai indiretamente resultar em mais seguidores. Mas não exagere. Incluía um dessas postagens uma vez por semana.

Com este cronograma, sua audiência vai ainda ter uma suave lembrança de ligar a notificação de posts sem sentir que você está sendo intrometido.

4. Teste sua hashtag
Hashtag tem sido tópico de muitos debates desde que o Instagram se tornou popular. Todo mundo tem uma opinião sobre este tópico. Algumas pessoas sugerem que você foque no menor, hashtags de compartilhamento. Outras pessoas te dizem para apenas selecionar grandes hashtags. Especialistas sugerem que você apenas use 5-7 hashtags por post. Outros especialistas dizem que você pode usar quantos desejar.

A verdade? Depende. Enquanto há certas doutrinas de marketing relacionadas com psicologia humana e algoritmos de plataforma, hashtag não é uma ciência exata. Nosso cérebro não se desenvolveu para gostar ou não de figuras baseadas no número de hashtags que o post tem. E o Instagram não tem um algoritmo avançado especificamente para hashtags também.

Então, qual é a solução? Experimente. Eu recomendo você começar usando 5 a 7 hashtags, selecionar 1 a 3 hashtags grandes e 2 a 4 hashtags de compartilhamento, mas como tudo em marketing, a chave é testar.

Passe um mês ou dois usando 15 hashtags por post. Então passe um mês usando apenas 2 a 5 por post. Passe um mês focando puramente em hashtags de compartilhamento. Um mês focando em hashtags grandes. E então passe um mês usando um pouquinho de cada. No final os dados não vão mentir.

5. Participe de um grupo comunitário no Instagram
O Instagram é competitivo. Sim. Mas, ainda há empreendedores lá fora que preferem trabalhar juntos do que tentar competir com todo usuário. Participando de um grupo comunitário do Instagram você terá acesso a centenas e talvez milhares de outros profissionais no seu nicho que quer colaborar, não competir. Esses grupos vão comentar em cada post, curtir fotos e te seguir de volta para ajudar cada membro a crescer rapidamente suas contas no Instagram.

Combinar marketing de mídia social com divulgação é uma potente receita para crescer naturalmente e rapidamente os seguidores do Instagram. Surpreendentemente, a vasta maioria dos profissionais do Instagram que eu conheço não usa esta tática, que é uma vergonha. Se você implementar esta poderosa estratégia, você verá seus números dispararem. E depois usando esta técnica de growth hacking por um tempo, seu engajamento e seguidores vão começar a crescer organicamente.

Conclusão
O Instagram é uma poderosa ferramenta para promover a si mesmo, seus produtos e seu negócio. Mas você tem que usar isso certo. Equipado com o guia acima, você está bem no caminho para alcançar um sucesso massivo como um profissional do Instagram, mas lembre-se, essas coisas levam tempo.

Você precisa ser paciente, testar diferentes abordagens, analisar os dados e tomar suas decisões de marketing baseadas em métricas. Fazendo isso, você pode dividir sua curva de crescimento na metade e rapidamente criar seguidores altamente engajados no Instagram.

(Fonte: Canaltech)
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Crie apresentações corporativas mais eficientes com estas 4 dicas básicas

Crie apresentações corporativas mais eficientes com estas 4 dicas básicas

Algumas pessoas parecem ter o dom, outras possuem grande dificuldade em apresentações no trabalho, principalmente quando é preciso criar slides para a condução dos temas. As dificuldades e os erros são vários, por isso selecionamos algumas dicas que podem lhe ajudar na missão.

Esse tipo de apresentação também é bem comum em colégios e faculdades, e vamos combinar: é impossível não dormir em meio a uma apresentação interminável e chata. O princípio básico está justamente aí, buscar o interesse através das imagens e tópicos sem ser maçante. As dúvidas na hora de montar a apresentação são as mais diversas e vão da escolha dos efeitos e cores até a quantidade de conteúdo em texto.

Texto: apenas o essencial
Não encha de texto, coloque apenas o essencial. Em geral, alguns tópicos já são suficientes para pontuar o tema e discorrer sobre o assunto. Slides cheios de textos, além de serem chatos e cansativos, podem levar a escolha de uma fonte muito pequena e isso pode ser um sério empecilho a quem está assistindo a apresentação.

Importante! O slide tem duas funções principais: complementar sua fala e ser um roteiro que dá suporte a sua fala. Você é o protagonista da apresentação, não suas telas.

Cores: escolhas simples
O primeiro ponto a destacar sobre as cores é não sobrepor cores que tenham pouco contraste, pois isso pode dificultar a visão e levar a exaustão após um período. Pense, por exemplo, que um fundo amarelo com letras vermelhas não é uma boa aplicação, principalmente se for em mais de um slide.

Lembre-se também de não causar um mal-estar usando cores de concorrentes em sua apresentação. Dê preferência a tons que remetam à identidade visual de sua empresa, colocando suas cores nos títulos, por exemplo.

Tipografia: facilite a leitura
Da mesma forma que se faz com a quantidade de texto e a escolha das cores, deve-se fazer o mesmo na escolha tipografia para garantir a fácil legibilidade. Se você optar mesmo por trabalhar com tópicos, poderá, facilmente, regular o tamanho da letra na tela, o espaçamento entre cada tópico e ainda pode sobrar espaço para algum outro elemento, como um gráfico.

Na escolha da fonte, a dica é buscar novamente a simplicidade para não causar dificuldade de leitura.

Os efeitos: não se empolgue
Segure-se! Mesmo que queira muito, não vale a pena colocar efeitos de transição super chamativos, com sons a cada entrada de texto ou de nova tela. Os danos na atenção dos ouvintes serão certos - dispersão e mais atenção nos efeitos.

Quer chamar atenção? Coloque vídeos, imagens e outros elementos que vão complementar seu conteúdo e trazer consigo a atenção da plateia.

(Fonte: Canaltech)
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Cinco dicas para ficar tinindo no português. Confira!

Cinco dicas para ficar tinindo no português. Confira!

Independente da carreira escolhida, todo calouro tem que escrever bem. Os alunos que terminaram o Ensino Médio e começam a vida acadêmica devem ficar atentos e evitar derrapadas. O professor do núcleo de ensino a distância da Universidade Veiga de Almeida, Romulo Bolivar, relacionou os erros mais comuns. Veja a lista!

1. Gênero textual
Os alunos chegam à universidade sem saber a diferença entre resumo e resenha, por exemplo. Se o professor pede o resumo de um texto, devem-se apenas apontar seus pontos principais de maneira sintética. Se a exigência for por uma resenha, é importante acrescentar sua opinião sobre o que leu, sua avaliação dentro do tema.

2. Oralidade
Os alunos insistem em usar a palavra "sim" para enfatizar suas opiniões em respostas discursivas.Por exemplo, "A realidade brasileira mudou, sim, nos últimos anos". Este "sim" enfático é considerado uma marca de oralidade (existe na fala, mas tem uso limitado na escrita) que prejudica a credibilidade do texto em língua padrão.

3. Escrita
Questões ortográficas como o uso dos "porquês", "mas"(porém) e "mais" (soma), "discriminar" (fazer qualquer distinção) e "descriminar" (isentar de culpa, absolver de crime) ou inovações do último acordo ortográfico "ideia" (sem acento), "super- + -habitado" (com dois hífens na mudança de uma linha para outra) são informações que ainda provocam a caneta vermelha de muito professor.

4. Argumentação
Entender que cada opinião precisa de um embasamento é essencial. Sempre que o aluno assumir determinada posição em relação a um tema apresentado, ele deve procurar saber quem concorda com sua visão, apropriar-se dos seus argumentos e - isso é importante - citar a fonte, para provar que tem base teórica. O "acho porque acho" e o "sim porque sim" não têm espaço na vida acadêmica.

5. Registro de internet
Não parece, mas a língua portuguesa é a primeira pista de que um trabalho foi copiado da internet. Quando um professor recebe uma resposta ou uma pesquisa com uma linguagem demasiado simples ou muito acima do nível acadêmico do seu alunado, a luzinha do alerta de cola imediatamente se acende. Basta "dar um google" e geralmente encontramos a origem da resposta. Às vezes, os alunos nem percebem que estão colando de um site de Portugal, por exemplo. Há diferenças de construção em relação ao português do Brasil.

(Fonte: Extra)


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Por que você e sua empresa precisam investir em educação executiva

Por que você e sua empresa precisam investir em educação executiva


Os mercados têm se transformado numa velocidade cada vez maior. Isso exige de empresas e profissionais um ritmo de atualização constante. Times que não se aperfeiçoam são mais facilmente engolidos pela avalanche da concorrência e estão muito mais suscetíveis à força devastadora da disrupção. Vivemos agora num mundo em que ou as organizações se reinventam todos os dias, ou morrem.

Por isso, a educação executiva, já consolidada no Brasil, passa agora por um momento de grande procura. As empresas estão cada vez mais se conscientizando para a importância do aperfeiçoamento de seus profissionais. Seu concorrente está fazendo isso. Você vai ficar para trás?

Tomando a melhor decisão
A necessidade de mais e mais oportunidades de aperfeiçoamento fez surgir um mercado que não para de crescer no ramo de cursos e treinamentos para empresas. Esse aumento quantitativa não vem, entretanto, acompanhado de um enriquecimento qualitativo.

Há muita gente querendo ensinar, mas talvez nem todos estejam aptos ao que você procura para sua empresa. É fundamental se informar bem antes de contratar um curso.

Como escolher
1 - Pesquise: busque as credenciais da escola ou empresa de treinamento, conheça os métodos e saiba de que maneira a didática se encaixa na sua demanda.

2 - Avalie: sua formação não pode ser definada pela régua do preço, mas da qualidade. Por isso, antes de tomar uma decisão por um curso levando em conta o quesito financeiro, pondere a respeito da qualidade das opções que tem à mão.

3 - Defina: encontrada a melhor escola, verifique se ela tem os cursos que atendem às suas demandas, monte seu programa e organize-se ou organize seu time para que o treinamento ou curso seja cumprido com êxito.

Case de sucesso
A Innovia Training & Consulting é especialista em Educação Corporativa e Consultoria Empresarial e trabalha tanto com cursos quanto consultorias. Comandada por profissionais com mais de 30 anos de experiência, a empresa tem hoje um portfólio imenso, com cursos nas mais variadas áreas do mundo dos negócios.

Para quem buscar uma recolocação profissional ou crescer na carreira, aperfeiçoar-se é requisito básico. Deixamos aqui, portanto, algumas sugestões de cursos da Innovia que podem ser úteis:

Inteligência emocional
O curso tem como objetivo apresentar ferramentas que auxiliam na gestão do equilíbrio emocional, através de estratégias de entendimento e desenvolvimento da Inteligência Emocional. Destina-se a profissionais em cargos executivos, gestores, líderes, supervisores e todos que necessitam ter melhor controle emocional através de grandes decisões.

Negociação estratégica
Negociar é hoje uma técnica cada vez mais desenvolvida, sendo tema de diversas pesquisas e estudos científicos, principalmente dentro da Teoria dos Jogos. O conhecimento e aplicação destas técnicas, em negociações pessoais, dentro ou fora do ambiente de trabalho, poderá levar o gestor, independentemente da área em que atua, ao alcance de um melhor resultado. A metodologia do curso foi preparada para atender as demandas das negociações complexas realizadas pelos participantes, apresentando ferramentas para a gestão de negociações com várias partes envolvidas, tipicamente encontradas no atendimentos de grandes contas, gestão de grandes projetos, negociações de longo prazo, negociação de conflitos, incluindo os fundamentos da criação e obtenção de valor durante a negociação.

Comunicação eficaz
Tem como objetivo desenvolver ou capacitar pessoas com interesse nas técnicas de falar em público, quer seja para apresentação de palestras, exposições e discursos.

(Fonte: Administradores) 
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As regras para acertar ao escrever um e-mail corporativo

As regras para acertar ao escrever um e-mail corporativo

No mundo corporativo, a redação de e-mail sempre traz uma série de dúvidas, como forma de tratamento, paragrafação, pontuação e uso do acento grave, por exemplo. Hoje usarei este espaço para um breve “laboratório” da Redação Profissional. Vejamos o seguinte trecho:

“Prezado Sr. Silva, venho por meio deste solicitar reservas de passagens aéreas para o nosso evento em Salvador à realizar no Hotel ABC na data de X de Fevereiro. Nossos sinceros agradecimentos e sem mais para o momento!!!

Bjos e abs!”

Inicialmente, em tratamentos do mundo corporativo, usa-se o vocativo “senhor” ou “senhora” e o cargo que a pessoa ocupa, seguido de vírgula ou dois-pontos.

Na composição textual, abomina-se o uso de expressões óbvias e clichês (uma verdadeira muleta linguística!), como “venho por meio desta”, “é por meio desta” ou “sem mais para o momento” . Como solução, basta haver o uso de “verbo e – se”, garantindo a impessoalidade e eficiência, com a devida concordância: “solicitam-se reservas de passagens aéreas…”.

Como todos sabem, a organização dos elementos textuais é feita por meio da pontuação. Vírgula, Ponto e Vírgula, Ponto são determinantes para a divisão da informação: “Solicitam-se reservas de passagens aéreas para o nosso evento, em Salvador, a ser realizado no Hotel ABC, nos dias 6 e 7 de fevereiro…”.

Aqui, alguns pontos ortográficos merecem, também, destaque: não se usa acento grave antes de verbo; a inicial dos meses é minúscula, de acordo com o nosso Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa.

Ademais, deve-se respeitar a premissa da escrita profissional: a impessoalidade. Por isso, agradecimentos subjetivos podem ser deselegantes, como “beijo” ou “abraços carinhosos”.

Finalmente, sobre a questão da abreviatura, recomenda-se o uso não excessivo, o uso sensato. Vejamos, pois, como fica o citado e-mail, agora reescrito:

“Senhor Secretário Silva,

Solicitam-se reservas de passagens aéreas para o nosso evento, em Salvador/Bahia, a ser realizado no Hotel ABC, nos dias 6 e 7 de fevereiro de 2015.

(Fonte: Exame)  Ler notícia completa

Profissionais de marketing altamente qualificados sempre fazem essas 6 perguntas

Profissionais de marketing altamente qualificados sempre fazem essas 6 perguntas


Muitos profissionais de marketing estão focados nas árvores, não na floresta. Eles estão tentando pegar o melhor tamanho do anúncio, melhor cor do botão CTA. Essas são coisas ótimas para serem levadas em conta, mas eu sugiro você a dar um passo para trás e olhar a floresta.

Alguns dos mais brilhantes profissionais do marketing pensam grande. Sim, a cor do botão é importante, mas existe toda uma floresta de questões que você deveria estar perguntando a sua empresa, seu público e a toda sua abordagem.

Veja aqui essas perguntas.

1. Como eu posso conseguir um público melhor?
Note que eu não disse grande, disse melhor.

O marketing gira em torno de público. Seu público são pessoas que escutam sua mensagem, consideram seu produto e dão a você o seu dinheiro.

Tudo depende da atenção, receptividade e resposta deles.

Mas você os aceita simplesmente quem eles são e o que fazem por você? Não. Você os muda. Como? Com informação. Com conteúdo.

Nessa discussão aparece o marketing de conteúdo, o rei de todas as técnicas de marketing. Entretanto, mais que uma técnica, marketing de conteúdo é um modo de existência, um modo de fazer negócio e um padrão de pensamento que caracteriza os maiores sucessos de marketing dessa geração.

Pegue a Apple como um exemplo. Os fanáticos fãs da gigante de eletrônicos estão famintos por informações. Existem empresas inteiras construídas por rumores vindos de Cupertino. As principais discussões na Apple viram notícias de destaque. Apple é uma empresa que usa informação – via marketing de conteúdo – para fazer sua marca crescer.

Esse é o sentido do marketing de conteúdo – dar ao seu público informações que dão forma aos seus pensamentos e compras.

Profissionais de marketing de sucesso gastam muito tempo criando estratégias para o marketing de conteúdo. Marketing de conteúdo é capaz de transformar um público passivo em clientes ativos.

Isso me parece ser um público muito bom.

2. O que meu mercado alvo deseja?

Todo profissional do marketing deve conhecer seu mercado alvo. O seu negócio não está direcionado a todo mundo. Quem é o seu alvo?

Agora se pergunte...o que eles anseiam?

Uma verdade simples da humanidade é que as pessoas se lutam para obter o que almejam. Desde os fundamentos de Maslowian de comida e água às avançadas nuances da moralidade e espontaneidade, as pessoas querem ter suas necessidades atendidas.

Como profissional do marketing, seu trabalho é atender às suas necessidades. Não presuma que você: 1) sabe o que seu público alvo quer, ou 2) que você já está dando a eles o que precisam.

Os desejos do seu mercado alvo estão sempre mudando, ainda que ligeiramente. Quanto mais você descobrir, mais sucesso bem sucedido será.

3. O que o meu mercado alvo teme?

Essa pergunta atinge o coração de um dos mais formidáveis poderes do profissional do marketing: o poder da dor.

A dor e os seus assistentes (o medo e a ansiedade) são direcionadores poderosos do comportamento humano. Quando você determinar quais os medos o seu público está enfrentando, você poderá então descobrir como lidar com esses medos.

Veja aqui o que acontece quando você entende e lida com o medo do seu público alvo:

Eles confiam em você.
Eles voltam para você.
Eles compram de você.

4. O que diz a ciência?
O campo do neuromarketing é cheio de descobertas que devem influenciar seus esforços em marketing.

Neuromarketing é elaborado a partir da neurociência. Neurociência é um campo da psicologia e neuroquímica que busca entender o sistema nervoso humano e a sua influência na cognição e no comportamento.

Antes de pensar que esse confuso campo da ciência pareça estar longe do campo do marketing, pense novamente.

Marcas como Coca-Cola, Frito-Lay Google, Yahoo, PayPal e Walt Disney gastaram milhões de dólares em pesquisas neurocientíficas e obtiveram o retorno de todo esse dinheiro em forma de indiscutíveis ROI.

O que as pessoas pensam quando elas veem um painel de controle, uma calota da roda de um carro ou um paraquedas? Talvez elas não sejam capazes de explicar verbalmente, mas seus cérebros estão fazendo algo eletronicamente. Essa informação pode ser extraída através de inovações das pesquisas neurocientíficas. Por sua vez, essas descobertas podem afetar em como e o que uma pessoa irá comprar.

Talvez você não vá investir em eletrodos, mas você pode prestar atenção nas descobertas da neurociência e como estas podem moldar sua estratégia de marketing.

5. O que mostram os estudos de caso?
Bons profissionais do marketing são curiosos sobre estudo de caso. Estudos de caso são detalhados, analíticos e talvez um pouco seco, mas eles são fontes de valiosas informações de marketing.

Eu sou um colecionador de estudo de caso. Eu escrevo estudos de caso. Eu testo meu próprio site para estudos de caso.

Estudos de caso te mostram princípios que podem ser aplicados nos seus negócios. Se a empresa XYZ foi capaz de usar infográficos para obter 60.000 visitantes únicos, então, talvez você possa aplicar o mesmo em sua empresa. Por que não?

