A Empresa

A missão da ADCom Comunicação Empresarial é criar, consolidar, fortalecer e valorizar a imagem e reputação de empresas, instituições e profissionais junto a seu público alvo e à sociedade, por meio de comunicação integrada. Nosso trabalho tem como meta aumentar o encantamento pela marca, tornando o consumidor fã dela e, também, um disseminador de seu nome. Esta paixão possibilita à empresa praticar valores mais justos e lucrativos. Integramos distintas formas de comunicação para geramos maior visibilidade e transformarmos, de forma moderna e antenada, o assessorado em referência no seu segmento para que seu público fique cada vez mais encantado. 

Serviços

  • Relacionamento com a Imprensa

    O Relacionamento com a Imprensa, conhecido como Assessoria de Imprensa, visa dar ênfase ao envio de informações sobre o cliente à mídia impressa, eletrônica e on line para que ele se transforme em fonte em matérias jornalísticas. Esta ação agrega valor, aumenta a reputação e lembrança do nome de forma direta e indireta, atingindo diferentes públicos de interesse, de forma maciça e mais abrangente.
  • Publicações

    Desenvolvimento de publicações digitais ou impressas (jornais, revistas, newsletters, material publicitário, entre outros) com o objetivo de valorizar, institucionalmente, o cliente, atingindo e se relacionando com o público alvo, abrindo o diálogo e levando a ele informações de valor e interesse. 
  • Geração de Conteúdos

    Desenvolvemos todos os tipos de conteúdos para os mais diferentes fins. São eles: matéria jornalística, livro, blog, rede social, redação publicitária, release, newsletter, revista, jornal, sites, portais, entre outros. São textos, fotos, vídeos, podcasts (áudios), com o conteúdo pertinente àquele meio e ao público ao qual se destina. Fazemos geralmente um "cross media", onde um meio complementa o outro de forma atraente e envolvente. Estamos sempre antenados com as novas tendências e como potencializar seu uso com uma comunicação inteligente, criativa e de resultados.
  • Sites e Portais

    O site do cliente deve ter uma apresentação moderna, dinâmica e ser atualizado constantemente para geração de interesse.

    A ideia é abastecermos continuamente com notícias sobre a empresa e meio de atuação, com artigos assinados pelos diretores, com imagens, gráficos, vídeos, entre outros materiais que gerem interesse e levem informação de qualidade para o internauta.

    Atualizamos também conteúdos estáticos existentes e gerenciamos a contratação de profissionais, por exemplo, entre outras ações de relevância para este item da mais alta relevância para qualquer empresa, seja de que porte for.
  • Redes Sociais

    As redes sociais ganham importância crescente com o acesso cada vez maior de pessoas a elas pelas mais distintas formas, sendo as principais celulares e tablets.

    Por isso, devem ser tratadas com a relevância devida, aumentando o engajamento, informando e formando opinião para consolidação da reputação, bem como valorização da imagem.

    Nossa equipe elabora conteúdo (textos, fotos, vídeos, podcasts), seleciona públicos de interesse, impulsiona publicações com o foco tanto na valorização de imagem e reputação como na reversão de leads para o cliente.

    É importante sempre ser elaborado conteúdo condizente com cada rede pois cada uma delas tem a sua peculiaridade.
  • Prevenção e Gerenciamento de Crise de Imagem

    Quanto custa e quanto tempo leva para se construir um nome no mercado?

    O deslize de um funcionário, o descontentamento de cliente, a má explicação de um fato, a deturpação da informação ou até mesmo alguma fatalidade são fatores que podem arruinar a imagem e a reputação de empresas, profissionais, produtos e instituições.

    A ADCom Comunicação Empresarial, por meio de trabalho contínuo junto ao cliente, pode avaliar, prevenir, antecipar soluções e criar ferramentas específicas para situações potenciais de crise.

    E, se ela estiver instalada, resolvê-la da forma mais adequada.

    Uma crise sempre deixa sequelas graves que, se não forem corretamente trabalhadas, podem ser difíceis de reverter.
    Esta situação é, por si só, muito difícil. Porém, é importante que também se atue forte depois da ocorrência para amenizá-la de maneira substancial.
    O ideal é, desde o início desta queda, manter-se aberto ao diálogo e se mostrar acessível aos questionamentos dos públicos interno e externo, com um discurso ético, honesto e com comunicação acessível a todos.
  • Eventos

    Realizamos a cobertura in loco de eventos tanto próprios como que contem com a participação do cliente.

    É promovida divulgação jornalística pré e pós-evento para mailing de interesse e imprensa, bem como em tempo real, ao vivo, no momento que ocorre, para abastecimento das redes sociais.

    Também preparamos o presskit para a sala de imprensa e, além do apoio jornalístico, disponibilizamo-nos a sugerir ideias para maior valorização destas ações.

    Por isto, é importante que nossa equipe participe desde o momento da concepção para que se possa ter mais atrativos tanto para a imprensa como para o público de interesse. 
  • Treinamentos e Palestras

    A ADCom Comunicação Empresarial ministra palestras e treinamentos sobre o funcionamento da mídia brasileira, como lidar com a imprensa, como se portar em uma entrevista e como se comunicar com os variados públicos de interesse por meio de distintas ferramentas.

