5 Regras de Comunicação que Precisam ser Quebradas

5 Regras de Comunicação que Precisam ser Quebradas

As regras para falar bem em público nasceram do estudo, da observação e da aplicação prática. Devem ser obedecidas para garantir o resultado eficiente das apresentações. Mas se depois de avaliar bem, a pessoa chegar à conclusão que determinada regra pode ser desconsiderada, pode sim ser feito. Observe:

1 – Não fale com as mãos nos bolsos. Pois isso demonstra que o individuo está retraído, o que faz com que não use bem a expressão corporal.

Entretanto, não haverá problema, se, de vez em quando, falar com as mãos nos bolsos, com os braços cruzados ou nas costas, desde que por pouco tempo, com naturalidade, sem passar a ideia de desconforto ou inibição.

2 – Não fale palavrão e gírias. Quem pensa que o uso do palavrão e da gíria mostra sempre naturalidade e projeta imagem positiva diante das pessoas pode incorrer em erro básico de comunicação.

Porém, em algumas situações, esse vocabulário pode ser um excelente recurso de comunicação. Um ou outro termo picante pode acabar sendo usado em ambientes mais íntimos. Desde que seja de forma inteligente e sem que venha a ofender o ouvinte.
3 – Não fale rápido. Falar rápido prejudica a compreensão dos ouvintes e passa ideia de ansiedade, descontrole, diz a regra.

Porém, para algumas pessoas, falar mais devagar deixa pressionado e prejudica a fluência do raciocínio, portanto, deixe essa regra de lado e continue falando rápido. Basta somente usar as técnicas adequadas.

4 – Não fale devagar, pois passa a ideia de indolência, falta de entusiasmo e tira a motivação dos ouvintes.

Se, entretanto, você não conseguir falar mais rápido, não se preocupe, continue falando devagar. Para isso, use técnicas adequadas, durante as pausas continue olhando para os ouvintes, para não cortar a linha de comunicação. Após as pausas mais prolongadas volte a falar com mais ênfase, para demonstrar que estava optando pelas melhores ideias.

5 – Não diga “acho”. Segundo alguns especialistas, a palavra “acho” é condenada porque pode diminuir a autoridade e tirar a força da convicção do orador.

Só que essa posição não pode ser generalizada. Quando precisar evitar o confronto com pessoas que possuem uma forma de pensar diferente da sua, por exemplo, o “acho”, “julgo”, “penso” podem ser ótimos recursos para deixar claro que está consciente de que há posições contrárias à sua.

(Fonte: Atools)

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