Continue perguntando: “O que mostram os estudos de caso?”.

6. O que o teste prova?
Agora eu atingi o ápice – a pergunta que você deveria se perguntar diariamente.

O que o teste prova?


Compreender seu público é maravilhoso. Conhecer neurociência é um diferencial. Estudos de caso são ótimos, mas teste te dá o poder do conhecimento sobre o que funciona e o que não.

Eu sou um proponente de Teste A/B, um método extremamente rentável para descobrir o que te dará mais conversões. Quanto mais você testa, mais você aprende. A melhor coisa sobre isso é que, se você estiver conduzindo os testes da maneira correta, os resultados serão irrefutáveis.

(Fonte: Canaltech)  Ler notícia completa

Muita gente usa a palavra “latente” de um jeito errado

Muita gente usa a palavra “latente” de um jeito errado

Quantas vezes já ouvimos a expressão “amor latente” como se fosse o sentimento tórrido, exposto?

 É cada vez mais comum o emprego de “latente” no sentido de “evidente”, “claro”, “não disfarçado”. No entanto, a palavra significa o oposto.

Proveniente do latim “latente”, o adjetivo de dois gêneros relaciona-se a “o que permanece escondido”, “que não se manifesta”, “oculto”, “encoberto”, “subentendido”.

 Laura Sandroni, em De Lobato a Bojunga: as Reinações Renovadas, expõe: “Aqui aparecem ainda de forma latente pistas que permitirão a descoberta dos problemas interiores de cada personagem […]”

No dicionário Houaiss, há um trecho de Ricardo Ramos, em Tempo de Espera: “E tivemos de enfrentar disciplina redobrada, que encontrava animosidade latente, esbarrava contra sessenta corpos irrequietos, barulhentos, de reflexos inesperados.”

Comprovam também essa relação linguística termos da Fisiologia e da Psicologia, com o uso do substantivo “latência”. Na Fisiologia, indica o período de inatividade entre um estímulo e a resposta por ele provocada. Já na Psicologia, indica a presença de elementos psíquicos esquecidos na esfera subliminar da consciência, donde podem ressurgir.

 Latente tem relação direta com o verbo “later”, que é defectivo. Todo verbo assim é aquele ao qual faltam formas flexionais que existem para outros vocábulos da mesma classe. É o famoso verbo da conjugação incompleta. Quem nunca se “travou”, tentando conjugar “colorir” ou “demolir”?

Later é assim também:  no presente do indicativo, apresenta apenas as terceiras pessoas:  ele late / eles latem (estão ocultos, latentes). Nos dicionários de nossa Língua Portuguesa, consta que tal verbo está em desuso.

Além disso, vale registrar  que “later” também remete a “latejar”, ou seja, quando eles, elas latem (observando a intenção textual), a referência pode ser sobre “latejar”.

Para não haver confusão, indico a companhia de um bom dicionário e, sempre que possível, a curiosidade em relação à origem e à família da palavra. Latente é escondido.

(Fonte: Exame)  Ler notícia completa

Não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje

Não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje

Certamente você já ouviu essa frase que eu escolhi a dedo para ser o título desse texto. Arrisco a dizer, inclusive, que essa frase foi ouvida por diversas vezes, em diferentes situações e dita pelas pessoas mais variadas de seu círculo. Por mais clichê que ela possa parecer, esse é um sábio conselho.

Deixar para outro dia ou para depois algo que precisa ser feito nada mais é do que procrastinar, outra palavrinha que também é muito dita – e ouvida – por aí. A procrastinação é algo corriqueiro no dia a dia das pessoas, embora não devesse. Normalmente, o que leva as pessoas a adiarem a conclusão de tarefas são: não ver valor nelas, ser impulsivo e resolver questões que surgem de última hora em vez de fazer o planejado, ser perfeccionista, achar que a tarefa é mais difícil do que realmente é e ter medo de errar.

Além desses fatores, recentemente, um estudo publicado pela Universidade de Estocolmo, na Suécia, sugeriu que pessoas que acreditam trabalhar melhor sob pressão desperdiçam seu tempo para só focar no trabalho quando o prazo de entrega de uma tarefa está próximo de acabar. O prazer pela urgência torna difícil, segundo o estudo, eliminar a procrastinação da vida dessas pessoas. Para resolver isso, a solução seria “reprogramar” o cérebro, para que o estresse causado por um prazo apertado não seja mais prazeroso.

Fugir desse ciclo vicioso de adiar tarefas não é fácil, mas é preciso. Lembre-se sempre que ações geram reações – e a falta de ação também! Portanto, faça um exercício mental e imagine o que pode acontecer, tanto no curto prazo quanto no longo, em sua vida profissional se você continuar adiando o que deve ser feito. Sabe aquela tão sonhada promoção? Pois é, ela pode não sair no tempo desejado se você continuar a procrastinar e gerir de forma errada o seu tempo.

O remédio para acabar com a procrastinação é focar. Encarar cada atividade sem distrações. Ao fazê-lo, você perceberá que são bem menos complexas do que parecem.

Outro ponto muito importante e que ajuda no combate à procrastinação é uma boa administração de tempo. Saiba que tudo tem a sua hora, ou seja, determine períodos do dia para atender às solicitações da chefia, da equipe e de outras áreas da empresa. Faça o mesmo para responder a e-mails e mensagens no celular e redes sociais. Não deixe a caixa de e-mails aberta 100% do tempo e desligue alertas de mensagem. Também vale tentar negociar a entrega de demandas de última hora.

Um bom planejamento ajuda também a evitar que os imprevistos impeçam que realize as tarefas do dia. Portanto, destine 2 horas por dia para lidar com as surpresas. Se nada acontecer, ótimo. Você terá um tempinho para se atualizar, conferir aquele estudo, tendência ou apenas se distrair.

Se você seguir à risca estas orientações, sem medo de falhar, e com o propósito claro de acabar de vez com a procrastinação, tenho certeza de que seus dias serão mais produtivos. Experimente!

(Fonte: Exame)  Ler notícia completa

Como escrever para redes sociais?

Como escrever para redes sociais?


Qual é a história que vamos contar? Para quem? Estas são questões chave cujas respostas são muito importantes para definir como escrever para as redes sociais.

Aquilo que escrevemos deve traduzir a personalidade da marca. Isto é, pensar um conjunto de características humanas associadas à sua marca. Pense na sua marca e tente dar-lhe um rosto. Pense na Coca-cola. Qual é o rosto da Coca-cola É uma marca honesta, alegre e genuína. E a sua?
 
Depois de definir a personalidade da marca, os próximos passos são identificar o público-alvo, saber qual é o posicionamento da marca e, por fim, reforçar os seus valores e interesses.
A partir daí, podemos pensar num copy persuasivo que realce os benefícios do seu produto ou marca. O texto deve convencer o público alvo a comprar o seu produto, a identificar-se com a sua marca.

Tente responder às seguintes questões: qual é a característica do meu produto que se relaciona com um desejo? Quais são os desejos que as pessoas têm que eu (marca ou produto) posso satisfazer? Saiba que a sua marca pode dar poder, independência, segurança, honra, idealismo, status, tranquilidade, etc.

A mesma mensagem escrita de diferentes formas
Escrever da mesma forma para todos os meios é ignorar as suas particularidades e reduzir a força da mensagem. Cada rede social tem a sua força. O conteúdo deve ser trabalhado respeitando este princípio. Deixamos alguns conselhos:

• Escreva para ser lido
• Simplifique (Keep it simple)
• Valorize os benefícios da sua marca ou produto
• Use as palavras certas no momento certo
• Apele à emoção
• Seja criativo

O conteúdo ganha valor quando é relevante para o consumidor. A mensagem deve ser clara, concisa, simples e diferente. A criatividade dos conteúdos acrescenta valor.

Como é que o que escrevemos influencia o User Generated Content?
O user generated content ou conteúdo gerado pelo utilizador, tal como o próprio nome indica, envolve todo o tipo de conteúdos que é criado pelos fãs. As fotos e os vídeos feitos pelos utilizadores, os comentários nas redes sociais, os blogues, os fóruns de discussão e a Wikipédia são alguns exemplos de user generated content.
Para influenciar os fãs, utilizadores ou consumidor final a divulgar e partilhar conteúdo próprio devemos:

• Criar pontos de interação e feedback
• Gerar conversações
• Dar voz/poder a uma nova geração cada vez mais opinativa para aumentar a notoriedade da marca

Lembre-se que os seus fãs podem tornar-se os evangelistas da sua marca.
Não há um botão mágico mas há trabalho que exige planeamento prévio.

(Fonte: Marketing Tecnológico) Ler notícia completa

5 formas de desenvolver a competência da comunicação e ter sucesso na carreira

5 formas de desenvolver a competência da comunicação e ter sucesso na carreira


Sobram habilidades técnicas, faltam as comportamentais. Por que um profissional estuda tanto e não aprende a se comunicar bem? Infelizmente, não se ensina isso na escola. Apesar de ser algo que praticamos desde o berço, a comunicação é uma competência que normalmente não se valoriza. Saber se comunicar não é exatamente dominar a arte de falar em público. Para interagir melhor com as pessoas, o profissional precisa ativar a prática da autopercepção para ajustar alguns comportamentos que vão revelar uma comunicação mais aprimorada. Entenda por que investir nisso pode render sucesso à sua carreira:

1. Ao se perceber, você sai do ‘piloto automático’, que eu gosto de chamar de ‘modo anestesia’, para ficar ligado, acordado, presente. Só assim, é possível observar tudo o que acontece com você e à sua volta e ajustar o que pode ser aprimorado. Por exemplo: normalmente, alguém que viciou em ‘né’, ‘com certeza’ e ‘tipo assim’ (só para citar alguns vícios de linguagem), não percebe que está sendo repetitivo e cansativo. É necessário ouvir o que diz para evitar algumas práticas e ampliar outras.
Dica: Ligue o som.

2. Quando você se percebe, pode ampliar a consciência sobre o que diz e evitar gafes, por exemplo. O comunicador diz o que pensa e se ele tem pensamentos preconceituosos, naturalmente vai verbalizar isso. Quem comete gafes, também ‘paga mico’ e pode ficar mal visto nos grupos que frequenta. É importante investir numa transformação pessoal e questionar o motivo de carregar crenças que talvez sejam de outras pessoas para pensar, sentir e agir do seu jeito.
Dica: Questione a crença.

3. A habilidade de se perceber permite uma visão maior sobre tudo e, especialmente, sobre você. Se não existir um espelho à sua frente, você consegue se enxergar? Saberia reconhecer sua postura, gestos, caras e bocas, sem ver sua imagem refletida? Sem saber como se expressam, alguns são mal interpretados; por isso o processo de autoconhecimento é fundamental para o desenvolvimento.
Dica: Olhe no espelho.

4. A autopercepção é um passo para o reconhecimento dos pontos positivos. Muita gente busca aprimoramento em alguma área da vida, mas resiste em aceitar em que é bom, e confunde o reconhecimento com arrogância, o tal do ‘se achão’. Enquanto não houver a aceitação dos aspectos fortes, não há motivação que resista ao aprimoramento dos pontos que ainda precisam de melhoria.
Dica: Aceite-se.

5. Com a percepção ativada, o comunicador entende que a prática das virtudes é a base que sustenta a comunicação aprimorada. Ninguém mantém uma postura maquiada por muito tempo, por isso o caminho para a transformação interior abre portas para um autoconhecimento maior sobre si mesmo e promove uma comunicação em que a prioridade é a conexão com o outro para que os resultados sejam consistentes e verdadeiros.
Dica: Conecte-se

(Fonte: Administradores)
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Estratégias diferenciadas para se destacar nas redes sociais

Estratégias diferenciadas para se destacar nas redes sociais


É consenso que, hoje, ter uma boa presença nas redes sociais é fundamental para qualquer negócio ou empreendedor. Seja para promover sua marca ou mesmo ampliar e movimentar sua rede de contatos, elas são muito importantes. Mas não bastar estar lá. É preciso saber utilizar essas ferramentas e otimizá-las para seus objetivos. Estratégias ruins ou mesmo a ausência de um planejamento podem criar problemas que vão desde a perda de tempo com ações que não geram resultados até crises de imagem que podem comprometer permanentemente sua marca.

O Facebook, Twitter e LinkedIn são, hoje, três das mídias sociais mais importantes do mundo. Abaixo, elencamos alguns aspectos que precisam ser considerados para se destacar nelas. Confira as dicas:

Não force a barra no LinkedIn
Posicionada como rede social profissional, o LinkedIn é um espaço voltado ao público corporativo, tanto profissionais quanto empresas. Para as companhias, tem sido uma importante ferramenta para encontrar talentos, se relacionar com colaboradores e fortalecer sua marca empregadora. Para pessoas físicas, é uma boa maneira de encontrar oportunidades e fazer marketing pessoal. Nesse último aspecto, atue com bom senso. Não tente forjar uma imagem que você não tem e não perturbe as pessoas pedindo avaliações ou que elas intermediem contatos para você. Networking é algo que precisa acontecer de maneira transparente e orgânica. Contatos forçados mais assustam do que constroem pontes.

Entenda o público de cada rede (e o seu)
Não tente replicar em todas as redes sociais a mesma estratégia. Não vai dar certo. Hoje existe uma grande diversidade de redes e cada uma tem absorvido seus nichos. No quesito faixa etária, por exemplo, isso é muito claro. Dados recentes mostram que o Twitter, embora tenha perdido força no panorama geral, tem se fortalecido junto ao público com mais de 30 anos. Então, de repente, uma estratégia focada para essa faixa etária pode ter mais sucesso por lá do que no Instagram.

Não espere que Mark Zuckerberg seja seu amigo
Muitas marcas e produtores de conteúdo têm se reclamado do Facebook, devido às restrições de alcance impostas pela rede. Não espere caridade de Mark Zuckerberg. O Facebook é um negócio e, embora esteja baseada na cultura do grátis, não dá nada de graça a ninguém. Se você é uma marca, para aparecer na rede, mais do que ter uma boa estratégia, vai ter que colocar a mão no bolso. Uma ação bem planejada ainda é o grande diferencial (se ela for ruim, não haverá dinheiro no mundo que a torne boa). Mas para chegar a um público grande, vai ser preciso investir. E, nesse caso, é importante estudar bem a ferramenta de anúncios, para saber qual a melhor maneira de anunciar.

(Fonte: Administradores) 
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Saiba quais são os 10 erros de português mais cometidos pelos brasileiros

Saiba quais são os 10 erros de português mais cometidos pelos brasileiros


A língua portuguesa tem muitas "pegadinhas", e é justamente com elas que é preciso tomar cuidado na hora de escrever. Quando usar "onde" ou "aonde" ? Qual é a diferença entre "haja" e "aja" ?

Se você já teve dúvidas sobre como e quando utilizar uma dessas palavras, saiba que não foi o único: essas são algumas das expressões que mais causam problemas para os falantes da língua portuguesa na hora de escrever, de acordo com um levantamento feito pelo aplicativo de idiomas  Babbel .

Veja, a seguir, quais são os 10 erros de português mais cometidos pelos brasileiros, segundo o app. Aproveite para conferir e não errar mais:

"Lembrar" ou "lembrar-se de"
Dependendo do contexto, o verbo "lembrar" pode significar "vir à memória". Nesse caso, é preciso utilizar um pronome pessoal junto ao verbo seguido pela preposição "de". Por exemplo: "Lembrou-se de mim quando ouviu uma música".

Quando o verbo "lembrar" tiver sentido de similaridade, semelhança, não se deve usar o pronome pessoal e nem a preposição. Por exemplo: "Ele lembra bastante aquele ator famoso".
O emprego de "mesmo"
"Mesmo" é um pronome demonstrativo que tem como função retomar uma oração ou reforçar um termo dito anteriormente. Por exemplo: "ela é generosa e espera dos outros o mesmo".

Por isso, "mesmo" nunca deve ser utilizado como pronome pessoal, ou seja, como o pronome que indica a pessoa do discurso.
Por exemplo: "O diretor foi afastado da empresa por motivos de saúde. O mesmo deve retornar ao escritório em duas semanas" -- Errado.
"O diretor foi afastado da empresa por motivos de saúde. Ele deve retornar ao escritório em duas semanas" -- Certo.

"Onde" ou "aonde"?
"Onde" deve ser utilizado somente para substituir palavras que expressam ideia de lugar. Ele é usado com verbos estáticos. Por exemplo: "Não sei onde fica Ubatuba". Já "aonde" expressa a ideia de destino, de movimento. Por exemplo: "Aonde você vai?".

Crase e os dias da semana
A crase é resultado da junção da preposição "a" com o artigo definido "a" ou ainda com pronomes como "aquela" e "aquele". Por isso, se o dia for usado com uma especificação, ou seja, com um pronome mais um artigo, é necessário usar crase.

Por exemplo: "o concurso vai da próxima segunda à sexta-feira". O mais comum, no entanto, é usar os dias da semana sem artigo definido --e, consequentemente, sem crase. Por exemplo: "a feira funcionará de segunda a sexta-feira".

"Haja" ou "aja"?
"Haja" é a conjugação do verbo "haver", que significa "existir". Por exemplo: "haja o que houver, estamos juntos nessa". Já "aja" vem do verbo "agir", que representa ação. Por exemplo: "aja com cuidado".
"Fazem" ou "faz" anos?

Quando expressa uma ideia de tempo, o verbo "fazer" é impessoal --ou seja, ele não tem sujeito com quem concordar. Nesse caso, portanto, ele deve ser empregado sempre no singular. Por exemplo: "faz cinco anos que não o vejo".

"Houveram" ou "houve"?
"Haver", no sentido de existir, também é impessoal --e, por isso, invariável. Ou seja, ele deve ser utilizado sempre no singular. Por exemplo: "houve muitos problemas quando a conexão caiu"; "havia muitas pessoas na festa".

Assistir "o jogo" ou "ao jogo"?
Quando empregado no sentido de ver, presenciar, o verbo "assistir" exige a preposição "a". Por exemplo: "você vai assistir ao jogo hoje à noite?"; "seus pais assistiram à missa no domingo?".
O emprego de "implicar"

No sentido de acarretar, pressupor, levar a, o verbo "implicar" é sempre direto, ou seja, não exige o uso de preposição. Por exemplo: Errado - "atraso implicará em punição". Certo - "atraso implicará punição".

"Este" ou "esse"?
Apesar de similares na fala, os pronomes demonstrativos "este" e "esse" devem ser diferenciados na escrita.

Enquanto "este" é usado para falar do presente ou de um objeto próximo do falante, "esse" é usado para falar do passado, do futuro ou de um objeto que está próximo da pessoa com quem se fala.

Por exemplo: "Este colar no meu pescoço é de pérolas"; "vou estudar mais este ano"; "quando você comprou essa blusa azul?".

(Fonte: Jornal Floripa)  Ler notícia completa

A língua portuguesa é machista? Veja a resposta de um professor

A língua portuguesa é machista? Veja a resposta de um professor

Em mensagens modernas, vem sendo frequente o uso de “X” a fim de que seja garantido um gênero neutro: “alunXs”, em vez do masculino “alunos”; “meninXs”, em vez do masculino “meninos”; “filhXs”, em vez do masculino “filhos”. Além de criativa, a construção faz refletir sobre gênero.