Notícias

Life as a service? Qual será o limite?

Life as a service? Qual será o limite?

A pandemia acelerou várias mudanças no mercado e em muitos modelos de negócios e minha sensação é que despertou também de maneira muito mais forte, a consciência de que talvez não devamos comprar efetivamente tudo o que iremos consumir e que alugar pode sim ser uma boa.Não posso dizer que já fico totalmente confortável com esta ideia, mas não dá para deixar de concordar que estamos seguindo rapidamente por este caminho. Mas qual será o limite aceitável? O que poderemos consumir em um formato diferente de como fazemos hoje?Quando falamos de bens duráveis ou imóveis, talvez isso fique mais fácil de compreender ou mesmo de aceitar. Por isso inclusive que negócios como Airbnb e UBER já consolidaram alguns comportamentos neste sentido. Gerando inclusive outros formatos de negócios dentro da mesma ideia, por exemplo com as montadoras de veículos começando a investir fortemente no aluguel de carros ao invés da venda tradicional.Mas e quando falamos de bens com um valor agregado bem menor ou mesmo de uso de itens pessoais, será que tem espaço para este pensamento também? Imagino que para itens que são de uso específico talvez seja mais fácil algum modelo de negócio neste sentido, como por exemplo ferramentas ou equipamentos como uma furadeira. Mas e itens de uso contínuo ou até mesmo pessoais? Será que conseguiremos alugar roupas (que não para festas), eletrodomésticos ou mesmo móveis para usarmos em nossa casa por longos períodos?São várias perguntas até agora e quase nenhuma resposta talvez porque não seja ainda o momento de dar resposta nenhuma, afinal, este é um assunto ainda muito complexo, em evolução e com uma grande implicação em vários mercados, à medida que uma mudança para este modelo pode significar o desaparecimento ou o encolhimento de muitas empresas, mesmo que outras sejam criadas para novos atividades que surgiriam.Creio que o momento ainda é de experimentação e neste sentido, esta matéria aqui mesmo na Exame sobre um caso de economia colaborativa pode ilustrar bem o cenário que estamos vivendo e as alternativas que podem surgir.Outra referência interessante para pensarmos sobre isso é um antigo TEDx do Murilo Gun, mas que traz também uma boa ideia de caminho para achar as respostas, definindo uma  matriz com 4 grupos de produtos - 1 - Baixo custo e baixa utilização, 2 – Baixo custo e alta utilização, 3 – Alto custo e baixa utilização e 4 – Alto custo e alta utilização -, e a adequação de cada um deles em um modelo de economia de acesso ao invés de propriedade.Mas a grande pergunta ainda fica e deve servir de alerta. Qual será o limite aceitável?(Fonte: Exame) Saiba Mais

Pix pode parar devido ao corte de gastos de Bolsonaro?

Pix pode parar devido ao corte de gastos de Bolsonaro?

Conforme recente decisão do Governo Federal, o Banco Central sofrerá cortes em seu orçamento e, sem verba suficiente, poderá reduzir os investimentos no Pix ou até mesmo interromper o seu funcionamento, de acordo com observadores do mercado. Isso foi motivado pelo descontrole das contas públicas frente ao teto de gastos e pode ter relação com promessas que o presidente Jair Bolsonaro fez a empresários.Mas, afinal, por que isso apenas afetaria o Pix e não outras formas de pagamento? A resposta é rápida: apenas o Pix é inteiramente processado pelo Banco Central, enquanto o DOC e TED são feitos pelos sistemas das próprias instituições bancárias, não sendo impactados pela mudança orçamentária.BC garante continuidade do PixNa contramão das notícias, que alertam para a “iminente interrupção” do sistema de pagamentos instantâneos, o Banco Central garantiu que o novo orçamento será administrado de modo a não prejudicar o Pix e a sua agenda evolutiva. As informações foram coletadas e divulgadas pela Exame Invest.Desde seu lançamento, em novembro de 2020, o sistema soma mais de R$ 278 bilhões distribuídos em mais de 393,6 milhões de transferências realizadas. O próximo passo seria a internacionalização do Pix, o que permitiria a transferência em tempo real de recursos nacionais para o exterior. No entanto, a medida ainda está sob análise do Banco Central.Cortes no IBGE e na agricultura familiarSegundo o jornal Globo, o governo ainda cortou outros gastos, desta vez no programa de financiamento para agricultura familiar, o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). “São cortes indevidos em despesas discricionárias. A manobra do governo agora é colocar vários gastos acima do teto para não cortar as emendas, o fura-teto. Agiram da mesma forma com o IBGE, quando, com os cortes, impediram a realização do Censo”, afirmou a jornalista Míriam Leitão em publicação no Globo.Ainda de acordo com o veículo, essa “confusão orçamentária” aumenta especulações acerca do risco fiscal brasileiro, o que pode levar o dólar mais uma vez às alturas, gerando mais desconfiança quanto à capacidade do Brasil de manter suas contas em ordem.(Fonte: TecMundo) Saiba Mais

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