Seria a Língua Portuguesa machista?

Nas regras básicas de concordância, o masculino predomina em diversas circunstâncias.

Por exemplo, quando existem substantivos de gêneros distintos, a norma prevê que o adjetivo fique no masculino plural: “Alice, Gabriela e Enzo são estudiosos.”

Em uma sala de aula, mesmo que predomine o sexo feminino, diz o professor: “Meus alunos são atenciosos.”

No valioso estudo O Machismo na Linguagem: A Concordância Nominal, de Adriano da Gama Kury, chama-me atenção um parágrafo: “E lá vem a prepotência do masculino: nas enumerações de substantivos de gêneros diversos, mesmo que haja um só do masculino, é nesse gênero que fica, por norma, o adjetivo: “Havia papéis, gravuras, revistas e canetas espalhados sobre a mesa.” (A concordância com o nome mais próximo se considera caso excepcional).

Gêneros gramaticais, como se sabe, são dois: masculino e feminino. Para mim, a questão vai além: o fim do preconceito, pois, sim, é preciso. Questiono, às leitoras e aos leitores, se a frase abaixo tem algum machismo:

“O brasileiro é um povo divertido.”

Nem se forçássemos muito, a frase teria ir como para o feminino. Da mesma forma, ninguém pensaria que “a brasileira” estaria de fora. O masculino foi, ali, utilizado por questão de concordância com o próprio termo “povo”. O fato de o gênero masculino (e não o pensamento masculino) ser enraizado à nossa Gramática é questão da História, da Origem da Língua.

Ratifico: estar uma frase no masculino não significa, necessariamente, machismo.

De alguns anos para cá, vimos as inúmeras discussões sobre a forma “presidenta”, aceita pela própria Academia e pelos estudiosos, mas sem a lógica gramatical. No entanto, se demonstra a luta pela igualdade, que sejam utilizadas essa e quaisquer outras formas femininas.

Argumenta ainda Gama Kury: “Não se deve escrever: ‘Henri Lebrun é um advogado de renome, e sua mulher uma bonita morena.’ Como se deve escrever: ‘Os Lebrun formam um belo casal. Henri é um louro bonito, e sua mulher, morena, tem belos cabelos. Cada um é apreciado no domínio da sua profissão: Anne é uma excelente pianista, e Henri um advogado de talento.'”

(Fonte: Exame)  Ler notícia completa

Redação e gramática: Sete pecados gramaticais

Redação e gramática: Sete pecados gramaticais

Escrever ou não escrever: eis a questão! Para muitos, redigir um texto é um verdadeiro sacrifício, pois, não bastasse a dificuldade para organizar as ideias, ainda é preciso ficar atento às inúmeras regras gramaticais.

Se fôssemos elaborar um manual com os erros mais graves, teríamos assunto para muitos outros artigos. Aqui não estão todas as “derrapadas linguísticas”, mas elencamos para você algumas dúvidas bem habituais, além de possíveis soluções que vão transformar a escrita em um exercício prazeroso. Atenção às dicas:

Os sete pecados gramaticais

1 - Uso da Crase: Não se preocupe, você não é o único que sofre quando o assunto é CRASE. Saber que a crase nada mais é do que a fusão da preposição “a” com o artigo “a” ajuda em muito, afinal de contas, o A só levará o sinal se houver a obrigatoriedade da preposição e do artigo ao mesmo tempo: Os alunos vão à escola. (Quem vai, vai A algum lugar, e o substantivo escola pede o artigo A, portanto, ocorrerá o fenômeno da fusão dos dois “As”).

2 - Emprego da vírgula: Não se engane, a vírgula não é um sinal gráfico que pode ser empregado aleatoriamente dentro de um texto. Quando mal empregada, ela pode ocasionar alterações de sentido, comprometendo a inteligibilidade e a compreensão de sua redação. Existem algumas situações em que seu uso é obrigatório: na existência de um vocativo, aposto explicativo, quando o predicativo está deslocado na frase, entre outras. Uma leitura cuidadosa do seu texto poderá indicar a necessidade – ou não – do uso da vírgula.

3 - Mas x mais: Duelo desnecessário, mesmo porque é fácil identificar quando cada um dos termos em questão deve ser utilizado. Emprega-se o “mas” quando houver relação de oposição e contrariedade. O “mais” deve ser utilizado como advérbio de intensidade: Eu gostaria de viajar mais vezes, mas tenho pouco tempo e pouco dinheiro. (Mas = contrariedade/oposição e mais = advérbio de intensidade).

4 - Aonde x onde: Não deixe que esse clássico dos erros gramaticais gere ainda mais dúvidas: “aonde” deve ser utilizado com os verbos que indicam movimento e que exigem a preposição “a”, enquanto “onde” expressa ideia de lugar fixo. Aonde os alunos foram? Onde eles gostam de estar, na escola!

5 - Palavras homônimas:
Chamamos de homônimas as palavras que apresentam a mesma estrutura fonológica, os mesmos fonemas, a mesma acentuação e ainda assim apresentam significados completamente divergentes! O bom leitor saberá quando e como usar as palavras homônimas, já que o contexto será fundamental para a compreensão do texto. São Francisco de Assis e Santa Clara são os santos mais populares da Itália.

6 - Verbo “haver”: Não tem nada a ver você confundir o verbo “haver”, pelo menos não a partir de agora! Apesar de ser pouco usado na modalidade oral (costumamos substituí-lo pelo verbo “ter”), o verbo em questão deve ser empregado sem medo na modalidade escrita, pois ele confere maior formalidade a um texto. Se ele fizer a substituição perfeita do verbo “ter”, então o uso está liberado. Lembre-se: “haver” com “H”, sempre!

7 - Nosso último pecado gramatical é... Mim x Eu. Não, não vamos entrar em confronto, nada disso, a ideia é fazer você entender que “mim” não poderá ser utilizado para cumprir a função de sujeito, mesmo porque mim não faz nada, muito menos antes de um verbo! Nesse caso, empregue o pronome pessoal do caso reto “eu” e acerte na mosca!

(Fonte: Português. Uol) Ler notícia completa

A importância de se ter uma Fan page empresarial no Facebook

A importância de se ter uma Fan page empresarial no Facebook


Hoje, a rede social Facebook é conhecida por ser utilizada por milhões de pessoas, que buscam objetivos diversos em meio a tantas possibilidades.

Já se foi o tempo em que o objetivo do espaço se encontrava apenas na ideia de comunicação.

Atualmente, as empresas no Facebook têm sido vistas com muita frequência, anunciando seus produtos e tentando comercializá-los através do espaço.

Em meio a isso, muitas delas se perguntam quais são os benefícios das empresas estarem elaborando tantas publicações e criando Fan pages.

Divulgar seus produtos e a marca da empresa em si;
A partir do momento que a página é divulgada, mais pessoas passam a ter acesso a ela, processo que não seria possível se ela não estivesse inserida em espaços que possibilitem esta metodologia.

Com relação a esta divulgação, ela depende única e exclusivamente da empresa, dona da página, se esta optar pela divulgação gratuita e do Facebook se for paga.

Atualmente existem excelentes plataformas de Ferramentas de Marketing Digital que auxiliam as empresas no processo de divulgação das mesmas para captação de leads através anúncios patrocinados no Facebook Ads e posteriormente trabalhar este lead para torna-lo comprador com estratégias de marketing de relacionamento.

Inserir outras formas de divulgação para a fan page;

As empresas no Facebook costumam utilizar suas páginas para adicionar vídeos, inserir links, comentários e inclusive compartilhar publicações e indicar compartilhamentos.

Quanto mais aplicativos forem interligados e conteúdos diferenciados publicados, maiores serão as chances de a empresa ter grande destaque no Facebook.

Anunciar promoções e novos produtos;
Muitas vezes, a empresa acaba fazendo algumas promoções especiais e a pessoas, inclusive clientes da loja em questão, nem ficam sabendo por falta de comunicação.

Com a fan page funcionando, é possível anunciar neste espaço tudo o que estiver sendo vendido por um preço mais baixo ou ainda, mostrar lançamentos em primeira mão para os seguidores da página.

Estar de acordo com os meios legais da rede social;
Para quem não sabe, o Facebook tem diversas regras que regem a rede social e quem não as segue, pode ser punido, inclusive podendo perder a possibilidade de utilizar a rede.

Uma das regras é que os perfis sejam utilizados por pessoas físicas, para fins pessoais e quando se fala em empresas, divulgações, anúncios, as páginas sejam as escolhidas pelas empresas.

Quantidade de seguidores infinita;

Quando um perfil é criado no Facebook, existe um número máximo de cinco mil amigos que podem vir a serem adicionados. Realidade esta que muda quando se fala em Fan page. Na página da empresa, é possível ter um número ilimitado de seguidores e não é necessário aceitar cada um deles, eles simplesmente têm autonomia para seguir as páginas que lhes interessam.

Utilizar ferramentas e abas personalizadas;
Muitas empresas no Facebook, principalmente no início, não tem total domínio das possibilidades variadas de formas com que as publicações podem ser elaboradas e acabam perdendo com isso.

Quanto mais se entende desta rede social tão conhecida, mais se percebe que existem inúmeras formas de chamar mais atenção do leitor, internauta que opta por visitar assuntos de seu interesse e que seja chamativo o suficiente para que ele permaneça naquele espaço.

Possibilidade de analisar todos os dados da página;
Com a Fan page da empresa, é possível verificar, sempre que se julgar necessário, quantas pessoas tem visitado a página e as visualizações de cada publicação.

Além disso, o número de seguidores está visível para qualquer pessoa que visita o espaço. Assim, é possível saber o quanto o espaço chama ou não a atenção e se está no caminho certo para alcançar o sucesso que a empresa espera dela.

Portanto, a Fan page tem importância relevante para as empresas , devido às inúmeras possibilidades de divulgação e de vendas que ela proporciona. Com ela é possível propagar uma marca ou um produto antes pouco conhecido.

(Fonte: Administradores)  Ler notícia completa

Instagram agora permite salvar vídeos após transmissões ao vivo

Instagram agora permite salvar vídeos após transmissões ao vivo


O Instagram anunciou uma nova funcionalidade para suas transmissões ao vivo. A partir de agora, ao invés de apenas sumir ao final da transmissão, os vídeos ao vivo ficarão disponíveis para download para usuários do serviço. A ideia, segundo a empresa, é flexibilizar mais o recurso, permitindo que usários reaproveitem o material exibido.

Anteriormente, ao final da transmissão, o vídeo no Instagram desaparecia e não ficava disponível para ser assistido novamente. Com a atualização, o usuário precisará apenas clicar no botão de download, exibido ao final do vídeo, para guardar o conteúdo em seu próprio celular.

A empresa ressalta, porém, que o vídeo não ficará automaticamente disponível em seu perfil no Instagram. E o download também não irá salvar os comentários, visualização e curtidas feitos durante a transmissão ao vivo.

"Esta é a primeira de muitas novidades que lançaremos para os vídeos ao vivo neste ano", disse a empresa por meio de seu blog oficial. "É um recurso para relembrar, especialmente se algo incrível acontecer durante a transmissão."

Segundo o Instagram, esta atualização estará disponível como parte do Instagram versão 10.12 na Apple App Store e Google Play.

(Fonte: Link Estadão) 


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4 deslizes de português frequentes no mundo corporativo

4 deslizes de português frequentes no mundo corporativo


Após a construção textual, é aconselhável sempre revisar. Seja detalhista: verifique plural, singular, concordância, vírgula, acento grave. Além disso, dê mais atenção ainda ao verbo.

Para o texto de hoje, trouxe alguns trechos, comuns no mundo corporativo, com “deslizes verbais:

1.”Neste mês, aconteceu diversas reuniões produtivas. Parabéns a todos!”

 Segundo nossas regras gramaticais, o verbo deve concordar com o sujeito. No caso acima, o sujeito do verbo acontecer é “diversas reuniões”, que está no plural, exigindo o verbo igualmente no plural.

 2. ” Após a análise do produto, cremos que já devem fazer mais de três meses de fabricação.”

 Apesar do excelente uso da vírgula (separando a expressão adverbial), o verbo fazer – quando se refere a tempo decorrido – não deve sofrer a pluralização.

Dessa forma, mesmo estando em locução verbal (deve fazer), o auxiliar permanece no singular:  “deve fazer mais de três meses” ou  “faz mais de três meses”.

3. “Analisou-se todos os produtos em questão. Atenciosamente, …”

            A forma correta seria o verbo no plural. A presença da partícula apassivadora “se” faz a frase ser passiva, ou seja, o sujeito é quem sofre a ação do verbo (todos os produtos). É  o mesmo que “Todos os produtos em questão foram analisados.”

4.”O resultado da pesquisa foi números assustadores.”

 Entre o singular e o plural, a concordância do verbo deve ser feita preferencialmente no plural.

Se o sujeito estiver no singular e o predicativo no plural, a concordância do verbo SER faz-se preferencialmente no plural:  “Tudo são resultados.”

  Se o sujeito estiver no plural e o predicativo no singular, a concordância do verbo SER faz-se preferencialmente no plural: “Estes produtos foram a salvação da empresa.”

 Em outras palavras:  pela regra, o verbo poderia estar tanto no singular quanto no plural. A preferência da maioria dos gramáticos é o verbo no plural (diante das condições acima).

(Fonte: Exame)  Ler notícia completa

Estas três dúvidas são frequentes sobre uso de hífen em português

Estas três dúvidas são frequentes sobre uso de hífen em português


Durante algumas semanas, abordamos aqui o uso de hífen. Muitos leitores, nos comentários, sempre protestaram contra a falta da lógica no uso do sinal mais confuso de nossa Língua Portuguesa. Como afirmou o mestre Mattoso Câmara Júnior: “O emprego deste sinal é incoerente e confuso.”

Se até o próprio Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa e os estudiosos apresentam divergências, imagine quem não é especialista.

A regra básica diz que a finalidade do hífen é indicar a formação de um novo vocábulo composto:  “caixa-preta” corresponde a um gravador nas aeronaves; “caixa preta” já é uma caixa da cor preta, literalmente. “Ano-novo” corresponde à virada de ano; “ano novo” são os doze novos meses, o ano literalmente novo. Como mais um exemplo, “saia-justa” é a famosa situação embaraçosa; “saia justa” é apenas uma peça do vestuário.

Além disso, vamos a algumas dúvidas comuns:

MAL-EDUCADO, MALEDUCADO ou MAL EDUCADO?
Os adjetivos formados com o elemento MAL devem usar hífen quando a palavra seguinte começar por H ou por vogal:  “Paulo é um sujeito mal-humorado.”; “Ela é uma mulher mal-educada.”

 A expressão “mal educada” só é utilizada quando for advérbio: “Sílvia foi uma estudante mal educada pelos professores.”

Por fim, enfatizo que a forma “maleducado” não encontra registro, de acordo com o padrão.

 2. ABAIXO-ASSINADO ou ABAIXO ASSINADO?
 Com hífen, representa o documento, o substantivo: “O advogado daquele caso já recebeu o nosso abaixo-assinado.”

Sem o uso do hífen, representa quem assinou o documento (literalmente): “Eu, Fulano Silva, abaixo assinado, venho solicitar que os condôminos…”

3. SÓCIO-ECONÔMICO ou SOCIOECONÔMICO?
Quando o elemento SÓCIO for substantivo, devemos grafar com acento agudo e hífen: “sócio-fundador, sócio-gerente, sócio-presidente”

No entanto, quando o elemento SOCIO for adjetivo (a conhecida redução de social), devemos grafar sem o acento agudo e sem o uso de hífen:  “sociopolítico, socioeconômico, sociocultural, sociolinguístico”.

 Em caso de dúvida, o melhor caminho é a consulta. Para isso, existem os dicionários e o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (o importante VOLP).

(Fonte: Exame)  Ler notícia completa

É errado dizer “ambos os dois”? Há controvérsias

É errado dizer “ambos os dois”? Há controvérsias

Nesta semana, recebi uma dúvida superinteressante: “Seria incorreta a expressão ambos os dois?

Em grego, em latim, em português, a palavra “ambos” tem significação dual: dois, um e outro.

Afirma assim Napoleão Mendes de Almeida: “Notemos que as próprias construções ‘ambos os dois’, ‘ambos de dois’, ‘ambos e dois’, conquanto tivessem sido usadas pelos antigos, não passam hoje de expressões vulgares que devem ser evitadas. A palavra, por si, etimologicamente, já significa dois, e deste significado não podemos apartar-nos.“

Tem visão distinta o estudioso Deonísio da Silva: “Apesar de soar esquisita, a expressão ‘ambos os dois’ é gramaticalmente correta e está abonada por gente culta e bem pensante.“

Para comprovar, o professor Deonísio cita trecho de Rui Barbosa: “Ambas as formas são gramaticais? São-na ambas as duas“. Cita ainda um trecho de Camões: “de ambos os dois a fronte coroada“.

E agora, leitor? Com qual uso devemos ficar? Ao utilizarmos “ambos os dois”, somos pleonásticos (redundantes). Na atualidade, os interlocutores entendem que “ambos” é o numeral “dois”.

Além disso, vale uma norma: se ambos for utilizado ao lado de verbo, o artigo não deve existir:

“Ambos estiveram no Congresso de Direito Civil.”

Caso esteja ao lado de substantivo, nome, o artigo deve aparecer:

“Ambos os advogados estiveram no Congresso de Direito Civil.”

  O dicionário Aurélio traz um trecho interessante de Camilo Castelo Branco:  “Vivia casto como certas damas antigas casadas, de acordo com os maridos, em obséquio à pureza dos anjos de ambos os sexos.“

Devemos ter cuidado com um ponto: em “anjos de ambos os sexos”, não se afirma que os anjos têm os dois sexos ao mesmo tempo. Ambos não significa “os dois juntos”.

Apesar do abono histórico, fico com a maioria: usar “ambos os dois” não é necessário.

(Fonte: Exame)  Ler notícia completa

Google libera função 'ler mais tarde' para Chrome em aparelhos iOS

Google libera função 'ler mais tarde' para Chrome em aparelhos iOS


O Google acaba de acrescentar a funcionalidade "ler mais tarde" para a última versão do Chrome. Por enquanto, a novidade parece ser exclusiva para aparelhos iOS e é semelhante ao recurso de lista de leitura do Safari, este lançado pela primeira vez com o Mac OS X 10.7 Lion em 2011.

Assim como no Safari, para usar a habilidade no Chrome, você deve acessar o botão de compartilhamento no Google Chrome e escolher no menu a opção para salvar suas leituras. Para ter acesso à sua lista de leitura, toque no botão menu no canto superior direito (os três pontos verticais) e seleccione Ler Lista.

Uma janela pop-up aparecerá com todos os seus artigos. Quando estiver offline, o Chrome exibirá a página em um formato mais compatível com o texto, mas o navegador exibirá a página inteira quando conectado ao Wi-Fi.

O impacto em você
Embora o Google seja grande na nuvem, o recurso de lista de leitura no Google Chrome para iOS não é sincronizado com a nuvem.

Os artigos guardados permanecem no seu dispositivo local. Também não está disponível em outros dispositivos com o Chrome, incluindo Macs. Parece que a única motivação do Google para esta nova funcionalidade é oferecer um recurso que o Safari para iOS tinha, mas o Chrome não.

Pode ser apenas iOS agora, mas um serviço para leitura posterior sincronizado em nuvem, integrado no Chrome, seria útil para usuários de todas as plataformas. Seria também uma outra alternativa para sistemas de terceiros como o Pocket, recentemente adquirido pela Mozilla, e o Instapaper, agora de propriedade do Pinterest.

(Fonte: Idgnow)


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9 dicas para melhorar o seu perfil no LinkedIn

9 dicas para melhorar o seu perfil no LinkedIn


O LinkedIn é uma ótima rede social para quem está procurando um emprego ou então quer manter os seus contatos profissionais sempre atualizados. Por isso, eu separei algumas dicas para fazer seu perfil ir muito bem na rede social! Olha só:

Foto
É muito importante você colocar uma foto, porque isso aumenta as chances de outras pessoas entrarem no seu perfil. Mas olha só, não pode ser qualquer foto, né? Como o LinkedIn é uma rede profissional, evite fotos muito informais, como em festas ou na praia.

Preencha todo o seu perfil
Procure preencher todo o seu perfil, porque assim a sua página fica com maior relevância e aparece no topo de buscas do site. Por isso, use palavras chaves e termos conhecidos na sua área de atuação.

Idiomas
Sabia que o LinkedIn tem uma função que permite criar um perfil em outro idioma? É só clicar na seta ao lado do botão “Ver perfil como” e selecionar a opção “Criar perfil em outro idioma”. Bem legal, né?

Customize a sua URL
Você também pode personalizar a URL da sua página! Vá em “Editar perfil” e clique em “Editar”, que fica ao lado da URL abaixo da sua imagem. Prontinho, agora você pode substituir o código numérico por algo mais pessoal, como seu nome e sobrenome.

Adicione sites
Lá no final do seu perfil tem um espaço para incluir e-mail, links do Facebook, Twitter e até o do seu portfólio. Isso é muito bom porque você consegue incluir todas as suas redes sociais em um lugar só!

Faça novas conexões
Procure por pessoas que já trabalharam ou estudaram com você e faça amizade com outros profissionais da sua área. Quanto mais pessoas você tiver conectadas ao seu perfil, melhor será a sua visibilidade, tá?
Faça parte de grupos e siga outros perfis

Participar de grupo no LinkedIn pode ajudar bastante na hora de aumentar os seus contatos profissionais e até conseguir oportunidades de emprego. Você também pode seguir as páginas de empresas de dos “influenciadores”, que são perfis de profissionais famosos, como o Bill Gates da Microsoft, para saber das novidades.

Divulgue o seu trabalho
Aproveite a rede para publicar seus artigos, projetos, apresentações e muito mais. Assim os seus contatos podem ver tudo o que você está fazendo!

Mantenha o perfil atualizado
A última dica é sempre manter o seu perfil atualizado. Deixar a sua página desatualizada pode impedir que novas oportunidades profissionais cheguem até você e mesmo que não tenha nada de novo para colocar, acesse o perfil com uma certa frequência para ver se tem alguma nova mensagem ou conexão esperando por aprovação.

(Fonte: Olha Digital)  Ler notícia completa

Como utilizar o e-mail com sucesso na estratégia de Inbound Marketing

Como utilizar o e-mail com sucesso na estratégia de Inbound Marketing

OInbound Marketing é um conjunto poderoso de estratégias para conquistar o coração do seu público. Sua abordagem consiste em conquistar a confiança do seu cliente para oferecer um produto ou serviço. Nessa estratégia, o e-mail marketing vira um aliado para atingir o público alvo. Mas ele deve ser usado com cuidado e planejamento, já que atacar incessantemente com informações e propagandas indesejadas pode prejudicar o relacionamento.

Separamos algumas dicas para quem deseja utilizar o e-mail marketing com sucesso. Confira:

Público qualificado

O ideal, na estratégia, é mandar e-mails para o público que optou se cadastrar em seu blog ou site, afirma Rafael Rez, autor do livro "Marketing de Conteúdo: A Moeda do Século XXI". "São usuários que desejam ler sobre os assuntos que você trata e por isso o sucesso da campanha pode atingir patamares maiores que o esperado", explica. Com um público qualificado, também é possível obter um feedback melhor.

Assunto interessante
Se o e-mail não tiver um assunto interessante que chama atenção, é bem provável que ele acabe na lixeira ou pasta de spam antes mesmo de ser lido. Nessa hora, é preciso ser criativo. "Sabendo as necessidades do público no segmento de atuação, é possível desenvolver conteúdos que apresentem soluções e o título do conteúdo precisa ser um assunto irresistível para que o usuário abra o e-mail ao invés de descartá-lo com os outros", indica Rez. Também se atente à frequência dos e-mails: se ele for constante, perderá a credibilidade.
Lembre-se: na estratégia de inbound, você deseja criar um relacionamento com seu possível cliente. Por isso, fuja de e-mails automáticos ou que parecem ter sido escritos por robôs e seja pessoal. O especialista Rafael Rez orienta: "Chame o contato pelo nome, ainda no início, e mantenha uma linguagem simples e informal com um tom de conversa entre amigos até o final". Ler notícia completa

Comunicação com a equipe ajuda a aumentar a produtividade

Comunicação com a equipe ajuda a aumentar a produtividade


A produtividade no trabalho acontecendo de forma excelente, impacta diretamente nos resultados de toda a empresa, principalmente nos números! E é claro que todos, sem exceção, desejam o crescimento. Esse sentimento é comum em todos os níveis pois sabemos que se a empresa melhora, naturalmente os que estão no “barco” caminham juntos. Porém, para que isso aconteça é fundamental que a comunicação seja bem estruturada e direcionada para o objetivo para aumentara produtividade.

É importante ressaltar que lidamos com seres humanos, com pessoas que necessitam de reconhecimento e aprovação. E essa é a dica número um, para aumentar a produtividade. Muitas vezes, na correria do dia a dia, o líder esquece de agradecer ou reconhecer determinada tarefa e para o funcionário pode dar a impressão de faltar gratidão. Então, é importante encontrar uma forma desse reconhecimento acontecer, seja através de um simples “obrigada!” ou de algum outro tipo de reconhecimento. São formas simples, mas que fazem com que o clima no ambiente de trabalho melhore de maneira significativa! E quem não deseja trabalhar numa empresa com um clima maravilhoso?

Uma outra dica que aumenta muito a produtividade é em relação à objetividade! Muitos gestores precisam que as tarefas sejam executadas mas deixam os prazos soltos, sem limites. Ou até mesmo não expressam exatamente o que desejam. É muito comum, depois de não terem suas ordens atendidas colocarem a culpa em quem não fez. Gerando mais uma insatisfação, pois o funcionário sente-se injustiçado, entendendo que fez o que foi solicitado. Ou seja, é fundamental dizer exatamente o que deseja, com detalhes e limitar o dia e horário, para que o prazo não seja perdido.

Mesmo com todos os recursos alinhados, dizer exatamente o que se quer, elogiar uma tarefa bem feita, estabelecer os prazos, ainda assim podem restar dúvidas. Para isso, a comunicação de quem está com a responsabilidade do andamento do projeto precisa ser de troca. É importante deixar as pessoas à vontade para que possam tirar suas dúvidas, colocar as suas opiniões e até mesmo expor sobre algo que não concordem. Como resultado de uma comunicação mais eficiente, teremos cada dia mais ambientes de trabalho altamente produtivos!

(Fonte: Administradores)

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10 palavras que muita gente pronuncia errado

10 palavras que muita gente pronuncia errado


A nossa língua falada é responsável por nos deixar algumas vezes em situações constrangedoras. Isto se deve ao simples fato da sua complexidade não se ater somente às minuciosidades gramaticais, mas também às particularidades da língua falada.

Muito se vê sobre erros gramaticais, verdadeiros atentados à nossa brava língua portuguesa, mas pouco se fala dos disparates da língua falada.

O português proferido e admirado mundialmente é responsável por situações vexatórias e em alguns casos hilárias.

Questão – Para muitos “cuestão”. Se o ditongo ue estivesse acompanhado da extinta trema, justificaria a pronúncia!

Subsídio – Quando escutamos uma autoridade pronunciar com o som de Z “subzídio”, acredito que o zumbido provocado pela gafe é estarrecedor para muitas pessoas. Mas eu sou capaz de insistir que muitas ainda pronunciam de forma equivocada, ou seja, “subzídio” ao invés de “subcídio”. Recapitulando, subsídio é um substantivo masculino que entre os seus significados estão: apoio, recurso, reserva, reforço entre outros.

Exemplos:

Enviarei alguns subsídios para a sua tese.

Criou-se uma reserva de subsídio destinada aos menos favorecidos.

Inexorável: Implacável, inabalável, austero, reto, rígido. Estes são alguns dos significados atribuídos para esta palavra que é pronunciada também de forma errônea “ineczorável” enquanto a sua pronuncia correta é “inezorável”. Logo abaixo uma aplicação da palavra:
“(…) mas as dores da nossa vontade só chegarão ao santo alívio seguindo esta lei inexorável: a obediência absoluta à soberania incontestável do tempo (…)”  (Raduan Nassar – Lavoura Arcaica)

Logo abaixo, acrescento mais alguns exemplos práticos. Espero que tenham gostado!

Incorreto -  Correto
Pertubar - Perturbar
Entertido - Entretido
Ciclo vicioso - Círculo vicioso
Júniors - Juniores
Sêniors- Seniores
Aerosol - Aerossol
Espinho de peixe - Espinha de peixe.


(Fonte: Exame)  Ler notícia completa

Você sabe qual é a origem da palavra “cumprimento”?

Você sabe qual é a origem da palavra “cumprimento”?


Um adjetivo é o do brasileiro:  criativo. Ao verificarmos as formas de cumprimento, então, o repertório tem vastidão: “Alô, meu povo!, Salve, Salve!, E aí, galera!, Grande galera!, Como vai você?, Olá!, Oi!, Diga! Diga!, Tudo bem?, Tudo certinho?, Vamos que vamos!, Falou!, Saravá!, Olha quem chegou!, E aí, tio?, E aí, chefe?, É ‘nóis’!, Fala, ‘parça’!, Fala, moleque!”, Viva!, etc.

Algumas formas de cumprimento tornaram-se marcas pessoais de apresentadores, jornalistas, músicos, comunicadores, artistas e de muita gente. Interjeições, quanto mais criativas, mais marcantes. No entanto, é preciso estar atento à situação para que o uso da expressão seja adequado (principalmente em ambientes formais).

Cumprimento provém do português arcaico “comprimento”, de “comprir” mesmo (com a letra O). Somente depois veio o “cumprir”, com a letra U, que é o nosso padrão na grafia. Cumprir tem origem no latim “complere” – completar, concluir uma conversa. Da mesma raiz é “salvare”, do latim tardio.

Os antigos romanos usavam três tipos de saudações no dia a dia. Pela manhã, cumprimentavam-se com um “Salve, salve!”. À tarde, depois da hora sexta, o cumprimento era “Ave, ave!”. Da hora nona em diante, vinham as despedidas com a última saudação: “Vale, adeus!”.

Nas salas de aula, é comum uma dúvida:  “Viva ou vivam as pessoas!”? Depende de como será tratada a palavra.

Se o termo “viva” for tratado como verbo, a concordância ocorrerá com o sujeito, como neste trecho de Esaú e Jacó: “Vivam os meus dois jovens, disse o conselheiro, vivam os meus dois jovens, que não esqueceram o amigo velho.”

O importante gramático Evanildo Bechara destaca: “…a língua moderna revela acentuada tendência para usar, nestes casos, tais unidades no singular, dada a força interjetiva da expressão: “Viva os campeões!; Acho a ideia maravilhosa, e viva os ingleses.” (Danuza Leão, É tudo tão simples)

 Caro leitor, o fato é simples:  se “Viva!” representa a saudação, a emoção, a interjeição, não há plural algum, já que essa classe de palavra é invariável. Se “viva” é usado como verbo, a concordância será obrigatória.

Têm parentesco com a situação acima a pura interjeição do aplauso “Salve!” e o verbo “salvar”: “Salve os cronistas!”, “Salve os músicos!”, Salve os artistas!”. No entanto, como ação, vejamos flexão verbal: “É importante que eles salvem as nascentes dos rios.”

(Fonte: Exame)  Ler notícia completa

Qualidade de vida no ambiente corporativo

Qualidade de vida no ambiente corporativo

Atualmente muitas pessoas estão apresentando problemas de saúde por causas trabalhistas e o que muitos não sabem é que grande parte deles são causados por maus projetos arquitetônicos ou decorativos de espaços funcionais.

Estresse, ansiedade e falta de concentração são algumas das doenças que podem ser desenvolvidas pela falta de cuidado no momento de escolhas das cores ou equipamentos como móveis.

A consequência pode afetar diretamente a atuação e os resultados esperados dos colaboradores. Segundo a arquiteta especialista em ambiente de trabalho e criadora do conceito de qualidade corporativa no Brasil, Priscilla Bencke, o local de trabalho afeta diretamente nossas emoções. Se for mal projetado, pode ainda prejudicar a saúde física e mental.

“Nós somos seres sensoriais. Temos receptores em nosso corpo que interpretam as informações do meio externo e enviam para o cérebro. Consequentemente, isso vai gerar uma emoção, estimulando um determinado comportamento”, explica Priscilla.

(Fonte: Visão Estratégica Comunicação)  Ler notícia completa

Por que sua empresa precisa estar nas redes sociais

Por que sua empresa precisa estar nas redes sociais

Você, que é empreendedor (ou empreendedora) ou está caminhando para isso, com certeza já está de saco cheio de ler textos que falam sobre ‘a importância das redes sociais para as empresas’. São toneladas de links na internet que colocam as redes sociais como principal ferramenta para o crescimento dos negócios.

E isso não é por acaso. Sabe por quê? Por que essa informação é, de fato, importante. Ainda que pareça esquisito falar de algo tão batido e repetitivo, quando terminar de ler essas três informações que vão mudar a sua maneira de ver as redes sociais para empresas, você vai entender a diferença entre apenas falar da importância delas e o que fazer para sua marca ser, de fato, importante nelas.

Objetivo não! Foque em outra coisa.
Se a primeira coisa que uma agência de Marketing Digital pergunta para um cliente novo é ‘o que você pretende com as redes sociais?’ ou ‘qual o seu objetivo enquanto empresa nas redes sociais’, então pode ter certeza que ela já está ultrapassada. Porque o objetivo final de toda empresa que investe em algo novo para anunciar e se comunicar é vender mais e com qualidade, seja em um site, seja nas redes sociais, seja na TV.

Agora, se ela lhe questiona sobre o seu público, quem você idealiza como cliente potencial, quem você quer atingir, aí sim é mais fácil que essa agência atenda o seu objetivo, que é vender mais.

O creative strategist do Facebook no Brasil, Cristiano Dias, falou em uma palestra do Social Media Week, em 2013, que o segredo dessa rede social é achar as pessoas certas e mandar o conteúdo certo para elas. Parece simples, né? Mas não é, por isso vou exemplificar:

Imagine que a Coca Cola percebeu que o consumo do refrigerante estava diminuindo entre o público infantil e juvenil. E aí decide que vai trabalhar o seu conteúdo na internet para esse público. Certo? Mais ou menos. A coca cola vai montar suas campanhas nas redes sociais pensando em crianças e adolescentes sim, mas também (com certeza!) nos pais, que são os que, muitas vezes, têm o poder de decisão. E aí vem a dúvida: a marca precisa produzir conteúdo diferente para crianças e adultos? Ou pode mesclar. Sim e e sim, respectivamente.
Na TV você faz um vídeo para um público amplo, aberto. Não tem como fazer um vídeo para cada grupo. Nas redes sociais não, o espaço é livre. Quando há uma estratégia pensada em cima do público certo (ou públicos certos) as chances de o trabalho nas redes sociais para empresas funcionar são bem mais altas.

Mas, não precisa agradar a todos…

Marcas devem ter opinião, por isso, nem sempre vai dá para agradar a todos. Se sua empresa vende roupas, com certeza uma não vai agradar. Se você é a própria marca, e é um nutricionista, por exemplo, o seu ponto de vista pode não ser bem aceito por algum grupo, ainda que esteja utilizando uma explicação científica.

É comum ver memes nas redes sociais de empresas seguindo a moda do momento, sem demonstrar nenhuma relação com a marca. Aí é que está a diferença entre estar conectado e estar sendo diferente. As mensagens precisam ter coerência e, ainda que sejam memes ou mensagens de humor, o que for publicado tem que construir valor para a sua marca. Que tal inventar o próprio meme, um que tenha a sua cara?

(Fonte: Administradores)  Ler notícia completa

Muita gente escorrega na concordância destas 3 palavras

Muita gente escorrega na concordância destas 3 palavras

São muito comuns as discordâncias com três palavras: “férias”, “parabéns”, “óculos”. Vejamos alguns casos:

“Que férias maravilhosa!”

“Preciso comprar um óculos novo.”

“Aceita parabéns atrasado?”

De acordo com a norma gramatical da língua portuguesa, os adjetivos acima deveriam estar no plural, concordando com o substantivo. Em outras palavras: “férias maravilhosas”, “parabéns atrasados”, “comprar óculos novos”.

Do latim “ferias”, o feminino plural “férias” corresponde aos dias em que se suspendem os trabalhos oficiais (datas patrióticas e dias santificados). São dias consecutivos de descanso.

Óculos provém de óculo, que remete a qualquer instrumento (binóculo, luneta, microscópio, telescópio etc.) provido de lentes para auxiliar e ampliar a visão. Ferem o padrão as expressões “este óculos”, “o óculos”, “um óculos”, “meu óculos”.

O plural “parabéns” provém de “parabém”. Machado de Assis, em Dom Casmurro, faz elegante uso: “esse estado da alma que vê na inclinação do arbusto, tocando do vento, um parabém da flora universal, traz sensações mais íntimas e finas que qualquer outro.”. Hoje em dia, não se vê mais essa forma no singular.

Ao entoarmos o canto dos parabéns, usamos a expressão “ra-tim-bum”. Vasculhando o estudo de Deonísio da Silva, encontrei a história. Segundo o professor Eduardo César Silveira Vita Marchi, um rajá indiano visitava a Faculdade de Direito da USP e seu nome soava aos ouvidos dos estudantes como “Ra-tim-bum”. Naquela época os botecos não tinham como armazenar cervejas geladas em grande quantidade, como hoje. Os frequentadores tinham que aguardar por cervejas, que demoravam a ser resfriadas em barras de gelo. Quando enfim o garçom vinha à mesa trazendo as garrafas, os estudantes, que tinham anunciado antes “É meia hora” ou “Em meia hora”, mudavam para “A hora é agora”, celebrando:  “É hora, é hora, é hora”, bordão ao qual passaram a acrescentar o nome do rajá.

É, caro leitor! A tudo na Língua, há uma história; deixo-lhes aqui os meus parabéns a quem investe em conhecimento gramatical, pois clareza textual nunca é demais.

(Fonte: Exame)


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Facebook inicia testes com botão “não curtir”

Facebook inicia testes com botão “não curtir”

O Facebook deve introduzir em breve um recurso esperado pela maioria dos usuários. Um botão de “dislike” (não curtir) está em fase de testes, informa o site de tecnologia TechCrunch. Porém, a ferramenta não será disponibilizada para os usuários usarem na linha do tempo do Facebook.

O novo botão está relacionado com as reações, um recurso criado no ano passado para que os usuários pudessem expressar sentimentos com o uso de emojis na linha do tempo – e não apenas curtir publicações.

Agora, essa mesma ferramenta será introduzida no Messenger. São sete reações em teste: seis delas são iguais as que podem ser usadas na linha do tempo do Facebook, como surpresa e tristeza. O outro emoji é o de “não curtir”. Ele aparece como o oposto da curtida comum, que também tem um emoji próprio.

(Fonte: Exame)  Ler notícia completa

Qual é o real impacto da rede social corporativa para a organização?

Qual é o real impacto da rede social corporativa para a organização?

Estamos vivendo a era da colaboração, onde o foco está no equilíbrio das relações e na valorização de um grupo onde todos os colaboradores participam efetivamente de soluções e decisões importantes.

Esse modelo de gestão sustentável permite que as empresas iniciem um processo de amadurecimento e de inovação, cultivando os pilares da organização, mas refazendo a forma de atuação, que se torna mais dinâmica e proativa.

A rede social corporativa é uma opção inteligente para os empreendedores que desejam migrar para essa administração colaborativa. Além da conexão interna mais integrada entre colaboradores de diversos locais do mundo, a solução também faz com que colaboradores, fornecedores e clientes aproximem-se uns dos outros.

Na prática é como um Facebook da empresa, onde a integração entre as pessoas fornece mais visibilidade para todos os profissionais da organização. Por intermédio da solução, os colaboradores podem trocar informações com mais facilidade. Há também a possibilidade de criar diversos grupos dentro da Rede, realizar eventos corporativos e melhorar o clima organizacional, o que aumenta a produtividade da equipe.

A ferramenta registra automaticamente as interações e se o RH buscar um profissional com função específica, pode pesquisar na própria Rede Social. Escalas de trabalho e comunicados, informações sobre o andamento de projetos e outros assuntos podem ser compartilhados no perfil da empresa.

Sabemos que 2017 também não será um ano fácil para as empresas brasileiras, mas quem buscar reforço na tecnologia vai ocupar uma melhor posição nessa disputa por um lugar ao sol. Aquele que souber enriquecer o seu conteúdo e otimizar o tempo de demandas e serviços é o que sobreviverá íntegro e ativo no mercado.

Essa gestão inovadora abre portas para novas formas de participação, onde desde a conquista de um novo cliente até o desenvolvimento de um promissor produto devem ser compartilhados entre os colaboradores da organização, não apenas para que participem do processo todo, mas para que se sintam dentro dele.

A rede social corporativa não é uma solução nova, mas a forma de utilizá-la talvez seja. Investir nessa ferramenta é um jeito inteligente de integrar equipes, intercomunicar tarefas e processos, centralizar e padronizar informações e melhorar a captação, troca e tratamento de dados.

Resumindo, é um instrumento poderoso para melhorar a comunicação corporativa, atingindo um patamar de agilidade e assertividade que certamente terá respingos de sucesso entre colaboradores, gestores e clientes da empresa.

Não há outra forma de seguir firme e forte na corrida pelo tempo perdido, pelos negócios represados pela recessão e por novos objetivos para melhorar resultados: cercar-se de ferramentas criativas, úteis e funcionais é a resposta. Tecnologia bem aplicada é a chave para reduzir complexidade e otimizar o trabalho. Em outras palavras, estratégia e tecnologia são aliadas para o alinhamento corporativo rumo a uma gestão saudável e bem-sucedida.

(Fonte: CIO)
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Como criar apresentações multimídia no Facebook para celular

Como criar apresentações multimídia no Facebook para celular


O aplicativo do Facebook permite que usuário crie apresentações com fotos da galeria do celular. Com o recurso, é possível contar uma história mostrando suas lembranças fotográficas com efeitos de animação, título e até trilha sonora.

Embora esteja disponível tanto na versão para celular com Android e iPhone (iOS), é possível que a ferramenta não esteja liberada na conta do usuário. Confira neste tutorial do TechTudo como criar apresentações com suas fotos na rede social.

Passo 1. Toque na caixa de publicação do Facebook.
Passo 2. Nas opções que aparecem na parte de baixo da tela, procure por “Apresentação multimídia”.
Passo 3. Para começar, adicione no mínimo três fotografias. Toque no botão “Adicionar fotos.
Passo 4. A galeria do seu celular será aberta. Selecione as imagens na ordem que você quer que elas apareçam no vídeo e toque em Avançar.
Passo 5. O Facebook criará um pequeno clipe. Adicione mais imagens, se quiser, ou toque em "Música" para editar a trilha sonora.
Passo 6. O app possui várias opções de trilhas sonoras. Toque nelas para ouvir e selecioná-las.
Passo 7. Se quiser adicionar um título ao início do vídeo, toque na guia correspondente e digite no campo indicado.
Passo 8. Toque em avançar para concluir.
Passo 9. Aguarde até que o Facebook termine de processar a apresentação. Em seguida, basta seguir com a publicação normalmente, digitando status, local e definindo quem poderá vê-la.
Passo 10. Após publicá-la, o Facebook fará o upload do vídeo. Se quiser, pode fechar o app ou continuar navegando, já que a rede social notifica quando este estiver disponível para que seus amigos vejam.
Agora você já sabe como criar apresentações multimídias no aplicativo do Facebook.

(Fonte: Tec Tudo)  Ler notícia completa

Quatro maneiras de fazer o tempo trabalhar para você

Quatro maneiras de fazer o tempo trabalhar para você

Tempo: você pode matá-lo, chamá-lo, servi-lo, guardá-lo, cria-lo ou fazê-lo voar. Mas uma coisa que os empresários não devem fazer com o tempo, segundo David Schonthal, é deixá-lo em estado líquido.

As restrições, devidamente utilizadas, podem ser uma das forças mais poderosas por trás da inventividade. Nenhuma restrição é mais poderosa do que o tempo.

Existem várias maneiras de aproveitar o tempo com sucesso. Independentemente de estar decidindo acelerar ou retardar processos, impor prazos ou reservar tempo para a reflexão, a chave é estar consciente de quanto tempo você tem e ser realista sobre como pretende alocar esse tempo.

Schonthal, professor clínico associado de inovação e empreendedorismo na Kellogg School e diretor de portfólio da IDEO, oferece quatro sugestões importantes para os inovadores poderem usar o tempo a seu favor.

Mude suas sessões de brainstorming
O primeiro passo de qualquer processo criativo, a geração de ideias, pode também ser o mais doloroso. Pense na imagem mental dos membros da sua equipe sentados, apáticos, em torno de uma mesa de conferência, ostensivamente praticando brainstorming, mas, na verdade, inventando novas maneiras de rabiscar nas margens dos seus blocos de notas.

A melhor maneira de iniciar o processo de geração de ideias pode ser a de virar tudo de ponta cabeça.

Ao fazer o brainstorming de soluções mais criativas, uma abordagem apoiada pela pesquisa da Kellogg é a de forçar a discussão para um ponto além dos limites normais. A ideia é que depois de se chegar no limite, ainda pode haver um monte de ideias muito boas ainda não levantadas.

Schonthal aposta em um processo que é um pouco mais contra intuitivo: chegar no limite e desistir. Dê à sua equipe um intervalo bem curto, não mais do que 10-15 minutos, para obter o maior número possível de ideias relacionadas a um tema específico em pauta. Em seguida, trabalhe a partir desse ponto.

“Quando se pega um recurso e o restringe, as pessoas se obrigam a fazer mais com menos e, muitas vezes, apresentam soluções criativas de forma inesperada”, diz Schonthal.

“Assim, limitar o tempo é ótimo para o processo de geração. As pessoas ficam sempre surpresas com o quanto são capazes de realizar em três a quatro minutos. Expor as coisas de dentro para fora não exige muito esforço”.

Uma distinção importante que Schonthal faz, no entanto, é que ele acredita que o melhor uso do brainstorming é como uma forma de se definir um sentido geral ou vetor para o projeto, não que isso trará a ideia “definitiva” de bilhões de dólares imediatamente.

“As pessoas costumam entrar nas sessões de tempestade de ideias com os objetivos e expectativas erradas em mente”, Schonthal diz, “assim, não é nada surpreendente ficarem desoladas com os resultados”.

Comece para aprender
Assim que sua equipe identificar um conceito em que focar, é tentador dedicar muito tempo para refiná-lo antes de mostrá-lo aos demais da equipe. No entanto, isso pode não ser o curso de ação mais eficaz, diz Schonthal.

“Por que não divulgar para todo mundo algo desenvolvido em uma semana e ver o que acontece?”, ele pergunta. “Pegue a mínima versão viável e capture as reações reais de pessoas reais”.

“Alguns dos primeiros exemplos de produtos do Twitter e do Airbnb eram apenas esboços, literalmente”, diz Schonthal.

“Mas eram conceitos bons o suficiente para se colocar na frente das pessoas para causar reações. Sim, há o perigo de não dar em nada, mas por que gastar US$ 50 milhões cometendo o mesmo erro que poderia ter cometido bem antes com menos dinheiro?”.

Mas será que o fato de quebrar a cara tantas vezes não deixa os clientes potenciais cautelosos em relação às suas criações? Não necessariamente, desde que você se antecipe sobre o fato de que está mostrando produtos em fase beta.

“Você pode avisá-los: ‘Veja, este é um trabalho em andamento. Eu só quero ver sua reação”, assinala Schonthal.

“Os consumidores estão muito mais à vontade em dar uma olhada nas coisas muito antes de estarem prontas. Olhe o caso do Google. A palavra ‘beta’ aparece ali mesmo na linha de frente, para que você saiba que está assumindo um risco em experimentar algo que talvez esteja um pouco à frente do seu tempo”.

Repita com frequência e rapidamente
Se estiver lançando em beta, está aceitando o fato de que a iteração será  necessária —prototipagem, testes, análise e refino do produto.

“As pessoas muitas vezes não levam o tempo em consideração para o processo iterativo”, diz ele. “Simplesmente presumem que tudo vai dar certo. Vêem a iteração como uma progressão bastante linear: você começa nesta fase, depois vai para esta fase. Porém a realidade é totalmente complicada”.

Schonthal aconselha que, para ter margem para esta complicação, leve em consideração o tempo para muitos e muitos ciclos de iteração, mas execute desses ciclos o mais rapidamente possível.

Ele aponta para a experiência dos alunos empreendedores que supervisiona no Zell Fellows Program da Kellogg, um acelerador de empreendimentos seletivo. Inicialmente, os alunos levam três semanas para executar o primeiro ciclo de iteração.

O ciclo seguinte leva duas semanas. Ao final do curso, cada ciclo de iteração leva menos de uma semana, porque os alunos aprenderam o que significa “bom o suficiente”.

Essa é uma lição fundamental, dada a rapidez com que as coisas se movimentam no mundo atual de desenvolvimento de produtos.

“Hoje, a inovação é mais rápida do que nunca”, diz Schonthal. “O que pode ser feito em uma unidade de tempo é completamente diferente agora do que era quando eu comecei há dez anos. A inovação será mais rápida no próximo ano do que é hoje e provavelmente continuará a ser cada vez mais e mais rápida”.

Reserve um tempo para a reflexão

No entanto, a estruturação do tempo para a invenção nem sempre significa agilizar processos. Um dos passos mais importantes no processo de design—a síntese—implica deliberadamente em parar para refletir sobre o que foi observado. É uma fase frequentemente esquecida.

“Não consigo me lembrar de muitas organizações que criam um objetivo de projeto muito claro para reflexão”, diz Schonthal. “Geralmente é ‘Vai, vai, vai, vai, vai! Qual é a próxima fase? Qual é a próxima fase?’ Bom, às vezes o melhor a fazer na próxima fase é olhar para trás para ver o que já aconteceu”.

É natural, e até esperado, perceber durante o processo de síntese que o problema que se propôs a resolver com seu produto possa não ser exatamente o problema que o produto resolve. Talvez isso não pareça uma grande novidade, mas há um lado positivo: reservar tempo para refletir possibilita a correção de curso.

“Tentar apressar a síntese é o beijo da morte”, diz ele. “Insights inesperados exigem reflexão. Eles nunca são superficiais. Se forem superficiais, são óbvios para todos e provavelmente não são tão inovadores assim”.

(Fonte: Exame)  Ler notícia completa

Como identificar se o time tem problemas de comunicação?

Como identificar se o time tem problemas de comunicação?

Em sua equipe, todas as pessoas têm liberdade para expor insatisfações? Há alinhamento de expectativa do líder com os funcionários? Os feedbacks são uma via de mão dupla? Caso a resposta a essas questões seja negativa, dificilmente os negócios em sua empresa estão fluindo como deveriam. E isso pode estar afetando mais gente do que você imagina. A má comunicação de um líder pode influenciar não só a entrega dos colaboradores, mas o clima de uma empresa inteira.

Vamos listar para você alguns sinais que podem te ajudar a perceber que a comunicação precisa melhorar:

Você pede “x” e seu funcionário entrega “y”
Vamos imaginar a seguinte situação: um líder passa um projeto a alguém de sua equipe e ressalta que o trabalho precisa ser concluído em dois dias. E quando recebe o material, percebe que o que foi entregue está completamente diferente do solicitado. De quem é a culpa?

Pode ser sim do líder! Por ter explicado apressadamente a demanda, pode não ter deixado claro como o colaborador deveria proceder. O líder não contou quais passos deveriam ser seguidos para cumprir o prazo. Muito menos explicou o motivo da urgência. Como consequência a essa falta de comunicação, o funcionário não conseguiu atingir as expectativas do chefe. Rogerio Chequer, sócio da SOAP, diz que “se o responsável pelo time não é um comunicador eficiente, quem está embaixo dele não saberá qual é o objetivo do trabalho”.

Picuinha entre pares

Acabou de ser decretada uma nova norma na empresa. Por apenas ter sido divulgada na Intranet – de forma não muito clara –, boatos acerca dos possíveis beneficiados pela recente norma e dos que se prejudicarão também estão circulando. A informação ainda nem foi pessoalmente divulgada para a equipe, mas já está havendo conflito entre os funcionários. Quem é o responsável por essa situação? O líder.

Sempre dizemos isso: Informar é diferente de comunicar!
É seu papel ser transparente e verdadeiro para manter o time informado. Para evitar confusão, suas decisões devem ser objetivamente esclarecidas, e ele deve estar disponível para ouvir possíveis queixas.

Funcionários que fogem de reuniões presenciais
Uma reunião decisiva com um cliente está chegando. Qual a reação de um funcionário quando ele é designado a fazer uma apresentação como representante da empresa? Caso ele e grande parte de sua equipe fiquem infelizes ao cumprir funções como essa, seu time tem um problema de comunicação – que pode ser causado pelo medo do julgamento, ou pelo nervosismo de falar para uma plateia. A boa notícia é que esse medo é trabalhável. Em nosso curso Domínio Emocional, apresentamos técnicas que ajudam as pessoas a não serem controladas por suas emoções em situações como estas.
Quando os funcionários têm medo de falar com o chefe

Um funcionário precisa falar para o líder que um projeto não aconteceu como deveria. A falta de coragem o faz demorar para tomar a iniciativa. Chegado o momento da verdade, o estresse toma conta do líder. O resultado é uma fala agressiva e sem empatia com o funcionário. Por conta disso, o medo dele se agrava.

Isso impacta a forma como os outros colaboradores veem o chefe, prejudicando uma comunicação transparente entre líder e liderado.

A dificuldade de se colocar no lugar do outro é comum em equipes com problema de comunicação.

Funcionários pavio curto
A falta de empatia pode, inclusive, vir por parte dos liderados. Colaboradores com pouca paciência para conversar com a equipe ou para escutar feedbacks negativos são um exemplo disso. São os famosos funcionários “pavio curto”. Por ter uma visão de mundo limitada às suas crenças, eles falam agressivamente e tornam o ambiente de trabalho extremamente desagradável.

Esses são apenas alguns dos indicadores de uma má comunicação interpessoal. Para evitá-los, é função do líder transmitir as informações com clareza, dar feedbacks, possuir uma escuta atenta e alinhar suas expectativas com os funcionários.

Por sua vez, os liderados devem ter abertura e se sentir à vontade para colocar seus pontos de vista. O Rogerio ainda acrescenta que “a comunicação é capaz de mudar a percepção das pessoas.

Influencia altamente na empolgação do colaborador no trabalho”. “Ninguém trabalha só com o que gosta. As pessoas ficam mais ou menos empolgadas no trabalho não só por aquilo que fazem, mas também por como se sentem. E uma boa comunicação pode influenciar positivamente o sentimento da equipe”, explica.

(Fonte: Administradores)


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O termo Carnaval precisa ser escrito com letra maiúscula?

O termo Carnaval precisa ser escrito com letra maiúscula?

Nesta época do ano, são frequentes textos sobre o Carnaval. Uma frase chamou minha atenção:

“…folia à mesa: prepare-se para o Carnaval.”

No Grande Manual de Ortografia, Celso Luft é enfático: deve ser aplicada a inicial minúscula para os nomes de festas pagãs, como “carnaval” e “saturnais”. Acrescento aqui também a expressão “micareta”, festa carnavalesca fora de época.

Entendo que a intenção do escritor, ao grafar com a maiúscula, foi destacar a palavra e seguir uma tendência: quase ninguém grafa “carnaval” com a inicial minúscula.

Sabe-se também que pode haver a maiúscula estilística (gerando maior importância ao termo), como em: “aqui é Festa!”, “aqui é Folia!”, “aqui é Carnaval!”.

O dicionário Houaiss expõe uma visão curiosa: “carnaval é usado, por vezes, com a inicial maiúscula.”

Sobre “folião” e “folia”, registra o estudo de Deonísio da Silva: do francês folie, loucura, por sua vez vindo do latim folle, movimento. Passou a ser aplicado a um tipo de louco que raramente está quieto. Em sentido conotativo, designa indivíduo que dança e canta em ocasiões específicas, como as festas do Divino, de Reis e do Carnaval. Noto que, no estudo etimológico, o professor usou a inicial maiúscula, confirmando tal tendência gráfica. Ademais, os veículos de comunicação seguem com essa escrita.

Retornando à frase, por que teria o cronista registrado “à mesa”, e não “na mesa”?

A preposição “a” indica aproximação, contiguidade, exposição a um agente físico, como em “estar ao volante, falar ao telefone”. Recorrendo a palavras mais simples: durante o almoço, as pessoas estão à mesa.

Por outro lado, a preposição “em” indica posição em contato, dentro de ou em cima de. Assim sendo, o jantar ou o almoço devem estar na mesa.

Há os que amam a folia, contando as horas para o início da festa; há os que odeiam, procurando refúgio nos dias carnavalescos. O importante, diria o poeta, é que se esteja feliz, agradando ao coração.

(Fonte: Exame)


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Consultor ensina como elaborar um plano anual de marketing

Consultor ensina como elaborar um plano anual de marketing


Não há dúvidas de que o marketing ocupa um espaço importante dentro do planejamento estratégico de qualquer empresa. Em tempos de internet, onde reputações podem ser construídas ou destruídas em uma postagem, é essencial cuidar com carinho da comunicação perante o público, sob o risco de perder presença e ficar atrás da concorrência em caso de negligência nessa parte.

"Com a estratégia adequada na hora de se comunicar com potenciais clientes, é possível agregar cada vez mais valor à marca e trazer novos olhares para o que a empresa oferece. Assim, o crescimento dos lucros chega de maneira natural e com um público engajado", comenta Hermano Aragão, diretor comercial da Kamaleon T.I.

Mas, o que é o plano de marketing?
Aragão explica: "é a definição de todas as estratégias de comunicação que serão usadas ao longo do ano para atingir os objetivos que uma empresa deseja. Através desse planejamento, os profissionais da área terão um guia sobre como agir na comunicação corporativa para falar com o público-alvo do negócio".

Sendo assim, para que tudo saia como esperado, é importante definir metas periódicas e um cronograma para as ações que serão feitas. "Não podemos esquecer de que o plano de marketing não é algo estático. É preciso avaliá-lo constantemente e adaptar a comunicação ao longo do ano conforme o necessário", complementa o consultor.

O plano deve então atuar como um guia de diretrizes gerais, servindo para nortear a equipe também nas mudanças necessárias ao longo do ano para não desvincular uma campanha da outra e confundir o consumidor.

Hermano explica que antes de tudo, é preciso investir em pesquisas e análises de público, mercado e concorrência. "Somente com dados completos e atualizados em mãos é possível compreender de maneira ampla o que será necessário para estabelecer um plano de marketing adequado ao longo do ano".

Definir o mercado de atuação é fundamental. Hermano afirma que é preciso conhecer como o setor que a empresa está inserida se comporta e quais as características e sensibilidade em relação ao que a empresa oferece. Traçar o perfil dos potenciais consumidores é fundamental, descrevendo principalmente a idade, estilo de vida, média de renda, hábitos de consumo, desejos e principais dúvidas.

"Avaliar a concorrência em relação a sua marca também é necessário. Preços, produtos, vantagens e desvantagens, ações promocionais de sucesso… todas as informações que possam ser definidas para criar campanhas de marketing mais efetivas para o mercado", comenta o consultor.

O consultor indica a Análise SWOT como uma das melhores ferramentas para avaliar um negócio e criar uma boa perspectiva para o marketing. Do inglês Strenghts (Forças), Weaknesses (Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças), o SWOT permite observar todas as potencialidades e riscos do mercado, estabelecendo de forma clara e honesta esses quatro itens acima em relação a sua empresa.

E como planejar o marketing depois de obter as informações?
O plano de marketing irá reunir todas as informações e dados citados acima. Com isso em mãos e em alinhamento com o planejamento estratégico geral da empresa é que traçam os objetivos e metas.

"Seja aumentar as vendas em 10%, gerar 50% a mais de visitas no site ou qualquer outro foco, trabalhe com números para facilitar a avaliação de resultados e a escolha de quais ações serão tomadas para alcançá-los", complementa o consultor.

A previsão de resultados é um ponto que precisa constar, para analisar no fim do ano se o que buscava foi alcançado ou não. O negócio cresceu em vendas? Aumentou a presença na internet? Conquistou mais visibilidade de marca?

Com um plano bem definido, metas claras, conhecimento de mercado e de consumidor ficará bem mais fácil de acompanhar o marketing da sua empresa durante o ano.

Contar com um sistema de gestão em seu negócio também ajuda bastante na hora de elaborar o planejamento de marketing. Com dados integrados, ações automatizadas e a rotina em geral otimizada através do software, é possível ganhar muito mais embasamento na hora de fazer as análises necessárias e interpretar as informações para elaborar sua estratégia.

(Fonte: Terra)  Ler notícia completa

WhatsApp ganha recursos do Snapchat e Instagram Stories

WhatsApp ganha recursos do Snapchat e Instagram Stories

Os usuários do WhatsApp começaram a receber nesta segunda-feira (20) uma atualização que traz ao aplicativo recursos do Snapchat e do Instagram Stories. Agora, é possível publicar fotos e vídeos que podem ser vistos pelos seus contatos. Após 24 horas, tudo desaparece.

Os vídeos poderão ser maiores do que nos aplicativos rivais. Em vez de serem restritos a 10 segundos de duração, eles poderão ter até 45 segundos no WhatsApp.

Essa atualização estava em fase de testes desde novembro de 2016, voltou a ser notícia na semana passada e, agora, começa a chegar aos 1,2 bilhão de usuários do aplicativo de mensagens.

“Quanto o WhatsApp foi lançado 8 anos atrás, ele começou como um app para compartilhar atualizações de status, onde as pessoas podiam digitar curtas mensagens de texto para avisar aos seus amigos sobre o que estavam fazendo”, segundo comunicado da companhia. “Esta nova ferramenta de status lhe proporcionará a opção de manter seus amigos que utilizam o WhatsApp, facilmente atualizados de uma maneira simples e divertida, e todos nós aqui do WhatsApp esperamos que você goste.”
Em dezembro do ano passado, Kevin Weil, gerente de produtos no Instagram, afirmou que a empresa havia criado o Stories com base no formato inventado pelo Snapchat. “Acreditamos que esse formato será universal”, afirmou, à época. O Facebook, dono do WhatsApp e do Instagram, levou isso a sério e colocou o recurso em dois dos seus apps principais. Além disso, em outubro do ano passado, alguns usuários do aplicativo da rede social do Facebook também reportaram que funções ao estilo Snapchat estavam em testes.

Historicamente, o aplicativo do WhatsApp sempre foi focado em uma coisa: oferecer uma plataforma segura de comunicação via mensagens de texto. Nos últimos anos, porém, o app ganhou diversos recursos, como as ligações via internet e videochamadas. Esse novo formato chega ao app agora para complementar a oferta de maneiras de comunicação. Segundo entrevista ao Recode, Randall Sarafa, gerente de produtos no WhatsApp, os recursos de publicação de conteúdos efêmeros serão únicos no aplicativo de mensagens.

Apesar da meta de expandir o uso do WhatsApp por empresas neste ano, a ideia não é colocar anúncios do aplicativo e essa atualização, segundo Randall, não muda os planos da companhia.

A partir de hoje, os recursos ao estilo Snapchat devem chegar a todos os usuários ao longo das próximas semanas.

(Fonte: Exame)  Ler notícia completa

Aplicativos para organizar tarefas do dia a dia

Aplicativos para organizar tarefas do dia a dia

Na correria do cotidiano, é comum ter de se desdobrar entre as múltiplas tarefas da vida profissional e da vida pessoal. Quando precisamos investir em novos planos e negócios, o tempo parece ainda mais escasso, já que é necessário muita pesquisa e trabalho para tomar as decisões certas.
Assim, quando não é aplicada alguma gestão de tempo em toda essa rotina, é comum se perder entre um compromisso e outro. Para que seus negócios não sejam afetados por má administração do tempo, é preciso planejar tudo com muito cuidado e estar sempre atento às atividades do dia, sem esquecer da agenda semanal e mensal.

Organizar as tarefas com aplicativos
Sabendo da importância da gestão de tempo, seria um tanto contraditório perdê-lo preparando sua agenda utilizando calendários, post-its e agendas físicas. Estas não são formas ruins de gerir o tempo, mas são mais trabalhosos. O uso de aplicativos automatiza e torna mais ágil esse processo. Confira abaixo a lista de aplicativos de gestão de tempo que vão organizar os seus dias.

Cal (Any.Do)
Na correria do cotidiano, é comum ter de se desdobrar entre as múltiplas tarefas da vida profissional e da vida pessoal. Quando precisamos investir em novos planos e negócios, o tempo parece ainda mais escasso, já que é necessário muita pesquisa e trabalho para tomar as decisões certas.
Assim, quando não é aplicada alguma gestão de tempo em toda essa rotina, é comum se perder entre um compromisso e outro. Para que seus negócios não sejam afetados por má administração do tempo, é preciso planejar tudo com muito cuidado e estar sempre atento às atividades do dia, sem esquecer da agenda semanal e mensal.

Organizar as tarefas com aplicativos
Sabendo da importância da gestão de tempo, seria um tanto contraditório perdê-lo preparando sua agenda utilizando calendários, post-its e agendas físicas. Estas não são formas ruins de gerir o tempo, mas são mais trabalhosos. O uso de aplicativos automatiza e torna mais ágil esse processo. Confira abaixo a lista de aplicativos de gestão de tempo que vão organizar os seus dias.

OptimizeMe

A proposta do aplicativo vai além da função quantitativa da gestão de tempo e analisa a sua rotina em nível qualitativo. Ou seja, a partir dos dados de suas atividades, divididas em diferentes categorias que vão do profissional ao entretenimento, o aplicativo analisará o seu bem-estar em função da rotina estabelecida. Assim, será possível saber o que desgasta mais a sua saúde e bem-estar ao longo do dia.

Remember The Milk

Com um nome que lembra o milk run, conceito baseado na logística das antigas entregas de leite que deveriam ser ágeis para que o leite não estragasse durante o trajeto, o aplicativo é ideal para quem gere uma série de atividades paralelas e não pode esquecer de nenhuma delas. Ele funciona como um calendário e bloco de notas pessoais, pode ser sincronizado com o Google Calendar, Google Maps, Twitter e salva os arquivos virtualmente, eliminando o risco de perder informações.

My Study Life
Embora tenha sido concebido inicialmente para estudantes, o aplicativo mostra sua versatilidade ao se adaptar ao uso cotidiano para tarefas em geral, sendo possível cadastrar eventos em um calendário e a partir dessas informações – salvas em Nuvem – receber notificações que ajudam a se lembrar do que tem de ser feito.

Wunderlist

O aplicativo, comportado na maioria das plataformas, tem a interface simples e objetiva e seu uso é intuitivo. Nele você cria listas de tarefas e ele os agenda para que não perca nenhum compromisso. É possível compartilhar essas informações com outras pessoas que utilizem o aplicativo, o que ajuda a estruturar trabalhos em grupo.

Rescue Time
Assim como o OptimizeMe, o aplicativo vai além de uma mera agenda e mede, a partir dos eventos criados, a eficiência, produtividade e, mais importante, o tempo de procrastinação que você utiliza. Inicialmente pensado para o uso em desktops, hoje o software ganha sua versão em aplicativo para aparelhos móveis e mede como seu tempo é utilizado em diferentes atividades e cria gráficos e relatórios para facilitar a compreensão dos dados. Disponível em versão gratuita e paga.

Agora que você já sabe da importância da gestão de tempo e como os aplicativos podem facilitar esse processo, conheça as ferramentas que vão te ajudar a melhorar seu controle financeiro.

(Fonte: DNA do Empreendedor)


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Quem não se comunica perde oportunidades

Quem não se comunica perde oportunidades

Boa capacidade de comunicação é, atualmente, uma das habilidades mais valorizadas pelo mercado de trabalho em geral, especialmente em áreas mais técnicas, como engenharia e tecnologia, que precisam cada vez mais interagir com outros departamentos da companhia e “falar” o idioma dos negócios.

Isso não quer dizer que você tenha que ingressar na empresa fazendo amigos de maneira aleatória e querendo saber mais sobre a vida pessoal das pessoas. Tem a ver, por exemplo, com desenvolver ou aprimorar sua habilidade de negociação – seja relacionado a preço, direcionamento de uma ação ou outro ponto estratégico. Também é importante saber transmitir ideias com clareza, pessoalmente ou por e-mail, e se posicionar de maneira eficiente durante reuniões, além de fazer as perguntas certas para entender as necessidades e expectativas de gestores, pares e clientes.

No meu entender, existem três pontos de atenção para o profissional que deseja ter uma boa capacidade de comunicação:

Em assuntos complexos, prefira o contato pessoal ou por telefone – Nem todas as pessoas têm habilidade com a escrita, então, para evitar problemas de interpretação, é preferível que assuntos críticos sejam tratados pessoalmente ou por telefone. Apenas alinhe as agendas previamente para não ser inconveniente;
Clareza – Discursos simples, com o cuidado de não perder a formalidade, são sempre bem vindos. Usar jargões ou termos muito técnicos pode dificultar a compreensão do interlocutor e não deixá-lo à vontade para pedir esclarecimentos;

Atenção à linguagem corporal – No contato presencial demonstre ao seu interlocutor que está focado no encontro. Dessa forma, evite consultar constantemente o relógio ou o celular. Cruzar os braços tende a passar a impressão de que você está na defensiva, assim como evitar o contato visual pode transparecer que não está interessado no assunto. Interromper a conversa tentando adivinhar o que os outros estão querendo dizer também gera irritação.

Nos processos de recrutamento que conduzimos na Robert Half, o peso do perfil comportamental tem crescido dia a dia. O desafio é treinar a habilidade, saindo um pouco do mundo das hashtags e emoticons para, presencialmente, estreitar as relações que fazem mais sentido para os nossos objetivos de vida. Cuide disso!

(Fonte: Exame)  Ler notícia completa

7 erros de português que você nem sabia que estava cometendo

7 erros de português que você nem sabia que estava cometendo


A língua portuguesa é cheia de detalhes. Mesmo para os falantes nativos do idioma, algumas regras de gramática podem confundir na hora de escrever. Ter um bom domínio do nosso idioma é essencial até mesmo para quem não trabalha como redator profissional. Afinal, um pequeno deslize no texto pode comprometer toda mensagem que você está querendo passar.

Pensando em ajudar você a deixar seus textos ainda melhores, fizemos uma compilação de alguns erros ortográficos e gramaticais que você talvez nem sabia que estava cometendo. Confira!

7 dos erros de português mais cometidos por redatores

1 – “Seja isso ou aquilo
O termo “seja” não pode ser utilizado sozinho ou ligado a outra conjunção (como “ou”) em uma conjunção coordenativa alternativa. Traduzindo: sempre que utilizar “seja” para exemplificar alguma coisa, lembre-se de que é necessário duplicar o termo. Veja o exemplo.
Correto: Seja uma vez por semana, seja todos os dias, o importante é manter a frequência de publicações no seu blog.
Incorreto: Seja uma vez por semana ou todos os dias, o importante é manter a frequência de publicações no seu blog.

2 – Usar “onde” sem se referir a lugar
O pronome “onde” expressa a noção de lugar, portanto, é preciso tomar cuidado para não utilizá-lo em contextos diferentes. Quando não houver indicação de lugar, prefira utilizar “em que” ou “no qual” e suas variações.
Correto:  O conteúdo acompanha esse novo comportamento, em que empresas e consumidores estão em pé de igualdade, trocando informações e experiências.
Incorreto:  O conteúdo acompanha esse novo comportamento, onde empresas e consumidores estão em pé de igualdade, trocando informações e experiências.

3 – Mistura dos pronomes “tu” e “você”
Não é raro encontrar textos que misturam esses dois pronomes nas suas diferentes formas. Porém, é preciso escolher um deles e mantê-lo em todo o texto, sem alternância.  Ao utilizar “você”, evite as formas “te”, “teu” e demais variações do pronome “tu”. Para quem trabalha com produção de conteúdo para a web, o mais indicado é utilizar sempre a forma “você”, já que o “tu” traz uma ideia de regionalismo que não é adequada para textos que atingem um público geral.

Correto: Pensando em começar uma estratégia de marketing de conteúdo? Preparamos este post para tirar suas dúvidas e ajudar você a começar.

Incorreto: Pensando em começar uma estratégia de marketing de conteúdo? Preparamos este post para tirar suas dúvidas e te ajudar a começar.

4 – Mesmo
É muito comum encontrar a palavra “mesmo” sendo utilizada como pronome pessoal. Porém, apesar de a palavra poder ser usada de diversas formas, esta não é uma delas. O termo “mesmo” pode ser usado como pronome demonstrativo, substantivo ou adjetivo.

Confira alguns exemplos:
Correto: Ao entrar em contato com o cliente, não espere que ele o responda em menos de 24 horas.
Incorreto: Ao entrar em contato com o cliente, não espere que o mesmo o responda em menos de 24 horas.
Outras possibilidades corretas de uso:
70% do processo de compra acontece antes mesmo de o cliente entrar em contato com a empresa
Ao mesmo tempo que ter uma boa frequência de atualizações é importante, é preciso prestar atenção no conteúdo.

Mesmo que algumas pessoas não acessem o seu blog todos os dias, mantê-lo atualizado é a melhor forma de aumentar o número de visitantes.
O objetivo é atender aos mais diversos segmentos de mercado com o mesmo nível de conhecimento em todas as áreas.

5 – “vir de encontro a” e “ir ao encontro de”

Estas duas expressões, por serem muito parecidas, costumam gerar bastante confusão, porém, seus significados são opostos. Por isso, é preciso ter cuidado: “ir de encontro a”  significa “ir contra algo”, “bater”, “colidir”, enquanto que “ir ao encontro de”  expressa acordo, concordância.

Exemplo de concordância: Os interesses profissionais de um redator web vão ao encontro dos do cliente que encomenda um conteúdo.

Exemplo de discordância: O texto redigido pelo redator foi de encontro à proposta de pauta do conteúdo.

6 – “Adéqua”
Apesar de ser muito usada, essa flexão do verbo “adequar” ainda não é aceita pela gramática da língua portuguesa. Portanto, enquanto não é feita uma nova reforma no nosso idioma que aceite a palavra, prefira utilizar a construção “não é adequado” ou algum sinônimo para que a qualidade do seu texto não caia.
Correto: Aquela sugestão de pauta não é adequada para a estratégia do cliente.
Incorreto: Aquela sugestão de pauta não se adéqua à estratégia do cliente.

7 – O verbo lembrar e suas variações
O verbo “lembrar” é cheio de peculiaridades que fazem com que seja fácil se confundir e cometer algum deslize. Isso acontece porque o verbo pode ser transitivo direto, transitivo indireto ou ainda transitivo direto e indireto ao mesmo tempo, o que significa que o complemento muda de acordo com a situação.

Veja alguns exemplos:
Lembrar-se de: quando utilizar o verbo no sentido de “vir à memória”, sempre utilize o pronome adequado e a preposição “de”:

Exemplo: Lembre-se de que é necessário inserir um call to action no fim do texto!

Lembrar: quando o verbo “lembrar” for utilizado com o sentido de “ser parecido” não exige preposição.

Exemplo: O estilo de escrita do redator lembra os textos de Machado de Assis.

Lembrar: no sentido de “informar” ou “advertir” alguém, o verbo pede um pronome oblíquo e a preposição “de”:

Exemplo: O redator recebeu um e-mail lembrando-o de finalizar o conteúdo.

Nunca saberemos tudo que há para saber sobre um idioma, afinal, a língua é viva e está em constante transformação. Porém, um bom redator está sempre tentando ser a melhor versão de si mesmo e a forma mais eficaz de lidar com problemas linguísticos e adquirir conhecimento é lendo, estudando e buscando tanto se aprofundar no que sabe quanto conhecer novos assuntos.

(Fonte: Contentools)  Ler notícia completa

Por que investir em novos formatos na publicidade digital?

Por que investir em novos formatos na publicidade digital?

A cada ano, a tecnologia traz para as pessoas uma nova forma de olhar para o mundo e a internet é a principal janela para essa vasta exploração. Hoje, cada vez mais pessoas estão conectadas, o que corroborou para a transformação de diferentes mercados, e um dos que mais evoluiu foi o publicitário.

Antigamente, as marcas buscavam jornais, revistas, rádios e principalmente, televisão para chegarem ao seu público alvo. Porém, as coisas mudaram e observamos que uma boa parte da população deixa seus televisores desligados e procura entretenimento em dispositivos conectados à internet. Um exemplo disso foi o número divulgado pela Agência Nacional de Telecomunicações, a Anatel, no final de janeiro, que mostrou que em 2016 houve um crescimento de 4,3% na contratação de banda larga fixa no Brasil. Já na contratação de outros serviços houve queda, como na TV por assinatura, que perdeu mais de 300 mil assinantes, encolhendo 1,6% em relação ao ano anterior. Mesmo assim, muitas empresas ainda se perguntam: Por que investir em publicidade na internet, já que sempre são aqueles formatos padrões e não tão atrativos?

Primeiramente, vale lembrar que os formatos de publicidade digital mudaram. Hoje, não estamos mais dependendo apenas dos banners com tamanhos pré-determinados, que pouco impactam o público. O mercado oferece diversas opções para que as marcas cheguem de fato em seu target, como nos anúncios em formato display. Eles possibilitam que as marcas estejam mais próximas de seus clientes da maneira certa, com 100% de visibilidade e alta escala de definição, incluindo vídeos. Esse é só um exemplo e ressalto que temos inúmeras outras formas de se criar uma publicidade efetiva e em diversas mídias, como o mobile e também no conteúdo sob demanda.

Além disso, esses novos formatos possibilitam um monitoramento em tempo real de uma campanha e com serviços que aumentam a efetividade do engajamento com o público. Todas essas funcionalidades podem estar reunidas com programação personalizada, oferecendo a possibilidade de integrações com serviços terceiros e ainda mais flexibilidade de conteúdo, alcançando um maior número de pessoas por meio de sites, blogs e páginas espalhados nas redes de publishers. Tudo isso vai muito além do padrão para impactar o usuário e criar uma nova experiência de anúncios online. Claro que dentro de um orçamento baixo, comparado com um valor de mercado de uma campanha feita especialmente para televisão.

Por isso, sempre que buscar uma maneira efetiva de chegar ao seu público e gerar engajamento, a publicidade digital é uma excelente opção, já que além da interação que ela proporciona, dando às marcas diversas possibilidades de se mostrar ao consumidor por meio dos diferentes tipos de anúncios, ela estará sempre acompanhando as pessoas, que hoje em dia, estão cada vez mais conectadas. Esse é apenas o primeiro passo, pois nos próximos anos uma revolução ainda maior irá acontecer com a Internet das Coisas, onde qualquer tipo de aparelho estará conectado com a rede mundial de computadores.

(Fonte: Administradores)


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8 dicas para uma comunicação assertiva

8 dicas para uma comunicação assertiva

Você já reparou que os grandes profissionais também são bons comunicadores? Não é mera coincidência. A eficácia de um trabalho em equipe, por exemplo, tem a comunicação como um dos pilares.

No entanto, ser “bom de papo” não significa, necessariamente, ser um bom comunicador. Para ter resultados, é preciso dominar a arte da comunicação assertiva.

A assertividade se dá quando você consegue passar a informação sem que haja insegurança, dúvidas ou o risco de enganos e falhas. Ou seja, é preciso que o emissor seja claro para que o receptor receba o recado de forma correta.

O tema é tão importante que o guru da administração, Peter Drucker, afirma em seu livro People and Performance que, em um futuro próximo, o sucesso profissional estará diretamente relacionado a essa competência.

Dados publicados recentemente no The New York Times apontam que 89% dos empregadores consideram competência em comunicação quesito fundamental para a contratação e retenção de um profissional.

Sabendo disso, veja o que você pode fazer para ter uma comunicação mais eficaz.

1. Saiba o que você vai falar
É preciso ter conhecimento sobre o que você vai abordar antes de sair dizendo qualquer coisa. Os que falam muito “eu acho” acabam fragilizando seu discurso e fazem com que os outros não acreditem nele. Tente mostrar o que você sabe usando suas experiências como exemplo. Isso dá credibilidade à sua fala.

2. Seja direto
De nada adianta falar sem parar se o que você diz não tem significado real. Enrolar, também, não é uma boa estratégia, visto que a falta de argumentos é facilmente constatada.

Para ser assertivo, você deve ser direto, evitando rodeios desnecessários. Mas cuidado para não se tornar agressivo, impondo sua opinião e fazendo julgamento de valores.  

3. Preste atenção no outro
Por mais que seu objetivo seja mostrar que você é um bom comunicador, é preciso, também, deixar o outro falar. Mesmo que você discorde da outra opinião, deixe que a pessoa conclua o seu raciocínio para que você mostre o seu ponto de vista com argumentos contundentes.

4. Cuidado com sua compreensão
Esse é um dos pontos-chave da boa comunicação. Ao falar, você precisa se certificar de que o outro está acompanhando o seu raciocínio. É preciso saber se a pessoa captou a mensagem que você pretendia passar.

Para isso, uma boa técnica é usar a empatia. Procure se colocar no lugar do outro. Será que ele está entendendo o que você fala? Você conversa deixando que ele também faça parte do bate-papo? Enquanto você argumenta, pense em como se sentiria se estivesse do outro lado.

5. Cuidado com a linguagem usada
Esse é um dos principais erros cometidos. É claro que alguns deslizes passam, mas é preciso tomar muito cuidado com a fala e a escrita.

Abandone os termos muito rebuscados que não representam nada, além de gírias e abreviaturas, e empobrecem o discurso.

6. Aposte no bom humor
Não há estudos que comprovem que essa tática funciona, mas especialistas afirmam que pessoas bem-humoradas ganham pontos na comunicação. Isso porque elas conseguem manter a atenção do ouvinte com mais facilidade.
Mas saiba quem é o ouvinte para assegurar que esse tipo de postura cairá bem. E não exagere no senso de humor para não perder a credibilidade.

7. Use a emoção em seu favor
Fale com entusiasmo para mostrar ao outro que você acredita em suas palavras. Se você não tiver envolvimento com seu discurso, ficará ainda mais complicado fazer com que o outro demonstre interesse pelo que você conta.

8. Preste atenção na linguagem corporal
Não foque apenas na fala e na escrita. Lembre-se que o corpo também demonstra o que você diz. Por isso, fique atento: existem sinais que mostram se a conversa está agradando ou não.

(Fonte: Portal Educação)  Ler notícia completa

10 benefícios de ter assessoria de imprensa

10 benefícios de ter assessoria de imprensa

Você já deve saber como é importante a comunicação nas empresas, mas como ela pode ser uma aliada aos seus negócios? Nós já explicamos aqui no Blog da Race, o que é uma assessoria de imprensa  e quando uma empresa precisa desse serviço. Mas é importante frisar que através da assessoria de imprensa, uma das ferramentas da área da comunicação, é possível obter diversos benefícios.

1.Ter sua marca nos veículos de comunicação
Mesmo sem publicidade é possível aparecer nos veículos de comunicação. Através da assessoria de imprensa , de um planejamento bem alinhado e estratégias eficazes, sua empresa ou seus produtos podem virar notícias.  De forma positiva, você pode ter publicações nas páginas de revistas, jornais, rádios, tevês e sites de várias editorias. (Entenda a diferença entre assessoria de imprensa e publicidade aqui)

2. Fortalecimento de marca
Com estratégias alinhadas às diretrizes de sua empresa, é possível fortalecer sua marca ou seus produtos com consumidores potenciais. Sua empresa aparecendo de forma positiva nos veículos de comunicação, impacta stakeholders, conhecidos também por públicos de interesse . Desta forma, fortalece sua marca ou produto com formadores de opinião e aumenta sua reputação com eles.

3. Produtos e serviços viram notícia
Imagine que seu produto tem alguns diferenciais importantes em relação aos concorrentes, mas o que adianta se seus consumidores não sabem disso? É exatamente neste ponto que a assessoria de imprensa trabalha, buscando transformar esses diferenciais em notícias, sempre com informações positivas. Com estratégias bem feitas é possível mostrar para a imprensa esses pontos relevantes e colocar seu produto ou serviço em destaque na mídia.

4. Vire especialista para um jornalista
Jornalistas que atuam nos veículos de comunicação precisam de fontes, também conhecidos como porta-vozes, para elaborar uma matéria. Assim sendo, você pode virar esse especialista para este repórter e ser consultado sempre que ele tiver uma matéria relacionada com o seu tema e, por consequência, ter exposição na mídia.

5. Aparecer para quem interessa
O trabalho de assessoria de imprensa está sempre buscando publicações de seus assessorados em veículos de comunicação que são relevantes para o cliente. Então, o ponto principal aqui é aparecer para quem interessa gerando mais negócios e até, possivelmente, abrindo novos mercados. Tudo alinhado com as estratégias da empresa.

6. Melhora o posicionamento do seu site no Google e outros buscadores
Com diversas matérias publicadas em vários sites de notícias, em alguns casos com link para o seu site, sua visibilidade perante o Google e outros buscadores melhora muito. Desta forma, o trabalho de assessoria de imprensa ajuda também no seu posicionamento no ranking desses buscadores.

7. Ajuda na contratação de novos funcionários
Parece não ter muita relação, mas uma empresa que está na mídia gera interesse de potenciais novos empregados. Imagine que você está procurando um emprego e uma empresa da sua área aparece em um veículo de comunicação muito relevante, você não vai mandar o seu currículo para lá?

8. Potencializa ações de marketing
Muitas vezes, ações de marketing têm despesas já orçadas para publicidade, eventos, contratação de stand, mas nem sempre contempla assessoria de imprensa. Porém, em muitos momentos a assessoria de imprensa pode ser tão essencial quanto o próprio evento, para alcançar os resultados esperados. Ela pode ser crucial para conseguir participantes, gerar buzz na mídia ou mesmo para mostrar para o seu consumidor a ação promocional que você fez.

9. Treinamento de porta-voz para falar com jornalistas
Apesar de o diretor ou presidente ser sempre uma pessoa muito qualificada em vários aspectos, muitas vezes eles nunca tiveram contato com a mídia. Neste caso um media training, também conhecido como treinamento de imprensa, pode ser essencial para obter os melhores resultados. Através desse treinamento, com simulações de entrevistas, eles entendem a importância de falar com jornalistas, mesmo em caso de crise. Estes porta-vozes aprendem também como passar uma mensagem da forma correta, como lidar com esses profissionais, entre outros benefícios importantes.

10.   Gerencia crises
Nem só de boas notícias vive uma assessoria de imprensa. Em momentos de crise, este serviço pode ajudar a mitigar o problema e em alguns casos reverter a situação. Com transparência e proatividade com a imprensa, é possível mostrar o seu lado da história e não deixar uma crise ficar pior ainda. Lembre-se que é melhor você falar do que os outros falarem por você.

(Fonte: Race Comunicação)

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Tecnologia vai mudar dinâmica no mercado de trabalho, diz pesquisa

Tecnologia vai mudar dinâmica no mercado de trabalho, diz pesquisa

O avanço da tecnologia vai mudar a dinâmica do mercado de trabalho e até 45% das atividades feitas por profissionais podem ser automatizadas nos próximos dois ou três anos, fazendo com que a tecnologia substitua as tarefas cognitivas e as manuais para que as pessoas possam assumir tarefas não rotineiras e funções mais satisfatórias.

As informações são do estudo “A Revolução das Competências” do ManpowerGourp, que foi apresentado no Fórum Econômico de Davos na semana passada.Apesar do provável aumento das máquinas no ambiente de trabalho, 64% das empresas afirmaram que o número de empregados não deve mudar, 19% pretendem aumentar a força de trabalho, 12% pretendem diminuir e 5% não sabem.

Com a automação, três entre quatro líderes empresariais acreditam que a automação exigirá novas competências nos próximos dois anos. “A tecnologia irá substituir atividades que são rotineiras e consideradas mecânicas. Para o profissional é esperado um escopo muito forte da competência e característica humana como criatividade e inteligência emocional, que favorece as relações humanas e a flexibilidade cognitiva, que é uma competência de encontrar e identificar caminhos voltados para as condições de relações e negociações”, ressalta Márcia Almström, diretora de RH do ManpowerGroup.

A pesquisa também mostra as áreas que terão aumento de demanda nos próximos anos. Tecnologia da informação é o setor com a maior previsão de crescimento, de 26%. Em seguida estão: recursos humanos (20%) e linha de frente/ foco no cliente (15%). Na outra ponta, entre as áreas com menor perspectiva de crescimento estão: finanças e contabilidade (1%), produto e gerenciamento (4%) e administração e escritório (5%).

Segundo o levantamento, 65% dos empregos que a geração Z (pessoas nascidas na década de 90 até 2010) terá ainda nem existem. “Os profissionais precisam estar prontos para os novos empregos e as novas competências que surgirão em função dos impactos da tecnologia nas empresas e negócios”, diz Márcia.

Entre as empresas existe uma movimentação para se preparar para as mudanças: 74% oferecem treinamento interno, 62% oferecem treinamento externo, 39% contratam especialistas para transferir competências para os colaboradores, 39% recrutam pessoal com novos conjuntos de competências, 29% recrutam pessoal com novos conjuntos de competências para substituir os existentes e 23% terceirizam funções de negócios.

Márcia ressalta que o perfil de aprendizagem e a capacidade de absorver novos conhecimentos passa a ser fundamental no novo mundo do trabalho. “A habilidade e o desejo de desenvolver novas competências para garantir a empregabilidade, a longo prazo, passa a ser uma prioridade para os profissionais. Esse grande avanço tecnológico e a grande diferença entre aqueles com habilidade e aqueles sem são assuntos da atualidade e devem ser uma agenda de prioridades para profissionais e empresas”.

A pesquisa foi feita com mais de 18 mil empregadores em 43 países.
(Fonte: G1) Ler notícia completa

Como otimizar landing page e aumentar a taxa de conversão

Como otimizar landing page e aumentar a taxa de conversão

Deve ser um tanto frustrante investir dinheiro e horas de aprendizado, planejamento e desenvolvimento para construir uma página de conversão e ver que ela não trouxe os resultados esperados, não é verdade?

Isso não significa que você fez tudo errado. Infelizmente, esse cenário é corriqueiro até mesmo nas empresas mais experientes em Marketing Digital. Afinal de contas, não é uma ciência exata que define o sucesso de uma Landing Page, mas sim uma série de testes que precisam ser colocados em prática para entender as preferências do público.

Esses experimentos põem à prova diversos elementos básicos que são simples de serem modificados. Tais fatores possuem um peso enorme na taxa de conversão das Landing Pages, ou seja, qualquer alteração que busque sua otimização pode impulsionar os resultados com o tempo.

Mas quais são esses elementos que podem ser testados e melhorados? Conheça agora os 3 mais simples e saiba o que pode ser feito para aprimorar suas Landing Pages e conversões!

1. Título e subtítulo

Toda Landing Page tem um título e um subtítulo. Normalmente, eles são os mesmos do material rico que está sendo ofertado, seja ele um eBook, um webinar ou um template.

Mas isso não quer dizer que ambos tenham que ser os mesmos na prática. Isso porque é mais fácil alterar títulos e subtítulos das páginas do que de um material que já está pronto, não é mesmo?

Mas então o que esses trechos devem conter? Os dois precisam ser extremamente objetivos, claros e atraentes para o público. As pessoas, se tiverem dúvidas ou não forem convencidas logo de cara, provavelmente nem continuarão a ler a página e a fecharão.

Um detalhe sobre o título é que é recomendável que ele tenha até 60 caracteres. O objetivo é fazer com que ele não seja cortado pelo Google caso você pesquise pela palavra-chave da página no buscador.

Exemplo de título

Você produziu um eBook com o título “Os melhores lugares do Nordeste para viajar com os filhos”. Parece bem objetivo, claro e interessante, certo? Mas ainda pode ficar melhor no título da página com uma simples alteração.

Que tal “Os 20 melhores lugares do Nordeste para viajar com os filhos”? Acrescentar o número pode parecer algo simples, mas a ideia de lista passa a impressão de que a leitura será menos cansativa.

Além disso, expor essa significativa quantidade de locais aumenta o valor do material. Afinal, com apenas “os melhores lugares”, as pessoas poderiam imaginar 3 ou 5 opções, mas não 20.

Exemplo de subtítulo

Seguindo a ideia do eBook sobre viagem com a família para o Nordeste, vamos supor que a primeira opção de subtítulo escolhida tenha sido “Nossa empresa separou os destinos mais apropriados para curtir suas férias com toda a família”.

Nesse caso, não há muita clareza, pois o que seriam “destinos mais apropriados”? Logo, em vez disso, que tal utilizar “Selecionamos as cidades com os hotéis mais espaçosos, as praias mais calmas e as cidades com mais opções para você aproveitar suas férias com toda a família”.

É um exemplo um pouco maior, porém mais detalhista, claro e com algumas informações importantes para quem quer acessar o material completo.

2. Formulário
Se os seus títulos e subtítulos não estão atrapalhando o desempenho das suas Landing Pages, então o próximo elemento a ser analisado é o formulário.

Essa é a parte em que os visitantes da página mais trabalham, isto é, onde precisam deixar seus dados para poderem conferir o material ofertado.

Um formulário básico normalmente pede apenas nome e email dos usuários - às vezes só o email, dependendo da simplicidade do material. Ele pode funcionar muito bem para converter um novo Lead que está para baixar um eBook ou um infográfico mais genérico lá no topo do funil.

No entanto, isso não quer dizer que ele vá bem com outros tipos de conteúdo. Um simples artigo de blog não terá leitores se esse tipo de barreira for colocada, pois, na cabeça do público, esse não seria um “pagamento” justo para acessar um post, até porque ele pode consumir a mesma informação com menos esforços em outro site.

Já um eBook ou webinar de meio de funil, mais voltado à nutrição e qualificação de Leads, também não merecem um formulário tão simples. Afinal, nessa altura do campeonato, você provavelmente terá os nomes e emails das pessoas que receberão essa oferta. Logo, esses dados não serão mais interessantes e o “pagamento” passa a não ser justo para o seu negócio.

Nesse caso, você deveria incluir mais campos no formulário, exigindo dados mais úteis à qualificação dos Leads, como as empresas em que eles trabalham, o tamanho dessas organizações, se já investiram anteriormente na solução que você oferece etc.

Resumo da ópera: equilibre a quantidade de formulários de acordo com o peso da oferta, as informações que precisam ser coletadas por sua empresa e o interesse do público.

3. Call-to-Action

Também conhecido pela sua abreviação (CTA), as chamadas para ação representam o último estágio entre o visitante e o material ofertado. Esses botões indicam a próxima etapa que deve ser realizada pelo usuário em determinada situação.

Se o conteúdo for um eBook, o Call-to-Action será parecido com “Baixe seu eBook”; se for um webinar, poderia ser “assista ao webinar agora”; ou, se for um teste gratuito, poderia ser “inicie seu teste”.

Perceba que eles são bem diretos e claros. Não é aquela coisa vaga de um “baixar”, “cadastre-se”, “acesse” ou “inscreva-se”. Isso pode não soar tão objetivo para boa parte das pessoas.

Então, se a intenção é fazer todos os visitantes entenderem, não hesite em gastar 3 ou 4 palavras para deixar claro o que você quer que eles realizem e reforçar sua proposta de valor.

Outros detalhes para serem testados além do texto

O Call-to-Action em uma Landing Page não se resume ao pequeno trecho que indica a ação dos visitantes. Há outros elementos que fazem diferença na vontade do público de clicar ou não na oferta.

Um deles é a cor do botão. Não há uma tonalidade que costume atrair mais cliques, mas começar apostando em uma cor que contraste com a do formulário é um bom começo. Variáveis podem ser testadas até achar a coloração que faça sucesso.

Outro fator é o posicionamento do botão. Normalmente, eles são colocados logo abaixo do último campo de preenchimento do formulário. É quase um padrão. Mas, em todo caso, você pode testá-lo fora do formulário para saber se os resultados serão melhores ou não.

Se você preferir, pode experimentar ainda com o formato, o tamanho e os elementos que acompanham o botão de CTA, como setas e faixas indicadoras, por exemplo.

O papel dos testes A/B e da análise de resultados

Para que essas otimizações sejam possíveis, você precisa experimentar esses elementos e suas variáveis por meio de testes A/B. Existem diversas plataformas na internet que podem executar esses testes e colocar à prova modelos diferentes de Landing Pages durante um mesmo período e para uma amostra com a mesma quantidade de visitantes.

Ademais, verifique se essas plataformas de testes A/B produzem relatórios sobre os resultados de cada modelo verificado. Senão, consulte o bom e velho Google Analytics para acompanhar o desempenho de cada variável e, assim, ver as que mais geraram conversões e devem ser mantidas.

Em uma estratégia de Inbound Marketing, cada Landing Page tem o papel de converter e qualificar Leads ao longo do funil de vendas. Para atingir esses objetivos, é fundamental realizar seguidos testes de otimização em todos os seus elementos, como títulos, subtítulos, formulários e CTAs.

Dessa maneira, mais do que saber o que influencia a decisão do público, você fará sua máquina de geração de Leads funcionar melhor.

(Fonte: Administradores)


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Em qual destas 5 frases o pronome foi usado do jeito certo?

Em qual destas 5 frases o pronome foi usado do jeito certo?

Para testar o seu nível de conhecimento sobre os pronomes, escolha a frase abaixo que está correta.

(A) A técnica da assinatura digital permite proteger documentos,

porque os atribui uma espécie de código

inviolável.

(B) O documento com assinatura digital recebe uma

criptografia assimétrica, conferindo-lhe uma “imutabilidade

lógica”.

(C) Uma maneira de deixar o documento eletrônico mais

seguro contra fraudes é acrescentá-lo uma assinatura

digital.

(D) Os algoritmos usados na assinatura digital de documentos

lhes tornam mais confiáveis, pois evitam a

adulteração.

(E) A inserção de mais um espaço em um documento

com assinatura digital pode invalidar-lhe definitivamente.

 

Quanto aos pronomes oblíquos átonos, lembre-se de que “me, te, se, o, a, lhe, nos, vos, se, os, as lhes” jamais devem iniciar uma oração, frase ou mensagem. Além disso, os pronomes “O, A” devem exercer o papel de objeto direto; “LHE” deve exercer o papel de objeto indireto (o famoso complemento verbal precedido por preposição).

A frase da letra A apresenta erro, pois o verbo “atribuir” é transitivo direto e indireto. É atribuir “uma espécie de código” a “alguém”. Sendo assim, “…porque lhes atribui uma espécie de código inviolável.”

 Na frase da letra C, novamente deveria haver o pronome “lhe” como complemento do verbo acrescentar. A ideia é acrescentar “ao documento” (objeto indireto) uma assinatura digital: “…acrescentar-lhe uma assinatura digital”.

Na letra D, o verbo tornar é utilizado no sentido de “converter em”, “fazer”, sem a exigência da preposição:  “Os algoritmos usados na assinatura digital de documentos tornam-nos mais confiáveis, pois evitam a adulteração.” Em palavras mais simples: ” tornar ALGO mais confiável” – não se vê o objeto indireto, nem a necessidade de “lhe”.

Para a letra E, já vale um lembrete inicial: invalidar – no sentido de “tonar inválido, tirar o valor, inutilizar” – é verbo transitivo direto, não exige preposição alguma. Portanto, não deve haver o uso de “lhe”, mas sim do pronome oblíquo átono O: “…pode invalidá-lo definitivamente”.

 Por fim, a letra correta: B. Note lá que o verbo “conferir” foi utilizado em acordo à regra: conferindo ao documento uma imutabilidade lógica. Já que “ao documento é um objeto indireto”, houve acerto no uso da ferramenta “lhe”.

(Fonte: Exame)  Ler notícia completa

Cuidados necessários para que o ar condicionado não seja prejudicial à saúde

Cuidados necessários para que o ar condicionado não seja prejudicial à saúde

Nos próximos seis meses a tendência, na maior parte do país, é de que sejam registradas temperaturas acima dos 30°C. Para garantir conforto e bem-estar, muitas pessoas acabam passando a maior parte do tempo em ambientes com ar condicionado, seja em casa, no trabalho ou no automóvel. Mas o que a maioria das pessoas desconsidera é que essa sensação de alívio pode ser acompanhada de consequências perigosas.
De acordo com o otorrinolaringologista Dr. Marco Antônio Ferraz de Barros Baptista, membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF), o ideal é que, para evitar choque térmico, seja mantida uma diferença de até 8°C entre a temperatura do ambiente externo e do local onde o ar condicionado está ligado. “Porém, sabemos que em muitas regiões do país a temperatura ultrapassa os 35°C, dessa forma, é pouco provável que as pessoas aceitem manter o equipamento funcionando em 27°C. Assim, uma alternativa é nunca ficar em frente à saída de ar do aparelho, pois o ar frio paralisa os mecanismos de defesa do nariz, pode gerar dilatação e congestão nasal, resultando em predisposição a inflamações, infecções e crises de rinite e rinossinusite”, alerta o otorrinolaringologista.
Atenção ao prazo para manutenção
Segundo Dr. Marco Antônio Ferraz de Barros Baptista, o ar condicionado deve passar por uma manutenção regular, efetuada por profissional especializado, seguindo o manual do fabricante. “Quando isso não ocorre, os micro-organismos e poluentes ficam circulando no ar, aumentando a ocorrência de doenças respiratórias. A exposição prolongada das pessoas a esses ambientes pode desencadear ou agravar alergias respiratórias, como rinite e asma, além de infecções, como pneumonia e pneumonite por hipersensibilidade”, destaca o médico.
Como proceder em relação ao ar condicionado do automóvel
Os veículos também requerem cuidados especiais, principalmente nas grandes cidades, já que, devido ao volume intenso de trânsito, a maioria das pessoas fica muitas horas dentro dos carros, ou seja, mais expostas aos riscos. “O filtro do ar condicionado do automóvel também precisa ser limpo regularmente, pois, com o uso, as impurezas captadas no ambiente externo saturam o filtro e contaminam o ambiente”, explica Dr. Marco Antônio Ferraz de Barros Baptista.
O membro da ABORL-CCF ressalta mais um detalhe que aumenta a necessidade de precaução em relação ao ar em veículos. “O gás expelido pelo motor pode contaminar o ambiente interno do automóvel - fora isso, quanto maior for o número de pessoas dentro do carro, maior será a saturação da qualidade do ar. É recomendado, além da manutenção e regulagem adequada do sistema, abrir as janelas por alguns momentos, alternando o modo de ventilação periodicamente”, afirma.
Baixa umidade do ar
 O uso constante do ar condicionado causa ressecamento do ar no ambiente. Uma maneira de minimizar esse problema é utilizar recursos que ajudem a umidificar as vias respiratórias. “Aplique soro fisiológico isotônico a 0,9% ou gel nasal (soro fisiológico em gel) sempre que sentir necessidade, beba água de forma regular - um copo de hora em hora, no mínimo dois litros por dia -, e para aqueles que trabalham em locais onde há ar condicionado central e não é possível controlar a temperatura do ambiente, vale a pena ter um agasalho à mão para se proteger do frio e manter o corpo aquecido”, finaliza Dr. Marco Antônio Ferraz de Barros Baptista. Ler notícia completa

Vestibular 2017: dicas valiosas para se dar bem no processo seletivo

Vestibular 2017: dicas valiosas para se dar bem no processo seletivo

Ao longo do ano os estudantes percorrem uma verdadeira maratona em preparação para o vestibular. São horas diárias de dedicação estudando conteúdos variados. E não tem como ser diferente, afinal, quando as provas se aproximam, bate aquele nervosismo. Porém, na reta final, não adianta querer recuperar o tempo perdido, atravessando noites sem dormir. O que tinha de ser assimilado já foi, agora a questão é recordar, trazer da memória mais profunda para um nível mais consciente.
Um aspecto importante é se manter inteirado sobre acontecimentos atuais, assim, é preciso ler livros, revistas e jornais diariamente para não ser surpreendido nos temas de redação. “Porém, além de estar por dentro de todos os acontecimentos do país e do mundo, o vestibulando precisa saber organizar as ideias e apresentá-las de forma lógica. Outra boa dica é criar uma rotina de leitura diversificada, passando por todos os períodos literários”, diz o Pró-Reitor de Graduação da UMC, Campus Villa-Lobos/Lapa, Dr. Ariovaldo Folino Junior.
Após um ano de dedicação, o objetivo dos vestibulandos é chegar afiado às provas, mas alcançar um bom desempenho, no entanto, é uma meta que os deixa estressados e por isso pode tirá-los o foco. “É importante que o emocional esteja bem para não atrapalhar a performance. Nesta reta final, o principal é manter a calma e a autoconfiança. A aprendizagem é construída, não decorada, se o candidato se dedicou por todo o ensino médio, deve ter confiança que seu dever foi feito”, explica o Pró-Reitor de Graduação da UMC, Campus Mogi das Cruzes, Dr. Cláudio José Alves de Brito.
De acordo com os especialistas, o conteúdo abordado no vestibular é referente em grande parte ao que foi apresentado durante os três anos do Ensino Médio. Seguindo este raciocínio, a memória humana não consegue absorver todos os assuntos que foram tratados. “Comece o estudo pelas matérias que tem mais dificuldade, individualmente, e depois participe de estudos em grupo para tirar dúvidas e esclarecer pontos ainda nebulosos”, concluem os Pró-Reitores da UMC.
A seguir, uma pequena lista com algumas dicas importantes para ajudar os estudantes nesta reta final!
? Cada um deve estabelecer o plano que melhor se adapta à sua rotina, ao seu temperamento e à sua personalidade;
? Descubra o melhor lugar da casa para isso, se é deitado na cama ou na varanda, isso depende de cada um;
? A regra básica é que haja um horário determinado para o estudo, caso contrário o dia passa, essa tarefa fica para mais tarde e não acontece;
? É importante que esteja atualizado, entre outros assuntos, sobre: política, meio ambiente e economia;
? Questões de conteúdos específicos como Biologia, Química e História são associadas com temas relevantes no cenário brasileiro e mundial;
? Tenha disciplina com relação ao horário que vai estudar. Desligue o celular e faça. O como, onde e por quanto tempo depende de cada um;
? Depende de nós escrever cada vez mais e melhor, pratique!;
? Faça muitos exercícios de redação. Leitura e escrita só são bem aprendidas com muita prática;
? Evite as redes sociais, que podem ser facilmente usadas como pretexto para adiar o tempo dedicado ao estudo;
? Reveja os principais conceitos, principalmente aqueles em que você sente mais dificuldade;
? Não fique estudando até a última hora. Na noite anterior ao exame, relaxe;
? No dia da prova, se você é bom em Química e não gosta de Física, tente acertar todas as questões de Química, isto elevará sua nota e compensará os erros que certamente cometerá em Física;
 ? Possíveis temas para a redação: Manifestações populares, liberdade de expressão; política e corrupção; direitos dos animais, homofobia, exclusão social (racismo, xenofobia, violência contra a mulher entre outros). Ler notícia completa

Férias são fundamentais para manter uma boa qualidade de vida e um alto nível de desempenho profissional

Férias são fundamentais para manter uma boa qualidade de vida e um alto nível de desempenho profissional

Por: Ricardo Karpat*

De uma maneira geral, no Brasil, os meses de dezembro e janeiro são os mais desejados pelos funcionários para as tão sonhadas férias. A época mais quente do ano coincide com o recesso escolar, propiciando, tanto àqueles que têm filhos quanto aos que conciliam trabalho e estudo, o momento ideal para programar uma viagem e descansar.

Sair de férias é tão importante quanto atingir uma meta. Um colaborador com fadiga não consegue desempenhar suas funções com qualidade e, depois de meses inserido na mesma rotina, é natural se cansar. O estresse é inevitável e as relações com os colegas se desgastam consequentemente.

A cada 12 meses é direito do trabalhador que tem carteira assinada tirar férias. É importante se desligar do ambiente de trabalho por alguns dias e aproveitar para fazer atividades que ele não tem tempo durante o período em que está trabalhando. Os dias distante da rotina profissional acalmam, é nesse período que a pessoa recarrega as baterias para retornar à empresa com força total.

Embora se tenha a consciência da importância do descanso, muitos profissionais ainda adiam suas férias por longos períodos. Algumas pessoas fazem acordos informais e vendem os 30 dias de férias que lhe é de direito, porém, além de ser ilegal, essa atitude reflete diretamente no desempenho e na saúde do trabalhador.
Outro fator importante diz respeito à criatividade. Pensar em boas ideias quando se está cansado é mais difícil. Mesmo que você não perceba, o seu cansaço influencia no fluxo criativo. Tirar férias renova os pensamentos e as ideias.

Para que a ausência seja administrada da melhor forma possível e desfrutada de maneira saudável, o colaborador deve, antes do período afastado, organizar seu trabalho de modo que o substituto consiga executar todas as tarefas. Avise a equipe sobre o que precisa ser realizado, seja o mais especifico possível e crie um manual de suas principais funções.

As férias são a chance que o profissional tem de refletir tranquilamente sobre as atividades exercidas. Você está satisfeito com aquilo que tem feito? Gostaria de mudar de emprego ou de função? Avalie os fatores positivos e negativos, as expectativas e, principalmente, planeje as mudanças necessárias, pois dificilmente terá tempo para isso quando retornar ao trabalho.

Pensando pelo lado do empregador, conceder férias aos funcionários também deve ser visto como positivo. O maior e melhor bem de uma empresa é o seu capital humano e ele deve ser cuidado e assistido para que possa render mais e melhor. Profissional feliz é profissional que produz e obtém resultados, e sem o devido descanso isso dificilmente é alcançado.

*Ricardo Karpat é Diretor da Gábor RH, administrador de empresas especializado em recursos humanos. Ler notícia completa

Chega ao Brasil IMPLEO, a sexta geração de implantes mamários

Chega ao Brasil IMPLEO, a sexta geração de implantes mamários

Implantes mamários têm sido, ao longo do tempo, apresentados ao mercado com grande variedade de texturas, formas e coesividades. Desde aqueles considerados mais suaves e naturais - compostos por silicone menos denso – aos mais resistentes, preenchidos com gel de silicone mais firme.
Se por um lado maior suavidade (menos coesividade) deixa os implantes menos resistentes, por outro, os mais firmes (muito coesivos) também são menos naturais à aparência e ao toque, além de, muitas vezes, não tão confortáveis às mulheres. Cada perfil possui seus fãs e recebe - seja por parte da classe médica, seja pelas pacientes - críticas e elogios.
Para atender às duas demandas, a GC Aesthetics, líder mundial em implantes mamários e corporais, tem investido fortemente em pesquisa e inovação tecnológica. A empresa recebeu a aprovação da ANVISA e, em novembro, lançará no Brasil, durante o 53º Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica, em Fortaleza, a mais nova geração de implantes mamários, chamada de IMPLEOTM, que conquistou sucesso rapidamente em países como Espanha, França, Grã-Bretanha e México.
Trata-se de um implante mamário redondo o qual, ao mesmo tempo que é leve, macio e maleável, é também altamente coesivo, firme, sem ser duro. A junção dessas características faz com que mesmo manipulando-o com com intensidade, ele volta à sua forma original sem quebrar e nem deformar. É o chamado “efeito twist”.
“O grande desafio tecnológico foi criar um produto com características vistas num primeiro momento como paradoxais. IMPLEOTM vem quebrar esse paradigma, pois une quatro pontos importantes: naturalidade, maciez, maleabilidade e alta coesividade; tudo isso sem ser duro. Ele alia delicadeza, conforto e alta resistência. É importante reforçar que esse produto é fruto do feedback recebido por cirurgiões ao longo do tempo, pois existia essa lacuna em relação a esta característica em um implante. Toda essa inovação foi possível pois o grupo GC Aesthetics tem produtos comercializados no mercado há mais de 35 anos”, revela Fauze Khalek, diretor geral da empresa no Brasil.
Segundo a cirurgiã plástica Dra. Bianca Ohana, do Rio de Janeiro, “O implante ideal seria, sem dúvida, o que tivesse equilíbrio entre a maleabelidade e a coesividade, sendo que a coesividade nada mais é que a habilidade de um gel para se unir e manter sua integridade, além de ter a  texturização mais favorável a evitar contratura capsular e aderências não naturais aos tecidos. O IMPLEOTM vem com essa proposta”, define.
Devido à maleabilidade e coesividade específicas, em alguns casos o implante também tem a vantagem adicional de poder ser introduzido por incisões menores com segurança, o que resulta em cicatrizes menos perceptíveis e incômodas por algumas pacientes. “É algo que médicos e pacientes vinham pedindo há tempos e que agora temos disponível no Brasil”, complementa o diretor geral da GC Aesthetics, Fauze Khalek.
GC Aesthetics, detentora das marcas Nagor, com sede no Reino Unido, e Eurosilicone, com sede na França, é líder global em implantes mamários e corporais que são comercializados em mais de 75 países. Ler notícia completa

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